Histórias da Vaninha – nº 131 – Levando o garoto na zona

Histórias da Vaninha – nº 131 – Levando o garoto na zona

Certa vez um cliente pediu um atendimento a domicilio, no seu escritório, num dos últimos andares de um edifício na Avenida Paulista (São Paulo – SP). Apesar de ser um homem ainda novo, beirando os 50 anos, ele não queria transa, apenas um boquete caprichado e a grand finale com a mão, no banheiro.
Caprichei tanto que não apenas o cliente virou freguês, como também me indicou como altamente recomendável e, desde então, toda semana, sempre reservo uma tarde para visitar alguns escritórios e seus grandes executivos… sempre sem transa, servicinho rápido e altamente remunerado.
Noutro dia, no entanto, tive de transar. Um dos novos clientes queria que eu iniciasse o seu filho. Contou-me que no seu tempo era comum alguém da família, até mesmo o pai, levar “o debutante” na zona, para a sua primeira metida, mas que agora queria fazer o contrário… levar a zona até o menino. E a zona era eu, claro.
Fui até o escritório, primeiro aliviei o homem, depois entrei na sala onde estava o garoto. E era um garoto mesmo, não tanto pela idade, mas pelo desenvolvimento. Logo vi que o carinha entendia tudo de empresas, dinheiro, negócios, mas nada de trepadas. E mais logo um pouco descobri que ele era um material desperdiçado e que podia ganhar muito dinheiro com filmes pornôs, não fosse um futuro executivo. Medi apenas com as mãos, mas calculei 23 cm no mínimo… e grosso, super grosso.
Moral da história: o atendimento de meia hora transformei em uma hora e meia. Ensinei o garoto a transar e, depois, recebendo os meus honorários, expliquei ao pai que havia dado um curso intensivo ao garoto, mostrando tudo a ele, tudinho. Só não falei que quem mais gozou fui eu.

 

Revista Contos Eróticos nº 1

As bodas de pratas do senhor Guilherme

capa_revista_contos_eroticos_1

Leia uma amostra

1) As bodas de pratas do senhor Guilherme

Esta história eu quero contar, mas não sei porque eu quero contar.
Talvez por ser, simplesmente, a minha história.
Talvez porque há alguma coisa misteriosa que não sei explicar o que é.
Quem, por ventura, ler, que tire suas próprias conclusões.
(…)
Começou quando eu tinha exatos 12 anos de idade, quando fui trazida do interior para a cidade grande.
Morava lá, com meus pais e uma penca de irmãos, tinha meus amigos, minhas amigas, e tinha também um menino infernado, por quem eu acreditava que era apaixonada e sempre fazia de tudo para estar junto com ele.
Era o Marinho, que tinha dois anos mais que eu, que sabia dessa minha paixão de meninota e, por saber, queria se aproveitar de mim.
Por várias vezes ele me chamou para ver as cabritas e mostrava como o bode trepava nela, comia ela.
– Vamos fazer igual.
– Tá maluco? E os cabritinhos?
– Que cabritinhos?
– Os cabritinhos, não é?. Quando o bode faz essas coisas na cabrita ela tem cabritinhos. Pensa que eu não sei?
– Mas eu não sou bode.
– Claro que não é! Nem eu sou cabrita. Mas se a gente fizer isso, logo vem um cabritinho… um neném.
– Você não entendeu. Eu ainda não sou bode, nem você é cabra… você é cabritinha, eu sou cabrito.
– E daí?
– E daí que aa gente pode fazer que não tem perigo de vir um cabritinho… um neném.
– Sei, não… Mas mesmo assim, isso não é coisa que uma menina faz. Tenho de ter idade… e tenho de casar primeiro.
– Eu caso com você.
– Então, depois que a gente casar, aí podemos fazer.
Naquela época, com aquela idade, eu não fazia ideia de que o que o Marinho queria fazer comigo era uma coisa gostosa, que ia me fazer gostar bastante. Por isso eu não achava graça nenhuma quando ele ficava me tentando para fazer igual os cabritos ou, então…
– Mas tem um jeito de fazer sem criar barriga.
– E que jeito é esse?
– No cu.
– No cu…? Mas eu nunca vi um cabrito fazendo no cu da cabrita.
– Mas a gente pode fazer e…
E não teve jeito.
O menino me tentava, tentava, mas, simplesmente, eu não tinha a menor vontade e não queria nem pensar em fazer essas coisas.
Só queria pensar em ficar perto dele, conversar com ele, brincar, passear por todos os lugares.
Mas só isso.
E então…
(…)
Um casal apareceu na casa ao lado para passar férias e gostaram de mim.
A mulher, dona Júlia, era irmã da vizinha, que era mãe das crianças com quem eu então brincava… e mãe do Marinho.
Ela tinha 28 anos, era bonita e dona de uma presença marcante.
O homem, o senhor Guilherme, tinha 34 anos e também era bonito, vistoso, simpático.
E não tirava o olho de mim.
Eu percebia que ele ficava o tempo todo me olhando, mas não conseguia entender exatamente porque ele me olhava. Ficava meio sem jeito, saía do lugar, ia fazer outras coisas, mas, ao mesmo tempo, eu achava gostoso saber que ele olhava pra mim. Eu me sentia importante.
Mas aí veio a coisa ruim.
Depois de três semanas de férias ali na casa, e das muitas e muitas olhadas que senhor Guilherme dava para mim, foram os quatro, o senhor Guilherme, a dona Júlia, e os pais do Marinho falar com os meus pais, tratar do meu futuro.
Simplesmente, mas simplesmente, o casal, que não podia ter filhos, queria que meus pais permitissem que eu viesse junto com eles para São Paulo.
E só depois que acertaram tudo é que me deram a notícia da minha partida.
Quase tive um troço.
Desandei a chorar, gritei que meus pais não gostavam de mim, que ninguém gostava de mim.
E eles, todo mundo, se desmancharam em palavras para dizer que era exatamente o contrário, pois na cidade grande eu podia estudar, ser alguém na vida.
– Mas querem me levar é para trabalhar! – eu falava.
– Imagina! – falou o Seu Guilherme que, na verdade, era o que mais falava, o que mais queria me trazer. – Nós queremos é que você estude, que faça uma faculdade…
– Não temos e nem podemos ter filhos… você pode ser a nossa filha. – dizia a dona Júlia.
– Mas eu sou filha dos meus pais e…
E não teve choradeira que fizesse mudar o meu destino… que dizer, que evitasse mudar o meu destino.
Quando vi, quando percebi, já estava dando adeus aos meus pais, aos meus irmãos, aos colegas, a todo mundo… e ao Marinho.
E quando o carro partiu, do banco de trás eu olhava para todos, olhava para a minha casa, a minha rua, minha cidade, que ia ficando para trás, cada vez mais longe, sumindo na poeira da estrada de terra.
Foi muito triste.
(Continua)

