69 sessenta e nove contos eroticos da hora

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Apresentação
Sessenta e nove… ou 69 Contos Eróticos apresenta uma coletânea com 69 histórias contadas por homens, mulheres, meninos, meninas, etc. e etc., sempre com muito prazer.



01
Minha primeira vez… o felizardo

Eu já havia decidido que naquele carnaval deixaria de ser virgem.
Fazia tempo eu vinha sonhando dia e noite sobre o quanto seriam gostosos aqueles momentos, de nudez, de carícias, de penetração. Como seria um orgasmo assim? Não falo de orgasmos que a gente mesmo provoca ou então que temos quando nos esfregamos demais nos meninos. Falo de orgasmos com a coisa lá dentro, mexendo fundo, indo e vindo…
Pois então resolvei parar de sonhar e sentir na prática. Preparei-me psicológica e fisicamente: exame médico, pílula anticoncepcional, preservativos, depilação, uma aparadinha nos pelos mais altos.
Seria uma surpresa para o meu namorado. A gente havia combinado passar o carnaval na praia, juntos com alguns amigos e, ali, caso não desse para a gente dormir juntos, num quarto separado, ainda teríamos o recurso de ir par um motel ou até mesmo um hotelzinho qualquer. Tudo valeria.
Só não podia imaginar que meu doce namorado, na semana da véspera do carnaval, preferiu viajar com a família para o interior, para visitar uma prima nojenta e assanhada que ele tinha.
Fiquei me mordendo de raiva quando ele me deu a notícia por telefone. Raiva e ciúmes, desejo de vingança, vontade de correr atrás e ir junto só para não deixar a prima grudar nele.
Fiquei tão p. da vida que nem quis viajar com meus pais.
– Vou ficar e aproveitar para estudar.
Eu disse. Mas só eu sei a raiva que crescia cada vez mais dentro de mim. Na noite de sexta para o sábado de carnaval eu quase não dormi. Fiquei rolando na cama o tempo todo, dormindo e acordando, sonhando estar com o meu namorado na cama. Noutros sonhos eu o via com a prima lá pelo meio do mato, nadando pelados no rio. Ficava me perguntando por que ele não me levara junto. Será que era mesmo falta de lugar no carro?
– Vou dar para o primeiro que aparecer! – Foi o pensamento que me dominou logo de manhã, quando pulei da cama, enquanto estava sob o chuveiro e, depois, enquanto tomava o meu café.
Mas esse “primeiro que aparecer” já estava escolhido. Seria aquele meu amigo de longa data, que sempre esteve comigo em muitos momentos mas que nunca tentara nada, talvez porque me visse apenas como amiga. Não que eu fosse parada nele ou coisa assim. Sempre o tinha visto como amigo também. Mas pensava: por que um amigo, que ajuda a gente em tantas coisas, não pode ajudar também nessas horas?
E a razão para ter escolhido aquele meu amigo era, talvez, pelo simples fato de que ele havia ligado ainda na noite anterior, pedindo um livro emprestado, e ficara de passar em casa naquela manhã.
– Na hora que ele chegar, vai ter uma surpresa. – Eu pensava, enquanto escolhia minha melhor calcinha e um vestidinho bem leve, do tipo que provoca até os vovôs.
Será que ele iria me rejeitar, dizer que não podíamos, que ele tinha namorada, que eu tinha namorado? Acho que não. Nenhum homem resiste a uma mulher insinuando-se para ele.
E descobri, naquele mesmo sábado, que não resiste mesmo, seja lá o homem que for.
Tocou a campainha e fui quase que voando atender. Mas não era o meu amigo e sim um rapaz até que bem apanhado, de paletó e gravata, com uma bíblia na mão, querendo me enfiar a palavra de Deus.
Mas não é isso que eu quero que enfiem em mim – eu pensava, enquanto xingava o fato de morar num prédio pequeno, que não tem portaria e onde qualquer um pode entrar, até mesmo num sábado de carnaval, para pregar religião.
E o meu problema é que nunca soube me desvencilhar dessa gente. E o corredor estava cheio deles, homens e mulheres, um em cada porta de apartamento. O homem começou a falar e a minha grande esperança do momento seria a chegada do meu amigo. Por certo que quando ele chegasse a gente daria um jeito de mandar o pregador embora.
Tocou o telefone e pensei que aquele seria também um bom momento, mas o homem ficou na porta, fazendo sinal que iria aguardar. E por azar, do outro lado da linha estava o meu amigo, dizendo que não poderia ir apanhar o livro, pois aparecera uma viagem de repente.
– Não pode ser! – Eu quase gritava. – Essas drogas de viagens estão me atrapalhando tudo. Como é que eu posso…?
Foi então que o Diabo e não Deus, tomou conta dos meus pensamentos. Pensei comigo: eu havia me proposto a dar para o primeiro que aparecer, pois o primeiro estava ali, era aquele pregador, bem vestido, bonito, com uma fala macia. Se ele fizesse outras coisas tão bem quanto falava…
– Entra um pouco! – Eu disse, praticamente puxando-o para dentro e trancando a porta.
– Mas moça, eu…
– É que o telefone vai tocar novamente e tenho de atender rapidinho. É uma ligação a cobrar de muito longe. Senta aí. Do que é mesmo que a gente falava? Mas nem importa isso, podemos conversar sobre outras coisas e…
– Minha missão é levar a palavra de Deus para todas as almas. Sabia moça que somos muito mais do que simples corpos feitos de carne? A carne é pó, é terra, e ao pó e à terra voltará…
– Interessante! – Eu disse. – Mas já que você falou em corpos. – Continuei, talvez já completamente possuída pelo Diabo. – Diga o que você acha do meu corpo. Sei que não sou lá aquelas modelos de beleza e gostosura, mas você acha que dou ao menos para o gasto.
