Minha escapadinha… sobre os céus da cidade – Parte 1/3

Este relato faz parte de uma série, a ser lançada futuramente como ebook, e que traz pequenas ou grandes aventuras vividas por mulheres comuns, namoradas ou esposas acima de qualquer suspeita.

Minha escapadinha… sobre os céus da cidade – Parte 1/3

Meu nome fictício é Joyce, sou morena, média estatura, corpo bem definido e atraente, bastante ativa profissionalmente, mas devidamente comportada como mulher e como esposa. tenho 33 anos, estou casada desde os 22, e por nada nesse mundo eu abriria a boca para reclamar do casamento e do sempre apaixonado marido, a quem não tenho nenhuma razão para trair.
Mas…
Recentemente, me vi envolvida com outros homens, mas a trabalho, vou logo explicando. Estou concluindo o meu mestrado em segurança no trabalho e fui contratada para desenvolver um projeto junto a uma multinacional, evento esse que me colocou numa situação muito diferente daquela a que estou acostumada.
De repente, ao invés daquela rotina de, simplesmente, ir até a empresa, fazer o meu trabalho, voltar para casa… me vi às voltas com reuniões, voos de helicopteros, jantares de negócios, recepções a executivos internacionais… simplesmente, um outro mundo.
E foi de repente também que, mesmo sem nenhuma razão justificada, desde o início passei a ocultar todas essas coisas do marido. Ora eu achava que tudo aquilo simulava uma infidelidade, ora eu achava que ele não ia gostar nem um pouco de saber dessas minhas novas andanças.
Não havia nada demais, eu era super respeitada como profissional e como mulher, mas, ainda assim, algo me dizia que aquela não era a minha vida, pois nem ele e nem eu estávamos acostumados com isso e, com certeza, eu também não iria gostar muito se fosse o contrário… ele trabalhando com belas e bem posicionadas executivas, jantares, voos de helicoptero…
Pensei seriamente em abandonar aquele trabalho, inventar uma desculpa, mas…

(Continua)

Anúncios

O livro erótico que você estava esperando

Adquira pelo Pagseguro

Preço especial de lançamento

R$ 24,99


 

15 
tons mais que eróticos
e as histórias da Vaninha

Contos da Hora – Anna Riglane

O livro erótico que você estava esperando

Ebook com mais de 300 páginas – Dezenas de histórias

Veja:

01 – Três meninas maluquinhas numa noite de natal
02 – Minha academia, minha linda prima gordinha… e outros lances
03 – Tenho três irmãos e três bundinhas… uma menina à moda antiga
04 – Eu só pensava naquilo… até a cobiçada bundinha da priminha virgem
05 – Que primeira vez é essa minha gente?
06 – Cão que tanto late não morde – Uma cueca para a coleção
07 – Tá errado… caldeirão velho é que dá comida boa
08 – O corno… e o dia em que vi a morte de perto
09 – Meu velho e querido sofá de três lugares
10 – O príncipe que virou sapo para comer pererecas
11 – A dama vermelha… flagrada com outro
12 – A bunda da líder da banda
13 – Por onde anda a professora Célia?
14 – Sargento Punheta e o Clube das Mãos Solitárias
15 – Meu chefe queria me comer

