capa_revista_contos_eroticos_5.jpgRevista Contos Eróticos nº 5

O melhor em contos eróticos.

Leia uma amostra

01

Comecei cedo e demais no colégio


A culpada foi a minha mãe.
Adoro a minha mãe.


(…)


O que aconteceu foi que minha mãe cismou que meu pai tinha outra, separamo-nos dele, e iniciei o segundo grau num outro colégio, fiquei longe das amigas, dos amigos e dos meus paqueras e, mais triste de tudo, longe do menino com quem eu já havia ficado algumas vezes e já tinha até pensado em dar pra ele… quer dizer, em namorar com ele, perder a minha virgindade com ele… essas coisinhas.
Pior de tudo, nesse nosso novo endereço e na minha nova escola, é que minha mãe saía muito cedo para trabalhar e me levava até o colégio, onde eu ficava plantada, esperando, por quase uma hora até o porteiro abrir o portão.
Além do perigo de ficar ali, sozinha na rua, o mais difícil era a solidão daqueles momentos, a saudade do outro colégio…
Ô tristeza!
Na verdade, havia um outro menino que também chegava cedo, mas era o mesmo que nada, pois ele ficava sentado na calçada, enfiado no capuz, e se quer me falava oi.
Mas isso durou pouco dias, pois logo que o zelador-porteiro descobriu que eu ficava ali, passou a acordar mais cedo para abrir o portão para mim… e para o menino também, que entrava sem nem ao menos falar bom dia, nem para mim, nem para o porteiro.
Que menino esquisito!
Mas já era uma coisa menos ruim, pois assim, pelo menos, eu ficava dentro do colégio… eu, ele e o menino que não me via.
Agora deixa eu falar do porteiro.
Logo saquei que o sacrifício que ele fazia para acordar todos os dias mais cedo era por minha causa… quer dizer, era para ficar conversando comigo, me olhando.
E não o condeno, porque sou mesmo uma menina que chama um pouco a atenção. Sou morena, tenho longos cabelos lisos, um corpo bem moldado, coxas apetitosas, como já ouvi dizer, e uma bundinha de parar o trânsito, coisa que também já ouvi dizer… mas não me lembro de alguma vez ter parado o trânsito.

(…)

Nos primeiros dias, depois que começou a abrir o portão para nós dois, ele, o porteiro, apenas cumprimentava, falava algumas coisas, me comia com os olhos, e voltava para a sua casinha lá no fundo do terreno.
Mas antes de chegar lá, ele ainda dava umas três ou quatro olhadas para trás, para continuar me comendo com os olhos.
Ele pensava que eu não percebia.
Ah, sim!
O porteiro, de nome Cido (apelido, claro) era baixinho, franzino, solteiro, 22 anos… bastante simpático e atencioso.
Apesar de ficar o tempo todo olhando para as minhas pernas e a minha bunda, ele nunca me falava e nem fazia qualquer tipo de gracinha.
Mas era época de frio e nem sei o que ele tanto olhava, se eu estava sempre de moletom blusa e até um casaco que me cobria até o meio das coxas.
Alguns dias depois, porém, começou a fazer calor, fui para a escola de saia e blusa, e aí o rapaz endoidou.
Na verdade, até o menino que nunca me via, de repente, percebi, começou a dar umas olhadinhas disfarçadas, por baixo do capuz.
Estava calor e ele ainda usava capuz.
Esquisito mesmo.
Mas a doidice do zelador-porteiro… quer dizer, do Cido foi bem comportada, pois ele não me agarrou, não rasgou a minha roupa e muito menos me estuprou… nada disso.
Ele simplesmente passou a abrir o portão e ficar ali com a gente, me olhando, olhando as minhas pernas, as minhas coxas.
Eu achava graça naquela situação, mas nunca que iria fazer qualquer coisa para provocar o rapaz, nem queria, nem era do meu tipo.
E ele também não se encorajava a fazer ou falar qualquer coisa.
Acho que isso durou um pouco mais de um mês, quase dois, até que um dia o menino que não me via faltou.
O Cido abriu o portão para mim, olhou em volta, perguntou pelo menino, e quando falei que ele não tinha chegado, fechou o portão e foi sentar comigo num banco junto à parede.
Ele já havia sentado naquele mesmo banco comigo, mas nunca tão perto como sentou naquele dia. Na verdade, não estava perto, estava colado.
Fiquei sem ação, pois não sabia se aquilo havia acontecido de forma natural ou se era alguma má intenção da parte dele.
Era má intenção.
De repente senti sua mão na minha coxa.
Não falei nada.
Nem sei se eu queria falar alguma coisa e não tive coragem ou se, ao contrário, eu não queria mesmo falar nada e deixar a mão dele ali.
A gente conversava e falava de uma oficina que tinha quase em frente à escola, cujo dono, também um rapaz, costumava abrir meio cedo.
O Cido dizia que queria comprar um carro, que estava juntando algum dinheiro para comprar, e que estava de olho num carrinho velho que o Mauro, o dono da oficina estava reformando.
Mas o Mauro abria as duas portas de aço da oficina, enquanto que a mão do Cido começava a se movimentar pela minha coxa.
Primeiro estava parada, depois deus uns apertões bem suaves, só com as pontas dos dedos.
Depois apertou um pouquinho mais forte.
Ele não olhava para mim, eu não olhava para ele.
Ele esperava para ver o que eu ia falar.
Eu não falava nada.
E nem fazia nada, pois podia muito bem dar um tapão naquela mão atrevida e mostrar para ele que… que não sou dessas.
Mas será que não sou mesmo?
Aquela era a primeira vez que alguém colocava a mão na minha coxa.

