O meu mais gostoso xixi

Parte I

Essa é uma daquelas transas rapidinhas, e por isso vou contar também rapidinho.
Eu estava quase descasada e cheia de cerveja.
Explico:
O caso é que depois de seis anos de casamento, sem contar os quatro de namoro, eu havia chegado à conclusão que já era mais do que hora de mandar o marido passear, procurar outra, mesmo porque, eu já havia até encontrado outro, o Jurandir…
Só não tínhamos consumado a conjunção carnal, ainda.
Mas foi exatamente com essa intenção, isto é, com a ideia de entabular alguma coisa para um futuro não muito distante, que topei ir naquele churrasco da firma.
E aceitei, na verdade dei um jeito, de ir de carona no carro dele, o meu pretendente que eu pretendia.
Só não contava que fossem mais três pessoas juntas. Mas até aí, tudo bem, a ideia era só mesmo dar continuidade e fazer progredir aqueles flertes que vinham acontecendo no serviço, durante o expediente, as trocas de olhares, os sorrisos, as conversinhas sem pé nem cabeça.
E no churrasco, pela primeira vez me sentindo quase livre do marido, danei comer carne e tomar cerveja, mais tomar cerveja do que comer carne.
E vai daí que tanta cerveja só podia mesmo dar naquilo que deu.
Num certo momento me vi apertada, procurando um lugar para fazer xixi.
E naquele churrasco no sítio, que entrou noite adentro, com todo mundo enchendo a cara de cerveja, o que mais faltava era banheiro.
Por isso, fui para o mato.
Dei a volta por trás de uma das casas, caminhei beirando uma cerca de madeira, e fui procurando o lugar mais adequado para fazer o meu xixi.
Bem reparei num vulto caminhando mais atrás, com certeza querendo fazer a mesma coisa… quer dizer, a mesma coisa, não, pois era o vulto de um homem e homem não faz xixi, como a mulher, homem mija.
E é gozado como que para os homens tudo é mais fácil, pois basta apenas encontrar um lugar, virar de costas para a plateia, abrir as calças, tirar o mijador para fora e despejar.
Para a mulher já é diferente.
Pra começar ela nem tem como ficar de costas para a plateia, pois mostra a bunda.
A mulher, para fazer xixi, tem de tirar a calcinha, agachar e abrir bem as pernas para não se molhar.
Se ela estiver de saia ou vestido, até que é mais fácil, bastando apenas baixar a calcinha, mas se ela está de calça comprida, aí a coisa complica.
E eu estava num meio termo, isto é, uma saia calça que, no final das contas, era o mesmo que uma calça comprida.
Tive então de procurar o lugar ideal, enquanto que ele, o vulto, já estava desaguando na cerca, a uma boa distância atrás de mim.
Ele desaguava e me olhava, enquanto eu andava, olhando para trás e esfregando as pernas, para não vazar antes do tempo.
Que falta de respeito! – eu pensava. – Será que não enxerga a minha situação?
E quem seria aquele filho da puta?

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Parte II

Mas já estava começando a vazar e eu não tinha outra escolha.
Parei, meio atrás de uma motinha, fiquei com o olhar fixo naquele desgraçado, baixei a saia calça, baixei a calcinha, agachei, abri tanto quanto pude as pernas e desaguei.
Céus… que delícia!
Existem muitas coisas gostosas nessa vida, mas fazer um xixi quando se está apertadíssima é mais que gostoso.
Mais gostoso até que um orgasmo.
Exagero à parte, pois não há mesmo coisa mais gostosa que um orgasmo, fechei os olhos e deixei fluir, sentindo todo o prazer que um xixi pode trazer.
A verdade mesmo é que deixei foi jorrar, pois acho que esguichei uns três litros de cerveja… e tudo queria sair ao mesmo tempo, numa pressão tão forte que fazia um barulho característico quando batia no chão… primeiro no chão, depois na poça de xixi que já se formava.
Foi quase um orgasmo.
Mas então, quando abri os olhos, antes ainda de expulsar a última gota, vi o vulto à minha frente, bem na minha frente.
– Vai pra lá! – falei.
Mas antes mesmo de terminar de falar eu já tinha visto que ele era ele… fiquei sem a menor vontade de mandá-lo embora.
Aquele meu colega de trabalho, aquele que estava me dando carona, aquele que havia mijado alguns metros atrás de mim, aquele que ainda estava com o pinto de fora.
– Mas Jurandir…! – falei, quando vi o seu pau.
E não consegui dizer mais nada.
Me demorei ali, agachada, mesmo depois que a fonte secou, sentindo como que uma delícia por estar assim, as coisas expostas, o homem à minha frente… o homem Jurandir.
E foi instintivamente que comecei a esfregar a mão na xana, como se estivesse querendo fazer mais xixi ou, então, como se estivesse me masturbando, querendo gozar…
Eu estava me masturbando.
Ele me atacou… me pegou pelos braços e me levantou.

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Parte III

Ele com o pau de fora, eu com a xana de fora.
Com tanto álcool na cabeça, eu bem sabia que estava precisando daquele pau para completar o meu xixi.
Que ele mijasse dentro de mim… era tudo o que eu queria.
E ali mesmo, em pé, sobre a urina que havia despejado, que senti ele entrar por entre minhas pernas, procurar a minha xana.
Nem houve pegação, chupação, nada.
Seu pau já foi logo procurando a minha entrada e a minha entrada só queria era se abrir para recebê-lo, engolir todinho.
Mas abrir as pernas como, se a saia calça e a calcinha não deixavam?
Não tinha jeito, de frente, o máximo que conseguíamos era colocar a cabecinha.
E olha que o seu pau não é dos menores!
Pensei em tirar a parte debaixo da roupa, já estava começando a fazer isso, mas ele me impediu.
Virou-me de costas, me fez debruçar sobre a cerca de madeira, mirou, apontou, carcou.
Foi até o saco.

(…)

Se fazer um xixi quando se está apertada já é a coisa mais gostosa do mundo, ser penetrada por um cacete logo depois de fazer o xixi é, simplesmente, algo que não consigo descrever.
A única coisa que sei dizer, então, é que aquele foi o xixi mais gostoso da minha vida.
Foi uma transa só, um orgasmo só… um meu e um dele.
Mas foi uma transa que valeu pelo dia e marcou o nosso início.
Muita cama, muito motel e muitas transas vieram depois, mas tudo começou com um xixi… o meu mais gostoso xixi.

(…)

Ah, sim… ainda não separei não.

E tem outros lances… que vou contar logo mais.

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