Sou a baixinha que todo mundo queria comer
É incrível como uma simples conversa que ouvi sem querer me transformou, provocando em mim coisas que antes eu nem pensava.
Sou dentista, sou baixinha.
Meu corpo é bonitinho e só uma coisa sempre me incomodou: meu quadril e minha bunda, que são um tanto desproporcionais ao meu tamanho.
Pelo menos isso foi o que sempre pensei, o que sempre me deixou complexada, tanto assim que me agarrei ao primeiro namorado sério que tive e disse sim ao seu primeiro pedido de casamento.
Na verdade eu o amo demais e foi por isso que me casei com ele, mas que em outros tempos eu tinha medo de ser rejeitada e nunca ser pedida em casamento… isso eu tinha.
Coisas de mulher encucada.
Temos um filho que agora vai fazer 9 anos, e como eu me casei com 20… façam as contas.
Aí… no final de 2011, conseguirmos comprar a nossa casa própria e montar junto à casa o meu consultório próprio, pois que antes eu trabalhava em sociedade com outras três meninas que haviam se formado comigo.
E no meu consultório próprio, é claro, eu precisava fazer instalações hidráulicas, elétricas, de ar, e outros serviços de alvenaria e pintura.
A solução encontrei na vizinhança, no Marcelo e no Eduardo, dois rapazes, um eletricista, o outro um faz tudo, quer dizer, é pedreiro, pintor, assentador de piso e tudo o mais.
Contratei-os para realizarem os serviços no consultório e também na casa, inclusive a instalação de uma banheira que sempre havia sido o sonho do meu marido.
Enquanto eles trabalhavam, eu também ia fazendo uma coisa ou outra, enquanto meu marido tinha de ir trabalhar.
Tudo corria normal, até que, depois de alguns dias de trabalho, quebrando, refazendo, pintando, instalando, e tudo o mais, acabei ouvindo uma conversa entre os dois: o Marcelo e o Eduardo.
– E essa baixinha, aí? – perguntou o Marcelo para o Eduardo, e eu entendi perfeitamente o segundo sentido da sua pergunta.
– Qual é, meu? – perguntou o Eduardo. – Tá a fim de fazer um aterramento na moça?
– Gostosinha ela, não? Me deixou de boca aberta.
– Claro que ela deixa todo mundo de boca aberta… é dentista.
– Mas eu fico de boca aberta é por causa daquela bundinha. Você viu como ela é gostosinha?
Num primeiro momento, fiquei um tanto revoltada com aquela conversa, pois os dois, que me pareciam tão respeitadores, estavam a me espiar e a falar coisas de mim na minha própria casa.
Mas depois, com o passar das horas, comecei a perceber que se tratava de uma conversa normal entre homens, assim como nós mulheres comentamos sobre eles.
Achei até que devia tomar aquela conversa como um elogio.
Curiosa e tonta como eu sou, cheguei até a pensar em perguntar para o meu marido que negócio é esse de aterramento, mas não perguntei, porque percebi que boa coisa não era.
Ou seria?
Fui até o computador do meu moleque e pesquisei.
E então descobri que nada mais é que enfiar uma barra comprida de metal no chão para desviar descargas elétricas, etc…
Enfiar barra comprida?
Comecei a prestar mais atenção nas conversas dos dois, e também nos olhares que eles me dispensavam, principalmente quando pensavam que eu não estava atenta ao que diziam.
E fui ouvindo conversas em cima de conversas: aterramento, ligar o positivo com o negativo, alta tensão, alta tesão, mexer com força…
Comecei a desconfiar que o aterramento do qual falavam era enfiar uma barra comprida noutro lugar, justamente naquela parte do meu corpo que sempre havia me causado complexo.
Mas tinha outra coisa.
Se não bastasse a conversa dos dois homens, me lembrei de algumas conversas que andei ouvindo e até participando no antigo consultório que eu tinha em sociedade.
Havia uma cliente que dizia ter um amante, e minhas colegas ficaram interessadas em saber como ela conseguia manter o amante oculto do marido.
– É que ele é muito discreto. – ela dizia. – E dou um conselho a vocês, quando desejarem um amante, cuidem para que seja alguém discreto, do tipo “come quieto”… assim a coisa vai longe.

