Histórias da Vaninha… meu primeiro cliente

 

Eis aqui como tudo começou…

(…)

Meu nome é Vaninha, tenho só 19 aninhos e algumas historiazinhas para contar.
Esta é apenas a primeira.
Estou falando assim, tudo no diminutivo, porque também sou diminuta… quer dizer, tenho corpo miúdo, peitinhos miúdos, bundinha miudinha, mas tudo bem firme, durinho, redondinho, tudo um verdadeiro tesãozinho, como costuma dizer o meu namoradinho eu amo e namoro desde os meus 14 anos.
Ah! Sou bem bonitinha de rosto também, moreninha, olhos vivos.
Essa história começou… quer dizer, minhas histórias começaram quando terminei o colégio e queria ir para a faculdade.
Mas só queria, pois o que eu mais precisava, então, era trabalhar e ajudar meus pais e meus irmãos para comer, pagar aluguel e tudo o mais.
Eu comentava com a Nívea, uma amiga que tenho desde molequinhas, e ela dizia que também já havia passado pela mesma situação, até que arranjou um trabalho e…
– E por falar nisso, sei que você ganha muito bem, até mudou de vida, mas não tenho a mínima ideia sobre onde e no quê você trabalha.
– Nem queira saber… quer dizer, queira sim. Vou te contar.
Ela contou e primeiro eu não quis acreditar, achei que era piada, depois fiquei escandalizada.
Nunca, jamais, de modo algum eu poderia ter imaginado que aquela minha amiga de quase todos os momentos fazia já uns três anos que andava se deitando com homens estranhos em troca de dinheiro.
E depois do escândalo veio a revolta.
– Se você quiser posso arrumar alguns programas pra você e…
– Se tá maluca? Que ideia você tem de mim? Tenho uma família que respeito, tenho religião e, além disso, gosto demais do meu namorado pra fazer uma sacanagem dessas com ele e…
– E os cara pagam trezentinho.
– Quanto?
Mas claro que não me interessei.
Mesmo fazendo as contas junto com a minha amiga e descobrindo que com um programa por semana eu podia ajudar minha família e ainda pagar minha faculdade, não me interessei, nem um pouco.
Na verdade, a ideia até me deu nojo.
Mas…
Numa sexta-feira minha amiga me procurou dizendo que tinha dois clientes para a tarde do dia seguinte… um era antigo e o outro era a primeira vez, mas como ela não queria perder nenhum dos dois, implorou que eu atendesse o cliente antigo.
Repudiei a ideia o quanto pude, mas, não sei se pelo dom que ela tem de convencer as pessoas ou se pelo dinheiro com o qual eu já começava a fazer planos… aceitei.
– Eu disse a ele que você tem experiência, como ela gosta. Então, você diz que tem bastante experiência, certo?
Eu, experiência? – eu pensava, enquanto me dirigia ao local marcado para o encontro… no lado externo da Estação Tiradentes do Metrô.
E quando lá cheguei logo veio ao meu encontro um homem de uns trinta, quase quarenta anos, que logo descobri ser casado e que logo me conduziu até um apartamento secreto, que sua esposa não sabia da existência.
E eu ainda me perguntava por que um homem novo, bem bonito, por sinal, e casado, precisava de uma prostit… quer dizer, uma menina como eu para satisfazer suas necessidades sexuais, quando me vi a sós com ele num apartamento do terceiro andar de um prédio bem fuleira ali pelos lados da Rua São Caetano, a rua das noivas.
E por falar em noivas; eu havia inventado uma história para sair de casa, meu namorado não estava sabendo de nada, mas por certo acabaria descobrindo e lá se iam os meus sonhos de casamento.
– Faça um streap tease para mim. – falou o homem já sentado num sofá, interrompendo meus pensamentos.
Lembrei que ele queria experiência e como eu já havia tirado a roupa de forma sensual para o meu namorado algumas vezes, achei que sabia fazer.
Mas lembrei também… quer dizer, acho que só nesse momento é que me dei conta de que estava prestes a transar com outro homem.
Não me assustava o fato dele ser mais velho, mas, sim, porque até então o meu namorado havia sido o único…
Comecei por abrir a blusa, expor meus peitinhos, depois abri o zíper da calça… fui tirando tudo até que fiquei só de calcinha, quando então me coloquei de costas pra ele e fui baixando aos poucos, até cair nos pés…
Quando me virei ele já estava em pé, sem as calças, com aquele negócio armado.
Que pau! Minha nossa senhora das primeiras vezes! Dava uns três em tamanho e grossura do pau do meu namorado.
Está certo que naquela situação eu estava vendo as coisas de forma um tanto exagerada, mas que era grande, isto era. Era enorme… e eu tinha de chupar.
Entendi que ele queria ser chupado, me ajoelhei aos seus pés e apliquei tudo o que sabia de chupação, achando mesmo que eu já era expert no assunto, de tanto que já havia chupado o pau do meu namorado.
