Furando a novinha… antes do namoradinho

especial - furando a novinha...

Furando a novinha… antes do namoradinho
Parte I
2015, jan, primeiros dias

Tenho 21 anos e no pedaço onde moro até que sou bastante popular, muito querido entre todos, jovens, adultos e crianças, e também muito bem sucedido com as meninas. Posso não ter pegado todas, e nem teria condições, mas faturei algumas com 100% de aproveitamento, outras mais com 50% ou 60%, e um bom número delas na casa dos 20%, 30%… por aí.
Durante muito tempo, no entanto, andei lamentando não ter nascido pelo menos uns 15 anos antes, só para ter tido alguma chance com a Débora… quer dizer, a dona Débora, pois ela está na casa dos 30 e poucos anos, é casada com o Márcio, que tem 40 anos e é dono de dois açougues aqui na região. Embora, como eu já disse, me dou bem com todo mundo, pouco me interessa falar do Márcio, mas, sim, da mulher dele: pouca estatura, mas um corpo desenhado com fita métrica, calculadora e outras ferramentas de engenharia. Tudo perfeito: seios, bunda, coxas, rosto lindo…
Quantas e quantas punhetas bati pensando na Débora… dona Débora!
Que o Márcio nunca saiba disso.
E menos ainda que ele sabia do que veio depois, isto é, da minha vontade de ter nascido pelo menos uns 5 anos depois, só para ter alguma chance com a Daniele, que até no nome é parecida com a mãe. Na verdade, é parecidíssima. Menina de pouca estatura, mas um corpinho desenhado com fita métrica, calculadora e outras ferramentas de engenharia. Tudo perfeito: seios, bunda, coxas, rosto lindo… tudo perfeitíssimo, como se depois de pronta tivesse sido retocada umas nove vezes no Photoshop.
Enquanto a mãe sempre esbanjou simpatia, belezura e ereções pelos lugares onde está ou passa, a filha foi crescendo com a mesma inclinação.
Linda, gostosa… Nenhum comentário mais, a não ser que ela foi chegando na idade, foi ganhando ares de mocinha, seu corpinho foi tomando forma, tomando forma…
Como é injusta a vida! Se eu tivesse alguns anos a mais, podia ter comido a mãe, se tivesse alguns anos a menos, podia comer a filha, agora. E isso me desesperava, pois tanto a menina é gostosa e linda que a imagem mais perfeita para mostrar a sua relação com os meninos é a de uma cadela (com todo respeito) no cio com um bando de cachorros atrás; a rua inteira, os meninos da sua classe, a escola toda, eu acho, pois nunca vi um tal de aparecer tanto meninos na porta da casa de alguma menina, como aparecem na porta da Daniele.
Acho que ela nem precisa fazer trabalhos escolares, nada, pois tem sempre, no mínimo, uns oito meninos a fim de fazer por ela. Só que, da mesma forma que acontece com os cães, já que apenas um é escolhido pela cadela (com todo respeito), também a menina Daniele logo elegeu o seu menino: o Joel, um bestinha, idiota, burro, filho da puta, desgraçado, sarnento, meio veado…
Claro que o menino não é nada disso! Pelo contrário, é um bom menino, filho do senhor João, do mercadinho, onde ele ajuda o pai quando não está na escola. Mas para mim e, tenho certeza, todos os outros homens com menos de 96 anos de idade, ele é realmente tudo o que foi dito acima, só pelo fato de ser o escolhido da cadelin… digo, da menina.
Mas o que nenhum outro homem sabe, a não ser eu, é que o menino pode não ser nada disso, mas é um chifrudo, um chifrudinho, um chifrudo precoce, que sequer teve, e não pode ter mais, o gostinho de ser o primeiro a furar sua própria namoradinha… Ela já está mais que furada, 100% furada.

(Continua)

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E por isso que não caso… a moça do supermercado

É por isso que não caso… a moça do supermercado
Tenho 32 anos, vida financeira estabilizada, vida sexual mais que satisfatória, moro sozinho… e sou solteiro, sou solteiro, sou solteiro, sou…
E se você ler os três momentos dessa história vai entender que é por isso que não caso, é por isso que não caso, é por isso que…

 

Momento 1 – Recente

 

Moro perto de um grande supermercado e estou sempre por ali, comprando uma coisinha ou outra, vindo daí que conheço quase todo o pessoal que ali trabalha… especialmente “a pessoal”, com quem sempre dedico uma atenção maior, é claro.
E essa dedicação especial tem me trazido bons resultados, não posso me queixar. Amizades, bate-papos, atendimento diferenciado… e até participação nos acontecimentos.
Foi assim que, noutro dia, chegando na sessão da padaria, me aproximei ou, na verdade, fui chamado a me juntar a uma rodinha de funcionárias, que logo me comunicaram a novidade…
– A Elaine está grávida.
– Vai ser mamãe.
– Olha a barriguinha… logo, logo começa a aparecer.