– Espere um pouco moça. Eu…
O rapaz já gaguejava e eu me via tomada por um espírito diabólico, disposta a fazê-lo gaguejar mais ainda se fosse preciso. Estava mesmo começando a me divertir com aquela situação. Provoquei-o ainda mais.
– Os meus seios. – Eu disse, baixando as alças do vestido e descobrindo-os. – O que você acha deles? São grandes ou são pequenos? Aliás, será mesmo que a moda agora é a mulher ter peitões? Para mim os homens sempre gostaram de peitos pequenos, isto sim.
– Eu… bom…
– E você? De que tipo você gosta? Quer ver? Pegue? O que você acha?
E a mão do rapaz simplesmente tremia debaixo da minha, em contato com os meus seios, que eu fazia ele pegar. Ameaçou levantar, caminhar em direção à porta.
– E minhas pernas? Dá uma olhada!
Fui falando, levantando, erguendo o vestido, virando-me em 360º.
– Olha minha bundinha também. O que você acha? Quer que eu tire a calcinha para você ver melhor?
– Moça! Pelo amor de Deus! Eu não… Isso só pode ser coisa do Diabo!
– Eu só estou querendo sua opinião? – Eu disse. – Quero saber se sou bonita, se sou gostosa. Sabe que nós mulheres nos preocupamos muito com isso.
Fui falando e tirando a calcinha.
O rapaz, voltando a sentar no sofá, ficou simplesmente travado, com dois olhos que pareciam estar vendo o próprio diabo na frente.
Mas não era no Diabo que seus olhos estavam fixos e sim na minha xana, nos seus pelos aparado.
Aproximei-me, tomando sua mão.
– Pega ela! Não é bonitinha?
– Eu… Moça… Deus…. O Diabo…
Até que tudo aquilo que ele tentava dizer dava uma mistura boa: eu, ele, Deus, o Diabo; o que poderia sair daí?
Puxei meu vestido pelos ombros e fiquei inteiramente nua. Ou eu transava naquele dia ou não transava nunca mais. Suas mãos começara a percorrer timidamente o meu corpo, primeiro pelas pernas, depois pela bunda e, quando me agachei para ficar na sua altura, mexia tanto nos meus peitos quanto na minha xana. Agachada como eu estava, com as pernas completamente aberta, era uma delícia sentir seus dedos.
Ele brincava comigo mas fechava os olhos, como que para não ver o pecado que estava cometendo. Fui soltando sua gravata, tirando seu paletó, sua camisa, cheguei em seu zíper…
– A panaquinha! A pancainha! A nampaquinha!
– Calma menino! – Eu dizia, já beijando seu rosto e pegando seu membro. – Calma! Deixa a campainha tocar.
Na certa devia ser o seu pessoal, todos com bíblias na mão, para chamá-lo, para atrapalhar nossa transa. Eu não queria mais ser atrapalhada. Deixei que a campainha tocasse e não fui atender.
Puxei suas calças pelas pernas. Peguei com gosto aquele membro rígido. Ele era religioso mas tinha tanto tesão quando eu. Chupei.
Depois de chupar bastante e deixá-lo disposto a transar até com o próprio Diabo, se fosse preciso, levantei-me e fiquei com as pernas abertas na sua frente, um pé no chão e outro sobre o sofá. Puxei sua cabeça para o meio delas. Senti sua língua agitando minha xana. Ele era crente mas sabia lamber como ninguém.
Quando eu também já estava que não me aguentava mais, pedi a ele que esperasse e fui, apressadamente, buscar a masiquinha, quer dizer, a camisinha, coloquei em seu mastro e sentei.
Nem tomei muitos cuidados pois sabia que aquele socador de limão que meu pai usava para fazer caipirinha já havia aberto o caminho fazia tempo.
Ajoelhada sobre o rapaz, senti seu mastro invadir-me quente, duro, pulsante, latejante, delirante.
A canquipinha voltou a tocar mas não liguei, não ligamos. Seu pessoal que fosse embora sem ele. Naquele momento eu só queria era rebolar em cima dele e ele só queria socar aquele pinto gostoso dentro de mim.
Como era gostoso sentir um pau de verdade, ao invés daquele socador de limão!
E foi nessa posição que gozamos uma primeira vez. Depois, não muito depois, trocamos a camisinha e fui eu quem ficou sentada no sofá, ele ajoelhado, levantando minhas pernas, entrando fundo. Na terceira vez estávamos deitados no sofá, ele em cima, o letefone cotou, quer dizer, o telefone tocou. Deixamos tocar.
– Quer tomar um banho comigo? – Perguntei, já quando não tínhamos mais forças, quando minha xana dava-se por satisfeita na sua primeira vez.
– Não! – Disse ele, vestindo-se rapidamente. Preciso ir embora. Vou devolver essa bíblia a quem merece tê-la e vou voltar para a vida que sempre tive.
– Como assim? – Perguntei, sem conseguir entender o que ele estava tentando dizer.