Mas logo descobri que há uma grande diferença entre chupar um pau e chupar um pau… quer dizer, entre chupar o pênis do meu namorado, que eu achava ser o tamanho normal, e chupar o pau do homem, um verdadeiro bengolo, expressão que andei ouvindo na escola sobre meninos avantajados.
Eu já sabia fazer muita coisa; passar a língua, descer até a base, subir até a cabecinha, depois fazer a mesma coisa beijando, depois colocar a cabecinha na boca, dar umas mamadinhas, voltar a passar a língua… e assim ia.
Mas eu não sabia ou quase não conseguia fazer duas coisas: não sabia que tinha de chupar também as bolas, e isso o homem me ensinou, enquanto eu segurava seu pau erguido; e não conseguia colocar na boca.
O caso é que ao chupar o meu namorado havia momentos em que ele segurava a base do pinto, fazendo ele ficar maior ainda, e eu percebia que ele queria que eu chegasse com os meus lábios até ali, nos seus dedos.
Fui tentando, tentando, até que, com o tempo, aprendi a prender a respiração e engolir aquilo tudo na boca, até a garganta.
Com um pouco mais de tempo ainda, aprendi a manter a respiração pelo nariz e também controlar a ânsia de vômito, de modo que eu conseguia ficar um bom tempo com aquilo na boca, olhando para os olhos dele, numa posição de submissão que ele adorava, que eu adorava.
Afinal, ele também me chupava e também me olhava.
Mas colocar todo o pau do homem na boca, nem a pau. Era simplesmente impossível.
Mesmo assim, segundo ele me revelou depois, fui além do que qualquer outra já havia conseguido, e ele gostou.
Consegui engolir mais de três quartos e ainda segurar um bom tempo… só que sem olhar pra ele.
Não achei correto.
E também não achei correto o que aconteceu algum tempo depois, o que ele fez algum tempo depois.
Chupei, chupei, chupei, e fiquei admirada, pois o meu namorado, se eu chupasse muito, ele logo ou pedia a camisinha para colocar na minha xaninha e gozar ou então me indicava que tinha de tirar da boca e virar para o lado porque ele já ia expirar, ejacular.
Mas o homem, quanto mais eu chupava, mais ele parecia ficar manso, mais gostava, mais queria ser chupado, lambido, engolido, e quando, finalmente, ele deu mostra de que estava a fim de gozar, simplesmente segurou minha cabeça e, para o meu desespero, começou a ejacular na minha boca, primeiro um pouquinho, depois um poucão, depois um montão…
Quase vomitei.
Nunca tinha sentido porra na boca, a não ser alguns pinguinhos que meu namorado, sem querer, deixava escapar.
Mas naquele dia, além de sentir o gosto salgado daquilo, também senti a viscosidade, pois o homem não me deixou parar de chupar e aquela meleca ficava na minha boca, escorria da minha boca, voltava para a minha boca…
Acho que chupei o pau do homem por uns quinze minutos ainda, com porra e tudo, até que ele resolveu me comer. Temi pela minha xaninha, imaginei o estrago, mas procurei pela camisinha e…
– Cadê o gel? – perguntou ele.
– Gel? Pra que gel? – perguntei, já sentindo um certo calafrio.
– Pra que? Você vem dar a bunda e não traz gel? Vai querer levar a seco, por acaso? – ele perguntou, meio sério, meio rindo.
– Mas eu…
– Vai me dizer que não faz no rabo? A Nívea me disse que você é especialista.
– A Nívea…? Tá bom…! Mas esqueci de trazer, só isso.
– Sua sorte é que eu tenho. – ele disse, caminhando até o quarto.
Mato a Nívea. – eu pensava. – Mato, trucido, pico em pedacinhos…
Mas o que eu queria mesmo era sair correndo daquele apartamento, pelada como eu estava.
Só não corri porque não corri.
Nas poucas vezes que eu havia dado a bunda para o meu namorado eu, literalmente, apenas havia deixado ele comer… quer dizer, eu ficava tensa do momento em que ele pedia, insistia, até o momento em que, finalmente, ele gozava e eu o empurrava para trás, tirando.
Nem deixava ele curtir um pouquinho mais minha bundinha. E minha sorte é que na minha bundinha ele sempre gozava rapidinho.
– Até parece que você não gosta. – ele dizia.
– Mas como é que alguém pode gostar disso? E essa foi a última vez, tá! – eu falava.
Como desejei estar com o meu namorado naquele momento! Mas eu não estava.
E pior, na situação em que eu me encontrava naquele apartamento eu não podia falar nada, e mais, sabia muito bem que o cara não iria gozar tão rapidinho quando o meu namorado.
Primeiro porque já havia gozado uma vez (ou duas, não sei) na minha boca e estava um tanto manso.
Segundo, porque eu já havia percebido a sua imensa tara por bundas, principalmente por bundinhas como a minha.
E depois dele ter dito que a Nívea havia dito que eu era especialista, eu tinha certeza que ele era um taradão.