 

Momento 2 – O caso

 

A Elaine, vou chamá-la assim, é uma morena de olhos claros, corpo esbelto, 25 anos, atualmente, super simpática e atenciosa, que conheci faz uns cinco ou seis anos, desde que ela começou a trabalhar ali.
No início foi só um relacionamento amigável. Trocávamos cumprimentos, conversávamos algumas coisas, mas nada que indicasse algum interesse maior de um pelo outro.
Na verdade, à época, eu tinha outros interesses, alguns, inclusive, ali mesmo no supermercado. E como tudo ou quase tudo estava rendendo, eu pouco olhava para a Elaine com quartas intenções… dava umas conferidas na sua bundinha, vez ou outra, mas ficava nisso.
Ela também não parecia ter outros interesses, ou eu é que não percebia algo mais nas suas atenções comigo, até que um dia…
– Bem que alguém podia me dar uma carona, hoje.
Explico.
Era um dia de semana, próximo às duas da tarde, final do seu turno de trabalho, e o teto do supermercado parecia que ia desabar, de tanta chuva que caía… sem contar as trovoadas.
– Mas quem disse que estou de carro?
– E esse carinho cheio de compras… vai levar na mão?
Conclusão: mesmo que meio contra a minha vontade, pois eu tinha “visita” em casa logo mais, acabei esperando dar o seu horário, ela mudar de roupa, e fiquei no estacionamento, até que ela apareceu, olhando para os lados e entrando no carro o mais rápido possível.
– Tá com medo do quê… do marido, namorado…?
– Nem um nem outro, que não tenho, mas já viu como é esse pessoal…gosta de falar. Cada fofoca que rola por aí com certas meninas!
– Imagino. Mas e você, está entre essas certas meninas?
– Não estou nem quero estar.
Em poucos minutos, uns quinze ou vinte, mais ou menos, antes de chegarmos próximo à sua casa, descobri que ela tinha 19 anos, pretendia começar a faculdade, frequentava a igreja e, tal como no estacionamento, não queria ser vista na minha companhia, para evitar fofocas da vizinha. Pediu que eu a deixasse num local próximo a uma padaria, onde ia se abrigar da chuva.
Agradeceu e saiu do carro de cabeça baixa, logo virando a esquina e entrando no estabelecimento.
Essas religiosas! – fiquei pensando, e até rindo do medo dela em ser vista com um homem.
Religiosas?
Não sei encadear exatamente a sequência dos acontecimentos, mas sei que a partir daquele dia, daquela carona, a amizade com a Elaine foi ficando cada vez maior… quer dizer, foi diminuindo, foi deixando de ser amizade para entrar naquele joguinho típico das indiretas, das entrelinhas, dos olhares enviesados… o joguinho da sedução.
– Nunca mais me ofereceu carona.
– Mas eu nunca ofereci, foi você que…
– Ah é? Pois não precisava… nem precisa…
Primeira briguinha.
Mas, já naquela época, eu era expert em tirar proveitos das briguinhas… e nada como algumas conversinhas e um certo dengo para colocá-la no meu carro novamente. E nem chovia.
– Mas vamos logo… não quero que alguém me veja.
– Mas me deixa ali perto da praça… na padaria, não.
– E o meu beijo?
– Que beijo?
– Naquele dia não tive coragem de pedir, mas era o que eu mais queria… hoje eu quero.
– De jeito nenhum. O que você está pensando?
– Não estou pensando nada… só quero um beijo.
– Só um… – ela disse, dando a entender que me beijaria quando eu parasse o carro, mas logo quase deu um grito. – Não! Isso não pode acontecer. Me deixa ali na esquina.
– Mas… eu quero. – falei, depois que parei o carro e fiquei segurando a sua mão, impedindo que ela saísse.
– Não…! Aqui não… noutro dia, noutro lugar…
Deixei que saísse, pois o seu nervosismo era total. Fiquei olhando os seus passos apressados até ela virar a esquina, sua bundinha jogando de um lado para outro.

(…)