ESPECIAL
Histórias da Vaninha


Apresentação

Ao invés de introdução, apresentação, introito, penetração ou qualquer coisa assim… vamos direto a uma historiazinha bem filha da p…
É uma história, cuja autoria desconheço, um tanto machista, por sinal, mas que ilustra perfeitamente a situação vivida pelo Senhor Trevor, um homem já de idade tipo fim da picada.
Depois de desejar por muito tempo uma linda menina, e de sofrer o medo óbvio da rejeição, certa feita juntou todas as suas economias, tomou uma dose de uísque, outra de conhaque, e uma terceira de cachaça pura, que era pra mistura ficar bem forte e fazer o efeito desejado, e então falou com a garota, depois de atraí-la para um canto da sua casa.
– Escuta, menina! Vou te falar uma coisa, mas é para ficar no maior segredo entre nós.
– Pode falar. O que é?
– Você promete segredo?
– Prometo.
– Mesmo que você não queira…?
– Mesmo que eu não queira o quê?
– Mesmo que você não queira… bom… vou falar, mas é segredo hem!
– Pois fale. Estou ouvindo.
– É assim… se eu te der duzentos reais… você me deixa ver os seus peitinhos…? Eu só quero ver.
– Só quer ver… duzentos reais? Tá bom!
E para delírio do homem, a menina levantou a camiseta, expondo seu lindo par de seios, redondinhos, biquinhos róseos.
– É só para ver. – ela logo retomou, quando percebeu o homem estendendo o braço para tocá-la.
– Tá bom! Tá bom! – disse o homem, resignado. – Mas e se eu… se eu te dar quinhentos reais… você deixa eu ver o resto…?
– Aqui não tem resto, não.
– Eu sei, desculpe… mas você deixa eu ver tudo?
– Quinhentos reais?
– É.
– Mais quinhentos reais?
– Isso… mais quinhentos.’
– Hum… então me dá aí os setecentos que eu deixo ver tudo.
– Deixa mesmo, tudinho… você fica peladinha?
– Fico. Mas me dá o dinheiro primeiro… não estou acreditando muito nisso.
– Mas pode acreditar… está aqui ó… setecentos.
A menina pegou o dinheiro, dobrou, enfiou no bolso do shorts jeans que usava, e depois tirou o shorts.
Acabou de tirar a camiseta, deixando a calcinha para tirar por último, de costas para o homem.
– Mas é para eu ver tudo. – desesperou-se o homem, pensando ter sido enganado.
– Já vai ver. – ela disse, virando-se lentamente e mostrando aquele seu montinho de pelos caprichosamente aparados… não depilados, apenas aparados, bem ao gosto da idade do homem.
E o homem quase teve um treco… ficou meio paralisado, travado, a respiração falhando.
A menina, assustada, certa de que ia ter de chamar ajuda, tratou de se vestir bem rapidinho.
O homem se acalmou, voltou a respirar normalmente.
– Tudo bem? – perguntou a menina.
– Tudo bem, meu anjo. É que faz tempo que não vejo… verdade é que nunca vi uma coisinha assim novinha e bonitinha como você… Que pentelhos maravilhosos que você tem!
– Pentelhos!? Bom… mas agora viu… e se quiser, posso vir aqui outras vezes… faço desconto.
– Faz desconto… – transbordou o homem, entusiasmado. – Mas… escuta, e se, por acaso, eu pedir… quanto você quer pra gente… você sabe…
– Pra gente transar…?
– É. Isso! Você transa… quanto me cobraria?
– Cinquenta… setenta e cinco se for transa completa.
– Transa completa… cinquenta… setenta e cinco, mas … ?
– Mas, o quê, tio? É o preço que eu cobro… mais que isso ninguém quer pagar mesmo.
E o homem teve um treco… realmente, ele teve um treco.

Boa Leitura!


01
Três meninas maluquinhas
numa noite de natal

Pena que esta história aconteceu já faz um bom tempo.
Pena mesmo.
E mais pena ainda é que ela nunca mais se repetiu.

(…)

O Menino Maluquinho ainda está para se matricular na escola de maluquice de onde eu e mais duas amigas minhas devíamos ter sido expulsas.
Explicação.
Tudo que aqui é contado aconteceu em poucas horas, mais exatamente nas primeiras horas do dia de natal do ano de 2007, ou seja, na madrugada do dia 24 para o dia 25 de dezembro daquele ano.
Ainda que alguns fatos anteriores e posteriores sejam lembrados, são esses momentos a prova da capacidade louca de jovens inconsequentes.
Aconteceu num lugar qualquer da cidade de São Paulo e sua grande região.
Hoje tenho 30 anos de idade, estou casada, tenho duas filhas, mas naquela época…

(…)