E tanto era taradão por bundinhas que me fez vestir a camisinha em seu pau, encheu ele de gel, depois me deu um pouco de gel para que eu passasse também no meu traseiro (eu nunca tinha colocado também no traseiro) e me colocou de quatro.
– Vai devagar, por favor.
– Devagar? Você não tem experiência, por acaso?
– Tenho. Mas o seu pau é muito grande pra mim… sou pequenininha.
– Pode ser que você seja pequenininha, mas nem imagino o que esse cuzinho já levou de vara.
Não sei se me sentia ofendida ou elogiada, só me perguntava se entraria fácil, e se entraria, se eu não gritaria de dor… pois a entrada, que eu já sabia, era sempre a parte mais difícil.
Mas enquanto eu pensava ele enfiou, de uma vez só. Tentei segurar o grito, mas não teve jeito.
– Ai!
– Tá gostando, não é? Sua putinha gostosinha!
Quanto tempo ele ficaria na minha bunda? Era o que eu já me perguntava, tudo o que eu queria saber, pois entrar já havia entrado, e havia entrado tudo tudinho.
Nem imaginava que eu pudesse aguentar aquilo, ainda mais no traseiro.
Ele começou a estocar, deslizar para fora e para dentro, eu me segurava, já nem sabia se quilo estava gostoso ou se estava horrível.
Mas aí veio uma parte que não gostei muito… quer dizer, não gostei nem um pouco.
– Mas que coisa, garota! Você vem dar a bunda e nem lava o rabo!?
– Claro que lavei, sempre lavo.
– Estou falando por dentro. Você nem fez um chuquinha?
– Chuquinha?
– Vai dizer que não sabe o que é? Mas tudo bem. Tá cheirado, tá sujando o meu pau, mas sabe que é assim que eu gosto? A chuquinha deixa o cu largão, sem gosto… e o seu tá apertadinho, apertadinho.
Que o meu traseiro era bem apertadinho eu sabia… e também sentia, com aquela coisa deslizando apertado para frente e para trás, forçando tudo.
Mas que diabos era aquela tal de chuquinha?
Eu é que não ia perguntar.
Por sorte ele também não falou mais nada, estava mais interessado em socar aquela coisa na minha bunda.
E eu, de quatro no sofá, sem escapatória.
Percebi então que eu não tinha outra saída que não fosse relaxar e gozar ou, pelo menos, relaxar, pois gozar eu achava meio difícil, impossível, com aquela verdadeira mandioca me fazendo aquele estrago todo.
Mas relaxei.
Foi um tanto difícil, mas consegui relaxar, soltar a bunda.
E consegui isso pensando no fato de que se meio mundo faz esse tipo de coisa com prazer por que eu não podia fazer também, fiquei pensando nos trezentinhos… quer dizer, fiquei pensando em tudo, lembrando de tudo que me fizesse esquecer o meu traseirinho.
E acabou dando certo, acabei dando certo.
O homem ficou me comendo um tempão naquela posição, eu de quatro no sofá, quase rasgando s almofadas de tanto unhar, ele me agarrando pelas coxas, falando, falando.
– Que cu gostoso, menina! Que cuzinho gostoso! Nunca comi um cuzinho tão gostoso assim, tão apertadinho… Não precisa fazer chuquinha, não, viu! Da próxima vez pode vir assim mesmo, teu cheiro é gostoso.
Cheiro? Chuquinha? Próxima vez?
E depois de um tempão me enrabando daquele jeito, começou com outras posições, me colocava numa posição, me colocava em outra, deitava em cima de mim no sofá, me colocava de quatro no chão, me fazia sentar em cima dele, sempre de costas pra ele.
E ele sempre dizendo que eu cu era gostoso, que era apertadinha, que eu cheirava gostos, que não precisava fazer chuquinha.
E a cada vez que mudava a posição era mais uma escapada e mais uma enfiada, mais uma entrada.
Mas já entrava tão fácil que eu nem sentia nada… quer dizer, sentia sim, comecei a sentir uma sensação que ia ficando cada vez mais gostosa, uma coceirinha no traseiro que só acalmava um pouco quando o pau estava lá dentro deslizando.
Por isso, quando escapava, eu mal podia esperar para ele enfiar novamente, e quando ele demorava eu mesma é quem pegava e encaixava no lugar.
Só não gostei muito de outra coisa que ele fez.
A outra coisa que ele fez e que não gostei foi quando ele estava sentado no sofá e eu sentada no colo dele, espetada nele, e abrindo a bunda com as duas mãos para entrar mais fundo e também para ele ver.
Isso mesmo!
Era tão tarado por bunda que queria ficar olhando o pau entrando e saindo.
Mas queria ver mais ainda.
De vez em quando ele pedia para eu abrir bastante com as mãos, me erguia, fazia o pau escapar e fica olhando o meu traseiro arrombado.
Que horror!
Além da vergonha que aquilo que causava, por estar mostrando a ele e a mais íntima das minhas intimidades, ainda vinha a coceirinha e eu queria mais era logo sentar novamente, engolir novamente.
E queria gozar também.
Verdade!
De repente senti que podia tirar prazer daquela situação, que já estava bem gostosa, confesso, e comecei a me masturbar.