 

2) Uma aventura em que não transei

Nunca tive problemas com as minhas paixões… quer dizer, sempre tive os meus meninos ou eles sempre me tiveram, tanto faz.
Claro que não tive todos os meninos do mundo e nem ao menos todos os meninos que desejei, mas como uma coisa compensa outra, não tenho porque dizer que sou uma menina sexualmente frustrada.
Na verdade, talvez eu até seja ou, pelo menos, era sexualmente frustrada, mas não por mim, e, sim pelo meu pai, que, pelo que sei, nunca foi de aventuras e sequer havia tido o prazer de estar, ao menos uma vez que fosse, com a mulher que tanto desejou. Ele casou com a minha mãe e os dois logo trataram de esquecer outros desejos.
Mas será que esqueceram mesmo?
Deixa eu falar um pouco de mim, e depois eu conto o lance com o meu pai.
E já vou avisando que não transei com ele… nessa história eu nem transei.
(Continua)

 

3) Meus três pedidos à Santa Bucelina

Cabeça de menina tem cada coisa!
Os adultos dizem que a gente não pensa, mas eu discordo, pois a gente pensa, e muito.
Vou tentar me esclarecer.
(…)
Numa daquelas tardes em que eu só queria chegar em casa, tomar um banho e me desmanchar no sofá, nem mesmo pensava em outras coisas, quando tive de ouvir a conversa de dois meninos que estavam sentados de costas para mim no metrô.
– Aquela mina é impossível. – dizia um deles. – Acho que vai morrer virgem, vai ser freira, santa, mas nunca que ela vai dar para alguém.
– Tem mina que é assim mesmo. – disse o outro. – Mas é só ir com jeitinho que…
– Jeitinho? Jeitinho como, se ela não deixa nem passar a mão? – perguntou o primeiro.
– Então você vai ter de fazer uma promessa para a Santa Bucelina. – brincou o outro.
Nem precisa dizer que minhas duas orelhas se moveram igual orelhas de coruja, só para ouvir mais.
– Santa Bucelina? Que santa é essa? – perguntou o primeiro menino.
– Não conhece, não? É a santa protetora das prexecas.
– Santa protetora das prexecas…? Mas se a santa protege as prexecas, aí é que a mina não vai dar, mesmo.
– Ao contrário. Prexeca nasceu pra levar vara, não é? Então, reza pra Santa Bucelina que ela encaminha a prexeca da mina.
E o papo continuou.
(Continua)

Leia estes contos completos

Compre pelo Pagseguro 
R$ 6,99 cada revista
https://pag.ae/7Ui7Xr_CM

Compre com Depósito Bancário
R$ 4,99 cada revista
Informe-se pelo e-mail
contosdahora@bol.com.br

Veja mais na Amazon

Histórias da Vaninha

Histórias da Vaninha – nº 16 – Voltando à adolescência.

O cliente era novo e já havia ligado várias vezes, estava até me enchendo, me fazendo perder tempo, mas ele queria explicar detalhadamente como deveria ser o atendimento. Queria um período normal, de duas horas, mas me pagaria pelo dia inteiro, desde que eu não atendesse mais ninguém naquele dia. Explicou sobre como eu me vestir e agir, para que ele pudesse realizar a sua fantasia. Mal imaginava eu que a fantasia dele seria também a minha.
Cuidei para ter uma alimentação leve, deixar meu intestino em ordem. Fantasiei um pouco mais na hora de fazer a chuquinha, deixar tudo limpinho. Fiz com água morna, mas depois injetei bastante água fria, para contrair novamente, deixar apertadinho, como se fosse uma menininha de 13 anos na sua primeira experiência anal, como queria o cliente.
E depois a roupa… um vestidinho simples, estampado, uma calcinha à moda antiga, daquelas grandonas… para que eu me parecesse com uma menininha morando do interior.
Ele apareceu com o restante da fantasia. Era um homem de quase cinquenta anos, que chegou de terno e gravata, mas que logo trocou tudo por uma camiseta e bermuda (calça curta), e carregava na mão um pote de vaselina… dispensou o meu gel.
– Você é a minha menina, vai dar o cu para mim, não vai doer menina… Ele ficou repetindo aquilo o tempo todo e em pouco tempo eu já me sentia mesmo uma menina de 13 anos, lá na minha cidade do interior, no meio do cafezal, sob uma jabuticabeira, erguendo o vestido, baixando a calcinha até o meio das coxas… dando o cu para o menino, só o cu. E ele me comeu, comeu, comeu…
Sinceridade… Nota 3.000… eu é quem devia ter pagado pelo programa.