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Então chegou uma sexta-feira em que tudo aconteceu… ou quase tudo.
Era o dia de praticamente concluir as reformas, últimos retoques de alvenaria, algumas instalações hidráulicas e elétricas, uma coisinha aqui, outra coisinha ali… e eu não tinha nenhum paciente para aquele dia.
Minha única tarefa era acompanhar o Marcelo e o Eduardo para fazer as escolhas das peças que estavam faltando. E como eram peças de decoração, como luminárias, interruptores, torneiras, maçanetas, minha presença na loja era necessária.
Fomos os três, no meu carro, eu dirigindo, e logo de saída já me chamou a atenção o modo como o Marcelo olhava para um grupo de meninas saíam de um colégio. Ele estava comendo todas com os olhos.
Não pude deixar de rir, ainda que secretamente, mas também não pude deixar escapar um pensamento que, no final, iria mudar todo o rumo daquele dia.
Eu pensava naquelas meninas, cada uma indo para sua casa, para a casa de seus namorados, para qualquer lugar. Cada uma delas se agarrando com um menino, dando seus amassos, algumas até transando. Todas elas, livres, leves e soltas, prontinhas para a diversão, qualquer diversão.
Eu tinha reparado numa baixinha, corpo muito semelhante ao meu, mas novinha ainda. Pensava na bundinha da menina, cheinha igual a minha…
Será que ela tinha algum problema com a sua bunda?
Ou será que ela não estava nem aí e até aproveitava para fazer algum aterramento, muitos aterramentos?
E eu nunca tinha feito um aterramento, nem quando menina, em idade de colégio, nem depois de moça, nem depois de casada.
Será que é horrível?
Será que é maravilhoso?
Dois homens no meu carro, um olhando e secando tudo quanto é mulher na rua, o outro mais discreto.
Um com pensamentos obscenos de fazer aterramento em mim, o outro, não menos sem vergonha, embora mais discreto e respeitoso.
Dois homens comigo na loja, vendo material, escolhendo material, olhando as vendedoras, as outras clientes.
Num certo momento, numa seção de equipamentos para banheiro e os dois homens logo se viram fascinados por uma banheira de hidromassagem, cheia de recursos, e que estava funcionando, a água sendo movimentada, esguichada…
– Eita! Eu com aquela baixinha numa banheira dessas… baixando o espírito bucetal… – falou o Marcelo, que logo recebeu uma cotovelada do Eduardo, pois eu estava chegando junto, bem atrás deles.
O Marcelo só faltou mergulhar e desaparecer na água da banheira, mas não fez isso e também não falou nada, não tinha o que falar.
Espírito bucetal!? – eu ficava repetindo, me admirando com o que tinha ouvido, pela primeira vez na vida… – Espírito bucetal.
Chamei-os para decidir sobre uns interruptores e tudo ficou por isso mesmo.
Não.
Não ficou por isso mesmo.

(…)

De repente, a partir daquele momento, e juntando a lembrança das meninas lá na porta do colégio, da menina de bundinha cheinha, minha cabeça começou a rodar num ritmo diferente, acelerado, enviesado, descontrolado.
Bundinha, aterramento, dois homens, nenhum paciente para aquele dia.
Não é exagero dizer que deixei a decisão sobre o restante do material que faltava por conta deles, pois já não conseguia me concentrar em nada.
Também não é exagero… foi a mais pura realidade, que comecei a me imaginar com aqueles dois homens no meu futuro consultório, em meio ao resto de material de obra que ainda estava por lá, naquelas poltronas ainda coberta por plásticos, nas cortinas fechadas, no carpete ainda não colocado, mas que podia ser desenrolado na sala de espera.
Seria eu louca o bastante para embarcar numa aventura dessas?
Não acreditava muito que fosse capaz, sabia que era apenas um exercício de imaginação, mas em momento algum imaginei que pudesse concretizar aquilo tudo o que eu estava imaginando.
Na verdade, eu nem sabia direito o que estava imaginando, só sabia que me via transando com dois homens ao mesmo tempo, mas não era capaz de entrar em detalhes.
E por não conseguir entrar em detalhes é que me via incapaz de fazer tal coisa.
Incapaz?

