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Revista Contos Eróticos nº 4

O melhor em contos eróticos.

 

Leia uma amostra

01

A priminha Luana e o meu voto de castidade


Minha família tradicional

Coisa difícil de acreditar, mas pela vontade da minha mãe hoje eu seria um padre.
Isso mesmo.
O caso é que sou de uma tradicional família do Sul do país, descendentes de imigrantes italianos… católicos fervorosos.
Meus pais, mas principalmente a minha mãe, me fazia rezar o dia inteiro…
Rezava pra levantar, rezava para tomar o café da manhã, rezava para almoçar, para isso, para aquilo, para dormir.
E desde menino ela me educou e me preparou para ser padre.
Vivia dizendo o tempo todo que o mundo está nessa situação ruim porque falta religião e que nossa família estaria contribuindo com a sua parte se eu me formasse padre.
Ela tanto queria era oferecer um filho casto a Deus.


Colégio interno… troca-trocas

Começou a minha educação religião me colocando para estudar num colégio interno.
Nenhuma professora, nenhuma mulher, nenhuma menina para atentar a minha integridade virginal.
A minha e a de uns sessenta outros meninos ou guris, coimo chamam na minha terra.
E eu acreditava mesmo que havia sido escolhido para ser padre e que o meu destino era viver na castidade para sempre.
Não podia nem bater punheta.
Mas um dia vi alguns meninos batendo punheta num dos cômodos do colégio, fiquei sem saber o que fazer, se contava para o Frei Superior, se não contava…
Mas a minha curiosidade acabou falando mais alto eu queria saber como era, o que a gente sentia…
Algum tempo depois eu já fazia parte do grupo de meninos batedores de punheta.
Batia quando estava com eles e batia quando estava sozinho.
Era gostoso.
De noite, nas nossas camas, no escuro, ninguém falava nada, mas todo mundo sabia que todo mundo estava batendo punheta.
Era aquela punheta de leve, sem grandes movimentos, apenas mexendo com os dedos na cabeça do pinto.
E segurava na mão para não sujar o lençol.
Se um dos padres descobrisse alguma coisa… viviam falando que cortavam os nossos pintos.
Que medo!
Mas o medo maior aconteceu logo que fui convidado a participar do grupo de troca-troca.
Os meninos me explicaram que um comia o cu do outro e o outro comia o cu do um.
Só não podia dar pra trás… quer dizer, aquele que havia comido tinha de dar também, logo depois. Se não desse, apanhava.
Havia troca-troca só em dois e também em grupo.
Na minha primeira vez foi só eu e outro menino, e era a primeira vez dele também.
A gente estava meio sem jeito de entrar no grupo, não saber como era, e então resolvemos fazer só nós dois.
Ele comeu primeiro… o que significa que eu dei primeiro.
Ameacei bater nele, caso ele não desse depois, mas não foi preciso.
O guri já tinha ouvido falar que os outros meninos usavam sebo para deixar o pinto mais liso para entrar no cu.
E ele já tinha roubado um pedaço na sala onde os padres guardavam as ferramentas e outras coisas.
O sebo era usado para passar nos sapatos e em outras peças de couro, e vez ou outra algum padre dava o alarme de que andava sumindo sebo da lata onde era guardado.
Se os padres sabiam ou não a razão do sumiço do sebo, isso nunca descobri, mas sei que sempre havia umas conversinhas de que eles andavam desconfiados e dispostos a capar o ladrão.
Mas o menino com quem eu ia fazer troca-troca não havia pegado o sebo da lata, e, sim, de um outro menino.
E como ele tinha o sebo, eu é que baixei as calças primeiro, de quatro num cômodo meio escondido no final do corredor.
Não sei exatamente o que houve, mas machucou muito mais os meus joelhos no chão duro do que o pinto do guri entrando no meu cu.
Entrou, fez uma cócega estranha, mas não sei dizer se gostei ou não.
Naquele dia eu não sabia dizer… estava mais ligado no menino gozando, me sujando lá dentro.
Mas gostei mesmo foi na minha vez. Enterrei no cu do moleque e logo despejei a minha sujeira.
Sempre tive fama de ser porrudo… quer dizer, de ter muita porra.
Perguntei se o guri havia gostado, ele disse que sim e que a gente podia fazer outras vezes.
E fizemos.
Fiz com ele, fiz com outro, com outro, até que um dia me juntei a um grupo… mas de dez meninos num quarto, um comendo o cu do outro, o outro comendo o cu do um, e um deles vigiando na porta.
Que cena!
Mas cena mesmo foi quando apareceram alguns seminaristas, rapazes maiores, já fazendo o curso de formação para padre.


Colégio interno… mulherzinha

A função dos seminaristas que chegaram no colégio era nos passar a experiência de como é ser padre, viver para a igreja, na castidade… mas um deles cismou que queria comer a minha bunda.

(Continua)

 

02
Angélica, a evangélica

Fui convocado para as Forças Armadas, servi por três anos, aproveitei para me formar como piloto de aviação, voltei para casa precisando urgentemente comer alguma coisa, comi, levei cinco tiros e quase morri.
Mas deixa eu contar direito.