leia mais

Sou a baixinha que todo mundo queria comer

Sou a baixinha que todo mundo queria comer
É incrível como uma simples conversa que ouvi sem querer me transformou, provocando em mim coisas que antes eu nem pensava.
Sou dentista, sou baixinha.
Meu corpo é bonitinho e só uma coisa sempre me incomodou: meu quadril e minha bunda, que são um tanto desproporcionais ao meu tamanho.
Pelo menos isso foi o que sempre pensei, o que sempre me deixou complexada, tanto assim que me agarrei ao primeiro namorado sério que tive e disse sim ao seu primeiro pedido de casamento.
Na verdade eu o amo demais e foi por isso que me casei com ele, mas que em outros tempos eu tinha medo de ser rejeitada e nunca ser pedida em casamento… isso eu tinha.
Coisas de mulher encucada.
Temos um filho que agora vai fazer 9 anos, e como eu me casei com 20… façam as contas.
Aí… no final de 2011, conseguirmos comprar a nossa casa própria e montar junto à casa o meu consultório próprio, pois que antes eu trabalhava em sociedade com outras três meninas que haviam se formado comigo.
E no meu consultório próprio, é claro, eu precisava fazer instalações hidráulicas, elétricas, de ar, e outros serviços de alvenaria e pintura.
A solução encontrei na vizinhança, no Marcelo e no Eduardo, dois rapazes, um eletricista, o outro um faz tudo, quer dizer, é pedreiro, pintor, assentador de piso e tudo o mais.
Contratei-os para realizarem os serviços no consultório e também na casa, inclusive a instalação de uma banheira que sempre havia sido o sonho do meu marido.
Enquanto eles trabalhavam, eu também ia fazendo uma coisa ou outra, enquanto meu marido tinha de ir trabalhar.
Tudo corria normal, até que, depois de alguns dias de trabalho, quebrando, refazendo, pintando, instalando, e tudo o mais, acabei ouvindo uma conversa entre os dois: o Marcelo e o Eduardo.
– E essa baixinha, aí? – perguntou o Marcelo para o Eduardo, e eu entendi perfeitamente o segundo sentido da sua pergunta.
– Qual é, meu? – perguntou o Eduardo. – Tá a fim de fazer um aterramento na moça?
– Gostosinha ela, não? Me deixou de boca aberta.
– Claro que ela deixa todo mundo de boca aberta… é dentista.
– Mas eu fico de boca aberta é por causa daquela bundinha. Você viu como ela é gostosinha?
Num primeiro momento, fiquei um tanto revoltada com aquela conversa, pois os dois, que me pareciam tão respeitadores, estavam a me espiar e a falar coisas de mim na minha própria casa.
Mas depois, com o passar das horas, comecei a perceber que se tratava de uma conversa normal entre homens, assim como nós mulheres comentamos sobre eles.
Achei até que devia tomar aquela conversa como um elogio.
Curiosa e tonta como eu sou, cheguei até a pensar em perguntar para o meu marido que negócio é esse de aterramento, mas não perguntei, porque percebi que boa coisa não era.
Ou seria?
Fui até o computador do meu moleque e pesquisei.
E então descobri que nada mais é que enfiar uma barra comprida de metal no chão para desviar descargas elétricas, etc…
Enfiar barra comprida?
Comecei a prestar mais atenção nas conversas dos dois, e também nos olhares que eles me dispensavam, principalmente quando pensavam que eu não estava atenta ao que diziam.
E fui ouvindo conversas em cima de conversas: aterramento, ligar o positivo com o negativo, alta tensão, alta tesão, mexer com força…
Comecei a desconfiar que o aterramento do qual falavam era enfiar uma barra comprida noutro lugar, justamente naquela parte do meu corpo que sempre havia me causado complexo.
Mas tinha outra coisa.
Se não bastasse a conversa dos dois homens, me lembrei de algumas conversas que andei ouvindo e até participando no antigo consultório que eu tinha em sociedade.
Havia uma cliente que dizia ter um amante, e minhas colegas ficaram interessadas em saber como ela conseguia manter o amante oculto do marido.
– É que ele é muito discreto. – ela dizia. – E dou um conselho a vocês, quando desejarem um amante, cuidem para que seja alguém discreto, do tipo “come quieto”… assim a coisa vai longe.

(…)

Então chegou uma sexta-feira em que tudo aconteceu… ou quase tudo.
Era o dia de praticamente concluir as reformas, últimos retoques de alvenaria, algumas instalações hidráulicas e elétricas, uma coisinha aqui, outra coisinha ali… e eu não tinha nenhum paciente para aquele dia.
Minha única tarefa era acompanhar o Marcelo e o Eduardo para fazer as escolhas das peças que estavam faltando. E como eram peças de decoração, como luminárias, interruptores, torneiras, maçanetas, minha presença na loja era necessária.
Fomos os três, no meu carro, eu dirigindo, e logo de saída já me chamou a atenção o modo como o Marcelo olhava para um grupo de meninas saíam de um colégio. Ele estava comendo todas com os olhos.
Não pude deixar de rir, ainda que secretamente, mas também não pude deixar escapar um pensamento que, no final, iria mudar todo o rumo daquele dia.
Eu pensava naquelas meninas, cada uma indo para sua casa, para a casa de seus namorados, para qualquer lugar. Cada uma delas se agarrando com um menino, dando seus amassos, algumas até transando. Todas elas, livres, leves e soltas, prontinhas para a diversão, qualquer diversão.
Eu tinha reparado numa baixinha, corpo muito semelhante ao meu, mas novinha ainda. Pensava na bundinha da menina, cheinha igual a minha…
Será que ela tinha algum problema com a sua bunda?
Ou será que ela não estava nem aí e até aproveitava para fazer algum aterramento, muitos aterramentos?
E eu nunca tinha feito um aterramento, nem quando menina, em idade de colégio, nem depois de moça, nem depois de casada.
Será que é horrível?
Será que é maravilhoso?
Dois homens no meu carro, um olhando e secando tudo quanto é mulher na rua, o outro mais discreto.
Um com pensamentos obscenos de fazer aterramento em mim, o outro, não menos sem vergonha, embora mais discreto e respeitoso.
Dois homens comigo na loja, vendo material, escolhendo material, olhando as vendedoras, as outras clientes.
Num certo momento, numa seção de equipamentos para banheiro e os dois homens logo se viram fascinados por uma banheira de hidromassagem, cheia de recursos, e que estava funcionando, a água sendo movimentada, esguichada…
– Eita! Eu com aquela baixinha numa banheira dessas… baixando o espírito bucetal… – falou o Marcelo, que logo recebeu uma cotovelada do Eduardo, pois eu estava chegando junto, bem atrás deles.
O Marcelo só faltou mergulhar e desaparecer na água da banheira, mas não fez isso e também não falou nada, não tinha o que falar.
Espírito bucetal!? – eu ficava repetindo, me admirando com o que tinha ouvido, pela primeira vez na vida… – Espírito bucetal.
Chamei-os para decidir sobre uns interruptores e tudo ficou por isso mesmo.
Não.
Não ficou por isso mesmo.