(…)

Chegamos de volta ao local da obra, isto é, ao meu futuro consultório, os homens descarregam as coisas, começaram a se preparar para trabalhar, quando me deu a louca… baixou o espírito bucetal
Não tínhamos a banheiro, mas tinha o espirito bucetal.
Tratei de verificar a porta, certificar-me de que estava devidamente trancada por dentro.
Pedi ao Eduardo que fixasse a cortina da janela.
– Mas não é melhor ver as outras coisas primeiro? Pode sujar…
– Eu quero ver como fica. Coloque, por favor.
Os dois se juntaram para fixar a cortina e quando terminaram, pedi que a deixassem fechada.
– Mas assim vai ficar meio escuro para a gente trabalhar. – falou o Marcelo.
– Eu sei… Mas é assim mesmo, meio no escuro, que quero ver os dois trabalhando.
– Como assim? – perguntou o Eduardo, olhando-me de forma indagativa.
– Como assim…! Como assim, que pergunta sou eu. Quero saber que história é essa de fazer aterramento e…
– Isso é coisa do Marcelo. – apressou-se em falar e se defender, o Eduardo.
– É só uma brincadeira… eu… Não tem nada demais. – começou a falar e gaguejar o Marcelo.
– Brincadeira, não é? Brincadeira com uma mulher casada.
– Mas senhora… – falou novamente o Marcelo.
– E vocês também são casados.
– Eu falo o tempo todo para o Marcelo que ele precisa parar com essas conversas, mas não adianta. – voltou a falar o Eduardo.
– Senhora me desculpa… – começou o Marcelo.
– Desculpar? Eu vou é chamar o meu marido, contar tudo pra eles.
– Pode contar… Mas não diga que fui eu, porque eu não fiz nada, não falei nada. – pediu o Eduardo.
– Eu falei, mas… – tentou se defender o Marcelo.
– Falou, mas não falou… é isso? Pois agora você vai ter de explicar ao meu marido que história é essa de aterramento… e espírito bucetal.
Mas, nessas alturas, diante do estado de nervosismo dos homens, principalmente do Marcelo, comecei a me trair… quer dizer, não consegui mais manter a seriedade e deixei escapar um sorriso, outro.
E os dois perceberam que eu estava brincando, e deixaram escapar um suspiro de alívio, mas principalmente o Marcelo.
Fiquei parada, olhando para eles.
Ficaram parados, olhando para mim.
– E aí… vão ficar aí feito duas estátuas? – perguntei.
– Claro que não. Vamos terminar o serviço. – falou o Eduardo.
– Isso mesmo. Vamos terminar logo. – falou o Marcelo.
– Terminar o quê, se vocês ainda nem começaram? – perguntei.
– Não começamos? Mas… – eram os dois falando praticamente ao mesmo tempo.
– Nem começaram, sim. Cadê o aterramento?
Coitados!
Ficaram trocando olhares, sem saber direito o que eu estava falando ou fazendo, talvez, ou com certeza, desejando que fosse alguma sacanagem, mas sem coragem para acreditar nisso, até que resolvei acabar com o impasse.
– Vocês são dois bananas. Me fizeram baixar o espírito bucetal e agora ficam aí parados… Não vão fazer nada?
Mas o impasse se tornou maior ainda, pois nenhum dos dois se atrevia a falar e menos ainda a fazer qualquer coisa.
Gozado esses homens. – pensei. – Vivem dando de cima de todas as mulheres, mas quando uma mulher tomam a iniciativa, simplesmente empacam, ficam sem saber o que fazer.
Resolvi dar a solução final, mesmo porque era o que eu mais estava querendo. Eu já estava realmente com o espírito bucetal.

(…)