Digamos que meu nome é Katia, e que tenho duas amigas muito chegadas: Karina e Keyla. Nomes trocados, é claro, só para forma o trio KKK.
Todas temos 18 anos de idade, com diferenças de poucos meses entre uma e outra.
A Keyla é loira, tem corpo miúdo e é muito bonitinha.
Eu e a Karina também somos bonitinhas, mas somos morenas e temos corpos médios.
Somos três vizinhas aqui, numa localidade próxima ao Jardim Zoológico de São Paulo, e estudávamos no mesmo colégio até o final do ano passado.
Agora, a caminho da faculdade, se conseguirmos dinheiro para pagar, não sei se continuaremos juntas na escola.
Amigas sei que sempre seremos, pois os abalos sofridos nesses últimos dias e o modo como conseguimos superar tudo mostram como o amor entre as pessoas pode estar acima de certas besteiras que fazemos.
Que poético!
Mas é que foram deliciosas besteiras.
Todas nós três namoramos meninos daqui da vila.
Eu namoro o Fábio, irmão da Keila, que são primos da Karina, que namora o Jairo. primo da Keyla, que namora um outro menino, o Guiga, único dos três que tem carro.
E todas nós três temos as nossas rivais, três meninas do colégio que vivem dando de cima dos nossos namorados, louquinhas para darem pra eles.
Ódio à primeira vista.
Já andamos nos pegando pelos cabelos e vivemos trocando farpas.
Mas o que elas três aprontaram com a gente na véspera do natal passou da conta e fez com que esquecêssemos por completo um mínimo que fosse dos nossos limites.
Elas espalharam na vila que os nossos meninos iam passar o natal com elas, que iam participar de uma festa liberal e…
– Que história é essa de festa liberal? – perguntei a uma menina, fofoqueira feito ela só, mas que sempre havia servido de intermediária entre o grupo de nós três com o grupo daquelas três.
– Não sabe não? Vai rolar sexo, só sexo, todo mundo transa com todo mundo.
Conclusão.
Não acreditamos nem um pouco no que diziam, mas, como os meninos haviam falado que iam passar a noite de natal numa chácara, aqui não muito longe, por via das dúvidas, quase certeza, nenhuma de nós três teve mais sossego.
– Cadelos!
– Filhos da puta!
– Mas também… do jeito que elas ficam se oferecendo.
– Se a gente viaja eles ficam livres e ai…
– Mas se eles estão pensando que vão nessa festa liberal, estão muito enganados.
– É mesmo… vamos segurá-los aqui.
– Exatamente… arrumo um quarto da casa para cada uma de vocês, mas cada uma com o seu namorado.
Rimos.
Conversamos com os meninos, falamos que íamos ficar à vontade, e eles ficaram felizes, cada um prometendo trazer alguma coisa, bebida, comida.
Mas, chega o dia da véspera do natal, a gente se preparando e esperando na minha casa, as horas passando, e nada dos meninos aparecerem.
Ansiosas, no portão, vimos a fofoqueira passar, perguntamos por eles.
– Vai ver que foram na festa, não é?
– E onde é essa festa?
Era pra lá da casa do chapéu… para não falar casa do carralho.

(Continua)


02
Minha academia, minha linda prima gordinha…
e outros lances

Quando meus tios mudaram para o mesmo prédio onde moro com minha família, e a minha prima Diana passou a frequentar nosso apartamento direto, logo achei que tudo iria ser a maior chateação, principalmente depois que ela descobriu minha academia em meu quarto e se apossou do local, fazendo exercícios para perder peso, porque estava muito gorda.
Bom… gorda ela não era, pois precisava emagrecer muitos quilos para ser gorda. E se não bastasse, parecia um bebezão crescido, do tipo que é melhor não contrariar para não ouvir choradeira.
Só uma coisa me alegrava com a sua presença ali… seu rostinho lindo, seus olhinhos vivos, espertos, sua boquinha pequena, seus lábios… hum! Aquela boquinha chupando o meu pau…!
E a prima, todos os dias, depois da escola, almoçava, deixava fazer a digestão, vinha até aqui, em casa, até o meu quarto…
– Vou malhar um pouco… Posso, primo?
– Adianta eu falar que não pode? – eu dizia.
Uma coisa, porém, eu reconhecia: a prima era determinada, não faltava nem um dia e fazia no mínimo duas horas de exercício na bicicleta, na esteira e até nas barras, e umas três semanas depois sua perda de peso já era visível.
E então as coisas começaram a acontecer.
– Tudo bem que você precisa emagrecer, prima, mas também não precisa se matar, não é?
– Se é ou não é, eu não sei, o que sei é que do jeito que estou, gorda assim, nenhum menino olha pra mim e vou acabar ficando velha sem ficar com ninguém, sem namorar, sem tran…
– Se o problema é transar eu transo com você assim mesmo. – falei.
– Seu besta! Você é meu primo… e quer saber? Duvido que você teria coragem de transar com uma menina gorda assim como eu.
– Duvida? Então tira a roupa que você vai ver se transo com você ou não.
– Mas esse é o problema.
– Que problema?
– Como é que vou tirar a roupa na frente de um menino, gorda desse jeito? Nem vou à praia por causa disso… quanto mais tirar a roupa.
– Eu fico de olhos fechados.
– Pode ficar. Não vai ver nada mesmo. Primos não transam.
– Quem te disse?
– Eu digo… bom…
– O que é? Fala! – eu disse, já sentindo que a prima estava entendendo o espírito da coisa e entrando no clima.
– Quem sabe quando eu estiver magra… Mas você tem que deixar eu malhar todo dia, toda hora.
– Não só deixo como te ajudo. Vamos lá! 1, 2, 3, 4, 1 2, 3, 4.
– Seu besta!