– Sabe moça! – Sempre fui um homem vagabundo que preferia roubar a trabalhar. Além disso, sempre fui mulherengo e nunca dei valor para a vida conjugal. O meu negócio sempre foi catar o maior número de mulheres possíveis. Até crimes eu cometi e, por causa disso, fui para a prisão. Fiquei lá por vários anos. Depois que saí, achei que devia me endireitar, procurar o caminho verdadeiro. Entrei para a igreja, deram-me a missão de pregar a palavra de Deus, mas logo na minha primeira vez, no primeiro dia que saio para cumprir minha missão, me aparece o Diabo, pois você só pode ser o diabo disfarçado de mulher, e prova que continuou sendo o mesmo pecador de antes.
E foi-se embora.
Entrei sob a água morna do chuveiro e fiquei pensando nos acontecimentos daquela manhã de carnaval. Era para eu ter transado com o meu namorado mas não deu certo, ele preferiu ir ver a prima. Era para eu ter transado com o meu amigo mas ele não apareceu. E o cara com quem transei, com quem tive a minha primeira vez, por sinal, maravilhosa, era um pecador que estava tentando se converter. Num certo sentido, eu fui realmente o Diabo que o provou – ou provocou – e mostrou que ele ainda não estava preparado para ser um servo de Deus.
Sentei no sofá, o mesmo sofá. Ainda enxugava-me com calma e carinho, principalmente naquela parte do meu corpo tão usada naquela manhã, uma parte momentaneamente saciada, quando o telefone tocou.
Era o meu amigo.
– Poxa! Onde você estava. Fui até aí, toquei a campainha várias vezes, depois telefonei….
Meu amigo continuou falando, dizendo que a viagem de última hora havia furado.
Enquanto isso eu pensava nas reviravoltas todas que as coisas dão. Quase disse para o meu amigo que ele era para ser o lefizardo, quer dizer, o felizardo….
Mas eu estava extamais desiada, quer dizer, extasiada demais, para dizer isso! Só queria era dormir, cansadinha, cansadinha.


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02
Dei para o namorado da minha irmã

Parte I – A transa rapidinha
Fui em silêncio. Meu plano era tirar toda a roupa e deitar sobre ele na cama. Ele não iria resistir. Mas devo ter feito algum barulho, porque ele acordou quando eu estava ainda tirando a calça.
– Você demorou. – ele disse.
E então gelei, como se tivesse me arrependido na hora do que estava fazendo. Minha ideia era surpreendê-lo e não ser surpreendida. Eu queria pegá-lo dormindo, estar em cima dele, peladinha, na hora que ele acordasse. Não havia me passado pela cabeça que ele já estivesse sacando a minha jogada.
E agora? Fiquei congelada, com a calça no meio das pernas e as mãos na calcinha, sem saber se continuava tirando ou se puxava tudo para cima e saía correndo. Gozado como a gente faz as coisas sem pensar e depois, quando cai na real, fica tremendo de susto.
Não fosse o namorado da minha irmã ter se sentado na cama e me puxado para junto dele, eu teria permanecido ali, parada feito uma estátua. Não teria satisfeito o desejo que eu vinha sentindo há muito tempo, desde a primeira vez que vi os dois transando, que vi ele passando a língua na xana dela. Era isso o que eu queria que ele fizesse comigo, antes de me comer.
E foi isso o que ele fez… para o meu prazer e alívio.
Ele esticou o braço, como se quisesse me alcançar e falou com voz bem suave para eu me aproximar. Estava tão abobada que dei dois ou três passos ainda com a calça no meio das pernas, escorregando e atrapalhando o meu andar.
Ainda pensei em subir a calça, inventar qualquer desculpa e sair correndo, mas ele me impediu, pois levantou-se da cama e ajoelhou-se na minha frente, erguendo um dos meus pés para tirar minha calça, depois o outro. Eu me apoiava em seu ombro e olhava por cima dele, para longe, quer dizer, para a parede do quarto atrás dele.
Acho que comecei a tremer.
Ele me afastou um pouco e ficou me olhando. Só então olhei para ele e esbocei um sorriso, mais de nervoso que de outra coisa. Que ideia mais maluca a minha de querer dar para o namorado da minha irmã, bem mais velho que eu? Na verdade, eu é que era muito novinha para ele.
Ainda podia correr, mas sabia que minhas pernas não iriam me obedecer.
Mas eu não queria mesmo correr. Já sentia na xana uma pulsação acima do normal, como se ela estivesse me mandando mensagens para que começasse logo a coisa, porque ela estava com muita vontade de ser chupada, de ser penetrada pelo pau gostoso que ele tinha. Eu sabia que tinha.
Ele juntou minha calcinha e puxou para baixo. Tive um impulso de cobrir com a mão minha xaninha, mas não cobri. Mais uma vez me apoiei em seu ombro e ergui um pé, depois outro. Fiquei peladinha. Ele me empurrou para a cama, onde sentei e logo depois deitei, quando ele me empurrou. Meus pés ficaram no chão e ele forçou minhas pernas para o lado. Senti-me devassada.
Ele demorou um pouco a fazer alguma coisa e fiquei curiosa, ansiosa. Ergui um pouco a cabeça e vi que ele olhava minha xana. Ele me viu olhando.
– Ela já transou alguma vez? – perguntou.
– Não! – falei, mentindo, pois eu já tinha dado para o Flavinho duas vezes.
Mas menti porque queria que ele fosse cuidadoso comigo. Eu sabia que havia uma grande diferença entre o pau do Flavinho e o dele, que é muito maior e mais grosso e se não fosse com cuidado, poderia me machucar.
– Vou chupar ela. – ele disse.