Eu estava usando uma bermuda meio curta e bem justa ao corpo, e comecei a abrir o zíper, fazer aparecer a calcinha…
À minha frente um par de olhos arregalados, quase saltando da órbita.
Fui baixando a bermuda até deixá-la na altura dos joelhos.
À minha frente a situação permanecia a mesma. E única diferença é que agora concentrava seus olhares na minha calcinha… preta.
Levantei a bermuda, dei a entender que ia fechá-la no corpo e encerrar tudo.
Continuaram estáticos.
– Ou vocês vêm ou fecho a bermuda e vou embora. – falei.
E como continuaram tal como antes, um tanto pasmos, eu acho, eu é que fui até eles.
Cheguei e juntei no pau de cada um.
– Vocês querem me comer e quando me ofereço vocês brocham… hum? Estão nervosos por quê? Nunca viram uma mulher se oferecer? Ou será que estão com medo de brochar um diante do outro? Ah… Já sei. Vai ver que estão com vergonha de mostrar os pintos… vai ver que um tem medo de ter o pinto menor que o outro… É isso?
Eu falava e alisava, massageava, enquanto percebia que, realmente, os dois estavam bastante desconfortáveis com aquela situação, principalmente o Marcelo.
E logo descobri por que.
Ajoelhei-me e rezei… quer dizer, abri a calça dos dois, ao mesmo tempo, com uma mão só em cada um. O Eduardo até que me ajudou, puxando o zíper para baixo, mas o Marcelo permaneceu tão estático quanto antes.
Coitado!
Tirei o pau do Eduardo… uns 16 ou 17 cm, eu acho, enervado, duro feito pedra, igual o do meu marido. Gostoso.
– Hum… que pau gostoso! – falei.
Tirei o pau do Marcelo… uns 13 cm, tamanho normal, duro também, mas com aquela pele horrorosa sobre a cabecinha, que mostrava bem a necessidade de uma operação de fimose.
Meu marido era operado, o Eduardo era operado, o Marcelo não… E tão metido a pegador, tão cheio de falar gracinhas, fazer gracinha.
Na certa, suas gracinhas eram uma forma de compensar a falta de um bom pau.
Na certa, também, ele devia passar vergonha diante das mulheres, se é que pegava alguma.
E eu fazendo o coitado passar vergonha diante de outro homem.
Fiquei com dó.
– Hum… dois paus gostosos, gostosíssimos! – falei, quando tirei fora o p… o pinto do Marcelo.
Elogiei e chupei.
Comecei pelo Marcelo, para compensar um pouco a desvantagem que ele estava tendo.
Mas chupei e logo percebi algo diferente. Era o cheiro.
Eu já sabia que aquela pele horrorosa sobre a cabecinha do pênis, apesar de ser natural, é local de acúmulo de sujeira, bactérias…
Foi a ginecologista quem explicou, antes de operar o meu filho da fimose.
– Podemos deixar essa pele, cortar só o prepúcio (cabresto), mas o ideal é tirar tudo, pois no futuro isso pode trazer problemas para o menino. Vai ter de ficar lavando bem o tempo todo, para não juntar sujeira, bactérias… menina alguma vai querer por a boca ali.
Era uma ginecologista meio safadinha, mas suas palavras valeram muito… salvaram o meu filho de problemas como o que eu estava tendo naquele momento com o Marcelo.
Dei duas chupadas no pau do Marcelo e não aguentei mais, mudei imediatamente para o pau do Eduardo… agora sim, um pau que, além de volumoso e “despelado”, não tinha cheiro ruim.
Mas não era justo deixar o Marcelo ainda mais complexado.
Por isso, parei de chupar, desnudei os dois da cintura para baixo, levantei-me, e puxei os dois até o banheiro, único lugar onde já havia torneira com água.
Puxei os dois pelos pintos.
– Venham aqui, meninos. Mamãe me ensinou que não posso ficar colocando a boca em paus sem antes lavar… não faz bem.
E lavei o pau dos dois.
Quer dizer, o pau do Eduardo nem precisava ser lavado, mas imagina o que aconteceria com o Marcelo se eu lavasse só o pau dele.
Aproveitei para ensaboar, enxaguar, jogar bastante água fria, causar arrepios nos dois… e também aproveitei para chupar mais e mais, ali mesmo, no banheiro.
Chupava os dois por igual, fazia revezamento, ainda que a minha vontade mesmo era ficar só no pau do Eduardo.
