Meu amigo soltando a franga

Meu amigo soltando a franga

Namorei desde novinha alguém com quem me casei e, depois, me separei, aos 26 anos… não preciso dizer mais nada, apenas que comecei a viver.
Um dos amigos que arranjei, desde então, num período em que trabalhei num hospital, é um médico bonito e charmoso, que logo se transformou no meu melhor ficante.
Ficante dos bons mesmo, um verdadeiro PA, principalmente na hora do anal, coisa que ele quis fazer comigo logo na primeira vez, e que fiz, simplesmente porque sempre gostei.
E se eu já gostava antes… com ele, então, passei a adorar, pois nunca vi homem para fazer tantas maravilhas no meu traseiro como ele faz.
Desde as preliminares, as carícias com o dedo, com a língua, as sutis penetrações digitais, até o momento de brincar de cupetinha na cabecinha do seu pau, “chupar” até entrar… o resto nem falo.

meu amigo soltandoMas desde as nossas primeiras vezes comecei a desconfiar dessa sua tara pela minha bunda…
Aí tem! – pensei.
E fui confirmando com passadas de mãos, roçadas de dedo, cutucadas…
Um dia resolvi que devia arranjar um amigo para o meu amigo. Nunca tinha feito sexo a três, mas era o momento, nunca tinha visto alguém ser enrabado…

(A ser continuado)



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A namoradíssima do meu melhor amigo

A namoradíssima do meu melhor amigo

Tenho uma namorada que, como ouço dizer, peguei para criar… ainda novinha, novinha.

Só não fui parceiro do seu primeiro beijo (cheguei um dia mais tarde), porque de resto, ou de tudo, na verdade, sempre fui o primeiro, o primeirão.

E sempre fui o único também. E sempre afirmei isso devido à sua dedicação a mim… sempre junto a mim, sempre compartilhando suas coisas comigo, sempre amorosa, sempre disposta a uma transa ou, pelo menos, a uns bons pegas, quando não é possível transar.

Quer dizer, em tudo e por tudo eu não tenho o menor motivo para suspeitar dela… ou não tinha, pois os últimos acontecimento têm me deixado encucado.

E tanta encucação vem do fato de que o meu melhor amigo também tem uma namoradinha que pegou desde novinha, que é dedicada, amorosa e tudo o mais, exatamente como a minha namorada, de quem, por sinal, ela é irmã, um ano mais nova.

Sempre estivemos juntos, os quatros, sempre nos demos muito bem. Mas há alguns dias, praticamente a primeira vez que estive a sós com a namorada do meu amigo, irmã da minha namorada… a gente transou.

Ela sabia que íamos ficar juntos e sozinhos por pelo menos uma hora… e se preparou, preparou tudo, me pegou de surpresa… maravilhosa surpresa.a namoradíssima

(…)

– Eu queria te pedir mais uma coisa.

– Que coisa? Fala!

– Me come!

 

(A ser continuado)

 