Apenas sorri, consentindo, quando minha vontade era dizer que ele já devia estar chupando há tempo. Eu ainda olhava para ele quando ele deu a primeira passada de língua, Foi demais, tão demais que soltei minha cabeça para trás no mesmo momento, fechei os olhos e fiquei sentindo.
Que coisa maravilhosa é ser chupada. O Flavinho nunca havia me chupado e eu nunca tive coragem de pedir a ele, nem nas duas vezes que transamos. Só eu é que já tinha chupado ele várias vezes. Uma vez ele até gozou na minha boca e depois cuspi tudo no lavabo do banheiro da sua casa.
Agora eu estava sendo chupada, e por alguém que sabe chupar. Ele ficava fazendo mil acrobacias com a língua em minha xana, às vezes lambendo meu grelinho, às vezes lambendo longe dele. Em outras vezes enfiava a língua em minha vagina.
Foram vários minutos assim e fui ficando molhada, ensopada, um líquido só, um tesão só. Eu já gritava de tanto prazer, quando ouvi ele dizer que ia me comer.
– Vou comer tua xaninha. – disse ele, parando de me chupar e levantando-se.
Olhei-o, encarei-o.
– Come! – falei.
Baixei meu olhar e vi seu pau duro, forte, pronto para me estourar. E como eu queria ser estourada!
– Você trouxe a camisinha? – ele perguntou.
Me dei conta então do quanto eu era idiota. Fui para o seu encontro, mas nem me lembrei da camisinha e também nem me perguntei se ele teria alguma com ele. Não tinha. Levantei-me e fiquei sem saber o que fazer. Estava já com vontade de dizer que não precisava, mas sabia que não podia transar assim. Minha sorte foi que logo na primeira gaveta do guarda-roupa da minha irmã que abri, encontrei várias.
– Se essas aí não derem eu vou comprar mais. – ele disse, brincando, pegando uma e logo rasgando a embalagem para por no seu pau.
Fiquei assistindo.
– É a sua primeira vez mesmo? – ele perguntou.
Então me bateu que de algum modo ele iria descobrir. Resolvi falar a verdade ou pelo menos um pouquinho dela.
– Bom… já transei com o Flavinho uma vez, mas ele é pequeno, o dele é pequeno e…
– Não precisa menosprezar seu namoradinho. Um dia o dele cresce que nem o meu. Mas se você está com medo, vou deixar você por cima. – ele falou, deitando-se na cama.
Fiquei olhando aquele pau apontando para o teto. Um pau que era todo meu, bastava eu sentar em cima.
E sentei. Subi sobre o corpo dele, com um joelho em cada lado, peguei na mão aquela coisa dura e apontei para minha vagina. Esfreguei um pouco, acho que por vontade de retardar o momento e sentir mais prazer, e depois sentei.
Eu estava de olhos fechados e senti entrando, invadindo, escorregando para dentro, chegando lá no fundo. Que o Flavinho me desculpe, mas nem se compara o prazer que dá o seu pau, com o prazer que me deu o pau do namorado da minha irmã naquele dia. É gostoso de qualquer jeito, mas com algo maior dentro da gente, forçando tudo, fica muito mais louco.
Mexi, rebolei, gritei, gozei várias vezes no pau do namorado da minha irmã. E senti ele gozando dentro de mim também. Pena a camisinha, pois seria maravilhoso sentir seu esperma derramando de mim.
Mas, infelizmente, teve de ser assim, rapidinha, pois logo a mana chegaria. Mas ainda tivemos tempo de ficar sonolentos na cama, eu ainda em cima dele, seu pau ainda meio duro meio mole, escapando da minha vagina….
– Você é doidinha, menina! – ele falou.
– Acho que sou mesmo. – eu disse.
Mas eu acho que naquele momento, e só naquele momento é que me dei conta de que realmente eu estava sendo doida, Saí de cima dele, juntei minha roupa e tratei de tomar um banho e me trocar e ficar em meu quarto, até a mana chegar.
Num outro dia, ele me pegou na sala, dizendo que queria outra vez. Falei que a gente não podia, porque ele é namorado da minha irmã e que aquilo havia sido uma loucura impensada.
De verdade, claro que aquilo foi uma loucura, e só não falei que dava pra ele outra vez porque naquele momento eu estava saindo para encontrar o Flavinho, na casa dele, só nós dois…
Ele pode ser pequeno, ter o pau pequeno, mas é meu namorado. Com ele eu posso transar a vontade… pelo menos era isso que eu pensava, o que fiquei pensando nos dias seguintes, até que ele, o namorado da minha irmã, me pegou num canto e falou:
– A gente podia fazer diferente.
– Diferente o quê, como…?
– Pra começar, você pode ir até minha casa. Lá a gente fica mais à vontade e pode fazer mil coisas.
– Que mil coisas? – perguntei, ainda sem saber se eu devia aceitar o seu convite, pois afinal, ele é namorado da minha irmã.

Parte II – As transas demoradas

Foi tão fácil dar para o namorado da minha irmã na primeira vez, mas como foi difícil dar uma segunda vez. Mas acho que sei a razão.
Os dias que antecederam àquela primeira vez foram de loucura… eu estava louca. Primeiro eu estava louca de vontade de transar, vivia inquieta, sem pensar noutra coisa que não fosse um menino, uma cama ou, pelo menos o menino, pois se arranjasse um menino a fim de transar comigo, o resto seria mais fácil e poderia ser em qualquer lugar, de qualquer jeito, em qualquer posição, desde que eu transasse.