(…)

Mas calhou de seguir um fim de semana prolongado, e a prima, muito a contra gosto, viajou com os tios para a praia.
– Eu queria mesmo era ficar para malhar. De que adianta e eu ir lá, se nem vou entrar na água?
– Aproveita para fazer caminhadas, então.
– É mesmo! Obrigada pela ideia, primo.
– Obrigada uma ova… pode ir baixando a calcinha.
– Baixando a cal… Mas você é besta mesmo, hem, primo!
– Tá bom… espero você voltar.
– Espera pra quê?
– Pra gente transar.
– Mas não estou falando… Você é besta quadrada, redonda…
– Redonda é você.
– Eu… não precisa ficar lembrando, né!?
– Precisa, sim. E vou te lembrar até o dia em que você estiver magrinha, bem magrinha.
– Aí primo! Vivo sonhando, me vendo com um corpinho igual ao da Aline.
– Eu também sonho… você com aquele corpinho, a gente transando…
– Vai… seu besta! Só pensa nisso.
– E você não pensa, por acaso… por que quer emagrecer, afinal?
Nossa conversa foi interrompida pela Aline, minha irmã menor, que trazia junto a Graça… a Gracinha… uma verdadeira graça de menina.
Meus olhares logo começaram a secar o rosto e o corpinho da menina.
A menina parecia estar correspondendo aos meus olhares.
A prima olhava a nós dois… enciumada… visivelmente enciumada.
E então, no momento seguinte, nos dias seguintes, tive uma ideia… duas ideias, na verdade…
– Aquela tua amiguinha… tem namorado? – perguntei para a minha irmã.
– Tá interessado, é?
– Um tanto. Por que… não pode?
– É que ela também está.
– Jura?
– Não passa um minuto sem perguntar de você.
– Poxa! Quero comer ela.
– Acho que ela está doidinha pra dar.

(Continua)


03
Tenho três irmãos e três bundinhas…
uma menina à moda antiga

“São três machos e uma fêmea, por sinal, Maria, que com todos se parecia…”

Não sou Maria, mas meu pai, músico, vivia cantando essa música, e sempre achei que ela foi feita pra mim.
Não caí na vida como a Maria da música, nem meus irmãos viraram lobisomem, mas…
Vou contar alguns fragmentos das minhas doações.

(…)

Nasci e fui criada num bairro classe média alta, num daqueles casarões antigos, nas proximidades de uma estação do metrô, que tem junto um shopping com o mesmo nome, e ao lado um colégio de renome, só para gente rica… Estudei lá e, mais tarde, me casei numa igreja também muito rica, que tem na mesma quadra do colégio e da referida estação.
Mais eu não posso falar, não é!?
Só acrescento que o casarão onde eu morava foi demolido para dar lugar a um estacionamento, onde, depois, surgiu o tal shopping.
Dei muito… quer dizer, fui muito feliz naquele casarão.
Parte dessa minha felicidade ou toda ela, talvez, tenha sido porque nasci a caçula, uma menina, depois de três filhos homens, três machos… e põe macho nisso.
Foi ali que tive as minhas primeiras iniciações, no quarto que eu ocupava naquele casarão, no banheiro, nos fundos do quintal, e também em outros lugares que agora não lembro direito… talvez até no banheiro do colégio.
Mas essas primeiras iniciações que falo são aquelas manifestações solitárias, só eu, meus dedos e minha imaginação.
E teve, sim, no banheiro do colégio. Pelo menos uma vez eu lembro que teve. Foi num dia em que eu estava duplamente nervosa… tinha uma prova de matemática, que nunca gostei e sempre fui mal, e tinha as pernas dos meninos jogando bola.
Imagina! Eu era uma franguinha ainda, e ficava secando aquelas coxas, imaginando o que havia por baixo daqueles calções.
Naquele dia, eu lembro, e lembro muito bem, que antes um pouco de terminar o intervalo, fui até o banheiro, coloquei as pernas meio abertas em cada lado do vaso, como se eu estivesse sentada nele, mas fiquei em pé… comecei, alisei com os dedos, fui ficando molhada, mais molhada ainda do que eu já andava, fui roçando o dedo, enfiando na portinha, puxando aquela umidade para o meu clitóris, que depois descobri se chama grelho, foi me subindo aquela coisa pelo corpo, aquela frescurinha na coluna… e tive de tapar a boca quando a frescurinha virou frescurona e chegou na nuca, pois havia mais gente ali pelo banheiro.
Lembro que levei bem uns cinco minutos até me refazer daquele gozo, levantar a calcinha e sair.
Na verdade, nem lembro direito se tive de levantar a calcinha, pois algumas vezes eu a baixava até o meio das coxas, noutras vezes eu apenas enfiava a mão por baixo. Naquele dia não lembro como foi.
Lembrei agora de uma outra vez no banheiro do colégio, e lembrei o porquê de esperar uns cinco minutos até sair. É que naquela outra vez, mal acabei de gozar e já fui me ajeitando e saindo… dei de cara com a tia da limpeza.
E com que cara eu devia estar!
– Tá se acabando aí, menina? – ela falou, enquanto eu desaparecia, toda envergonhada.
Como é que ela sabia?
Por vários dias evitei a tia, nem passava perto.
Mas tem certas coisas que a gente não consegue evitar, não é mesmo?