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A queridinha da vez

A queridinha da vez

a queridinha da vezSentada à minha escrivaninha, fazendo o meu trabalho, atendo ao interfone logo no primeiro toque. Sei quem é.
Dou um tempo, como numa espécie de disfarce, mas de pouco adianta, alguns pares de olhos, em meio a tanto outros na mesma sala, deviam suas atenções para mim.
São olhos que me veem levantar e caminhar carregando uma pasta na direção da sala do diretor. Alguns olhares são de dúvida, incerteza, outros são de frustração, e até um pouco de ódio, talvez.
O homem sai da sua cadeira, atrás de uma enorme mesa, na qual deposito a pasta, enquanto trocamos uma espécie de sorriso um tanto enigmático, e poucas palavras.
– Que bom que a senhora veio. – foi, na verdade, a única frase ouvida naquela rica sala nos minutos que se seguiram.
Livre da pasta… vazia, dirijo-me quase que automaticamente ao banheiro privativo. Ele vem logo atrás, toma o cuidado de fechar a porta, mesmo sabendo que ninguém adentra a sua sala sem ser anunciado.
Quase que automaticamente, também, coloco-me agachada aos seus pés, passo uma das mãos sobre o volume formado dentro da sua calça, e aperto, massageio, sentido toda a rigidez de um homem de meia idade e um membro um tanto acima da média.
Ele me olha lá de cima, quer o meu olhar, que devolvo com um sorrisinho tipo: vou te dar o prazer que você quer.
Abro a sua calça, aquilo salta diante dos meus olhos, penso em começar devagarinho, leves passadas preliminares de língua, depois uma massagem com as duas mãos, exatamente como adoro fazer para o homem que amo.
Mas pulo as preliminares. O muito que consigo fazer e olhar nos olhos dele, lá em cima, enquanto envolvo o corpo do seu pênis com uma mão, e a cabecinha com a boca.
Quanto menos tempo demorar, menor será a traição ao meu homem amado. É o que eu penso naquele momento, enquanto chupo e masturbo o homem com uma avidez falsa.
Gosto de chupar, adoro. Chupo com avidez sincera, sempre, desde que seja o meu pênis amado. O senhor Douglas, o diretor, também dá gosto chupar, mas não é a mesma coisa. Por isso eu digo, e acredito piamente, que aquela avidez que demonstro ao envolver o seu pau é falsa. Ele não sabe, mas é falsa. É o que eu acredito.
Mas o homem é demorado. Me concentro na cabecinha para terminar logo, mas ele me interrompe, me faz correr a língua e os lábios por toda a extensão do seu mastro; nessas alturas, um verdadeiro mastro. Às vezes me quer nas suas bolas.
Tudo isso, para esfriar um pouco, retardar o gozo.
Volto, assim que posso, à cabecinha, molho com saliva para excitar mais, e mamo… verdadeira mamada, para arrancar dele alguns gemidos de satisfação, sinal de que o jorro já está por vir.
Nesse momento ele quer mais ainda o meu olhar, e apenas a minha mão, numa masturbação frenética, cada vez mais frenética.
– Aperta! Mais rápido… aperta.
A boca aberta como a de um filhote de passarinho esperando por comida.
Perdão, amor… perdão!
– Mais rápido… aperta…
Perdão, marido! Perdão marido!
Sou inundada.
O primeiro esguicho vai direto na garganta e nem consigo trazer de volta para juntar ao restante… muito restante, que meleca cada cantinho da minha boca, a língua, os dentes…. e até fora da boca, no nariz, nos olhos.
Já gozou. Bem que podia encerrar. Mas é, então, quando começa a parte que mais me faz pedir perdão, perdão e perdão… é quando ele quer que, ainda olhando fixamente nos seus olhos, eu fique brincando com aquela merda, verdadeira, soltando tudo sobre a cabecinha, recolhendo novamente, mostrando nos lábios em biquinho…
Não é nojento, gosto dessa brincadeira, mas gosto de verdade quando é com ele… aquele que, em casa, no final do dia, irá receber um presente, uma lembrança qualquer, um litro de uísque… presentes semanais, às vezes mais de um por semana, mas que ele, o meu amado marido, não sabe, nem desconfia, e espero que nunca venha sequer desconfiar, são presentes de arrependimento, o mais puro arrependimento.
Mas antes, consigo levantar o corpo, com os joelhos já doendo, dirijo-me ao lavabo, me lavo até eliminar qualquer sinal do meu ato, e só depois, deixando o homem lá, prostrado contra a parede, ganho a sala, retomo a pasta, e caminho de volta à minha mesa de trabalho.
Mil pares de olhares estão voltados para mim, como holofotes.
Olhares de quem desconfia.
Olhares de quem tem quase certeza.
Olhares de quem sabe muito bem o que acabou de acontecer, mulheres que já foram a queridinha da vez.



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Amiga é pra gente comer… não é?

Amiga é pra gente comer… não é?