Nosso primeiro beijo aconteceu bem mais de um mês depois.
Depois de mais de um mês de conversinhas, sorrisos e trocas de olhares pelos corredores do supermercado, mais de um mês percebendo que ela queria, mas estava com medo, decretei que a terceira carona seria diretamente para um motel.
– Tá maluco?
– Estamos.
– Mas aqui não.
– Claro que aqui não! Estou falando num motel.
– Estou falando que aqui não, que não posso sair daqui junto com você.
– Então me espere noutro lugar.
– Espero… mas, num motel? Tenho medo e…
E ela acabou entrando no meu carro ali mesmo, no fundão do estacionamento do supermercado, num dia em que nem fui fazer compras, apenas apanhá-la para trazê-la até o meu apartamento.
– Mais uma? – pude ver o olhar de inveja do porteiro, que mal sabe das minhas coisas, mas fica imaginando. Ainda bem que não é de fofocar.
E mal pegamos o elevador e a Elaine já se deu conta de que teria sido melhor irmos a um motel, pois demos de cara com duas moradoras que a conheciam lá do supermercado.
Sorte que a sua presença de espírito foi imediata e ela fingiu que não me conhecia e fez algum comentário sobre ir visitar uma amiga.
Mas descemos no mesmo andar, o meu andar, e, é claro, as duas marocas devem ter desconfiado…
Problema delas.
Minutos depois eu estava com a Elaine no meu apartamento e ela verificava tudo, enquanto me fazia perguntas para ter a certeza de que eu morava realmente sozinho, que não havia perigo de chegar alguém, que…
Juntei-a no meio da sala, abracei beijei, carreguei-a para o quarto. Carreguei mesmo, no colo. Ia jogá-la na cama, rolar com ela, mas ela lembrou da roupa, que não podia amarrotar.
– Então faça um show para mim.
– Um show?
– É… tire a roupa, peça por peça… vou ficar assistindo.
Ela se levantou, fiquei sentado na cama, e ela começou pela camiseta. Mas foi tão rápida que, quando percebi, já tinha jogado a calça sobre um baú e estava tirando a calcinha… já nos pés.
Xoxotinha ao natural, com pelos, do jeito que eu gosto. Puxei-a para a cama, caí de boca.
– Você é doido, homem? Aí é lugar de por a boca? – ela perguntava, enquanto tentava manter as pernas meio fechadas… abertas o suficiente para eu por a cabeça, a boca.
Mas fui forçando, fui empurrando, fui abrindo, até que ela esqueceu o pudor e se entregou ao prazer… deitada na cama, pernas totalmente abertas, mãos amontoando o lençol, gemidos, gritinhos…
Gosto de chupar minhas gatas, sempre gostei. É a primeira coisa que sempre procuro fazer… o meu cartão de visitas.
Chupar devidamente a xoxota de uma mulher é uma forma de fazer com que ela queira estar sempre na minha cama, querendo mais e mais. É uma conquista para sempre.
E conquistei a Elaine.
Naquele dia, na nossa primeira vez, ficamos no básico, no papai e papai, numa cavalgada meio tímida, praticamente com ela apenas deitada junto ao meu corpo, colada em mim, impedindo que eu olhasse abertamente os seus seios, lindos seios, e menos ainda que eu assistisse a briga dos nossos sexos, o dela engolindo o meu, o meu querendo atravessá-la.
Ela me chupou também, ainda naquele dia, mas a chupada gostosa mesmo, com ela olhando nos meus olhos, me acariciando com a língua, com os lábios, mamando a cabecinha, só ia acontecer na vez seguinte, nas vezes seguintes, quando começaram a acontecer também os 69 e as carícias no seu traseirinho.
Foi difícil fazê-la aceitar meu dedo ou minha língua no seu furinho. Nem no rego ela queria deixar, foram muitas tentativas.
E mais difícil ainda foi convencê-la, induzi-la a me dar aquela bundinha.
– Aí não é lugar.
– Mas você tem de experimentar coisas diferentes.
– Já experimentei coisas diferentes demais com você… e aí não é lugar.
Mas um dia ela experimentou. Não estava muito a fim, mas deixou eu colocar, com muita dificuldade, por causa do seu nervosismo.
Depois disse que não tinha gostado. Mas na visita seguinte, mesmo dizendo que não tinha sentido nenhum gosto, deixaria eu colocar, se eu quisesse.
E por muitas vezes ela me deixou colocar só para me agradar…
Tá bom!
A cada encontro era ela quem oferecia, quem virava a bundinha para mim… e a cada penetração ela mostrava mais fogo, mexia, remexia, queria mais fundo… e até cavalgada, agora já verdadeiras cavalgadas, ela fazia com o pau atolado no cu.
Passou o tempo e a coisa virou meio rotina… praticamente a cada quinze dias, duas, às vezes três, na frente, e a última na bunda.
Eu gostava de transar com ela, gostava de vê-la no supermercado, ficar olhando aquela bundinha, outros clientes também olhando… e ninguém fazendo sequer ideia de que eu comia direto.
E comia mesmo. Foram anos de encontros, de um verdadeiro namoro, e sempre na maior discrição. Nem sempre mantivemos a mesma frequência, pois, às vezes, por um motivo ou outro, passávamos um tempo maior se ver, como numa ocasião em que ela disse que precisava fazer um tratamento e ficar dois meses ou mais sem transar.
– Mas que raio de tratamento é esse?
– Depois eu te explico.
Mas ela nunca explicou. Uns três meses depois, ela me sorriu de forma diferente no balcão de frios, praticamente se convidou para ir à minha casa… e tudo recomeçou. Perguntei, perguntei, sobre o tratamento, mas ela desconversava, me oferecia a bunda, e deixava pra lá.

(…)

Então, quando fazia quase seis anos daquelas nossas sacanagens… já eram só sacanagem, ela me comunicou que devíamos parar, pois havia um vizinho interessado em namoro.
– Já faz tempo que a gente anda de paquera, desde crianças, ele é da igreja também… por isso é que eu nunca quis ser vista com você e…
– Mas… você me chuta assim… e se eu te quisesse…?
– Tá bom… você me querer? Só se for… Você sabe que nosso namoro nunca foi um namoro…
– Mas a gente pode continuar se vendo.
– De jeito nenhum. Quero ser uma esposa fiel.
– Esposa? Mas vocês ainda vão namorar e…
– Não falei que sou esposa, falei que quero ser uma esposa fiel… e tenho de começar desde o namoro, não é?
Acho que era. Transamos naquele dia com muito mais fogo, sabendo que era a despedida, dei a última no seu cuzinho, e nunca mais nos vimos… quer dizer, nunca mais ela visitou a minha cama, pois continuávamos a nos ver e conversar normalmente pelos corredores do supermercado.
E então chegou aquele dia.

 

Momento 3 – É por isso que não caso

 

Depois que me afastei daquela rodinha onde estava a Elaine, para fazer as minhas compras, estava num corredor quando me vi ao lado de uma das suas colegas.
Curioso, puxei assunto, como quem não quer nada.
– Nem imaginava que a Elaine fosse casada, e ela está grávida.
– Bom… pra engravidar não precisa casar, não é? Mas ela já está casada há uns três anos.
– Três anos? – perguntei, logo me dando conta que a data do seu casamento podia estar coincidindo com aquela época que ela me falou do tratamento.
– Três anos, sim. E quer saber, ele já namoram há mais de dez anos, quase doze, desde que ela tinha treze anos de idade. Sempre foram prometidos e comprometidos um ao outro.
A moça se foi, fiquei parado em frente à prateleira de bebidas, uísque, rum, vodca…
Em casa, tomando uns drinks, vários drinks, fiquei fazendo as contas…
Comecei a comer a Elaine três anos antes dela casar, e ela já namorava o cara, e continuei comendo por mais três anos depois deles casados… só paramos quando resolveram ter um filho e ela queria, só podia, engravidar dele.