Nem precisei enxugar seus paus, pois minha língua já havia feito esse trabalho.
Levantei-me, acabei de tirar a minha bermuda, depois a calcinha, e perguntei.
– Quem vai me lavar?
Os dois grudaram na minha xana, jogando água, passando sabonete.
Mas nenhum dos dois me chupou, porque não deu tempo.
Segurei-os pelos paus, puxei de volta para a sala de espera, pedi que tirassem o plástico de cima do sofá, sentei, abri as pernas.
– E quem vai me chupar?
Ou entendi mal ou o Marcelo logo se esquivou… quer dizer, não falou que não chupava, mas também não tomou a iniciativa de me chupar.
Foi o Eduardo que, prontamente, se ajoelhou entre as minhas pernas e logo meteu sua língua nas minhas dobras, minhas fendas, meus grelos…
Sim… eu parecia ter mais que um grelo, pois em qualquer ponto que ele me tocava eu sentia um tesão de quase rasgar o estofamento do sofá.
E o Marcelo olhando, meio sem saber o que fazer.
E só depois que levantei a camiseta e dei uma olhada mais demorada pra ele é que se sentou ao meu lado e começou a passar a mão nos meus seios… mas só passava a mão.
– Chupa! – pedi.
Não sei o que estava intimidando tanto o Marcelo. Justo ele, que se mostrava o comedor dos comedores. Talvez fosse, ou era de fato, a presença do Eduardo.
Imaginei ou deduzi que a vontade do Marcelo era estar sozinho comigo, fazer as coisas à sua maneira, me subjugar, como devia fazer com a própria esposa, e, principalmente, não ter que provar nada.
E ele já tinha perdido a prova do tamanho do pau.
Começou a beijar meus seios, chupar os biquinhos, mas de uma maneira tão tímida que tive de incentivá-lo mais uma vez.
– Chupa bem gostoso, chupa. – falei nos seus ouvidos, mas não sem antes lançar um olhar de pedido, coisa assim.
Comecei a sentir tesão nos seios.
E lá embaixo o Eduardo já estava quase me fazendo gozar.
Feliz a esposa dele, se ele a chupasse como estava me chupando.
Mas eu não queria gozar na língua. Queria era uma barra comprida invadindo a minha vagina.
– Minha bolsa. – pedi ao Marcelo.
Tirei uma camisinha e dei na mão do Eduardo.
Claro que ele haveria de ser o primeiro!
Mas claro também que eu não deixaria o Marcelo na mão!
E então, enquanto o Eduardo me penetrava, naquela mesma posição em que estávamos, fiz o Marcelo ficar de pé sobre o sofá, com o seu p… com o seu pinto na minha boca.
Chupei gostoso.
Puxava aquela pele horrorosa para trás e chupava a sua cabecinha, soltava tudo e chupava as suas bolas, voltava a chupar a cabecinha e…
Coisa que eu nunca tinha conseguido fazer com o meu marido, e também não ia conseguir fazer com o Eduardo… fui enfiando o pinto do Marcelo na boca, enfiando, enfiando… encostei nas bolas, chegou na garganta.
Me dava ânsia, eu voltava, engolia novamente… fiz isso várias vezes.
E lá embaixo…
Lá embaixo o pau do Eduardo fazia o seu estrago.
Ele já tinha socado fundo umas mil vezes, mas queria socar mais fundo ainda e me fez dobrar as pernas.
Eu sentia suas bolas batendo.
Em pouco tempo estávamos os três em ponto de gozo.
Eu já queria gozar, depois das chupadas do Eduardo e, mais ainda, da sua barra comprida e dura…
Minha xana ardia.
O Eduardo já queria gozar, pela chupada que eu já tinha lhe dado, e pelo calor da minha xana…
Sem querer contar vantagem… sou bem apertadinha.
E o Marcelo… o Marcelo, coitado, estava fazendo de tudo para não gozar antes do tempo, mal conseguia se segurar.
Mas na minha boca que eu não ia deixar.
Virei-o com a bunda para mim, apontei o seu pa… o seu pinto para o lado oposto, e fiquei masturbando, mas não por muito tempo, pois logo ele inaugurou parte do assento e também o braço do sofá… o sofá onde meus clientes iriam sentar, alguns dias depois. Se soubessem.
E gozei também.
Gozei puxando o Eduardo para junto do meu corpo. Puxava com um braço e com as duas pernas. Gozei deixando escapar gemidos do mais puro prazer.
E ouvi gemidos de prazer vindos do Eduardo, daquele seu pau despejando dentro de mim. Não fosse a camisinha.