Mas quando falo em menino, estou, na verdade, falando em homem, pois menino eu tinha, podia transar com ele quando eu quisesse… Só que eu queria algo mais, bem mais… Eu queria realmente um homem.
Foi então, justo naqueles meus dias de maior vontade, maior loucura, que pintou o lance do namorado da minha irmã dormir na nossa casa durante o dia… Um homem ali.
É que ele trabalha à noite, mas não estava conseguindo dor ir por causa da reforma de um apartamento ao lado do seu. Ele mora sozinho, sua família é do interior, veio para São Paulo para fazer faculdade. Era só por uns dias que ele veio dor ir aqui e acho que meu pai só permitiu porque a mana não estava em casa durante o dia e nossa mãe quase sempre está aqui também. Mas o pai não levou em conta que a mãe faz alguns bicos e te dias que ela não está aqui, e também esqueceu que tem uma outra filha.
E mana esqueceu que tem uma irmã mais nova, na flor da idade, toda periguete de vontade.
Então eu acho que foi exatamente por isso que a segunda vez foi mais difícil. Ela confiou na irmã ou, pior’ nem sequer pensou na possibilidade de que sua própria irmã fosse lhe aprontar alguma coisa.
Isso doeu muito na minha consciência desde então. Sempre que me via na frente da mana eu temia que ela desconfiasse de alguma coisa, ao mesmo tempo em que me odiava por ter me deitado com o namorado dela.
Por várias vezes quase estive a ponto de contar pra ela, falar que ele não teve culpa de nada, que eu é que havia sido desmiolada, estava fora de mim…
Mas falei?
Não sou besta.
Mas o namorado dela, que vou chamar de Tom, mesmo já não dormindo mais aqui durante o dia, sempre dava um jeito de ficar meio a sós comigo para perguntar quando é que eu iria no seu apartamento para fazermos as mil coisas que não havíamos feito naquele dia em que invadi sua cama e tivemos aquela transa um tanto rapidinha.
Eu dizia que não devia ir, mas morria de vontade de ir. Eu dizia que ele era namorado da minha irmã e que não podia acontecer nada entre a gente, nem devia ter acontecido, mas no fundo eu sentia uma imensa vontade de dar pra ele novamente, com mais tempo’ mais calma, menos medo…
Gozado que eu me lembrava que naquele dia que fui ter com ele na cama eu não pensava no risco que eu estava correndo caso a mãe chegasse, a mana chegasse, o pai…
Eu devia estar louca mesmo, pois dessa vez eu sentia medo de ir no apartamento dele e alguém descobrir ou pior dede tudo, a mana resolver lhe fazer uma visita surpresa e pegar a gente lá, na maior funhenhação.
Mas teve um dia em que o Tom me pegou enquanto a mana tomava banho, me agarrou por trás, enfiou as mão por sob a minha roupa e bolinou rapidamente meus peitinhos e minha xaninha.
Foi s suficiente!
– Você vai ou não vai?
– Vou… Mas me larga… a mana, aqui não.
(…)
Na quarta-feira da semana que entrou cabulei a aula e toquei a campainha do seu apartamento.
Eram 8 horas e 15 minutos.
Antes eu havia passado pela portaria, o porteiro estranhou, achando que eu não podia ser uma das muitas estudantes que moravam ali, as me deixou entrar quando falei que eu tinha um recado da minha irmã para o Tom. Depois fiquei cagando de medo caso algum dia minha irmã perguntasse que recado era aquele que ela nunca havia me solicitado.
– O QUE É QUE VOCÊ FOI FAZER NO APARTAMENTO DO MEU NAMORADO? VAMOS, FALE!
Com medo ou não, vibrei quando a porta se abriu e apareceu aquele corpão moreno, sarado, musculoso… Ele é bem maior que eu, mais alto, mais encorpado, mais forte…
Vibrei e posso jurar que senti minha xaninha vibrar também, piscar, se encher de líquido.
– Entra, meu anjo.
Entrei, fui recebida com beijinhos no rosto, um abraço… e o fato dele não me beijar logo na boca me fez perceber, de repente, que eu não era sua namorada, e acho que isso me deixou um pouco bagunçada, mais do que eu já estava. Eu havia me imaginando tanto e tanto na cama com ele, mas nem por um instante havia pensado naqueles primeiros momentos. Mesmo o fato de já havermos transado uma vez aliviava a minha tensão.
Por sorte, ele logo tratou de transformar minha tensão em tesão.
Bastou ele me puxar para o sofá, fazer-me sentar de cavalinho em seu colo e me dar um beijo na boca, junto com um forte abraço, para que eu esquecesse completamente que eu estava iniciando uma transa com o namorado da minha própria irmã.
Eu me sentia minúscula em cima dele, pois sou minúscula em relação a ele. E essa diferença de tamanho fazia com que eu me sentisse possuída, quer dizer, como um objeto, uma boneca de brinquedo que ele podia usar e abusar do jeito que quisesse.
Mas ele não me usou nem abusou, pois tudo entre nós foi uma troca. Em cima dele, de cavalinho nele, fui beijada e acariciada por vários minutos, suas mãos percorriam minhas coxas por sobre a calça, apertavam minha bundinha, procuraram meus peitinhos…
Tentou abrir meus botões, não conseguiu.
– Mostra eles pra mim.
Desabotoei-me, abri minha camisinha, mostrei minhas tetinhas.