É por isso que não caso, não caso, não caso…

 

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Histórias da Vaninha – nº 71… A curra e a vingança da noiva

Histórias da Vaninha nº 71 – A curra e a vingança da noiva

Essa foi uma das histórias mais folclóricas que já vivi… e digo folclórica, porque expõe certas verdades que ninguém quer acreditar… principalmente os homens, pobres inocentes.
Tudo começou quando fui chamada para uma programa e não teve programa. Foi numa casa transformada em escritório, bem ali pros lados da estação Paraíso do metrô.
Era um rapaz ainda moço, por volta dos 25 anos, e estranhei que ele precisasse dos meus serviços, pois era muito bonito, sexy, e tinha uma boa conversa, além de dinheiro e um carrão no estacionamento da casa… quer dizer, devia chover pererecas na horta dele.
Mas ele não precisava mesmo. Fiquei pouco mais de meia hora e só conversamos, combinamos preços, e também os detalhes, muitos detalhes. Em poucas palavras ele me explicou o queria.
– Vou casar e quero dar uma despedida de solteiro, só rapazes, numa festa aqui mesmo, na minha empresa.
– Sei. E onde eu entro nessa festa?
– Você não entra… você sai.
– Anh!?
– Sabe aquela brincadeira do bolo gigante, de onde sai alguém, tipo um papai noel…?
– Entendi. Mas vou sair de papai noel numa festa de despedida de solteiro?
– Claro que não… sua burrinha! É para sair com uma roupa de streaper e…
– Tô sabendo, não é? Só brinquei. E burrinha é a digníssima senhora… quero tanto.
– Ainda bem que não completou. Se colocasse a minha mãe no meio…
– Mas colocar a mãe no meio não é problema… o problema é colocar no meio da mãe.
– Boa essa! Mas vamos falar sério, tratar dos negócios. Eu pago a quantia que você pediu, você vem no bolo e…
– Parou! Eu faço programas, posso até fazer streap, posso dançar, mas bolo eu não sei fazer nem de fubá… e também não sou marceneira, não tenho como…
– Tá certo! Tá certo!
Ele se encarregou, então, de arranjar a caixa do bolo e o bolo, meu trabalho era só chegar por ali antes dos convidados e aguardar, escondida, numa das salas, até chegar a hora de entrar no bolo e me arrastarem para o ambiente da festa.
Aproveitei o adiantamento (e que adiantamento!) para comprar um conjunto de lingerie bem sexy e apropriada, e no dia da festa, um sábado à tarde, eu estava pronta para fazer a surpresa para a rapaziada.
Só não imaginava que a surpreendida seria eu.
Escondida na sala, eu via a festa começar e a coisa animar, conforme a rapaziada bebia e se soltava. Eram uns quinze rapazes, pelo que contei, alguns bem novinhos e outros já bem passados.
Eles não tinham ideia do que estava para acontecer, até que o noivo anunciou o bolo. Escondi-me dentro e logo fui levada para a sala, até que, conforme o combinado, apareci de dentro do bolo, para alegria geral.
Foi uma algazarra só. Me tiraram do bolo, me puxaram pela sala, me passaram a mão, me agarraram por trás, como se estivessem me comendo… e quando vi, já estavam mesmo me comendo ou, pelo menos, tentando.
Parei tudo e protestei com o noivo, quando vi que a maioria deles já estava com seus paus de fora, e alguns já tinham até me encoxado.
– O combinado foi eu aparecer e fazer um streap tease. – falei para o rapaz.
– Mas você não fez o streap ainda.
– Pois é! Já está todo mundo querendo me comer… e não combinamos isso, não vim para transar.
Eu não tinha mesmo pensado em transar, nem fazer outras coisas… não estava no trato que fiz com o noivo… mas como sair daquela situação, com todos eles me agarrando, me tirando a roupa, me fazendo pegar seus paus, e gritando:
– Transa, transa, transa…!
– Eu transo… mas quero o dobro do valor combinado. – falei para o noivo.
– Eu é que não vou pagar mais. Cobra deles aí! – ele falou.
– Eu pago, eu pago… quanto é? – falou e perguntou um deles, no que foi logo seguido por outro mais, por todos eles.
– Eu quero uma transa!
– Eu quero só um boquete!
– Eu quero a bunda!
Sem escapatória, logo comecei a colocar preço:
– Transa é tanto, boquete é tanto, atrás é duas vezes tanto… e eu não tenho camisinha pra todo mundo, vão ter de arranjar.
Não sei de onde, mas apareceram com uma caixa de camisinhas, e nunca transei tanto como naquele dia, nunca peguei tanto pau, nunca chupei… nunca levei atrás…
Era em pé, de frente, por trás, sobre a mesa, sofá, cadeira, na copa, banheiro, dando pra um e chupando outro, segurando o pau do outro, dos outros.
Foi uma verdadeira curra.
Terminei o dia em pandarecos. Com a bolsa cheia de dinheiro, mas em pandarecos.
E sequer comi um pedacinho daquele bolo.

(…)

Mas a história não terminou aí.
Já na semana seguinte fui procurada por uma moça que queria saber de todos os detalhes daquela festa. Não sei como ela descobriu sobre o bolo e menos ainda como me descobriu, mas ela queria saber se o noivo também tinha participado do prato principal.
– Nem sei, moça. Acho que todo mundo ali me comeu e…
– E ele também, não é?
Não tive como negar.
E também não tive como me negar ao seu pedido, diante da oferta em dinheiro que ela me fez.
– Você me arruma uns quatro ou cinco garotos de programas, marca com todos eles num motel… Se arranjar mais, tudo bem, eu pago. Vou fazer uma despedida de solteira com você e eles, o que achas?
O que achei foi que tive de alugar uma van para levar todo mundo… eu e mais seis. ela foi com o próprio carro, transou com todos eles, fez tudo o que tinha direito e também o que não tinha… até me chupou. E no final me agradeceu, dizendo que agora podia se casar… vingada.