Sentada no colo dele, subindo e descendo o corpo, engolindo e soltando o pau, comecei a esfregar minha xaninha, com uma das mãos, até que ele percebeu.
– Tá querendo gozar, é? Nunca vi puta gozar, quero ver agora, deixa que eu faço pra você.
E então, enrabada e masturbada, algum tempo depois gozei no colo daquele homem, no seu pau, na sua mão.
Para falar a verdade, não sei se gozei… quer dizer, não sei se tive um orgasmo, dois, ou qualquer coisa parecida.
O que sei é que foi me dando uma frescura desgraçada (não conheço outro termo para descrever o que senti) e fui ficando louca, endoidecida, subindo e descendo cada vez mais forte, fazendo deslizar rápido e mais fundo e, pela primeira vez, mexendo a bunda de um lado para outro, rebolando no pau do homem.
– Isso menina! Rebola essa bunda. Rebola esse cu. Rebola no meu pau…
E com tudo isso, fui ficando cansada, mole, com sono, meu quadril todinho formigando, a coceira acalmando.
Só me lembro que o homem pediu que eu rebolasse mais um pouco ainda até que ele me juntasse forte com as duas mãos e me puxasse para baixo fazendo entrar até onde não havia entrado ainda… e gozasse mais uma vez.
E depois só me lembro acordando no sofá, o homem sentado no sofá em frente, falando que eu podia tomar um banho.
Mas não tomei banho, comecei a me vestir pela calcinha.
– Mas quem disse que o programa acabou, mocinha?
– Não? – perguntei, verdadeiramente assustada, pois eu estava simplesmente exaurida.
Mas ele estava brincando, esperou eu terminar de me vestir, estendeu-me a mão com algumas notas, falou que tinha gostado muito de mim e que me chamaria outras vezes.
Depois saímos, ganhamos a rua e nos separamos.
Nem sei como consegui caminhar até o Metrô e, depois, até em casa, mas quando cheguei fui direto ao banheiro, sentar no vaso, ver que não saía nada, me perguntar se não havia me machucado alguma coisa lá por dentro.
Então tomei um banho e fui para o meu quarto colocar uma roupa para esperar o meu namorado.
Mas antes do meu namorado chegou a Nivea perguntando como tinha sido o encontro.
Quase nem respondi.
Eu sentia vontade de matá-la, ainda mais quando ela confessou que só tinha me ajeitado com ele porque aquele cara só gosta de bunda e ela não gosta muito de dar a bunda.
– Que amiga você! Não? E tampouco avisou que o cara tem um negócio… – completei fazendo gesto com as duas mãos mostrando o tamanho do pau do homem.
– Mas ele costuma dar caixinha também. Não te deu, não?
E só então olhei as notas na minha bolsa.
– Quinhentinho, amiga! Quinhentinho! Tá vendo!?
Mas eu ainda queria matar minha amiga… ou será que não queria?
Aquelas notas, aquelas lembranças como se ainda estivesse uma coisa deslizando no traseiro, como se a coceirinha estivesse começando novamente…
Mas antes de matar eu precisava que ela me respondesse uma coisa.
– O que é chuquinha? – perguntei.
– Você não fez? Foi com ele sem lavar?
– Mas quem disse que não lavo? Me fala o que é chuquinha!
– Pensei que você soubesse. Quem costuma deixar atrás sempre sabe.
– Mas quem disse que eu costumo…? Nunca havia deixado atrás.
– Não é o que eu estou sabendo.
– Que você está sabendo? Mas o que é que você está sabendo? Que história é essa?
– Como é que eu sei…? Oras… só tinha de saber. É sempre a primeira coisa que os meninos querem da gente… Me admira você dizer que nunca tinha deixado atrás.
Fiquei mais que grilada com a conversa da minha amiga, mas acabei deixando pra lá e ela então me explicou que existem vários modos de fazer chuquinha, mas que o mais simples e comum e com a mangueirinha do chuveiro.
– Enfia, deixa entrar a água morna… logo começa a sair tudo. E você vai enfiando e lavando até que fica tudo limpo.
– Que coisa! Mas não fica muito relaxado depois?
– Dizem que fica. Mas uma amiga minha disse que se pode fazer voltar ao normal com água fria.
– Água fria?
– É. Depois de lavar várias vezes com água morna, você injeta água fria, bastante água fria… fica tudo apertadinho novamente.
– Mas?… espere um pouco. Uma amiga sua te disse… Mas então você… você nunca fez…
– Não sou chegada em dar a bunda, minha cara.
– Então é por isso que você não foi com o… qual é o nome dele, afinal… que nem sei?
– Você transa com o cara e nem sabe o nome dele?
Rimos.
Ela falou que também não sabia.
E então, enquanto meu namorado não chegava, ficamos sentadas lado a lado na minha cama, conversando, eu fazendo mil perguntas, querendo saber como ela havia começado aquela vida de garota de programa, por que ela não gostava de dar a bunda, quantos clientes ela tinha.
E aqui termina essa minha história… mas começam outras.

