Dose dupla num domingo: a cunhadinha

Essa eu preciso contar enquanto ainda está quentinha, uma aventura pra lá de deliciosa, e que eu nunca tinha imaginado.
Só vou mudar alguns detalhes, para não ser identificado, e também para que a minha namorada não descubra que comi a irmãzinha dela (e ela também), num mesmo dia.
Foi mais ou menos assim:
Domingão de sol, depois de alguns dias frios e outros nem tanto.
Meus planos era um plano só: pegar minha gata na casa dela e sair por aí, rodando de moto, visitando lugares e, é claro, lá pelo final do passeio, antes de devolvê-la aos seus pais, dar uma paradinha num motel… aquela transinha básica:
Os beijos e as chupações, uma no papai e mamãe, outra, logo na sequência, com ela me cavalgando, depois uma hidro pra relaxar, um 69 bem sacana na volta para a cama, carícias com o dedo numa certa parte do seu corpinho, e mais uma… naquela sua bundinha deliciosa.
Ela adora atrás, desde que comecei a viciá-la, há uns três anos e meio mais ou menos, quando ainda era virgem.
Clara, vou chamá-la assim, hoje tem 18 aninhos, já deixou de ser virgem faz um bom tempo, mas não dispensa aquela saideira… no bumbum.
Tem vezes, inclusive, que a primeira, a segunda e a terceira é no bumbum… só no bumbum.
Ela diz que goza diferente quando leva atrás, mas que é um gozo prolongado, que lhe amolece todo o corpo e a deixa derrubada.
Mas quando cheguei na casa na mina descobri que ela tem uma irmã menor, quatro anos mais nova, tão linda e gostosinha como ela.
Claro que não foi isso o que descobri, pois já conhecia a sua irmã Selma.
O que descobri, ainda nos telefonemas da semana, foi que a Selma, ou Selminha, estava de namorado, e que, ao contrário do que fazia tempo já acontecia comigo, que podia sair tranquilamente com a Clara, pois seus pais já me conheciam e deixavam, ele, o namorado, não podia sair com a Selminha… ou a Selminha não podia sair sozinha com ele.
– Só se ele (eu) estiver junto. – sentenciava o pai, homem meio durão, sério, cheio de coisas de igreja e tudo o mais.
E como a Selma é ainda novinha, os pais faziam marcação.
Mas nada disso vem ao caso, só estou explicando para confundir… para ficar mais difícil eu ser descoberto, nós dois sermos descobertos.
Quer dizer, até vem ao caso, pois eu já estava imaginando que o meu plano de passear com a Clara e transar com ela num domingo maravilhoso não ia dar muito certo… a menos que fôssemos os quatro para um motel.
E logo, para o meu deleite, o plano começou a sair diferente do que eu tinha imaginado, mas por um outro motivo.
Cheguei na casa dela por volta das onze horas da manhã e encontrei apenas a Selminha.
– Estão todos no hospital. Minha mãe passou mal, meu pai foi levar, a Clara foi junto… e estou presa aqui.
– Está presa? Como assim?
– Meu pai falou para eu não sair até que eles voltem… e nem meu namorado eu posso ver.
– Não pode ver por quê? Ele não pode vir aqui?
– Não! Quer dizer, não pode vir enquanto eu estiver sozinha.
– Mas você não está sozinha… eu estou aqui.
– Eu sei. Mas agora ele já foi embora.
– Foi embora? Então ele estava aqui, é?
– Estava. Veio para passearmos juntos, se você quisesse, mas quando eles saíram, meu pai falou para ele sair também.
– Que chato não! Se ele tivesse ficado, a essa hora vocês estariam…
– Estaríamos o quê?
– Sei lá! Estariam brincando de amarelinha, pulando corda…
– Seu bobo. Eu sei o que você quis dizer. Mas fique sabendo que estamos namorando não faz nem quinze dias e…
– E…?
– E nunca transamos, se é isso que você quer saber.
– Ainda não transaram? Quinze dias já, e nada, nem umazinha?
– Seu bobo bobão! Claro que não vou transar com ele assim, logo no início, a gente mal se conhece, nem sei se vai dar certo o namoro.
– Isso não quer dizer nada. Você me conhece há tanto tempo e nunca transou comigo.
– Claro que não! Nem somos namorados nem nada.
– Nem nada…? Então, pelo que sei esse menino é o seu primeiro namorado.
– Exatamente. Nunca que eu tinha namorado.
– Então você nunca transou.
– Por que não?
– Se só transa com o namorado e se nunca namorou…
– Teve um menino lá na escola…
– O que tem o menino… namorou com ele?
– Não.
– Transou com ele?
– Transei.
E então deu-se o milagre da fé… quer dizer, o milagre do tesão.
Parece até que a palavra “transei” ou, então, a revelação dela de que havia transado, causou uma reação química entre nós dois, uma fermentação, uma chama, que só podia ser apagada com uma transa.
E foi o que fizemos.
Transei… ela havia dito, e por algum momento ficamos olhando um para o outro, frente a frente, olhos nos olhos.
Ela com aquele top que mal lhe cobria os peitinhos, e aquele shorts que tanto realçava suas coxas sua “testa”, sua bundinha.
Eu baixando os olhos para conferir.
Eu com o pau duro, querendo furar a bermuda.
Ela baixando os olhos para “se assustar”.
– Mas… O que é isso, menino?
– Isso… Isso é coisa que uma menina ganha quando transa com um menino. – falei, pegando a sua mão e puxando-a para cima do meu pau.
– Grandão! – ela falou, dando um apertão.
– Quer ganhar ele?
– Quero.
E caímos no sofá da sala.