 

Rua dos Meninos… mais uma carcada deliciosa – Parte II

Rua dos Meninos… mais uma carcada deliciosa – Parte II

 

E então ele começou a me excitar no lugar certo, no lugar que eu queria, que eu tanto precisava. Na verdade, excitada eu já estava até demais, e só fui ficando mais ainda, conforme ele foi baixando minha calcinha, até os joelhos, e, depois de uns longos e angustiantes dois segundos de espera, começando beijar minhas coxas, beijar minha bunda, beijar e lamber, passar a língua em meu rego, se aproximando pouco a pouco do meu… cuzinho.
Nessas alturas eu já estava debruçada sobre a estante, com a face grudada no espelho, procurando me ajoelhar no banquinho… e não pude evitar um grito e nem de jogar meu quadril ainda mais para trás, abrindo-me toda. Juntei as nádegas com as mãos e me abri tanto quanto eu podia, deixando meu cuzinho exposto, bem exposto.
Aquilo me enlouquecia e ele me enlouqueceu mais ainda, cutucando com a língua, lambendo, forçando…
– Enfia o dedo. pedi, já ansiosa por sentir uma penetração, mesmo que fosse mínima.
E ele trocou a língua pelo dedo.
Mas não enfiou. Ficou me torturando mais um tempão, só roçando o dedo na portinha, como antes tinha feito com a língua.
– Por favoooor. – implorei, abrindo ainda mais minha bunda com as mãos, agora já ajoelhada no banquinho e com as pernas quase totalmente abertas.
Ele atendeu ao meu apelo, mas não doi o dedo o que enfiou. De repente senti uma coisa meio gelada, gosmenta, da mesma grossura de um dedo… Eu ia perguntar o que era, mas a delícia daquilo me penetrando só me fez ficar admirando pelo espelho a minha expressão de prazer.
Era a novidade, um bastão parecido com uma vela, do tamanho de uma vela, uns vinte centímetros, só que bastante liso, cremoso, gosmento… e ao invés de permanecer rígido lá dentro, logo começou a se desmanchar…
Gente, que coisa maluca!
Se o meu tesão estava a quinhentos graus, passou instantaneamente para vinte e quatro mil e duzentos.
Aquela vela que não era vela se desmanchando nas minhas intimidades, simplesmente me levou à loucura e não pude evitar, nem tentei evitar, um gemido alto, prolongado, um verdadeiro berro de imenso prazer.
– Estou pronta! Estou pronta! Vem! – fui falando e me curvando ainda mais sobre a cômoda, enquanto forçava minhas mãos para abrir minha bunda, sem nem mesmo me importar com um vulto que vi ou pensei ter visto passar do outro lado da cortina.
Eu estava tão ansiosa, pois nesse exato momento ele encostou a cabecinha no meu cuzinho, que não sairia daquela posição nem que houvesse uma multidão junto com a gente ali. Mesmo assim, quando percebi o vulto passando de volta, achei que tinha o direito de reclamar, pois ele havia me garantido privacidade.
– É minha irmã. – ele disse. – Pode ficar sossegada.
– Então vai! Vai logo!
Nem pedi pelo gel. Sabia que já estava lubrificada, mais que lubrificada.
Soltei um outro longo gemido quando senti sua cabecinha forçando para entrar.
Que delícia!
Então veio o momento de apreensão: a forçada, lenta, mas firme, a cabecinha atravessando a portinha, entrando no meu cuzinho.
Sempre dói. Mas é uma dor tão gostosa que um novo longo gemido é inevitável. Mas nem sei se doeu ou se gemi apenas porque achava que devesse doer.
Então vem aquele momento da acomodação: o tempo para o meu cuzinho relaxar por completo e “aceitar” sem reclamar aquela coisa que o invade.
E ele estava reclamando, por acaso?
Estava, sim, era esperando, desejando, o momento da entrega total.
Coisa gostosa! Coisa maravilhosa!
Sei que o gostoso, o tesão, está na portinha, mas nada supera o prazer de sentir aquilo tudo entrando até bater as bolas.
– Vai! – falei.
E ele foi enfiando devagarzinho… devagarzinho, uma tortura única, indescritível.
Entrou tudo, tudinho.
Não resisti, soltei uma mão da bunda e peguei suas bolas, passei os dedos, senti que apenas as bolas estavam de fora.
– Você tem um pau gostoso. – falei; não pude deixar de elogiar.
Então ele começou aquele vai e vem maravilhoso, puxando até a portinha, quase fazendo sair, e depois enterrando tudo, até as bolas novamente.
Voltei a me abrir com as duas mãos.
Ele deslizava para dentro e para fora, lentamente, um pouco mais rápido, mais rápido, mais rápido… fora de ritmo.
Eu delirava.
Gemi. Gritei. Mexi. Chorei, chorei, chorei.
Não sei por que, mas quando a carcada é gostosa, sempre termino chorando. Mas é um choro de prazer, de êxtase. Um êxtase que me deixou desmaiada, com as pernas moles, tremendo, quase sem forças para me mover… derrubada.
Mas ainda tinha mais.
Como bom profissional, ele não gozou. Eu bem adoraria sentir sua vibração em minha bunda e, depois, sua sujeira em meu cuzinho, que, por sinal, já estava mais que divinamente sujo com aquele bastão/vela derretido lá dentro. Mas bem sabia que ele tinha de segurar suas energias para outras meninas que com certeza iriam estar ali, no meu lugar, ainda naquele dia.
O que eu não sabia é que estava por vir a parte mais louca.
Molenga como eu estava, deixei-me cair sobre o seu colo quando ele se sentou no outro banquinho. Ficamos quietos, eu tentando recuperar minhas forças, mas comecei a sentir algo latejando… era o seu pau, ainda enterrado no meu cu, agora mais enterrado do que nunca. Ele mexia o pau, retesando-o ainda mais, e não demorou para que su começasse a mexer o cu, tentando apertar, cortar, carregar pra mim.
Ficamos um tempão naquela comunicação pau-cu, cu-pau… indescritível.
Aquilo foi aumentando, aumentando, deixei que mexesse nos meus peitos, na minha prexeca, gostei que mexesse, fui me acendendo, mexendo a bunda, piscando mais ainda o cu…
Alguns minutos depois já estávamos em pé novamente, só que agora ele estava prensado contra a parede do seu lado. Eu o prensava com a bunda, enquanto me segura na estante e me empurrava para trás. Prensava e mexia, esfregava, fazia alguns vai-e-vem… até desmaiar.
Agora sim eu estava derrubada, muito derrubada.
Acho que adormeci, meio que desmaiei sobre a estante, enquanto ele ainda mantinha aquela coisa dura completamente desaparecida dentro de mim.
Depois, um bom tempo depois, foi tirando devagar, bem lentamente, e quando saiu tudo, senti-me larga, aberta, contraindo-me aos poucos, fechando-me.
Felicidade.
E então ele começou a me limpar com uma toalha úmida, que su nem sabia de onde tinha aparecido, pois não estava ali quando começamos. Descobri logo depois.
Depois que me limpou, ergueu minha calcinha, ajeitou-a no meu corpo, baixou minha saia, ajeitou minha camiseta, e me fez sentar no seu banco, derrubadésima, morta.
E então, enquanto ele limpava a si próprio e eu me espantava com o tamanho do instrumento que o meu cuzinho havia suportado, senti uma presença do outro lado, vi a cortina se abrindo… Era uma menina, um pouco mais nova ou menor que eu, me oferecendo uma bandeja com um copo de leite morno e um pedaço de bolo de chocolate.
Certeza de que ela é quem havia introduzido a toalha molhada ali no momento certo.
– Minha irmã… o bolo e o leite é cortesia da casa, para você recuperar suas energias. – disse o menino, enquanto a menina me sorria.
– Bem que estou precisando. – falei, pegando o leite e o bolo.
– Eu também fico assim caída, quando faço desse jeito. – ela disse.
Sorri, não falei nada. A danada tinha ficado a olhar ou, no mínimo, a ouvir os meus gritos. Mas qual o problema? Tomei o leite, comi o bolo, dei uma ajeitada melhor na roupa, arrumei como pude o cabelo com os dedos, peguei meu material e a bolsa na sala, paguei o menino, dei um pouquinho a mais… ganhei a viela, a rua, com ele me acompanhando, até que chegamos num ponto de ônibus, onde nos despedimos com um simples olhar.
Sentei-me olhando pela janela, vendo as coisas passarem, as pessoas… molenga, vontade de dormir.
Eu estava realmente derrubada.

