Tesão e tentação…
o pauzão do amigão do meu irmão
O diabo atenta e a faca entra, sempre ouvi dizer a minha avó, quando eu ainda era criança e estava fazendo alguma brincadeira perigosa.
Ela já se foi, mas tinha razão, o diabo me atentou e a coisa entrou.

(…)

Meu namorado era o único.
Sei que vivo em pecado com ele, pois, ao contrário do que minha avó vivia falando e do que minha mãe vive falando, não esperamos casar para fazer amor, como elas fizeram, já fomos logo transando desde o início.
E transo com ele desde o início.
Primeiro porque sempre morri de medo de chegar uma outra, abrir as pernas e roubar ele de mim.
Segundo, vou confessar, porque sempre tive vontade de abrir as pernas… principalmente quando estou próxima daqueles dias.
Mas sempre só tive vontade com ele, só abri pra ele.
Ele foi o primeiro e sempre jurei fidelidade eterna, nunca pensei em qualquer outro menino ou qualquer outro lance que não fosse com ele.
Nas festinhas da escola ou da galera sempre fico meio retraída, evitando dar chance de alguém se aproximar. Tudo para não me ver envolvida com outro.
Mas então, como que numa tentação do capeta, o outro apareceu um dia na minha frente, como se fosse o próprio capeta, me apontando o tridente.
E depois daquela aparição não tive mais sossego, e o meu namorado… bem, o meu namorado…
O que aconteceu foi que o meu irmão mais velho arranjou um novo amigo e esse novo amigo começou a frequentar a nossa casa e quase nem saía mais daqui.
Não sai mais daqui.
Sempre que chego da escola, os dois estão na sala, estudando, montando uns aeromodelos que eles gostam, jogando vídeo game.
Dou um beijinho em cada um e venho para o meu quarto, fazer minhas coisas, cuidar da minha vida.
Mas teve um dia que o capeta estava com vontade de trabalhar e fez faltar luz na escola.
Fomos dispensados mais cedo e cheguei em casa antes do meu irmão e do seu amigo.
Comecei a fazer as minhas coisas, me deu uma vontade louca de fazer xixi, fui para o banheiro, ergui a saia, baixei a calcinha e sentei no troninho.
Estava despejando graciosamente, fazendo aquele barulhinho na água, quando a porta se abriu.
Pensando estar sozinha, eu nem tivera o cuidado de trancar a porta.
Pensando só estarem os dois na casa, e apertado para mijar, o amigo do meu irmão foi chegando, empurrando, entrando… já com o pinto de fora.

P I N T O ?