(…)

Meu segundo programa
O homem me chamou para um segundo programa, pediu que eu fosse sem lavar, tive uma tarde memorável e, mais que isso, quando soube que eu só tinha ele, pediu exclusividade prometendo me pagar 3 mil para termos dois encontros por mês.
Achei uma maravilha, sonhei, fiz planos, mas o terceiro encontro acabou antes de começar, numa fuga pelo Parque da Luz, Estação da Luz… pois a mulher dele havia descoberto.
Nunca mais ele me procurou.

Meu terceiro programa
Agora já era uma questão de dinheiro e procurei a Nívea sobre algum possível cliente.

O velho viúvo
Recusei o serviço, pois não conseguia me imaginar transando com um homem de 65 anos de idade.
Então ele me propôs que eu fosse transar com o meu namorado na casa dele para ele ficar nos olhando às escondidas.
Inventei uma história de tomar conta da casa e fui com o meu namorado.
Estranho transar sabendo que tem gente olhando.
Mas ele fez mais que isso… filmou tudo e num dia me fez transar com ele, o que não foi tão asqueroso como eu imaginava.
Tivemos outros encontros, até que a mulher dele me flagrou ali na casa, pois ele não era viúvo cosa nenhuma.

Meus dois primeiros cabaços
Tive um lance com dois meninos, irmãos gêmeos, que foram virgens até os 18 anos de idade.
Eu, que nunca tinha tirado um cabaço, achei o máximo descabaçar os dois ao mesmo tempo, enquanto os pais viajavam e a empregada, tão novinha quanto eu, dava cobertura.
Ela era mais que fiel ao namorado e preferiu me arranjar para os dois a ter que continuar resistindo às investidas deles.

(…)

Tenho muitas outras histórias, que fui acumulando com o tempo.
Mas por enquanto ficamos nisso.

visite lojinha

 

 

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