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Feijão – Parte I (Republicação)

Feijão

M. C. R. (2001) – Iepê/São Paulo – SP

 

feijão

Gente!
Estou escrevendo umas coisinhas que tenho vivido e que me dá a maior vontade de contar para todo mundo… desde que ninguém saiba quem eu sou – é claro! -, principalmente uma certa pessoa.
Vou contar tudo, mas tenham paciência, pois vou fazer aos poucos, lembrando todos os detalhes.

(…)

Parte I

Sexta-feira à tarde, mais uma vez, dei um nó na minha mãe, dizendo que ia visitar uma amiga, e, mais uma vez, fui visitar o meu namorado.
E mais uma vez passamos uma tarde maravilhosa, no quarto dele, na cama dele, aproveitando que seus pais não estavam, e fazendo tudo o que tínhamos direito.
Mas não tínhamos feito tudo ainda, quando, num daqueles momentos de descanso, quando o mundo orgásmico provoca delícias no corpo, mais uma vez, ele me perguntou…
– Você jura que essa margaridinha é só minha.
E mais uma vez eu respondi.
– Você sabe que é.
– Só minha, minha, minha mesmo… nunca foi demais de ninguém?
– Amor… você sabe que me conheceu virgem, você lembra o dia em que tirou a minha virgindade, você viu que não foi fácil…
– Eu sei. Até saiu um pouco de sangue.
– Então! Por que fica sempre perguntando? Por que não acredita em mim?
– Mas claro que acredito, amor! É que… é que é gostoso perguntar e ouvir você dizer que sua margaridinha é minha, só minha, de mais ninguém… não é desconfiança, não. Você entende?
– Entendo.
– Entende mesmo?
– Hum hum… e ainda bem que você não pergunta sobre o meu feijãozinho…

(…)

Mas claro… claro mesmo, que parei no “hum hum”, que não sou doida de falar de certas coisinhas que andei fazendo, enquanto ainda morava no interior.