– Aí, menina! Mil perdões. Eu não sabia que você já estava em casa… – ele foi falando, enquanto tentava guardar aquele negócio dentro da calça.
– Devia ter batido… – falei, um tanto nervosa, outro tanto assustada, enquanto me levantava, suspendia a calcinha e baixava a saia, sem nem mesmo secar a pepeca.
Saí do banheiro e vim para o meu quarto, ainda transtornada com aquele acontecimento.
Ou eu estaria transtornada com outra coisa?
Que visão dos diabos aquela!
O tridente do diabo em brasa, me encharcando.
Deus me livre se o meu namorado tivesse um negócio daqueles! – eu pensava, pensava, pensava.
– Já pensou se o meu namorado tivesse um negócio daqueles… – eu imaginava, imaginava, imaginava.
E no dia seguinte, sábado, transando com o meu namorado na caminha dele, fiquei olhando, pegando, comparando.
Eu não tinha pegado no pinto do amigo do meu irmão, é claro. Só tinha olhado e, assim mesmo, de relance. Mas pegava no pinto do meu namorado e ficava imaginando como seria aquela outra coisa na minha mão.
E na minha pepeca?
Então o diabo fez minha mãe comprar iogurte.
Iogurte é tiro e queda.
Não tem coisa melhor para pegar menino.
Até eu que, que nunca peguei menino algum, sempre fui pega pelo meu namorado, fiz do iogurte a minha arma infalível.
Mas, esclarecendo, além do iogurte, um outro ingrediente ajudou o capeta na execução dos seus planos diabólicos: as minhas visitas mensais.
Sempre que estou chegando naqueles dias, entro em modo de emergência, saio do meu controle, e se o meu namorado não está por perto para resolver a minha situação, sei não, mas acho que sou capaz de dar para o primeiro que aparecer.
Mas isso é uma coisa que eu só pensava, porque nunca dei para outro menino… já falei isso.
Nunca tinha dado.
E naquele dia, que era uma segunda-feira, mil impedimentos haviam impedido (foi redundante mesmo) que eu transasse com o meu namorado no final de semana, e a gente só ia poder se ver de verdade (ver com transa) quase quinze dias depois, pois eu já estava chegando naqueles dias, com a visita agendada para o final daquela semana.
Eu estava, então, matando cachorro a grito, como se diz por aí.
Estava com tanto tesão, mas tanto tesão, que até a calcinha me incomodava, ficava roçando na minha pepeca.
Se eu contar ninguém acredita, mas fui para a escola vestida normalmente, saia, blusa e as peças íntimas, e quando voltei, eu estava só com a peça íntima de cima (e a saia e a blusa, claro), pois a peça íntima de baixo eu havia tirado no intervalo da aula, de tanto que ela me incomodava.
Deu-se, então, um fato curioso que me fez ficar pensando se os meninos sabem quando a gente está desprotegida por baixo, pois foi só eu sair do banheiro com a calcinha guardada na bolsa e uns três ou quatro meninos já ficaram me olhando.
Ou será que foi a minha expressão de desespero sexual que chamou a atenção deles?
Eles que não bobeassem, pois eu bem seria capaz de agarrar um deles e levar para os fundos da escola.
– Ou me come ou saio daqui gritando que você me agarrou.
Mas claro que não fiz isso.
O que fiz foi assistir as aulas finais sem calcinha, sair pra rua sem calcinha e chegar em casa sem calcinha… muitos meninos me olhando.
Mas quem olhou mesmo, muito mais, foi o amigo do meu irmão.
Como é que ele sabia que eu estava sem calcinha?
Ou será que nem sabia, nem me olhava diferente e eu é que estava vendo coisas, imaginando coisas, desejando aquela coisa, por causa daquele meu tesão fora do controle?
Mas… se ele não estava me olhando, começou a olhar logo depois. Primeiro por coincidência, depois por lasciva* e iogurte ou iogurte e lasciva.

*Lasciva(1): sensual, libidinoso(a), desregrado(a), brincalhão(ona), travesso(a).
*Lasciva(2): Menina muito a fim de dar.