(Continua)


04
Eu só pensava naquilo…
até a cobiçada bundinha da priminha virgem

Minha iniciação sexual começou mais ou menos assim.
Certa noite, eu estava chegando em casa de madrugada, voltando de uma balada, morrendo de vontade de dar uma mijada, mas encontrei o banheiro ocupado.
Era a minha prima Vany, sentada no vaso, dizendo que só estava fazendo xixi e que eu podia fazer em cima dela.
– Mas claro que não vou fazer isso. – eu dizia, mesmo ela insistindo umas duas vezes.
– Tá bom… – ela disse, por fim, se colocando em pé, com a calcinha ainda arriada. – Então faz aqui.
Ela foi falando, foi pegando o meu pau e foi colocando entre as suas coxas.
– Assim eu não consigo.
– Consegue, sim. Vai… despeja… tá quentinho… hummm…!
Acordei mijando na cama.
E assim acontecia, sempre.
Devo ter sonhado umas trintas vezes que estava mijando na prima Vany, às vezes nos seus peitinhos, às vezes nas suas coxas… mas o sonho mais gostoso, e que mais se repetia, era quando ela pedia para eu mijar na sua bunda.
Mas era lá dentro.
Ele me encostava contra a parede, virava de costas para mim, descobria a bunda e ajeitava o meu pau no seu cuzinho, forçava um pouquinho, até passar a cabecinha, dava um tempo para se acomodar, e encostava mais, até entrar tudo.
E então pedia para eu mijar.
Minha mãe já não aguentava mais colocar as roupas de cama e colchão para secar.
Até que…

(Continua)


05
Que primeira vez é essa minha gente?

Como eu era boba!
Era boba, porque apesar de me fazer passar por uma menina meio saidinha, disposta e pronta para qualquer parada… sempre fui bastante virgem.
Virgem mesmo.., nem uma enfiadinha de dedo.
Era boba, porque como toda menina, eu acho, imaginava a minha primeira vez com aquela coisa pomposa, um ambiente romântico, toda aquela preparação, roupas caindo pelo chão, beijos, mil cuidados.
Imaginava o meu príncipe encantado, meu único para todo o sempre.
Nunca imaginei que fosse acontecer no meio do mato, e menos ainda do jeito que foi.
Era boba, porque me fazia passar por uma menina experiente, vivia sendo procurada por outras meninas para dar conselhos, revelar como era.
E tudo o que eu sabia sobre essas coisas era o que eu lia na internet, numa época em que pouca gente tinha computador em casa.
Eu também não tinha… quem tinha era o meu irmão mais velho que…
Essa parte eu conto depois.

(…)

Duas amigas minhas marcaram um passeio de carro com uns meninos, apareceu um menino a mais e me levaram para fazer companhia a ele.
Claro que tinha de ser eu, pois era a mais liberal das meninas, nunca recusava um menino, e menos ainda deixava escapar a possibilidade de uns bons amassos…
Tudo da boca pra fora, é claro, até mesmo quando faziam aquela pergunta que todas elas gostavam, adoravam fazer…
– Mas você já transou mesmo, de verdade?
– Ôxe! – era a minha resposta, sempre… quer dizer, eu não confirmava, mas fazia elas pensar que sim.
Por isso, e pelas dicas que eu costumava dar, elas bateram à minha porta naquele domingo, logo depois do almoço.
– Vamos dar!?
Claro que elas não convidaram assim, mas estavam num assanhamento tão grande que até a minha mãe percebeu, me chamou num canto…
– Olha lá, hem menina!
– Olha lá o quê, mãe?
– Veja lá o que você vai aprontar.
– Ôxe! Tá pensando que sou o quê, mãe? Só vamos passear.
E ainda bem que o meu pai estava roncando no sofá, não viu nem ouviu nada… se percebesse alguma coisa, não me deixaria ir.
Pai… por que você não acordou?