(…)

De repente, a partir daquele momento, e juntando a lembrança das meninas lá na porta do colégio, da menina de bundinha cheinha, minha cabeça começou a rodar num ritmo diferente, acelerado, enviesado, descontrolado.
Bundinha, aterramento, dois homens, nenhum paciente para aquele dia.
Não é exagero dizer que deixei a decisão sobre o restante do material que faltava por conta deles, pois já não conseguia me concentrar em nada.
Também não é exagero… foi a mais pura realidade, que comecei a me imaginar com aqueles dois homens no meu futuro consultório, em meio ao resto de material de obra que ainda estava por lá, naquelas poltronas ainda coberta por plásticos, nas cortinas fechadas, no carpete ainda não colocado, mas que podia ser desenrolado na sala de espera.
Seria eu louca o bastante para embarcar numa aventura dessas?
Não acreditava muito que fosse capaz, sabia que era apenas um exercício de imaginação, mas em momento algum imaginei que pudesse concretizar aquilo tudo o que eu estava imaginando.
Na verdade, eu nem sabia direito o que estava imaginando, só sabia que me via transando com dois homens ao mesmo tempo, mas não era capaz de entrar em detalhes.
E por não conseguir entrar em detalhes é que me via incapaz de fazer tal coisa.
Incapaz?

(…)

Chegamos de volta ao local da obra, isto é, ao meu futuro consultório, os homens descarregam as coisas, começaram a se preparar para trabalhar, quando me deu a louca… baixou o espírito bucetal
Não tínhamos a banheiro, mas tinha o espirito bucetal.
Tratei de verificar a porta, certificar-me de que estava devidamente trancada por dentro.
Pedi ao Eduardo que fixasse a cortina da janela.
– Mas não é melhor ver as outras coisas primeiro? Pode sujar…
– Eu quero ver como fica. Coloque, por favor.
Os dois se juntaram para fixar a cortina e quando terminaram, pedi que a deixassem fechada.
– Mas assim vai ficar meio escuro para a gente trabalhar. – falou o Marcelo.
– Eu sei… Mas é assim mesmo, meio no escuro, que quero ver os dois trabalhando.
– Como assim? – perguntou o Eduardo, olhando-me de forma indagativa.
– Como assim…! Como assim, que pergunta sou eu. Quero saber que história é essa de fazer aterramento e…
– Isso é coisa do Marcelo. – apressou-se em falar e se defender, o Eduardo.
– É só uma brincadeira… eu… Não tem nada demais. – começou a falar e gaguejar o Marcelo.
– Brincadeira, não é? Brincadeira com uma mulher casada.
– Mas senhora… – falou novamente o Marcelo.
– E vocês também são casados.
– Eu falo o tempo todo para o Marcelo que ele precisa parar com essas conversas, mas não adianta. – voltou a falar o Eduardo.
– Senhora me desculpa… – começou o Marcelo.
– Desculpar? Eu vou é chamar o meu marido, contar tudo pra eles.
– Pode contar… Mas não diga que fui eu, porque eu não fiz nada, não falei nada. – pediu o Eduardo.
– Eu falei, mas… – tentou se defender o Marcelo.
– Falou, mas não falou… é isso? Pois agora você vai ter de explicar ao meu marido que história é essa de aterramento… e espírito bucetal.
Mas, nessas alturas, diante do estado de nervosismo dos homens, principalmente do Marcelo, comecei a me trair… quer dizer, não consegui mais manter a seriedade e deixei escapar um sorriso, outro.
E os dois perceberam que eu estava brincando, e deixaram escapar um suspiro de alívio, mas principalmente o Marcelo.
Fiquei parada, olhando para eles.
Ficaram parados, olhando para mim.
– E aí… vão ficar aí feito duas estátuas? – perguntei.
– Claro que não. Vamos terminar o serviço. – falou o Eduardo.
– Isso mesmo. Vamos terminar logo. – falou o Marcelo.
– Terminar o quê, se vocês ainda nem começaram? – perguntei.
– Não começamos? Mas… – eram os dois falando praticamente ao mesmo tempo.
– Nem começaram, sim. Cadê o aterramento?
Coitados!
Ficaram trocando olhares, sem saber direito o que eu estava falando ou fazendo, talvez, ou com certeza, desejando que fosse alguma sacanagem, mas sem coragem para acreditar nisso, até que resolvei acabar com o impasse.
– Vocês são dois bananas. Me fizeram baixar o espírito bucetal e agora ficam aí parados… Não vão fazer nada?
Mas o impasse se tornou maior ainda, pois nenhum dos dois se atrevia a falar e menos ainda a fazer qualquer coisa.
Gozado esses homens. – pensei. – Vivem dando de cima de todas as mulheres, mas quando uma mulher tomam a iniciativa, simplesmente empacam, ficam sem saber o que fazer.
Resolvi dar a solução final, mesmo porque era o que eu mais estava querendo. Eu já estava realmente com o espírito bucetal.

(…)