(Continua)

02

É tão fácil dar… mas num mercadinho?


Era uma sexta-feira.
Naquele dia, numa conversa boba, tive um papo altamente cultural com um colega de classe.
Tudo começou quando ele deu uma olhada para as minhas pernas, num momento em que fui sentar e elas se abriram um pouco.
Disfarcei, fingi que não vi que ele tinha visto, mas ele começou a conversa.
– Sabe que eu queria ser menina?
– Queria ser menina… jura? Você é gay? Eu nem imaginava…
– Claro que não? De onde você tirou essa ideia?
– Mas não é você quem está dizendo que queria ser menina?
– Estou falando que eu queria ser menina, ter nascido menina.
– Não sei qual a diferença, mas por que isso?
– É que para as meninas é tudo mais fácil, elas podem transar quando quiser, com quem quiser.
– Que ideia besta! Quem te falou isso?
– Ninguém me falou. Mas é uma verdade. Vocês meninas podem transar com quem quiser, quando quiser.
– Vocês é que podem, nós não. Vocês não engravidam, nós engravidamos.
– Mas não existe camisinha, pílula?
– Existe, mas mesmo assim. Tem a questão moral.
– Questão moral?
– Claro! Vocês, meninos, podem transar de montão, que é vantagem, mas nós, meninas, nem pensar.
– Por que?
– Você bem sabe. Se a gente transar demais logo a gente fica falada, ninguém mais quer, o pai enche de pancada… Vocês, ao contrário, quanto mais come, mais têm valor.
– Está certo. Nisso eu acho que você tem razão.
– Tá vendo?
– Mas eu não estou falando de sair dando adoidado por aí.
– Não? Está falando do quê, então?
– Estou falando é que quando vocês querem dar pra um menino é só chegar nele, falar que está a fim, que ele vai querer rapidinho.
– Quem te disse isso?
– Eu que estou dizendo… mas é a verdade.
– Não sei que verdade é essa.
– Deixa eu dar um exemplo. Se eu estiver a fim de comer uma menina eu preciso pensar muito ante de falar com, pois eu não sei ela vai querer. Agora, se ela vier falar comigo, é claro que vou topar, no ato.
– Não acho que é assim.
– Claro que é. Você quer ver… se eu te pedir, agora, você vai, no mínimo, ficar pensando, fazendo onda ou, pior, me xingar não querer mais falar comigo… Agora, vai ser bem diferente se você falar que quer dar pra mim. Fala, pra você ver…
– Eu não quero dar pra você.
– Poxa! Claro que eu quero. Só estava esperando você me…
– Mas eu falei que não quero dar pra você.
– Foi, não. Você falou que quer.