(Continua)


Adquira pelo Pagseguro

Preço especial de lançamento

R$ 24,99



06
Cão que tanto late não morde…
uma cueca para a coleção

Sempre achei que sexo é coisa entre duas pessoas, ou três, meia dúzia, que seja… mas é coisa para ficar entre as pessoas, não é preciso fazer e sair gritando pra todo mundo ouvir.
Digo isso, porque não sou de ficar contando minhas aventuras, prefiro ser do tipo come quieto.
Mas essa eu vou contar por que, simplesmente, não dá para ficar quieto quando se come a mulher de um cara que vive falando que come todas.
E mais ainda, a maneira como eu comi, onde eu comi.
Não posso ficar quieto.
Esse cara é meio amigo meu, mais por parte da mulher dele, pois trabalhamos os três juntos, mas eu já a conhecia de longa data.
Ela, que vou chamar de Luísa, sempre um amor de pessoa, desde os primeiros anos da faculdade, sempre discreta e, pelo que eu percebia, sempre muito fiel ao namorado, que agora é o seu marido.
Ele, que vou chamar de Juliano, veio trabalhar na mesma firma por indicação dela, mas desde que chegou já comecei a me enjoar com as suas piadas bobas.
Se fossem apenas bobas, até que ia, mas são piadas machistas, que colocam a mulher sempre num nível inferior, sempre a serviço do homem, sempre a fim de dar.
Logo comecei a chamar a sua atenção.
– Poxa vida, Juliano! Você fala de um jeito como se não respeitasse mulher alguma.
– E é pra respeitar? Mulher a gente tem é de comer… nasceram para ser comidas, fodidas.
– Mas você é casado, tem irmãs… sua mãe…
– Mas o que tem a ver? Estou falando é dessas mulheres por aí.
– Mas essas mulheres por aí também não são esposas, irmãs, mães?
– Já é a segunda vez que você fala da mãe. Não põe a mãe no meio, não.
– Mas eu não estou pondo a mãe no meio, só estou…
– Está pondo a mãe no meio, sim… Mas quer saber, o problema não é por a mãe no meio, o problema é por no meio da mãe.
Pronto. Mais uma das suas piadinhas bobas…

(Continua)


07
Tá errado…
caldeirão velho é que dá comida boa

Nasci em 1990 e sempre vivi em São Paulo, até 2012, quando terminei o meu curso de comunicação social.
Depois, em 2014, me transferi para Brasília, para me juntar ao meu namorado de longa Data.
Mas no começo de 2015 tive de voltar a São Paulo, sozinha, numa viagem tipo bate-e-volta e, onde eu menos esperava, com quem eu menos esperava, vivi uma aventura que ainda está quente no meu sangue, mesmo já se passando um bom tempo.
(Continua)


08
O corno…
e o dia em que vi a morte de perto

Tenho uma prima, a Márcia, que já nasceu com a mão coçando a xana ou, se duvidar, deve ter transado com pelo menos um dos meninos que estiveram com ela no berçário da maternidade… se não transou com todos eles.
Exageros à parte, é claro, mas a menina, agora mulher, desde cedinho já andava “atormentada”.
E o trouxa aqui perdeu boas oportunidades, pois só descobriu isso depois, bem depois… só para ficar com raiva.
Morávamos pertos, brincávamos juntos, e ela andava sempre se esfregando em mim, me chamando para ser o marido nas brincadeiras de casinha… às vezes deitava ao meu lado na minha cama para conversar, ficava erguendo as pernas, deixando ver as coxas…
Mas eram coxas que ainda não eram coxas, eram “gambites”, como dizia a minha avó, e não me despertavam muito interesse… coisas da idade.
Mas quando as coxas da prima já eram coxas de verdade e a minha idade já me fazia sentir interesse, grandes interesses, já não tínhamos mais tanto tempo juntos, ela foi fazendo outras amizades, fez treze anos, virou um verdadeiro tesãozinho, fez quatorze anos… apareceu grávida.
– Que tonta! – falou um outro menino, da minha idade, e que também sempre brincou junto.
– Tonta por quê? – perguntei.
– Se não desse a buça… se continuasse dando só o cu…
– Se continuasse… Por que… ela dava o cu?
– Poxa! Vai dizer que você também não comeu? A rua inteira co…
– Não fale assim da minha prima, cara! Quer apanhar?
– Está certo, está certo! Mas eu comi e alguns outros meninos também… e claro que ela deu pra você também, estavam sempre juntos e…
– É… está certo… também andei comendo, mas não gosto de ficar falando isso dela.
Minha vontade de me matar-me (cometer o suicídio duas vezes) era imensa, fiquei a me odiar por um tempão.
Quer dizer que a prima Márcia desde novica andou querendo dar o cu para mim e eu não me ligava!?
Quer dizer que ela dava o cu para todos os meninos da rua e só eu não comia… porque era um verdadeiro trouxa!?