Eu estava usando uma bermuda meio curta e bem justa ao corpo, e comecei a abrir o zíper, fazer aparecer a calcinha…
À minha frente um par de olhos arregalados, quase saltando da órbita.
Fui baixando a bermuda até deixá-la na altura dos joelhos.
À minha frente a situação permanecia a mesma. E única diferença é que agora concentrava seus olhares na minha calcinha… preta.
Levantei a bermuda, dei a entender que ia fechá-la no corpo e encerrar tudo.
Continuaram estáticos.
– Ou vocês vêm ou fecho a bermuda e vou embora. – falei.
E como continuaram tal como antes, um tanto pasmos, eu acho, eu é que fui até eles.
Cheguei e juntei no pau de cada um.
– Vocês querem me comer e quando me ofereço vocês brocham… hum? Estão nervosos por quê? Nunca viram uma mulher se oferecer? Ou será que estão com medo de brochar um diante do outro? Ah… Já sei. Vai ver que estão com vergonha de mostrar os pintos… vai ver que um tem medo de ter o pinto menor que o outro… É isso?
Eu falava e alisava, massageava, enquanto percebia que, realmente, os dois estavam bastante desconfortáveis com aquela situação, principalmente o Marcelo.
E logo descobri por que.
Ajoelhei-me e rezei… quer dizer, abri a calça dos dois, ao mesmo tempo, com uma mão só em cada um. O Eduardo até que me ajudou, puxando o zíper para baixo, mas o Marcelo permaneceu tão estático quanto antes.
Coitado!
Tirei o pau do Eduardo… uns 16 ou 17cm, eu acho, enervado, duro feito pedra, igual o do meu marido. Gostoso.
– Hum… que pau gostoso! – falei.
Tirei o pau do Marcelo… uns 13cm, tamanho normal, duro também, mas com aquela pele horrorosa sobre a cabecinha, que mostrava bem a necessidade de uma operação de fimose.
Meu marido era operado, o Eduardo era operado, o Marcelo não… E tão metido a pegador, tão cheio de falar gracinhas, fazer gracinha.
Na certa, suas gracinhas eram uma forma de compensar a falta de um bom pau.
Na certa, também, ele devia passar vergonha diante das mulheres, se é que pegava alguma.
E eu fazendo o coitado passar vergonha diante de outro homem.
Fiquei com dó.
– Hum… dois paus gostosos, gostosíssimos! – falei, quando tirei fora o p… o pinto do Marcelo.
Elogiei e chupei.
Comecei pelo Marcelo, para compensar um pouco a desvantagem que ele estava tendo.
Mas chupei e logo percebi algo diferente. Era o cheiro.
Eu já sabia que aquela pele horrorosa sobre a cabecinha do pênis, apesar de ser natural, é local de acúmulo de sujeira, bactérias…
Foi a ginecologista quem explicou, antes de operar o meu filho da fimose.
– Podemos deixar essa pele, cortar só o prepúcio (cabresto), mas o ideal é tirar tudo, pois no futuro isso pode trazer problemas para o menino. Vai ter de ficar lavando bem o tempo todo, para não juntar sujeira, bactérias… menina alguma vai querer por a boca ali.
Era uma ginecologista meio safadinha, mas suas palavras valeram muito… salvaram o meu filho de problemas como o que eu estava tendo naquele momento com o Marcelo.
Dei duas chupadas no pau do Marcelo e não aguentei mais, mudei imediatamente para o pau do Eduardo… agora sim, um pau que, além de volumoso e “despelado”, não tinha cheiro ruim.
Mas não era justo deixar o Marcelo ainda mais complexado.
Por isso, parei de chupar, desnudei os dois da cintura para baixo, levantei-me, e puxei os dois até o banheiro, único lugar onde já havia torneira com água.
Puxei os dois pelos pintos.
– Venham aqui, meninos. Mamãe me ensinou que não posso ficar colocando a boca em paus sem antes lavar… não faz bem.
E lavei o pau dos dois.
Quer dizer, o pau do Eduardo nem precisava ser lavado, mas imagina o que aconteceria com o Marcelo se eu lavasse só o pau dele.
Aproveitei para ensaboar, enxaguar, jogar bastante água fria, causar arrepios nos dois… e também aproveitei para chupar mais e mais, ali mesmo, no banheiro.
Chupava os dois por igual, fazia revezamento, ainda que a minha vontade mesmo era ficar só no pau do Eduardo.
Nem precisei enxugar seus paus, pois minha língua já havia feito esse trabalho.
Levantei-me, acabei de tirar a minha bermuda, depois a calcinha, e perguntei.
– Quem vai me lavar?
Os dois grudaram na minha xana, jogando água, passando sabonete.
Mas nenhum dos dois me chupou, porque não deu tempo.
Segurei-os pelos paus, puxei de volta para a sala de espera, pedi que tirassem o plástico de cima do sofá, sentei, abri as pernas.
– E quem vai me chupar?
Ou entendi mal ou o Marcelo logo se esquivou… quer dizer, não falou que não chupava, mas também não tomou a iniciativa de me chupar.
Foi o Eduardo que, prontamente, se ajoelhou entre as minhas pernas e logo meteu sua língua nas minhas dobras, minhas fendas, meus grelos…
Sim… eu parecia ter mais que um grelo, pois em qualquer ponto que ele me tocava eu sentia um tesão de quase rasgar o estofamento do sofá.
E o Marcelo olhando, meio sem saber o que fazer.
E só depois que levantei a camiseta e dei uma olhada mais demorada pra ele é que se sentou ao meu lado e começou a passar a mão nos meus seios… mas só passava a mão.
– Chupa! – pedi.
Não sei o que estava intimidando tanto o Marcelo. Justo ele, que se mostrava o comedor dos comedores. Talvez fosse, ou era de fato, a presença do Eduardo.
Imaginei ou deduzi que a vontade do Marcelo era estar sozinho comigo, fazer as coisas à sua maneira, me subjugar, como devia fazer com a própria esposa, e, principalmente, não ter que provar nada.
E ele já tinha perdido a prova do tamanho do pau.
Começou a beijar meus seios, chupar os biquinhos, mas de uma maneira tão tímida que tive de incentivá-lo mais uma vez.
– Chupa bem gostoso, chupa. – falei nos seus ouvidos, mas não sem antes lançar um olhar de pedido, coisa assim.
Comecei a sentir tesão nos seios.
E lá embaixo o Eduardo já estava quase me fazendo gozar.
Feliz a esposa dele, se ele a chupasse como estava me chupando.
Mas eu não queria gozar na língua. Queria era uma barra comprida invadindo a minha vagina.
– Minha bolsa. – pedi ao Marcelo.
Tirei uma camisinha e dei na mão do Eduardo.
Claro que ele haveria de ser o primeiro!
Mas claro também que eu não deixaria o Marcelo na mão!
E então, enquanto o Eduardo me penetrava, naquela mesma posição em que estávamos, fiz o Marcelo ficar de pé sobre o sofá, com o seu p… com o seu pinto na minha boca.
Chupei gostoso.
Puxava aquela pele horrorosa para trás e chupava a sua cabecinha, soltava tudo e chupava as suas bolas, voltava a chupar a cabecinha e…
Coisa que eu nunca tinha conseguido fazer com o meu marido, e também não ia conseguir fazer com o Eduardo… fui enfiando o pinto do Marcelo na boca, enfiando, enfiando… encostei nas bolas, chegou na garganta.
Me dava ânsia, eu voltava, engolia novamente… fiz isso várias vezes.
E lá embaixo…
Lá embaixo o pau do Eduardo fazia o seu estrago.
Ele já tinha socado fundo umas mil vezes, mas queria socar mais fundo ainda e me fez dobrar as pernas.
Eu sentia suas bolas batendo.
Em pouco tempo estávamos os três em ponto de gozo.
Eu já queria gozar, depois das chupadas do Eduardo e, mais ainda, da sua barra comprida e dura…
Minha xana ardia.
O Eduardo já queria gozar, pela chupada que eu já tinha lhe dado, e pelo calor da minha xana…
Sem querer contar vantagem… sou bem apertadinha.
E o Marcelo… o Marcelo, coitado, estava fazendo de tudo para não gozar antes do tempo, mal conseguia se segurar.
Mas na minha boca que eu não ia deixar.
Virei-o com a bunda para mim, apontei o seu pa… o seu pinto para o lado oposto, e fiquei masturbando, mas não por muito tempo, pois logo ele inaugurou parte do assento e também o braço do sofá… o sofá onde meus clientes iriam sentar, alguns dias depois. Se soubessem.
E gozei também.
Gozei puxando o Eduardo para junto do meu corpo. Puxava com um braço e com as duas pernas. Gozei deixando escapar gemidos do mais puro prazer.
E ouvi gemidos de prazer vindos do Eduardo, daquele seu pau despejando dentro de mim. Não fosse a camisinha.