(…)

Ficamos nessa discussão boba e eu, que não sou boba, logo fui percebendo o rodeio todo que ele havia feito só para dizer que queria me comer.
E então, da mesma forma que ele me rodeou, eu “desrodeei”… quer dizer, fui levando na esportiva, brincando, mas sempre deixando claro que eu não queria de jeito nenhum dar pra ele.
Ainda se fosse o Clayton… ou Wilson…

(Continua)


03

Domingo espetacular… e lá se foi o meu bumbum

Que ninguém duvide das coisas que pode fazer uma menina quando ultrapassa certos limites.
Os meus limites foram ultrapassados devido a uma vontade louca de transar.
Fazia mais de mês que eu não tinha um encontro decente com o meu namorado, tipo, assim, horas e horas transando… dou-lhe uma, dou-lhe duas, dou-lhe três.
Aquelas transas rapidinhas eu nem contava, não satisfazia. Pelo contrário, me deixavam com mais vontade ainda.
Vontade brava mesmo, de me fazer ficar úmida o tempo todo.
Meu namorado não tinha culpa, coitado, pois era final de ano, seu papai estava adoentado, e ele, o meu namorado, estava atarefado com trabalhos na loja que eles têm.
Trabalhava até de domingo.
E foi num domingo que os meus limites romperam.

(…)

Era por volta das seis horas da tarde quando o namorado da minha irmã mais nova e o cunhadinho dela chegaram, carregando malas e mochilas.
Os dos iam pousar aqui em casa, e no dia seguinte, os três, mais alguns amigos, iam partir para uma viagem de duas semanas… praias do Nordeste, a mana passando bem.
Mas a mana não estava. Tinha ido com nossa mãe à casa de uma tia e já tinha ligado avisando que só chegariam por volta das nove.
– Faça sala pra eles. – brincou a mana, ao telefone.
Fazer sala?
O que fiz foi falar para eles esperarem, que eu ia tomar um banho.
– Liguem a televisão, se quiserem. – falei, enquanto me dirigia ao banheiro.
Mas no banheiro, juntou tudo.
Primeiro era o meu tesão acumulado… eu só pensava em me aliviar, nem que fosse com o dedo.
Segundo, era a imagem dos dois meninos lá na sala… dois irmãos, dois rostinhos lindos, dois corpinhos gostosos, deliciosos.
Terceiro, é que eu já havia ficado com aqueles dois meninos.
Um deles, o Renê, mais velho, já tinha me pegado – ou eu tinha pegado ele – duas vezes, mas só beijinhos, coisinhas suaves, nas vezes que saíamos com a galera.
A verdade é que a gente só tinha ficado, sem nenhum compromisso mais, pois compromisso mesmo ele logo assumiu com a mana, sortuda.
Foi ele quem tirou a virgindade dela… pelo menos foi o que ela me falou.
Já namoravam fazia algum tempo e, conforme ela  falava também, ele estava sempre a fim… só queria comer.
– Até o meu bumbum ela já comeu. – ela me confessou um dia.
Claro que eu não ia bulir com o Renê, namorado da mana.
Nem pensar.
Mas e aquele menino sobrando?
Aquele outro menino era o Digo, e também já tinha me pegado… já tínhamos ficado e o danado era mesmo bem danado, pois não se contentava com os beijinhos, já queria meus peitinhos, e um dia já estava com a mão na minha zona proibida.
Não briguei com ele por causa disso, claro, pois bem que gostei, mas nunca mais ficamos, simplesmente, porque comecei a namorar e… FIDELIDADE ACIMA DE TUDO.
Mas até que ponto uma menina consegue ser fiel?
Simples… uma menina consegue se manter fiel até o momento em que se rompem os limites.


(…)


Estava no banheiro, só de camiseta, ainda tirando a roupa, quando resolvi que ia me aliviar.
Comecei a me masturbar, fui agachando, agachando, quase sentando no chão, quase rasgando minha xana de tanto esfregar… até que me deu um estalo.

(Continua)


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