amiga é pra comer

Conheci a Stella, o Flávio e a Mariane nas séries finais do Fundamental, e continuamos juntos pelo Segundo Grau e a longa estrada da vida.
Bom… não tão longa assim, pois estou com 29 anos de idade, casado com a Mariane, 28, mesma idade do Flávio e da Stella, marido e mulher.
Nunca tive outros olhares para a Stella e, na verdade, nem por qualquer outra menina, pois a Mariane, desde novinha, com um fogo insaciável em todas as partes comíveis e não comíveis do seu lindo corpinho, sempre me deu satisfação total. Uma graça de namorada e, agora, de esposa.
Sempre estivemos juntos, os quatro, e sempre tudo rolou como bons casais de amigos, com reservas, inclusive, quanto a assuntos relacionados a sexo e coisas assim. Entre eu e o Flávio até rolava, e rola ainda, alguns papos, e acredito que entre as duas meninas também, mas fora disso, sempre vi as duas bastante reservadas, às vezes até mesmo encabuladas, quando a conversa pendia para esse lado. Logo cortavam, desviando o assunto.
Meus outros olhares para a Stella começaram, tenho certeza, no dia em que fui até a casa deles para fazer a ligação elétrica da máquina de lavar que haviam comprado. Não havia tomada no local e tive de puxar uma extensão.
Cheguei por volta das onze horas, a Stella me atendeu com uma toalha na mão, brinquei, dizendo que eu não queria tomar banho, e ela falou que a toalha era pra ela, pois entrava no serviço às duas da tarde e precisava se banhar. Perguntou se eu não me importava. Brinquei novamente, falando que tudo bem, desde que ela fechasse a porta.
Dessa vez o seu sorriso foi meio encabulado, e logo me dei conta de que havia me excedido um tanto. Desconversei, mudei de papo, fui para a lavanderia, enquanto ela foi para o banheiro.
A partir daí, um bicho demoníaco começou a tomar conta dos meus pensamentos e também da minha atenção, pois eu esperava vê-la sair do banheiro coberta por uma toalha apenas, e até levei alguns choques por não olhar direito o que estava fazendo.
Vi, mas foi uma visão tão rápida, na sua passagem em direção ao quarto, que nem deu tempo de olhar direito. E se não bastasse a efemeridade do evento (???), tive de disfarçar, pois ela viu que eu vi. Mas não toquei no assunto, e nem ela.
Nossa próxima conversa de maior significado foi quando, mentindo, falei que tinha de ir ver um serviço para os lados onde ela trabalha, e ofereci uma carona. Para o meu regozijo (???2), ela aceitou de pronto e, se não bastasse, me convidou para comer.
Comer com ela, e não comer ela, é claro! Mas a simples menção ao comer já me encheu de ideias, e por pouco não falo umas besteiras, dizendo que preferia comer ela. Fiquei mais que tentado a fazer isso, mas, claro, em nome do respeito e da amizade, nunca que eu faria, mesmo porque nunca fiz, nunca fui de falar gracinhas, dar essas cantadas baratas… a Mariane me bastava.
A Mariane me bastava, mas, talvez, nem tanto mais. Comi com a Stella, conversamos, usei o banheiro deles para um número um, logo em seguida ela usou também, se aprontou, saímos para a rua, entramos no meu carro e partimos, conversando sobre mil coisas, menos sobre as coisas que, desde então, eu queria conversar.
E queria conversar, precisava conversar… pois a ideia de urinar no vaso onde ela sempre urinava, e, mais ainda, ela urinar ali logo depois de mim… aquilo mexeu com as minhas bases. Coisas de macho animal, talvez, instinto, sei lá.
Não conversamos sobre o que eu queria, mas a minha vontade ficou ainda maior quando, na despedida, no estacionamento do hospital onde ela trabalha, ela projetou o seu corpo na direção do meu e me deu o mais gostoso beijo. Não foi na boca, mas faltou pouco. E não foi rápido, seus lábios ficaram grudados à minha face por longos e maravilhosos segundos, enquanto que a sua mãozinha me segurava a outra face.
Eu não sabia se ela havia segurado a minha face para evitar beijar a minha boca ou se, ao contrário, foi uma tentativa de acertar que não deu certo. Mas sei que o meu pau ficou duro, retesou na hora… e custou a baixar.
A Mariane é quem pagou o pato naquela noite, levando na boca, na frente e até atrás… como se ela não gostasse disso. Sempre gostou, foi por onde começamos.
Aquela deve ter sido a primeira vez que traí a Mariane. Foi em pensamento, mas traí. Comi a bundinha dela, pensando na bundinha da Stella.
Eu nem tinha muitas esperanças de comer a Stella, minha expectativa era zero, na verdade… e já estava pensando na sua bundinha, por sinal, uma linda bundinha, que até então eu nunca tinha reparado.
Mas agora reparava, pensava, desejava, me sentia um falso amigo, um falso marido, mas não conseguia mais parar de pensar na Stella.
E de tanto pensar, acabei passando na casa deles na semana seguinte, em horário estratégico… banho, almoço, carona. Não sei se ela engoliu direito a minha desculpa de que estava a ver um serviço ali por perto etc. e mais etc., mas sei, lembro e relembro o tempo todo, que, pela segunda vez, ela quase beijou minha boca, foi bem perto, e bem demorado.