(…)

Só descansamos o tempo suficiente para nos recompor… ou nem descansamos.
O Eduardo já tinha me comido, o Marcelo queria me comer.
– Deixa aqui. – ele pediu.
Era a hora do aterramento.
E nessa hora o Marcelo empatou o jogo, pois como era a primeira vez que eu ia ser aterrada, preferi que fosse com ele, com o seu pinto, e não com o Eduardo, com aquele pau.
Devia fazer menos estrago.
Mostrei ao Eduardo que fosse tirar a camisinha e lavar o pau, pois que eu queria chupar mais, e me coloquei meio de quatro sobre o sofá, com o Marcelo ajoelhado atrás…. em cima da própria porra que ele havia despejado.
O Eduardo voltou e o fiz sentar-se na outra ponta do sofá, à minha frente.
Pequei o seu pau, mas fiquei só segurando, esperando ser penetrada, pois eu temia que fosse sentir alguma dor.
E nem tinha me dado conta que precisava alguma coisa para lubrificar. Por isso estranhei um tanto quando vi o Marcelo tirando da caixa de ferramentas um pote branco com um creme meio amarelo.
– O que é isso? – perguntei.
– É vaselina industrial, mas deve servir do mesmo jeito.
– Vaselina industrial? Mas isso… Não é sujo? Você vai passar no meu… vai lá dentro.
– Não tem perigo, não. – ele falou, enquanto acabava de vestir a camisinha.
Mas se tinha ou não perigo, já não adiantava mais eu me preocupar, pois, afoito como ele estava, já foi logo lambuzando o pinto, lambuzando o meu traseiro, encostando a cabeça… e enfiando.
Nem acreditando que, quando percebi, já estava lá dentro. Imaginava que fosse entrar com a maior dificuldade, mas não foi nada disso. Senti apenas uma fisgada e logo já tinha engolido.
E engoli mesmo, tudinho (tudinho!) de uma vez.
Agora sim, chupando novamente o pau do Eduardo e sentindo o aterramento que o Marcelo me fazia.
Já tinha ouvido mulheres falando que era uma coisa horrível.
Já tinha ouvido mulheres falando que era uma coisa gostosa.
Mas me demorei um pouco até me decidir se era horrível ou se era gostoso.
Me pareceu horrível, logo no início, depois foi ficando mais tranquilo e, mais depois ainda, meu tras… meu cu estava delirando com aquele pinto deslizando lá dentro, indo e vindo…
Só que não delirou por muito tempo, pois o Marcelo, incontrolável, eu já tinha percebido, logo gozou novamente.
Ejaculação precoce… coitado!

(…)

¬- Vai você. – pedi para o Eduardo, depois que o Marcelo gozou, amoleceu, e caiu sentando no sofá.
Sentei também.
Só que sentei em cima do Eduardo.
Seu pau encamisado, lambuzado, meu cu já acostumado.
Acostumado, mas nem tanto, pois já não era o pintico do Marcelo, era um pau de verdade.
Por isso, fui com algum cuidado, sentando de leve, sentindo, engolindo, deixando ir cada vez mais fundo…
Fui até as bolas.

(…)

Enquanto eu me deliciava com aquele aterramento, além das mãos do Eduardo na minha xana e nos meus seios, percebi uma coisa triste.
O Marcelo já não estava mais ali, participante. Havia se levantado, tirado a camisinha no banheiro, mas ao invés de voltar para o nosso convívio, vestiu sua roupa e começou a trabalhar.
Não falei nada, mas sabia que ele estava frustrado, tremendamente frustrado.
Resolvi que conversaria com ele depois, que aconselharia ele a fazer uma cirurgia da fimose, que tratasse da sua ejaculação precoce…
Naquele momento, parando um pouco de mexer a bunda no pau do Eduardo, era com ele que eu queria falar… só com ele.
– Quer ser meu amante? – perguntei ao Eduardo, enquanto sentia sua resposta: uma retesada no pau lá dentro do meu… do meu cu.
Mas tratei de completar, dizendo que ele teria de ser um amante dos mais discretos, pois eu não queria nenhuma outra mudança na minha vida, a não aquele meu novo prazer.
Ele me disse a mesma coisa, pois estava muito bem casado e não queria nem pensar em separação.
– Nem se a sua mulher fizer aterramento com outro? – perguntei.
– Ela não faz, não. Eu já deixo ela bem aterrada o tempo todo.

(…)

E assim terminamos aquele dia.
E assim comecei uma nova fase na minha carreira de dentista… quer dizer, de mulher baixinha que todo mundo queria comer.
Mas quem come é só o Eduardo… e o meu marido, é claro.
Um faz aterramento, o outro não, ainda não.

Tesão e tentação… o pauzão do amigão do meu irmão

Tesão e tentação…
o pauzão do amigão do meu irmão

 
O diabo atenta e a faca entra, sempre ouvi dizer a minha avó, quando eu ainda era criança e estava fazendo alguma brincadeira perigosa.
Ela já se foi, mas tinha razão, o diabo me atentou e a coisa entrou.