– Que lindos! – ele falou, juntando cada tetinha em uma mão, para então apertar, esfregar, juntar os biquinhos nas pontas dos dedos. E depois foi com a boca.
Nesse momento eu gostei, mas não gostei muito; para alcançar minhas tetas com a boca ele juntou minha bundinha com as duas mãos e me puxou para cima, desencostando meus quadris… E estava tão gostoso esfregar minha xaninha no volume que ele formava dentro da calça…!
Mas aquele volume ia ficar muito mais gostoso ainda. Depois de ficar um tempão me enchendo de tesão nos seios, ele me fez sentir tesão nas mãos e na boca. Empurrou-me para trás, para baixo, fez-me ficar de joelhos entre suas pernas, ajudou-me a tirar sua calça, sua cueca… e ofereceu-me aquele pênis para eu pegar, chupar…
Que diferença do pênis do meu namorado!
Sem querer desfazer, que diferença pegar aquilo na mão, colocar na boca…
Olhei com volúpia aquele pinto gostoso, grande, grosso, nervoso. Olhei, peguei na mão, com as duas mãos, apertei, girei a mão, senti a nervura, corri a mão.
– Chupa! – ele pediu, mandou. – Lambe. – ele disse, quando viu que eu estava abrindo a boca para tentar engolir aquela cabeçorra.
Entendi, comecei a passar a língua, primeiro na cabeça, lentamente, depois, conforme ele foi me mostrando, fui cada vez mais embaixo, até que estava correndo a língua por todo aquele cacete… Era um cacete! E que cacete!
– Põe na boca!
Sorri, abri a boca, abocanhei.
Acho que naquele dia aprendi a chupar um pau, com ele me ensinando, me mostrando como gostava, como queria, ora chupando a cabeça, mamando, ora correndo a língua, chegando nas bolas, chupando as bolas… E tinha hora que ele queria que eu engolisse… Isso mesmo! Ele queria que eu colocasse tudo aquilo na boca.
– Não cabe, moço.
– Engole! – ele repetia, empurrando minha cabeça, fazendo ir até a garganta, me dando ânsia, tirando minha respiração.
– Não faz isso. – pedi, quando consegui respirar e falar.
– Faço sim. E vou fazer muito mais, até você aprender a não sacanear mais a sua irmã.
– Você está falando sério? – perguntei, um tanto assustada.
– Claro que não? Sua boba! Estou só brincando.
– Então não brinque mais, por favor.
– Só se você me bater uma punheta daquelas.
– E como é uma punheta daquelas? – perguntei.
Então ele me mostrou como mexer no seu pau só com as mãos: pegar, apertar, correr a mão de uma ponta à outra, apertar, acelerar, acelerar, acele…
Eu nunca tinha visto porra… e quase que não vejo, pois ele começou a gemer, se contorcer e… e o primeiro espirro foi parar a mais de metro de altura, o segundo subiu menos, e só o terceiro é que ficou na minha mão.
E então veio a chuva.
– Porco? – falei, rindo com ele, com a sujeira dele, com a sua carinha de gozo.
Tive de ir ao banheiro pegar uma toalha, limpar aquilo tudo, limpar a nós dois…
E quando achei que não tinha mais nenhum pingo de porra para limpar, ele fez o pedido para eu tirar a minha roupa, ficar peladinha, girar o corpo como se estivesse dançando, só para ele me apreciar.
Então ele fez outro pedido, que eu me sentasse no sofá, que colocasse os pés no assento, que abrisse as pernas…
Que chupada ele me deu! Que língua gostosa, lisa, áspera, lenta, rápida, carinhosa, violenta…
– Goza! – ele dizia ou murmurava, pois não tirava a boca, a língua da minha xaninha.
E como não gozar?
– Goza! – ele repetia e repetia, já com o dedo na portinha da minha grutinha, pronto para enfiar no momento exato.
E ele enfiou no momento exato.
Que gozo que eu tive! Como gritei gostoso, vibrei, contorci-me toda, abrindo e fechado as pernas, segurando sua mão contra a minha xaninha… só deixando correr pelo meu corpo aquela sensação gostosa. Quase desmaiei, acho que desmaiei.
Descansei as pernas, colocando os pés no chão e puxando o meu homem para junto do meu peito, para o meio das minhas coxas. Abracei-o forte, trocamos beijos cansados… e logo fomos nos reanimando, nos acendendo, aumentando o tesão…
Poucos minutos depois ele estava deitado no sofá, eu deitada em cima dele, ele beijando, chupando minha xaninha, eu quase arrancando se pau com as mãos, com a boca, com os dentes…
Mas aí é lugar de você por a língua, menino?
Só que estava muito gostoso, super delícia aquela sua língua roçando, cutucando o meu cuzinho. E depois ele colocou o dedo, enfiou o dedo…
Será que ele estava pensando comer o meu cuzinho?
Estava.
Por mais que protestei, que falei nunca ter feito aquilo, por mais que eu falasse que o dele era grande e o meu apenas um furinho de nada, não teve jeito. Ele queria porque queria comer o meu cuzinho, mexendo nele, dizendo que eu ia gostar, que minha irmã gostava…
– Minha irmã te dá a bunda?
E eu, que queria tanto dar a xaninha pra ele, fui sendo preparada psicológica e fisicamente para levar atrás… no cuzinho.
Apareceu uma bisnaga de algo que ele me disse ser gel, ele ficou colocando aquilo no dedo, o dedo no meu cuzinho…
– Mas eu vim aqui para transar… eu queria transar.
– Mas vamos transar, estamos transando.