(…)

Faz dois anos que estou morando em São Paulo e faz um ano e meio que estou namorando o meu primeiro menino… quer dizer, o meu primeiro namorado, pois antes dele, lá na cidade do interior onde eu morava, só tive um ou outro menino.
Tá bom…! Foram seis, exatamente.
O primeiro foi um menino que morava umas três casas perto da minha e sobre quem minha mãe vivia dizendo que não valia o feijão que comia.
Não sei se a minha mãe dizia isso porque sabia de alguma coisa, se desconfiava apenas, ou se tudo não passava de ironia do destino, pois o fato é que o menino comia feijão… o meu feijão.
Comer o feijão… me dá o feijão… você tem um feijãozinho gostoso…
Era assim que os meninos viviam falando e eu não entendia o que tinha o feijão a ver com isso, pois o que aquele molequinho capeta queria mesmo era comer a minha bundinha, o meu cuzinho.
E comeu.
Me pediu tanto, me encheu tanto, me prometeu tanto que não ia doer, que eu ia gostar, que não ia contar para ninguém, que um dia, voltando com ele da cachoeira, depois de nos separarmos dos outros meninos e meninas, ele me puxou para os fundos de um pomar, bem debaixo de uma mangueira.
– Mas eu não quero… – eu ainda dizia, enquanto ele já estava erguendo o meu vestido e baixando a minha calcinha.
– Vira esse feijãozinho pra mim… olha o que eu tenho. – ele dizia, mostrando um vidro com uma coisa branca dentro.
E ele já estava com o pinto de fora.
Nem tive coragem de olhar.
Mas percebi que ele passava aquela coisa branca no pinto e depois me colocava contra o tronco da mangueira, encostava, acertava o meu cuzinho…
Mas não entrou mesmo.
Não deixei entrar.
Me deu um pavor tão grande, que saí meio correndo, levantando a calcinha… e ele só foi me alcançar quando eu já estava chegando em casa.
Falou, falou, falou…
– Tá bom! Amanhã, então, lá no pomar, mas…

(Continua)

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Rua dos Meninos… mais uma carcada deliciosa – Parte I