(…)

Meu namorado era o único.
Sei que vivo em pecado com ele, pois, ao contrário do que minha avó vivia falando e do que minha mãe vive falando, não esperamos casar para fazer amor, como elas fizeram, já fomos logo transando desde o início.
E transo com ele desde o início.
Primeiro porque sempre morri de medo de chegar uma outra, abrir as pernas e roubar ele de mim.
Segundo, vou confessar, porque sempre tive vontade de abrir as pernas… principalmente quando estou próxima daqueles dias.
Mas sempre só tive vontade com ele, só abri pra ele.
Ele foi o primeiro e sempre jurei fidelidade eterna, nunca pensei em qualquer outro menino ou qualquer outro lance que não fosse com ele.
Nas festinhas da escola ou da galera sempre fico meio retraída, evitando dar chance de alguém se aproximar. Tudo para não me ver envolvida com outro.
Mas então, como que numa tentação do capeta, o outro apareceu um dia na minha frente, como se fosse o própriio capeta, me apontando o tridente.
E depois daquela aparição não tive mais sossego, e o meu namorado… bem, o meu namorado…
O que aconteceu foi que o meu irmão mais velho arranjou um novo amigo e esse novo amigo começou a frequentar a nossa casa e quase nem saía mais daqui.
Não sai mais daqui.
Sempre que chego da escola, os dois estão na sala, estudando, montando uns aeromodelos que eles gostam, jogando video game.
Dou um beijinho em cada um e venho para o meu quarto, fazer minhas coisas, cuidar da minha vida.
Mas teve um dia que o capeta estava com vontade de trabalhar e fez faltar luz na escola.
Fomos dispensados mais cedo e cheguei em casa antes do meu irmão e do seu amigo.
Comecei a fazer as minhas coisas, me deu uma vontade louca de fazer xixi, fui para o banheiro, ergui a saia, baixei a calcinha e sentei no troninho.
Estava despejando gracionamente, fazendo aquele barulhinho na água, quando a porta se abriu.
Pensando estar sozinha, eu nem tivera o cuidado de trancar a porta.
Pensando só estarem os dois na casa, e apertado para mijar, o amigo do meu irmão foi chegando, empurrando, entrando… já com o pinto de fora.

P I N T O ?

– Aí, menina! Mil perdões. Eu não sabia que você já estava em casa… – ele foi falando, enquanto tentava guardar aquele negócio dentro da calça.
– Devia ter batido… – falei, um tantro nervosa, outro tanto assustada, enquanto me levantava, suspendia a calcinha e baixava a saia, sem nem mesmo secar a pepeca.
Saí do banheiro e vim para o meu quarto, ainda transtornada com aquele acontecimento.
Ou eu estaria transtornada com outra coisa?
Que visão dos diabos aquela!
O tridente do diabo em brasa, me encharcando.
Deus me livre se o meu namorado tivesse um negócio daqueles! – eu pensava, pensava, pensava.
– Já pensou se o meu namorado tivesse um negócio daqueles… – eu imaginava, imaginava, imaginava.
E no dia seguinte, sábado, transando com o meu namorado na caminha dele, fiquei olhando, pegando, comparando.
Eu não tinha pegado no pinto do amigo do meu irmão, é claro. Só tinha olhado e, assim mesmo, de relance. Mas pegava no pinto do meu namorado e ficava imaginando como seria aquela outra coisa na minha mão.
E na minha pepeca?
Então o diabo fez minha mãe comprar iogurte.
Iogurte é tiro e queda.
Não tem coisa melhor para pegar menino.
Até eu que, que nunca peguei menino algum, sempre fui pega pelo meu namorado, fiz do iogurte a minha arma infalível.
Mas, esclarecendo, além do iogurte, um outro ingrediente ajudou o capeta na execução dos seus planos diabólicos: as minhas visitas mensais.
Sempre que estou chegando naqueles dias, entro em modo de emergência, saio do meu controle, e se o meu namorado não está por perto para resolver a minha situação, sei não, mas acho que sou capaz de dar para o primeiro que aparecer.
Mas isso é uma coisa que eu só pensava, porque nunca dei para outro menijo… já falei isso.
Nunca tinha dado.
E naquele dia, que era uma segunda-feira, mil impedimentos haviam impedido (foi redundante mesmo) que eu transasse com o meu namorado no final de semana, e a gente só ia poder se ver de verdade (ver com transa) quase quinze dias depois, pois eu já estava chegando naqueles dias, com a visita agendada para o final daquela semana.
Eu estava, então, matando cachorro a grito, como se diz por aí.
Estava com tanto tesão, mas tanto tesão, que até a calcinha me incomodava, ficava roçando na minha pepeca.
Se eu contar ninguém acredita, mas fui para a escola vestida normalmente, saia, blusa e as peças íntimas, e quando voltei, eu estava só com a peça íntima de cima (e a saia e a blusa, claro), pois a peça íntima de baixo eu havia tirado no intervalo da aula, de tanto que ela me incomodava.
Deu-se, então, um fato curioso que me fez ficar pensando se os meninos sabem quando a gente está desprotegida por baixo, pois foi só eu sair do banheiro com a calcinha guardada na bolsa e uns três ou quatro meninos já ficaram me olhando.
Ou será que foi a minha expressão de desespero sexual que chamou a atenção deles?
Eles que não bobeassem, pois eu bem seria capaz de agarrar um deles e levar para os fundos da escola.
– Ou me come ou saio daqui gritando que você me agarrou.
Mas claro que não fiz isso.
O que fiz foi assistir as aulas finais sem calcinha, sair pra rua sem calcinha e chegar em casa sem calcinha… muitos meninos me olhando.
Mas quem olhou mesmo, muito mais, foi o amigo do meu irmão.
Como é que ele sabia que eu estava sem calcinha?
Ou será que nem sabia, nem me olhava diferente e eu é que estava vendo coisas, imaginando coisas, desejando aquela coisa, por causa daquele meu tesão fora do controle?
Mas… se ele não estava me olhando, começou a olhar logo depois. Primeiro por coincidência, depois por lasciva* e iogurte ou iogurte e lasciva.

*Lasciva(1): sensual, libidinoso(a), desregrado(a), brincalhão(ona), travesso(a).
*Lasciva(2): Menina muito a fim de dar.