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Minha casa tem a sala e a cozinha separadas apenas por um balcão. Os dois, meu irmão e seu amigo estavam jogando vídeo game, de costas para a cozinha, e eu estava pegando um pote de iogurte na geladeira.
Foi nesse momento que, não sei exatamente por qual motivo, a não ser por força do capeta, o menino deu uma meia virada de pescoço para a cozinha.
Eu estava levando uma colherada de iogurte à boca e me vi na obrigação de fazer um gesto, oferecendo a ele.
Ele não fez nada. Nem gesticulou que não queria, nem acenou que queria, e nem voltou o pescoço para a televisão. Ficou um poste, me olhando, acho que nem piscava.
Foi então que me vi na obrigação… quer dizer, na tentação de fazer o que fiz, seguir os mandamentos da capeta…
Fiquei segurando a colher próxima à boca e comecei a passar a língua na bolota de iogurte, lambendo o iogurte.
O menino ficou de pau duro.
Claro que não pude ver que ele estava de pau duro, só pude imaginar.
Mas logo deve ter amolecido, porque o meu irmão o chamou a prestar atenção no jogo e o menino teve de virar o rosto.
Ele virou, e o meu jogo de sedução acabou.
Acabou?
Algum tempo depois, eu estava no meu quarto, deitada de bruços na minha cama, fuçando no meu celular, trocando uns zaps com o meu namorado, quando, para o meu espanto, senti a presença pauzuda do menino já quase na borda da cama.
Presença pauzuda, espanto maravilhoso, pois o calção do menino estava armado… uma verdadeira barraca.
Instintivamente, olhei pela porta, pensando no meu irmão.
Instintivamente também, forcei-me sobre os cotovelos e me arrastei para mais próximo do menino… quer dizer, mais próximo do pau do menino.
Aquele pauzão ao alcance da minha boca.
Olhei novamente para a porta.
– Ele está no banheiro. – disse o menino, já tirando aquele negócio pra fora.
– Você é doido… – falei, abocanhando, sem por as mãos, pois eu estava apoiada nos cotovelos.
Abocanhei e suguei, como sempre gostei de fazer com o meu namorado. Suguei e engoli, até quase a metade, bem diferente do que costumo fazer com o do meu namorado.
Um, do tamanho normal, sempre engoli tudo, até sentir na garganta.
Outro, um exagero, mal engoli a metade, e de jeito nenhum aquela cabeçorra entrou na garganta.
Me arrombava.
Fiquei mamando, trazendo até os lábios, engolindo novamente, só sentindo aquela enormidade me fodendo a boca.
Mas não era exatamente na boca que eu estava precisando. Aquilo só estava piorando ainda mais a minha situação.
Escutamos passos do meu irmão. Estava naquele momento garganta quando ele foi chegando.
O menino só teve tempo de esconder o tronco e ficar meio de costas para o meu irmão, já na porta.
Eu só tive tempo de correr a boca no lençol e limpar aquela baba inicial, que ele já tinha soltado.
Fingimos estar conversando, voltei a ver os meus zaps.
Meu irmão o chamou de volta para a sala.
– Preciso transar. – fiquei falando comigo mesma.
– Preciso daquele pau. – minha pepeca me pedia.
Voltei para a cozinha para comer mais iogurte, queijo, qualquer coisa.
Vésperas de menstruação me dá tesão, e tesão me dá fome.
Mas foi o capeta que me fez ir até lá, pois vi na porta da geladeira uma lista de compras que a mãe havia deixado e falei que ir ao supermercado era tarefa dele, o meu irmão.
– Eu já vou. – ele disse.
– Você fica. – pisquei para o menino.
E ele ficou. Inventou que ia procurar um jogo novo para baixar e ficou… comigo.
A capetagem foi imediata.
Mal o meu irmão saiu pela porta da rua, eu e o menino entramos por outra porta, a do meu quarto.
– Vamos logo! – falei, quando ele começou a me abraçar e a dizer que ia me chupar todinha. – Depois você chupa. – falei, já tirando uma camisinha da gaveta, baixando seu calção e vestindo o seu pau.
Sem calcinha como eu já (ainda) estava, puxei a saia para cima, deitei-me cama, chamei por ele, abri as pernas, ajeitei o seu pau na pepeca e…
– Põe! Põe! – pedi, implorei.
E foi eu mesma que me penetrei, erguendo meu quadril, subindo contra ele.
Que transa louca!
Que pauzão gostoso invadindo a minha pepeca, forçando, fazendo ela ficar largona, indo até o fundo, bem fundo!
Um fundo que eu nem sabia que tinha.
Abracei-o por inteiro, com os braços e com as pernas. Ele ficou todinho meu.
Transa doida!
Pressa de gozar, medo do meu irmão chegar, vontade de nunca mais parar… aquele pintão gostoso preenchendo por inteiro as minhas entranhas.
Soca, soca, soca…
Geme, grita, geme…
Mas toda transa uma hora chega ao fim.
Gozei, gozei, o menino gozou, meu irmão voltou, nem desconfiou, nem viu que eu estava querendo mais e mais, e o menino também.
Só que a nossa transa ainda não havia acabado.
Ficamos ali pela casa, naquela agonia, trocando olhares, querendo matar o meu irmão ou, pelo menos, fazer ele dormir com alguma droga… se tivéssemos, e sempre que dava, era um agarra-agarra, passadas de mãos, beijinhos.
Até que lembrei que precisava estender a roupa e chamei o menino para me ajudar.
– Mas não tem nada na maquina.
– Claro que não! Coloca logo…
Ele colocou… a camisinha no pau e o pau com a camisinha na minha pepeca.
Fiquei ajoelhada numa cadeira, perto da janela, olhando meu irmão lá dentro no vídeo game, enquanto que ele, o menino, me pegava por trás e, novamente, me preenchia.
Eu já tinha transado algumas vezes ali na lavanderia, escondida do pai e da mãe, mas sempre com o meu namorado, nunca com outro menino, e nunca com um pauzão daquele.
O menino me agarrava pelas coxas e socava fundo, sem dó nem piedade… e o que eu menos queria era piedade. Só queria gozar, gozar e gozar.
E gozei, gozei e gozei.
Só paramos e disfarçamos quando o meu irmão nos procurou, achando que estávamos demorando muito.
– Já estenderam tudo? Mas cadê a roupa…?
– Eu me enganei. Não tinha roupa para estender.
– Mas… e o que vocês estão faze do aqui, então?
– Conversando… só estamos conversando.
Se meu irmão acreditou, não sei.
Só sei que sosseguei um pouco o fogo que sempre me consome quando estou nas vésperas daqueles dias.
Mas já pensando no dia seguinte.
Ô tentação, viu!

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