(…)

Só descansamos o tempo suficiente para nos recompor… ou nem descansamos.
O Eduardo já tinha me comido, o Marcelo queria me comer.
– Deixa aqui. – ele pediu.
Era a hora do aterramento.
E nessa hora o Marcelo empatou o jogo, pois como era a primeira vez que eu ia ser aterrada, preferi que fosse com ele, com o seu pinto, e não com o Eduardo, com aquele pau.
Devia fazer menos estrago.
Mostrei ao Eduardo que fosse tirar a camisinha e lavar o pau, pois que eu queria chupar mais, e me coloquei meio de quatro sobre o sofá, com o Marcelo ajoelhado atrás…. em cima da própria porra que ele havia despejado.
O Eduardo voltou e o fiz sentar-se na outra ponta do sofá, à minha frente.
Pequei o seu pau, mas fiquei só segurando, esperando ser penetrada, pois eu temia que fosse sentir alguma dor.
E nem tinha me dado conta que precisava alguma coisa para lubrificar. Por isso estranhei um tanto quando vi o Marcelo tirando da caixa de ferramentas um pote branco com um creme meio amarelo.
– O que é isso? – perguntei.
– É vaselina industrial, mas deve servir do mesmo jeito.
– Vaselina industrial? Mas isso… Não é sujo? Você vai passar no meu… vai lá dentro.
– Não tem perigo, não. – ele falou, enquanto acabava de vestir a camisinha.
Mas se tinha ou não perigo, já não adiantava mais eu me preocupar, pois, afoito como ele estava, já foi logo lambuzando o pinto, lambuzando o meu traseiro, encostando a cabeça… e enfiando.
Nem acreditando que, quando percebi, já estava lá dentro. Imaginava que fosse entrar com a maior dificuldade, mas não foi nada disso. Senti apenas uma fisgada e logo já tinha engolido.
E engoli mesmo, tudinho (tudinho!) de uma vez.
Agora sim, chupando novamente o pau do Eduardo e sentindo o aterramento que o Marcelo me fazia.
Já tinha ouvido mulheres falando que era uma coisa horrível.
Já tinha ouvido mulheres falando que era uma coisa gostosa.
Mas me demorei um pouco até me decidir se era horrível ou se era gostoso.
Me pareceu horrível, logo no início, depois foi ficando mais tranquilo e, mais depois ainda, meu tras… meu cu estava delirando com aquele pinto deslizando lá dentro, indo e vindo…
Só que não delirou por muito tempo, pois o Marcelo, incontrolável, eu já tinha percebido, logo gozou novamente.
Ejaculação precoce… coitado!

(…)

¬- Vai você. – pedi para o Eduardo, depois que o Marcelo gozou, amoleceu, e caiu sentando no sofá.
Sentei também.
Só que sentei em cima do Eduardo.
Seu pau encamisado, lambuzado, meu cu já acostumado.
Acostumado, mas nem tanto, pois já não era o pintico do Marcelo, era um pau de verdade.
Por isso, fui com algum cuidado, sentando de leve, sentindo, engolindo, deixando ir cada vez mais fundo…
Fui até as bolas.

(…)

Enquanto eu me deliciava com aquele aterramento, além das mãos do Eduardo na minha xana e nos meus seios, percebi uma coisa triste.
O Marcelo já não estava mais ali, participante. Havia se levantado, tirado a camisinha no banheiro, mas ao invés de voltar para o nosso convívio, vestiu sua roupa e começou a trabalhar.
Não falei nada, mas sabia que ele estava frustrado, tremendamente frustrado.
Resolvi que conversaria com ele depois, que aconselharia ele a fazer uma cirurgia da fimose, que tratasse da sua ejaculação precoce…
Naquele momento, parando um pouco de mexer a bunda no pau do Eduardo, era com ele que eu queria falar… só com ele.
– Quer ser meu amante? – perguntei ao Eduardo, enquanto sentia sua resposta: uma retesada no pau lá dentro do meu… do meu cu.
Mas tratei de completar, dizendo que ele teria de ser um amante dos mais discretos, pois eu não queria nenhuma outra mudança na minha vida, a não aquele meu novo prazer.
Ele me disse a mesma coisa, pois estava muito bem casado e não queria nem pensar em separação.
– Nem se a sua mulher fizer aterramento com outro? – perguntei.
– Ela não faz, não. Eu já deixo ela bem aterrada o tempo todo.

(…)

E assim terminamos aquele dia.
E assim comecei uma nova fase na minha carreira de dentista… quer dizer, de mulher baixinha que todo mundo queria comer.
Mas quem come é só o Eduardo… e o meu marido, é claro.
Um faz aterramento, o outro não, ainda não.

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