(Continua)


09
Meu velho e querido sofá de três lugares

Quando menina eu amava loucamente dois meninos, mas nunca tive (do verbo dar) nenhum deles… acabei me casando com um terceiro.
Mas veio a separação e, um dia, a chance de ter (do verbo transar) um dos meus garotos, depois o outro, depois os dois…

(…)

Aos 27 anos foi-se o meu relacionamento: um namoro de cinco anos seguido de mais quatro de casamento, algum distanciamento, um chifre com alguém que eu considerava minha amiga…
A primeira coisa que fiz foi chorar muito, acreditando que a vida tinha acabado para mim.
A segunda coisa que fiz foi resgatar na garagem da casa dos meus pais um velho sofá, que instalei na sala do meu novo apartamento, lugar para onde me transferi e que precisava de mobília.
A ideia surgiu num dia em que fui almoçar na minha antiga casa e sentei naquele sofá.
Gostosas lembranças.
Era um namorico com um e uma paquera com o outro… e eu não queria magoar nenhum dos dois, não achava justo, mas estava indecisa.
Dava uns pegas mais avançados com um, trocava alguns beijinhos com o outro.
Depois, como que para reparar a injustiça, dava uns pegas mais violentos ainda com aquele que antes eu só tinha beijado.
Mas nunca fomos além de passadas de mãos… gostosas passadas de mão, que mais me deixavam nervosa do que me aliviavam.
O alívio eu procurava depois, no banheiro ou, quase sempre, debaixo do lençol, na hora de dormir.
Já os meninos… várias vezes vi manchas em suas calças. E isso só porque eu passava a mão por cima ou, então, deixava eles me agarrar de frente ou por trás, como se estivessem me comendo.
Mas nunca me comeram… como meninos eles nunca me comeram.
Perdi mais ou menos o contato ccom eles, comecei a namorar outro menino, me casei, separei, fui morar no meu novo apartamento, voltei a sentar no meu velho sofá, e então…

(Continua)


Adquira pelo Pagseguro

Preço especial de lançamento

R$ 24,99



10
O príncipe que virou sapo
para comer pererecas

Ele fez o contrário das muitas histórias que existem por aí sobre pessoas que buscam se mostrar mais do que são, possuir mais do que realmente têm.
Ele preferiu deixar a rica casa da sua família para viver num cômodo de periferia… só para comer todas as menininhas.

(Continua)


11
A dama vermelha… flagrada com outro

Gente!
Um conselho.
É melhor ficar quietinha, com um só…
Depois do que eu passei…
No filme A Dama de Vermelho, o sujeito queria porque queria comer a mulher.
Na minha história, o menino também queria porque queria me comer, nem que fosse uma única vez.
Não me escondi numa marquise, igual o sujeito do filme, mas foi por pouco, pois eu estava quase nua e não queria me mostrar para as pessoas da rua.
Escondi-me num vão entre o banheiro e a marquise, mais vermelha que um tomate maduro, de tanto medo, de tanto nervoso.
No mais, minha história foi igual à história do filme, só que invertida.
Conheci um menino…

(Continua)

 


12
A bunda da líder da banda

Quando eu era moleque, eu comia o cu de um moleque
Era um menino vizinho, a gente sempre havia brincado juntos, e quando foi chegando a idade, comecei a perceber que ele andava me olhando de um jeito meio estranho, meio parecido com o jeito de uma menina, e também falava algumas coisas que me levou a fazer a célebre pergunta:
– Por acaso, você está querendo dar o cu pra mim?
Não era por acaso.
Ele queria mesmo dar.
Na hora, ficou até meio sem jeito de admitir, mas depois, ainda antes que eu esquecesse a pergunta, falou que se eu jurasse não contar pra ninguém…
– E você acha que vou ser besta de falar para alguém que comi um cu de homem? – eu disse a ele, o que o encorajou praticar o crime.
A verdade, devo admitir, é que fiz aquela pergunta já muito interessado, pois eu nunca tinha comido ninguém, vivia batendo uma punheta atrás da outra, e um cuzinho até que seria a salvação, mesmo sendo o cu de um moleque.
E deu-se então a primeira vez, na lavanderia da casa dele.
Foi uma coisa direta, sem nenhum rodeio, e quase que não deu certo.
Esperamos sua mãe sair para o trabalho, caminhamos até a lavanderia, ele já foi baixando o calção e virando a bunda para o meu lado.