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Em segundos, depois de alguns beijos alucinados… na verdade, junto com os beijos alucinados, seu top já estava no chão e seus peitinhos nas minhas mãos.
Que peitinhos!
Ainda em formação, lindos maravilhosos, durinhos, bicudinhos, cabia tudo na boca.
E eu colocava tudo na boca, ora um, ora outro.
Sugava.
Mas também ficava sós nos biquinhos, mordendo com os lábios, acariciando com os dentes, deixando-a, simplesmente, alucinado, já quase sem controle sobre o seu corpo.
Mas eu queria aluciná-la ainda mais, migrando dos peitinhos para a sua xaninha.
Que xaninha!
Os pelinhos ainda nem haviam se formado por completo, e abaixo deles aquela fenda maravilhosa, avermelhada, molhada.
Verdade! Ela já estava molhada, mais que molhada, antes mesmos de eu dar o primeiro beijinho, a primeira passada de língua.
Talvez já estivesse molhada porque já era sua intenção transar, com o namorado ou comigo. – fiquei pensando naquele momento.
Talvez já estivesse molhada porque antes de dar o primeiro beijo eu fiquei olhando, admirando, fazendo ela abrir as pernas, abrir cada vez mais as pernas.
E ela não só abria como também ia projetando o seu quadril para frente, como a querer esfregar sua xaninha na minha boca antes que eu chegasse nela.
Tanta expectativa, tanta vontade, tanto tesão, e quando dei o primeiro beijo ela quase gozou.
Deu um gemido forte, deu uma gingada forte no quadril, projetou mais ainda a sua xaninha, ofereceu-se para ser chupada, lambida, beijada, penetrada com o meu dedo, penetrada com o meu pau.
– Vem! Vem. Não aguento mais. – ela começou a dizer, num certo momento, enquanto tentava fazer eu parar de chupar, me erguer, tirar o meu pau.
Ela tirou o meu pau.
E tirou de uma maneira que parecia estar curiosa para ver, pegar, sentir, conferir o tamanho.
Percebi claramente a sua curiosidade nos seus olhinhos, a cada movimento que ela fazia até estar com o meu pau todinho nas mãos… na boca.
Não sei se era sua intenção me chupar, pois, sentada no sofá como estava, foi logo abrindo novamente as pernas e me puxando, já apontando a cabecinha na sua grutinha.
– A camisinha. – lembrei a ela, e se não tivesse lembrado, acho que teria ido sem, pois ela não estava nem aí, só queria ver entrar, sentir entrar.
Mas no que me levantei para pegar a camisinha no bolso da bermuda, que ela já havia me tirado, aproveitei para colocar o pau na sua boquinha e…
Bom… dizer que ela chupou seria um certo exagero. Na verdade, chupou tal como a Clara havia me chupado na primeira vez, na sua primeira vez, na primeira vez que chupou um pau.
Logo vi que a Selminha nunca havia chupado e tudo o que fazia era ficar meio que mamando, mal colocando a cabecinha na boca.
Um dia você aprende. – pensei, começando, então a vestir a camisinha.
E ela ficou vendo, assistindo, com aquela curiosidade nos olhos.
E estava curiosa também, mais curiosa ainda, quando me ajoelhei novamente entre as suas pernas e ela foi conduzindo o meu pau à sua grutinha.
Como estava molhada!
E como ela olhava, mais que curiosa, milímetro por milímetro que sumia para dentro dela.
Parecia até que nunca tinha visto um pau entrar.
Será mesmo que ela já havia transado alguma vez antes?
E por que eu haveria de querer saber?
O que eu queria saber, o que eu sabia, ali, naquele momento, é que aquela grutinha apertadinha, molhadinha, era um tesão só envolvendo o meu pau, engolindo ele todinho, mexendo nele, rebolando nele.
O que eu sabia é que o seu corpinho virou uma massa de energia, de fissura, de tesão sem limites…
E suas perninhas me envolviam, querendo me puxar cada vez mais para dentro do seu ventre.
E suas unhas fincavam nas minhas costas, acho que até arrancando sangue, pois doía… uma dor gostosa, de tesão.
E o que eu sabia que com aquele tesão todo da menina eu nem ia me aguentar muito até gozar, pois além de ser uma novidade a menina, coisa que sempre dá um certo descontrole, era muita agitação dela junto ao meu corpo, seu quadril rebolando, sua xaninha esfregando aquele montinho de pelos nos meus pelos…
Seus gemidinhos.
Seus gemidos.
Seus gemidões.
Seus gritos.
– Goza, menina! Goza!
Gozamos juntos.
Consegui me segurar e despejar o meu prazer no exato momento em que ela explodia o prazer dela.
Mas nem paramos, nem demos um tempo. Ela estava num fogo só e parecia já querer gozar novamente logo em seguida.
E gozou logo em seguida, mas de cavalinho, depois que fiz inverter as nossas posições ela ficou por cima.
Já tinha ouvido falar de mulheres que têm orgasmos múltiplos, que gozam várias vezes na sequência. Se a Selminha tem orgasmos múltiplos eu não sei, mas sei que gozou duas vezes mais em cima de mim, enquanto eu me esquentava para gozar a minha segunda vez.
E quantas vezes mais ela teria gozado, não fosse o telefonema da irmã dizendo que a mãe já estava bem que eu estavam voltando?
Um dia vou descobrir.