Minha casa tem a sala e a cozinha separadas apenas por um balcão. Os dois, meu irmão e seu amigo estavam jogando vídeo game, de costas para a cozinha, e eu estava pegando um pote de iogurte na geladeira.
Foi nesse momento que, não sei exatamente por qual motivo, a não ser por força do capeta, o menino deu uma meia virada de pescoço para a cozinha.
Eu estava levando uma colherada de iogurte à boca e me vi na obrigação de fazer um gesto, oferecendo a ele.
Ele não fez nada. Nem gesticulou que não queria, nem acenou que queria, e nem voltou o pescoço para a televisão. Ficou um poste, me olhando, acho que nem piscava.
Foi então que me vi na obrigação… quer dizer, na tentação de fazer o que fiz, seguir os mandamentos da capeta…
Fiquei segurando a colher próxima à boca e comecei a passar a língua na bolota de iogurte, lambendo o iogurte.
O menino ficou de pau duro.
Claro que não pude ver que ele estava de pau duro, só pude imaginar.
Mas logo deve ter amolecido, porque o meu irmão o chamou a prestar atenção no jogo e o menino teve de virar o rosto.
Ele virou, e o meu jogo de sedução acabou.
Acabou?
Algum tempo depois, eu estava no meu quarto, deitada de bruços na minha cama, fuçando no meu celular, trocando uns zaps com o meu namorado, quando, para o meu espanto, senti a presença pauzuda do menino já quase na borda da cama.
Presença pauzuda, espanto maravilhoso, pois o calção do menino estava armado… uma verdadeira barraca.
Instintivamente, olhei pela porta, pensando no meu irmão.
Instintivamente também, forcei-me sobre os cotovelos e me arrastei para mais próximo do menino… quer dizer, mais próximo do pau do menino.
Aquele pauzão ao alcance da minha boca.
Olhei novamente para a porta.
– Ele está no banheiro. – disse o menino, já tirando aquele negócio pra fora.
– Você é doido… – falei, abocanhando, sem por as mãos, pois eu estava apoiada nos cotovelos.
Abocanhei e suguei, como sempre gostei de fazer com o meu namorado. Suguei e engoli, até quase a metade, bem diferente do que costumo fazer com o do meu namorado.
Um, do tamanho normal, sempre engoli tudo, até sentir na garganta.
Outro, um exagero, mal engoli a metade, e de jeito nenhum aquela cabeçorra entrou na garganta.
Me arrombava.
Fiquei mamando, trazendo até os lábios, engolindo novamente, só sentindo aquela enormidade me fodendo a boca.
Mas não era exatamente na boca que eu estava precisando. Aquilo só estava piorando ainda mais a minha situação.
Escutamos passos do meu irmão. Estava naquele momento garganta quando ele foi chegando.
O menino só teve tempomde esconder o tronco e ficar meio de costas para o meu irmão, já na porta.
Eu só tive tempo de correr a boca no lençol e limpar aquela baba inicial, que ele já tinha soltado.
Fingímos estar conversando, voltei a ver os meus zaps.
Meu irmão o chamou de volta para a sala.
– Preciso transar. – fiquei falando comigo mesma.
– Preciso daquele pau. – minha pepeca me pedia.
Voltei para a cozinha para comer mais iogurte, queijo, qualquer coisa.
Vésperas de menstruação me dá tesão, e tesão me dá fome.
Mas foi o capeta que me fez ir até lá, pois vi na porta da geladeira uma lista de compras que a mãe havia deixado e falei que ir ao supermercado era tarefa dele, o meu irmão.
– Eu já vou. – ele disse.
– Você fica. – pisquei para o menino.
E ele ficou. Inventou que ia procurar um jogo novo para baixar e ficou… comigo.
A capetagem foi imediata.
Mal o meu irmão saiu pela porta da rua, eu e o menimo entramos por outra porta, a do meu quarto.
– Vamos logo! – falei, quando ele começou a me abraçar e a dizer que ia me chupar todinha. – Depois você chupa. – falei, já tirando uma camisinha da gaveta, baixando seu calção e vestindo o seu pau.
Sem calcinha como eu já (ainda) estava, puxei a saia para cima, deitei-me cama, chamei por ele, abri as pernas, ajeitei o seu pau na pepeca e…
– Põe! Põe! – pedi, implorei.
E foi eu mesma que me penetrei, erguendo meu quadril, subindo contra ele.
Que transa louca!
Que pauzão gostoso invadindo a minha pepeca, forçando, fazendo ela ficar largona, indo até o fundo, bem fundo!
Um fundo que eu nem sabia que tinha.
Abracei-o por inteiro, com os braços e com as pernas. Ele ficou todinho meu.
Transa doida!
Pressa de gozar, medo do meu irmão chegar, vontade de nunca mais parar… aquele pintão gostoso preechendo por inteiro as minhas entranhas.
Soca, soca, soca…
Geme, grita, geme…
Mas toda transa uma hora chega ao fim.
Gozei, gozei, o menino gozou, meu irmão voltou, nem desconfiou, nem viu que eu estava querendo mais e mais, e o menino também.
Só que a nossa transa ainda não havia acabado.
Ficamos ali pela casa, naquela agonia, trocando olhares, querendo matar o meu irmão ou, pelo menos, fazer ele dormir com alguma droga… se tivéssemos, e sempre que dava, era um agarra-agarra, passadas de mãos, beijinhos.
Até que lembrei que precisva estender a roupa e chamei o menino para me ajudar.
– Mas não tem nada na maquina.
– Claro que não! Coloca logo…
tentação.jpgEle colocou… a camisinha no pau e o pau com a camisinha na minha pepeca.
Fiauei ajoelhada numa cadeira, perto da janela, olhando meu irmão lá dentro no vídeo game, enquanto que ele, o menino, me pegava por trás e, novamente, me preenchia.
Eu já tinha transado algumas vezes ali na lavanderia, escondida do pai e da mãe, mas sempre com o meu namorado, nunca com outro menino, e nunca com um pauzão daquele.
O menino me agarrava pelas coxas e socava fundo, sem dó nem piedade… e o que eu menos queria era piedade. Só queria gozar, gozar e gozar.
E gozei, gozei e gozei.
Só paramos e disfarçamos quando o meu irmão nos procurou, achando que estávamos demorando muito.
– Já estenderam tudo? Mas cadê a roupa…?
– Eu me enganei. Não tinha roupa para estender.
– Mas… e o que vocês estão faze do aqui, então?
– Conversando… só estamos conversando.
Se meu irmão acreditou, não sei.
Só sei que sosseguei um pouco o fogo que sempre me consome quando estou nas vésperas daqueles dias.
Mas já pensnado no dia seguinte.
Ô tentação, viu!