(Continua)

 


13
Por onde anda a professora Célia?

Eu estava ruim na escola, quase a ponto de não fechar as notas.
– Vou falar com a professora Célia. – disse a minha colega.
A professora Célia, apesar de ainda muito jovem, era a vice-diretora do colégio. Era casada, era bonita, era…
– Ela quer falar com você. – disse a minha colega, depois da aula, enquanto me levava para uns cantos da escola que eu nem conhecia direito.

Eu mal pude acreditar. A professora Célia estava vestida com o uniforme da escola, como se fosse uma aluna… e havia um colchão todo arrumadinho no chão daquele quartinho.
– Fica vigiando. – ela disse à minha colega.
Claro que, mesmo um tanto ingênua, eu já imaginava que teria de passar por alguns horrores em troca das minhas notas…

(Continua)


14
Sargento Punheta e
o Clube das Mãos Solitárias

Fiquei, espiando, assistindo, enquanto ela se masturbava…
E quando ela já estava se preparando para gozar… bati ha porta, chamei seu nome.
Ela demorou um pouco até abrir, é claro… estava se recompondo. Mas, mesmo assim, dei o golpe.
– Poxa! Desculpa… eu não sabia que você estava com gente aqui e…
– Gente… que gente?
– Gente oras. – falei, olhando para os lados, como se estivesse procurando alguém escondido.
– Mas não tem ninguém aqui, estou sozinha.
– Sozinha… então você estava… fazendo sozinha?
– Fazendo o quê? Eu não estava fazendo nada.
– Como não? Estava tentando se aliviar, não é?
– Me aliviar… aliviar do quê?
– Hum… aposto que estava brincando com o pé da cama…
– Imgina! Eu…
– Mas é muito grosso, te machuca.
– Mas eu não estava fazendo nada disso e nem é da sua conta.
– Sei que não… mas aposto que está sem calcinha.
– Não estou, não. Eu é que não vou fazer essas coisas. Imagina! Pé da cama… nunca que eu…
– Estava fazendo com a mão, então…
Ela ficou me olhando, confusa, até que perguntou:
– Mas… dá pra ver… como é que você sabe?
– Deixa eu fazer pra você, é muito mais gostoso. – falei, me aproximando dela, levando a mão até o meio das suas coxas, e sem responder à sua pergunta.

(Continua)


15
Meu chefe queria me comer

Contei essa minha história a uma amiga e ela me disse que isso tem uma lição de vida a ser extraída.
Até hoje não sei que lição é essa, mas sei que o meu chefe queria me comer e…

(Continua)


ESPECIAL

Histórias da Vaninha

Meu primeiro cliente
Eis aqui como tudo começou…

(…)

Meu nome é Vaninha, tenho só 19 aninhos e algumas historiazinhas para contar.
Esta é apenas a primeira.
Estou falando assim, tudo no diminutivo, porque também sou diminuta… quer dizer, tenho corpo miúdo, peitinhos miúdos, bundinha miudinha, mas tudo bem firme, durinho, redondinho, tudo um verdadeiro tesãozinho, como costuma dizer o meu namoradinho, que amo e namoro desde os meus 14 anos.
Ah! Sou bem bonitinha de rosto também, moreninha, olhos vivos.
Esta história começou… quer dizer, minhas histórias começaram quando terminei o colégio e queria ir para a faculdade.
Mas só queria, pois o que eu mais precisava, então, era trabalhar e ajudar meus pais e meus irmãos para comer, pagar aluguel e tudo o mais.
Eu comentava com a Nívea, uma amiga que tenho desde molequinhas, e ela dizia que também já havia passado pela mesma situação, até que arranjou um trabalho e…
– E por falar nisso, sei que você ganha muito bem, até mudou de vida, mas não tenho a mínima ideia sobre onde e no quê você trabalha.
– Nem queira saber… quer dizer, queira sim. Vou te contar.
Ela contou e primeiro eu não quis acreditar, achei que era piada, depois fiquei escandalizada.
Nunca, jamais, de modo algum eu poderia ter imaginado que aquela minha amiga de quase todos os momentos fazia já uns três anos que andava se deitando com homens estranhos em troca de dinheiro.
E depois do escândalo veio a revolta.
– Se você quiser posso arrumar alguns programas pra você e…
– Se tá maluca? Que ideia você tem de mim? Tenho uma família que respeito, tenho religião e, além disso, gosto demais do meu namorado pra fazer uma sacanagem dessas com ele e…
– E os cara pagam trezentinho.
– Quanto?

(Continua)

 


Adquira pelo Pagseguro

Preço especial de lançamento

R$ 24,99


Leia mais contos eróticos
ebooks

Procure por Anna Riglane na amazon.com.br