(…)

– Me conta das suas transas. – perguntei, já vestidos, sentados lado a lado no sofá.
– Que transas?
– Suas transas com o menino lá da escola.
– Que transas com o menino da escola?
– Que enrolação, menina!
– Tá bom! Foi uma vez só, então. Me conta.
– Mas eu não tenho o que contar. Nunca transei… a não ser agora, com você.
– Tá brincando! Você é virgem?
– Era, não é?
– Mas… mas por que não me falou?
Ela falou, explicou, e pelo que entendi, ela queria se passar por uma menina experiente, que já sabia das coisas.
Só uma coisa eu não tinha entendido.
– Mas me fala uma coisa… com a Clara foi, assim, meio difícil, saiu sangue… pouquinho, mas saiu. E com você… Não acho que você era virgem.
– Era sim… cabo de escova de cabelo não conta, conta?

(…)

Nada nesse mundo poderia indicar à Clara e aos seus pais, quando eles voltaram, o que havia acontecido ali enquanto estavam fora.
Selminha e eu já estávamos vestidos e arrumadinhos, ocupados em tentar preparar alguma coisa para o almoço, tipo, pedir pizzas.
Ela tinha, inclusive, mudado o top por uma camiseta, mais discreta, como ela mesma falou.
A camisinha já estava escondida no fundo do cesto de lixo.
Clara nos ajudou com o almoço, preparar a mesa, fazer uma salada de tomate, esquentar a sobra de arroz, que seu pai não comia só a pizza, enquanto sua mãe, já medicada, descansava na cama.
Quer dizer… papais inocentes, uma irmãzinha inocente, uma namorada inocente…
Algum tempo depois, após um telefonema da Selminha, apareceu também um namorado inocente… mal havia começado um namoro e já tinha um galho na testa. E que galho.
Quanto à Clara e o meu peso na consciência, me prometi que daria a ela a tarde mais gostosa da sua vida, num motel, dando uma no papai e mamãe, outra na cavalgada, e mais duas no bumbum, que ela estava com muita vontade… daria até as três só no bumbum, se ela quisesse.
E foi o que fizemos, enquanto a Selminha e o corninho ficavam lá, na casa, zelando pela mãe, sob a vigilância do pai.
Que domingo!

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