Rua dos Meninos… mais uma carcada deliciosa – Parte I

Anônima (1999) – São Paulo – SP

Já fazia um bom tempo que eu não visitava a Rua dos Meninos, ou porque não tinha tempo, ou porque era época de provas e eu precisava estudar, ou porque não sobrava dinheiro. Eles cobram meio caro.
Tem os mais barateiros, mas não vale a pena; alguns são novos no serviço e não conseguem segurar pelo tempo necessário, outros já estão passados e… melhor nem comentar.
Mas o caso, o meu caso, é que o longo tempo sem levar uma carcada, por todos esses motivos que falei ou ainda por outros, já estavam… Já estavam, não… já havia mesmo me deixado necessitada, fissurada com a ideia e a vontade, o desejo, o tudo.
A verdade é que, mais do que o dinheiro, para mim a maior dificuldade sempre foi arrumar um tempo, pois que, além da escola, tenho de olhar os dois filhos da vizinha, para defender uns trocados.
Por isso, naquela semana, quando o casal anunciou que iam viajar, fiquei acesíssima e mal pude esperar… para torrar os meus trocados.
E então, naquela sexta-feira, fui para a escola bem preparada; dinheiro na bolsa e saia… fácil de levantar, sem contar os preparativos que já vinha fazendo durante toda a semana, para estar em condições físicas ideais.
Quem costuma ir na Rua dos Meninos sabe do que estou falando.
Dizem que o melhor da festa é esperar por ela, mas não sei até que ponto isso é uma verdade, pois no meu caso a espera foi uma verdadeira tortura, tanto que durante todas as aulas eu não consegui prestar atenção em nada, ficava o tempo todo me remexendo na carteira, só imaginando o momento. Ainda bem que já estava com as notas fechadas.
Mas, para o meu desespero, quase que não deu nada certo, pois algumas meninas me convidaram para sair, passear no shopping, tomar sorvete… Tive de mentir, dizendo que tinha as crianças pra olhar, e tive também de enrolar e disfarçar, esperar que se fossem.
Não havia problema algum eu falar onde ia, pois quase todas que conheço vão lá também. Mas o chato é que elas iriam querer ir junto, ficar assistindo… não gosto de plateia. E tinham também aquelas que depois ficam fofocando, contando para os meninos da escola.
Melhor mesmo era eu ir só, escondida de todas. Por isso tive de esperar que todas se fossem, para que, então, eu pudesse saír apressada, mas ainda com cuidado, em direção à Rua dos Meninos, que fica a poucas quadras da escola.
Bom… na verdade, a pouca distância da escola fica o lado pobre e barato da Rua dos Meninos, aquele dos novatos e inexperientes, dos que já deram o que tinham de dar. O lado bom mesmo, aquele que levava todo o meu ganho extra com a “cuidagem” das crianças, fica mais afastado, mais na parte central do bairro onde tem a Ruas dos Meninos.
Por isso, tive de caminhar várias quadras, cada vez mais ansiosa e fissurada e, cenas tristes, passar por todos aqueles meninos, muitos mesmos, todos eles sabendo para onde eu ia, o que eu queria, e todos eles se sentindo rejeitados, conforme se ofereciam, falavam o preço, davam desconto, e eu seguia em frente, sem querer nenhum deles.
Meu único consolo é que, com certeza, eles também tinham suas freguesas; meninas que não podiam pagar muito, meninas feias, gordas… Triste isso, mas fazer o quê?
Mas, de rejeição em rejeição, cheguei ao ponto nobre da Ruas dos Meninos. Apesar de haver vários meninos na rua e de eu poder escolher, como já tinha feito das outras vezes, cheguei logo no primeiro, o que estava mais próximo. Fiz sinal de que estava querendo seu serviço e ele logo foi para o meu lado.
– É o mesmo preço ainda? – perguntei.
– Em pé ou deitada? – ele respondeu perguntando.
– Em pé, em pé! Gosto mais. – respondi, apressada.
– Então é $tanto.
– Tudo isso? Aumentou, então?
– É… Sei que é meio caro, mas agora eu tenho um carcadouro especial, mandei fazer…
– Carcadouro especial…? E eu é que tenho de pagar por isso? Mas tá bom, eu tenho o dinheiro. Só que vamos logo que não posso ser vista aqui.
– Por que? Você tem namorado?
– Não te interessa. – falei, mais brincando do que sério, enquanto já o acompanhava por uma rua transversal e depois por algumas vielas… quer dizer, uma rua mais estreita, onde não passava carro, mas tudo muito bem arrumadinho, limpinho, florido, bem diferente das ruas da parte mais pobre. Naquela ruazinha havia, inclusive, crianças brincando e gente pelas janelas o que me fez baixar a cabeça e continuar atrás dele, até que ele abriu uma porta que dava para a rua e entramos.
– Estamos sozinhos? – perguntei, depois de ter observado que ali não era uma casa residencial, mas, sim, alguns cômodos preparados para outras finalidades; uma sala minúscula, algo parecido com uma cozinha, aos fundos, um quarto também pequeno à direita, e um banheiro com duas portas, uma para a sala e outra para o quarto. Não usei o banheiro, mas sabia, por outros ambientes destinados à finalidade para a qual eu estava ali, que quem entrasse no banheiro por um lado trancava o outro, para evitar surpresas. Pode parecer um cuidado bobo, mas pensar que às vezes pode ter clientes ou colegas e acompanhantes de clientes aguardando na salinha enquanto ele faz o serviço no quartinho, as duas portas fazem sentido.
E não estávamos sozinhos ali. Descobri, quando ele respondeu à pergunta que eu havia feito.
– Minha irmã está lá nos fundos. Mas ela não vem atrapalhar. Mas se você quiser deitada, podemos trancar a porta do quarto… faço pelo mesmo preço e…
– Não! – falei. – Quero em pé mesmo. Não é pelo preço… é que gosto mais.
– Mesmo? Então o carcadouro vai ser ideal pra você. – ele disse, pegando a minha bolsa e meus livros e colocando sobre um móvel.
Logo depois me mostrou o carcadouro, que ficava na própria sala, já que no quarto minúsculo só cabia mesmo uma cama de solteiro.
Vou tentar explicar.
O carcadouro parecia um armário médio, quer dizer, cerca de um metro e meio de largura, um pouco mais, por uns setenta, oitenta centímetros de profundidade. Por isso não pode ser instalado no quarto e isolado com uma porta. Para a privacidade havia apenas uma cortina de pano.
Dentro daquele vão do carcadouro, de um lado havia uma prateleira almofadada, com uma gaveta, que ficava na altura de uma cômoda. Ao chão, abaixo da prateleira, havia um banquinho, também almofadado, de largura igual à profundidade daquele mini ambiente; era para a menina se ajoelhar, se quisesse, e me ajoelhei em certos momentos. No lado oposto havia outro banquinho igual, que no início não entendi a sua utilidade, mas quando entendi…
Toda a lateral onde havia a prateleira/cômoda era coberta com um espelho… um senhor detalhe esse.
– É aqui o seu tronco, garota. É aqui que você vai ser castigada. – ele falou, me empurrando gentilmente para aquele armário diferente e me colocando de frente para o lado da prateleira. Na verdade, acho que fui eu mesma que me coloquei, instintivamente, naquela posição.
Ele estava de bermuda e camiseta e num instante ficou peladão. Nem olhei, a não ser pelo espelho, mas sem ver tudo… o principal.
– Não quer tirar a roupa também? – ele perguntou.
– Não. Gosto assim. – falei. – E não dá para fechar essa cortina?
– Nem precisa, mas vou fechar. – ele disse, puxando o tecido para, logo em seguida, me envolver num abraço por trás e começar a mexer nos meus peitos, levantando a minha camiseta, descobrindo-os.
– Não quero amassos. – falei.
– É só para te excitar um pouco. – ele disse.
– Então excita no lugar certo. – falei, erguendo a saia e deixando a calcinha para ele baixar. Não sei por que, mas adoro esse ritual… ele baixando a minha calcinha.
– Está certo. Você é quem manda. Deixa eu pegar uma coisinha na gaveta. – ele disse, abrindo a gavetinha da estante cômoda e pegando algumas coisas que não pude ver o que era, mas imaginei… Só que não imaginei tudo; havia novidades.
No momento seguinte ele começou o ritual de baixar minha calcinha, primeiro apenas puxando para o lado para então encostar algo em mim… Meus olhos não podiam ver, mas minhas nádegas me diziam que aquele algo era bem volumoso…
Satisfação total?
– Você me deixa bem derrubada? Eu até pago a mais, mas quero ficar bem derrubada. – falei, enquanto me esfregava nele… naquilo nele.
– Então a menina quer uma carcada daquelas…! – ele falou, dando um puxão na minha calcinha.
– Quero! Quero bastante. Tô precisando.
– Então está diante do carcador certo.
– Convencido.
– Depois você me fala se sou convencido.
(Continua)

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Feijão – Parte V – Visitando a casa da tia… a volta

Feijão – Parte V – Visitando a casa da tia… a volta

(…)

– Nossa! Você enfiou tudo isso aí no meu…?
– No seu o quê?
– Você sabe.
– Mas fala… repete a pergunta.
– Pra quê. Você já sabe o que eu perguntei.
– Eu sei… mas repete… e fala até o fim.
– Tá bom…! Você enfiou tudo isso aí no meu cu?
– Fala de novo.
– Mas que coisa, menino!
– Fala… vai!
– Hum…! Você enfiou tudo isso aí no meu cu?
– Nossa! Que tesão ouvir você perguntar isso! Quase que eu gozo.
– Tô vendo. Tá durão. – falei, sem resistir a esticar o braço e encher a mão.
– Nãooooo…! – ele fez.
– Não o quê? – perguntei, já sentindo a meleca que ele despejava na minha mão.

(…)

feijão

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