– Mas eu queria nela.
– Depois… calma… fica de joelho… abre… abre com as mãos… sente o meu dedo nele, sente, vou enfiar tudo, sente… Vou comer ele…
Ajoelhada no tapete, debruçada no sofá, abrindo o bumbum com as duas mãos, eu estava doidinha para ser comida… comida no cuzinho.
Ele colocou camisinha, passou gel, muito gel, encostou a cabecinha.
– Devagar. Vai devagar.
– Pode deixar. Agora relaxa, relaxa…
Nem acreditei, mas ele colocou tudo aquilo no meu cuzinho.
Não vou dizer que foi fácil, que entrou de uma vez, que não doeu nem um pouquinho… mas foi tão pouquinho que nem saí correndo. Fiquei ali, sentindo passar a cabecinha, sentindo entrar tudo…
Mais difícil, porém, foi me acostumar com aquela coisa estranha, que parecia estar alargando tudo. Mas tive de me acostumar e bem rápido, porque a paciência que ele teve até me penetrar, acabou quando suas bolas encostaram na minha xaninha. Ele ficou doidão, me abraçando, me apertando, querendo arrancar minhas tetinhas, quase arrancando minha xaninha e… socando.
Tentei pedir calma, tentei segurá-lo com minhas duas mãos, mas não teve jeito, seu pau corria soltou no meu cuzinho, indo para trás, até quase sair a cabecinha e depois indo para frente, até bater as bolas na minha xaninha. Desisti de segurá-lo, achei melhor abrir bastante as pernas e ainda ajudar com as mãos, deixando meu cuzinho bem livre, bem soltou para que seu pau deslizasse mais folgado. Ruim não estava, mas acho que podia ficar melhor se ele não ficasse tão doido daquele jeito.
– Para! – falei, gritei.
– O que foi? – ele perguntou, parando com metade do seu pau fora e metade dentro (eu acho).
– Tá me machucando. Tem de ir com mais calma.
– Desculpe. – ele disse, tirando o pau. – Vem você por cima. Você controla.
Então ele sentou no sofá e me fez sentar sobre ele, de costas pra ele. Ainda em pé, peguei e ajeitei aquilo no meu buraquinho e fui sentando, sentando, até que entrou tudo novamente. Mas ele queria que entrasse mais e levantou minhas pernas,, colocando meus pés no assento do sofá, igual tinha feito para me chupar… Entrou mais ainda, ganhei duas bolas abaixo da xaninha.
E foi então que ele me mostrou o armário do outo lado da sala. O armário e o espelho, que me mostrava toda aberta, penetrada, enrabada.
– Pode sair Daniela! Vem dar uma olhada.
Tentei sair correndo, mas ele me segurou forte, mantendo-me sentada, penetrada. O máximo que consegui fazer foi fechar as pernas, para não deixar minha irmã me ver naquela situação, no colo do namorado dela. Cheguei a suar de susto.
Mas era tudo mentira. Minha irmão não estava ali.
– Por que você fez isso? Seu besta!
– Desculpe, eu só quis brincar.
Juro que não gostei nem um pouco daquela brincadeira, até esfriei, fiquei sem vontade de continuar dando o cuzinho pra ele, pedi para deixar eu sair. Mas ele me segurou, pediu desculpas outras vezes e me jurou que não brincaria mais daquele jeito.
Voltei a relaxar, comecei a mexer, deslizar meu cuzinho no seu pau, e fui sentindo uma sensação gostosa, uma cócega gostosa, mas só na portinha. Lá por dentro eu não sentia nada e o pau até machucava quando eu fazia mais forte, igual ele tinha me machucando antes. Por isso, fiquei só na metade, deslizando, subindo e descendo, até que descobri que fazer só na cabecinha era mais gostoso ainda.
Descobri isso num momento em que escapou e foi uma delícia quando entrou novamente, logo em seguida. Fiz novamente, deixei escapar de propósito, fiz entrar a cabecinha… e não parei mais. Fiquei naquele sobe e desce, entrando e saindo, como se meu cuzinho estivesse chupando o pau dele.
Ele começou a ficar doidão novamente e dessa vez eu também fiquei. Agarrei minha xaninha, ele agarrou minha xaninha, agarrei suas bolas, ele agarrou minhas tetinhas, me puxou para baixo, socou até o saco, não senti machucado, deixei, mexi bastante na minha xaninha e gozei.
Ele gozou também.
Imaginei que se não tivesse a camisinha sua porra ia sair pela minha boca.
Moles, molengas, pernas caídas sobre ele, eu nos olhava no espelho… suas bolas, seu pau sumido…
– Nunca imaginei que fosse tão gostoso comer uma bundinha. – ele disse.
– Como assim? Você já não comeu a da minha irmã?
– Quem me dera! Ela não quer nem que eu fale nisso.
– Ah é? Seu cachorro! Então você falou que tinha comido a dela só para eu te dar a minha?
Levantei-me, precisava ir ao banheiro. Achei engraçado olhar pelo espelho e ver aquela coisa saindo, escapando, caindo mole…
Mole, mas não por muito tempo. Sentada no vaso, vi que ele tinha me seguido,, que tirava a camisinha, abria o chuveiro, pegava a mangueirinha, colocava seu pau perto de mim e jogava água, me dando o sabonete para eu lavar.
Lavar e chupar, lamber, endurecer…
Depois foi a minha vez de ficar em pé, jogando água, ele lavando, lambendo, me deixando mais molhada que a água do chuveiro…
– Eu queria fazer normal agora, na cama, nela.