(…)

Durante o tempo em que estive “a serviço da pátria”, foram poucas as oportunidades que tive de comer alguém.
Até havia um batalhão feminino e até pintaram algumas chances, mas a sargentona sapatona não dava a menor chance… as soldados não podiam dar e os soldados não podiam comer.
Por isso é que quando dei baixa o que eu mais queria era um corpinho de mulher para me esfregar e uma carninha molhada para penetrar, afogar o ganso, trocar o óleo… coisas da natureza.
E achei.
Comecei a frequentar a academia perto de casa e logo descobri uma loirinha que também me descobriu, sorriu, se interessou, me interessei.
Vamos!?
Coisa mais difícil. Eu convidava para sair e ela sempre inventava uma desculpa, convidei para trepar e ela topou.
Mas isso foi só depois de algum tempo, pois enquanto eu convidada para passear, tentando dar início a alguma coisa, ela se esquivava.
Mas não desgrudava, até parecia que queria, mas não queria. E ficou mais grudada ainda quando comecei a trocar minhas atenções para uma outra loirinha, muito parecida com ela, mas só fisicamente, pois na ativa era bem diferente e logo partimos para o…
– Vamos!?
E fomos.
Nem sei se foi eu ou se foi ela quem fez o convite, só sei que logo estávamos num motel e, depois de longos e longos sufocos, eu tinha não apenas uma xaninha como também uma boquinha e, de quebra, uma bundinha, para me saciar.
Delícia.
Mas aí, a outra, aquela que embaçava, mas não desgrudava, começou a dar uns sorrisinhos mais diferentes do que os que já dava antes e…
– Vamos!?
– Vamos, mas…
– Mas o quê?
– Nada. Vamos amanhã na parte da manhã.
– De manhã? Não é mais gostoso à tarde?
– Mas é que eu só posso de manhã.
– Mas por que…? Não precisa explicar. Vamos e pronto!
Só me pergunto… e só agora me pergunto, é se teria mudado alguma coisa se ela tivesse explicado?
Eu queria comer a menina e pronto.
Perguntei se ela aceitava ir na garupa de uma moto e ela falou que era até melhor, pois o capacete escondia o rosto.
– Mas precisa esconder o rosto?
– Não… mas… é que tenho meio vergonha desses lugares.
Tá bom!

(…)

Tinha vergonha, mas tudo o que eu falava que fazia com a outra, com as outras, ela aceitava fazer também.
Sempre dizia que era a primeira vez… primeira vez que dava a bunda, primeira vez que deixava gozar na boca. E acho que até era mesmo coisas de primeira vez, pois que, diferentemente da outra loirinha, ela se mostrava bastante tímida e sempre esperando para fazer o que eu pedia ou queria. Nunca tomava a iniciativa.
Digo nunca tomava porque fomos no motel numa manhã, fomos noutra manhã, numa terceira manhã…
Ah, se eu tivesse parado por aí!
Um dia, depois de algumas horas bem gostosas na cama daquele motel, na hidromassagem, no chuveiro, fazendo tudo o que ela antes dizia que nunca tinha feito, nos vestimos, colocamos nossos capacetes e saímos.
Paguei a moça no guichê, o portão se levantou, engatei a moto, saímos e logo senti ela me apertando a cintura com uma força que não imaginei que tivesse.
O apertão foi tão forte que perdi o equilíbrio da moto e caímos.
– Mas o que foi? – perguntei, tentando tirá-la debaixo da moto.
– Meu marido! Meu marido! – ela gritava, apavorada.
– Mas… você é casada? Espera aí, moço…!
Esperar o caralho!
O homem se aproximava com um revólver na mão, e só pensei em correr.
Larguei a mulher debaixo da moto e corri tudo o que minhas pernas me permitiam correr.
E acho que corri muito mais ainda quando ouvi um tiro.
Pensei em parar, cair de joelhos, pedir clemência, explicar que eu não sabia que ela era casada, mas minhas pernas só sabiam ir para frente, cada vez mais rápido, até que…
Desespero total!
Correndo rente ao muro do motel, de repente me vi num beco sem saída… quer dizer, saída até tinha, só que eu não ia conseguir pular três metros de altura.
– Calma, moço! Calma, pelo amor de Deus.
– Eu tô calmo, safado. Não sou eu que vou morrer.

(Continua)

 

03

Punheteiro, eu?

Uma das minhas irmãs, a mais nova, chegou e trouxe uma amiga para pousar em casa.
Os pais e minhas outras irmãs estavam fora.
Menina bonita, não mais que 17 aninhos, corpinho bem jeitosinho, sorridente e andando quase nua pela casa, tal como fazia minha irmã.
Irmã é irmã, e com ela eu já estava acostumado.
Mas a amiga da irmã, só de camiseta e calcinha, no sofá da sala, na cadeira da cozinha… não estava dando muito certo.
Tudo isso começou a fazer ferver alguma coisa dentro de mim.
Comecei a ficar num estado em que já não dava mais para disfarçar o volume por baixo do calção.
E o pior é que percebi claramente que a danada da menina havia notado e estava se divertindo com aquilo.
Não fosse minha irmã ali e…
Sei lá se teria coragem de avançar contra a menina… ou a favor.
Eu era ainda um moleque e tudo o que pude fazer foi dar um jeito de ficar em meu quarto e, dali, ficar olhando aquelas duas tentações andando pela casa.
Duas, sim, pois nessas alturas já estava imaginando loucuras até mesmo com minha querida irmã… suas perninhas, sua bundinha e seus peitinhos pareciam tão apetitosos como os da sua colega.

(…)

Foi instintivo.
Primeiro fiquei alisando o pau por baixo do calção, olhando o movimento pelo vão da porta.
Depois, tirei o calção e fiquei segurando a porta com uma mão, para que nenhuma delas entrasse, enquanto que com a outra eu esfregava o bruto.
Mas o tesão foi crescendo e eu precisava gozar.
E nessa hora, a gente não pensa em mais nada.
Larguei a porta, sentei na cama e continuei o que já vinha fazendo, só que agora sem discrição alguma.

(Continua)


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