Fiquei tentando recordar se aquela era a sua forma de me beijar a face, beijar a face de alguém, mas não queria acreditar nisso, preferia pensar que aqueles seus dois beijos em mim eram especiais e que, na verdade, só lhe faltava coragem para me beijar diretamente a boca.
Terceira semana. Sabia que já era abuso, mas compareci novamente, dei a mesma desculpa e comi. Mudei apenas que teria de ficar por ali mesmo e que não podia lhe dar carona. Minha ideia era clara, objetiva e louca, completamente louca, do tipo tudo ou nada.
Mas era uma ideia tão clara que até ela percebeu… entrou no banheiro carregando uma muda de roupa e saiu já vestida, nada de toalha. Frustrei, esfriei, mas o pau, ansioso, fazia tempo já estava duro, e continuava duro.
Mas como era uma ideia completamente louca, fiquei esperando enquanto ela acabava de se aprontar, e resolvi fazer a despedida ali mesmo, dentro da sua casa, e não na rua ou na calçada… só queria fazer um teste.
E o teste mostrou aquilo que eu já temia que fosse acontecer. Ela subiu na ponta dos pés, segurou minha face, beijou a outra. Beijo longo, grudado, quase junto à boca, mas um simples beijo de amigos.
Foi então que enlouqueci de vez. Esperei ela desgrudar, baixar os pés, se afastar um tanto de mim, para, então, olhando no fundo dos seus olhos, segurando em seus ombros, dar-lhe um beijinho nos lábios, um selinho… nada mais que um milionésimo de milionésimo de segundo, mas um selinho e tanto.
Ela permaneceu estática, olhar parado, e logo percebi que eu só tinha duas saídas: ou dava um tchau definitivo e saia, ou dava outro selinho, outro beijo, lábios grudados, se mordendo, línguas invasivas…
Ela balbuciava, entre um beijo e outro, que precisava sair, chegar ao trabalho em tempo. Eu dizia que depois lhe dava uma carona. Ela dizia que era melhor não. Eu afagava os seus seios. Ela não oferecia resistência. Eu descia a mão na direção do seu sexo e…
– Hoje não.
Que expressão mágica!
– Só um pouquinho… só um pouquinho…
Fui falando e metendo a mão por dentro da sua calça, tentando abrir o zíper. Ela ia dizendo não, mas me ajudando.
– Só um pouquinho… só um pouquinho… – eu ia repetindo, enquanto mexia na sua xana, corria o dedo, enfiava o dedo, pegava a umidade da sua vagina, levava até o seu grelo, lubrificava, acariciava.
Seus gemidinhos, suas mãos me unhando, e seus quadris saindo de ritmo eram a prova do tesão que ela estava sentindo, do tesão que eu estava provocando nela.
Suas mãos foram baixando sua calça e calcinha para que as minhas mãos pudessem trabalhar melhor na sua xaninha molhada e na sua bundinha durinha, lisinha.
– Goza, menina… goza!
Demorou um pouco até ela gozar, mas foi uma demora divina. Por várias vezes ela esteve perto, esfriava, recomeçava… até que entrou na reta final, num caminho sem volta, e teve o gozo mais espetacular que eu já tinha visto, desde as primeiras vezes que eu masturbava a Mariane, ainda meninica.
Gemeu, gritou, me agarrou mais forte ainda, vibrou os quadris, abriu as pernas, fechou, e deu então o gemido maior… coisa indescritível.
Nesse momento eu atolei o dedo. Ela abriu as pernas e projetou a xana para frente, até sentir, rapidamente, o meu dedo lá no fundo, e então fechou, prendeu a minha mão, quase esmagou.
Gozou.
Não quis mais que eu mexesse, ficou segurando a minha mão, enquanto essa continuava segurando a sua xana. Sei que xanas costumam ficar irritadas depois da masturbação, a Mariane sempre foi assim. Precisam de um tempo para se recuperar.
A Stella se recuperou, sua xana eu não sei, separou-se um pouco de mim, fez movimentos para repor a calça e a calcinha no lugar, pedi para esperar, para eu olhar, ver aquelas coxas, aquele montinho de pelos.
– Na próxima vez eu faço com a língua. – falei, depois de dobrar o corpo e dar na sua xana um beijo igual aos que ela antes me dava na face.
– Vem. – ela disse, me puxando para o banheiro, abrindo a minha calça, me colocando de frente para o box.
Sua mãozinha delicada e quente envolvendo o meu pau não precisou de muitos movimentos para me fazer jorrar.
– Porco! Mas a gente não pode ficar fazendo essas coisas. – ela disse, lavando as mãos.
– Não? – perguntei, fechando as calças.
– Claro que não! Aqui é a minha casa, a casa dele…
– E num motel?
– Foi o que eu quis dizer.

(…)

Mas o motel só estava para acontecer três semanas depois. Antes vinha a menstruação e outros contratempos.
E foi nesse meio tempo que aconteceu uma coisa que me deixou encucado.
Era um domingo e havíamos saídos juntos, os quatro, eu e a Stella trocando olhares dissimulados, até que, no final, na despedida, ouvi o Flávio falando para a Mariane que passaria na nossa casa na quarta-feira.
– O Flávio vai passar em casa para fazer o quê? – perguntei pra ela, depois.
– Para arrumar o computador. Ele já veio na semana passada, mas não conseguiu dar jeito, tinha de trocar o conector, ele ficou de providenciar e…
– Computador… Quer dizer que o Flávio veio aqui em casa e nem estou sabendo?
– Mas qual o problema? Só não te falei porque nem sei se precisava falar.
– Sei. Tudo bem. Mas é que você fica amolando ele, dando trabalho. Pode deixar que eu levo numa oficina lá perto do serviço… não precisa incomodar o Flávio, não.

 


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