Saí do apartamento dele já era quase meio dia. Na verdade, saímos juntos, ele me convidou para almoçar com ele num restaurante ali perto. Comemos e ficamos a lembrar aquela nossa manhã, as chupadas, a enrabada, o papai e mamãe na cama, minha cavalgada na cama…
– Sabe o que vou fazer assim que puder falar com a minha irmã? Vou contar tudo pra ela.
– Tá doidinha é? Faça isso e ela te mata.
– De jeito nenhum. Sou menor de idade, sabia? Isso vai lhe dar um rolo desgraçado.
– Pode até ser, mas sua irmã não vai te perdoar, vai te odiar pro resto da vida.
– E por que? Se foi ela quem me pediu para ir na sua cama naquele dia, para vir aqui hoje…
– Ela te pediu? Mas por que? Vocês são malucas, é? – ele perguntava, visivelmente perturbado com essa revelação.
– Pensa que é só você que sabe dar susto? – falei, me levantando. – Me dê uma carona até o metrô.
E no curto trajeto em que ele me acompanhou até a estação, foi falando que eu quase o tinha matado do coração, que eu era mais doidinha que ele, que… e que queria me ver novamente ainda naquela semana.
– Tenho escola. Não posso!
– Não pode ou não quer?
– Vou pensar. – falei, sorrindo, despedindo com um beijinho no rosto e passando pelas catracas…
Só mais tarde um pouco é que me deu uma vontade de pensar na sacanagem que eu estava fazendo com a minha própria irmã. Mas comecei a olhar os cartazes nos vagões e a vontade passou.



Aqui demos uma pequena mostra… 

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Veja o que tem mais

03 – A prima lésbica depois do jogo de bola
04 – Fui dar em Águas de São Pedro
05 – Uma sexta-feira a tarde… comendo a menininha
06 – Fui dar para um antigo namoradinho
07 – A pequena grande mulher… só tamanho e safadeza
08 – O flagrante de um corno nada manso
09 – Minha brevíssima carreira de vendedora
10 – Aprendi a “chupar” numa oficina
11 – Vidrada no cacete do meu irmão… mas que vergonha
12 – Flagrei minha linda amiga corneando o namorado
13 – Minha colega de classe negra e mordiscante
14 – Volta ao passado… por trás… atrás
15 – Garoto de sorte… comeu nós duas na sua primeira vez
16 – Trabalhando só para comer
17 – Ser patrão é a melhor coisa do mundo
18 – Garganta profunda: a prima da minha mulher
19 – Enquanto ele me comia… eu pensava
20 – Você tem 40 minutos para me comer
21 – Aconteceu na Linha 5 do metrô
22 – Porque agarrei aquela fiel dentro da igreja
23 – Quando minha secretária ficou grávida
24 – Minha irmã Paola… até eu tirei sua calcinha
25 – Briguei com o marido e fui dar para o vizinho da minha irmã
26 – O enfrótico da irmã Feliciana… o dia em que o pastor Romiro enviuvou
27 – Fanchas… meninas que beijam meninas
28 – Tesão, tensão, prazer,  vergonha… o dia em comecei a ser viado
29 – Sexo na gravidez não pode
30 – Comi a bundinha da minha própria irmã
31 – Mergulho ao cair da noite… troca de casais
32 – Cavalguei meu melhor amigo no banco de trás do carro
33 – Lembranças de arrepiar… a primeira vez de Margareth
34 – O  menino ali… e eu morrendo de vontade aqui
35 – Eu e minha irmã bêbados em casa
36 – Só precisei mostrar a camisinha – Pintando a rua para a Copa do Mundo
37 – Fui dar por aí… histórias de uma menina virgem até os 22 anos
38 – Corno é aquele que não sabe
39 – Minhas funcionárias fazendo hora extra num sábado
40 – Sem preconceito… aqui em casa pedreiro come na mesma mesa
41 – Transando a 120 km por hora
42 – Uma sobrinha que andei comendo
43 – Consulta médica com o primo médico: a padiola
44 – Brincadeira de meninas… na cuzinha
45 – Enrabado por um profissional
46 – Minha (quase) primeira vez foi uma suruba incestuosa
47 – Uma menina metendo em más companhia
48 – Meu peru de natal… o filme
49 – Sou a baixinha que todo mundo queria comer
50 – O que é de um homem, o outro chega e come
51 – O insano… contém cenas nojentas
52 – Afogando o ganso na própria irmã – várias (1)
53 – Agora estou com vergonha do Seu Pereira
54 – Uma bunda branquela, mas muito gulosa
55 – O prazer e o perigo de buscar minha sobrinha na faculdade
56 – O dia em que eu estava muito a fim de dar
57 – Praga de ex-namorada é foda… comendo a empregada
58 – Comi a grávida… com uma pequena ajuda do marido
59 – Meu irmão e minha louca vontade de fazer anal
60 – Comi minha aluna… mas fiquei com dó do namorado
61 – Perdi o tablet do meu irmão… e outra coisa
62 – Garota de programa: Meu coroa não é mole não
63 – O Detetive Carlos em: Um carnaval diferente
64 – Como seduzir um pastor?
65 – Meu irmão queria brincar de boneca comigo
66 – Minha primeira vez está doendo até hoje
67 – Corno, sim, bobo, não… meu primeiro milhão
68 – A Dirce, o Dirceu e a vaselina
69 – Destesão é um treis oitão no rego



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