Rua dos Meninos… mais uma carcada deliciosa – Parte II

 

E então ele começou a me excitar no lugar certo, no lugar que eu queria, que eu tanto precisava. Na verdade, excitada eu já estava até demais, e só fui ficando mais ainda, conforme ele foi baixando minha calcinha, até os joelhos, e, depois de uns longos e angustiantes dois segundos de espera, começando beijar minhas coxas, beijar minha bunda, beijar e lamber, passar a língua em meu rego, se aproximando pouco a pouco do meu… cuzinho.
Nessas alturas eu já estava debruçada sobre a estante, com a face grudada no espelho, procurando me ajoelhar no banquinho… e não pude evitar um grito e nem de jogar meu quadril ainda mais para trás, abrindo-me toda. Juntei as nádegas com as mãos e me abri tanto quanto eu podia, deixando meu cuzinho exposto, bem exposto.
Aquilo me enlouquecia e ele me enlouqueceu mais ainda, cutucando com a língua, lambendo, forçando…
– Enfia o dedo. pedi, já ansiosa por sentir uma penetração, mesmo que fosse mínima.
E ele trocou a língua pelo dedo.
Mas não enfiou. Ficou me torturando mais um tempão, só roçando o dedo na portinha, como antes tinha feito com a língua.
– Por favoooor. – implorei, abrindo ainda mais minha bunda com as mãos, agora já ajoelhada no banquinho e com as pernas quase totalmente abertas.
Ele atendeu ao meu apelo, mas não doi o dedo o que enfiou. De repente senti uma coisa meio gelada, gosmenta, da mesma grossura de um dedo… Eu ia perguntar o que era, mas a delícia daquilo me penetrando só me fez ficar admirando pelo espelho a minha expressão de prazer.
Era a novidade, um bastão parecido com uma vela, do tamanho de uma vela, uns vinte centímetros, só que bastante liso, cremoso, gosmento… e ao invés de permanecer rígido lá dentro, logo começou a se desmanchar…
Gente, que coisa maluca!
Se o meu tesão estava a quinhentos graus, passou instantaneamente para vinte e quatro mil e duzentos.
Aquela vela que não era vela se desmanchando nas minhas intimidades, simplesmente me levou à loucura e não pude evitar, nem tentei evitar, um gemido alto, prolongado, um verdadeiro berro de imenso prazer.
– Estou pronta! Estou pronta! Vem! – fui falando e me curvando ainda mais sobre a cômoda, enquanto forçava minhas mãos para abrir minha bunda, sem nem mesmo me importar com um vulto que vi ou pensei ter visto passar do outro lado da cortina.
Eu estava tão ansiosa, pois nesse exato momento ele encostou a cabecinha no meu cuzinho, que não sairia daquela posição nem que houvesse uma multidão junto com a gente ali. Mesmo assim, quando percebi o vulto passando de volta, achei que tinha o direito de reclamar, pois ele havia me garantido privacidade.
– É minha irmã. – ele disse. – Pode ficar sossegada.
– Então vai! Vai logo!
Nem pedi pelo gel. Sabia que já estava lubrificada, mais que lubrificada.
Soltei um outro longo gemido quando senti sua cabecinha forçando para entrar.
Que delícia!
Então veio o momento de apreensão: a forçada, lenta, mas firme, a cabecinha atravessando a portinha, entrando no meu cuzinho.
Sempre dói. Mas é uma dor tão gostosa que um novo longo gemido é inevitável. Mas nem sei se doeu ou se gemi apenas porque achava que devesse doer.
Então vem aquele momento da acomodação: o tempo para o meu cuzinho relaxar por completo e “aceitar” sem reclamar aquela coisa que o invade.
E ele estava reclamando, por acaso?
Estava, sim, era esperando, desejando, o momento da entrega total.
Coisa gostosa! Coisa maravilhosa!
Sei que o gostoso, o tesão, está na portinha, mas nada supera o prazer de sentir aquilo tudo entrando até bater as bolas.
– Vai! – falei.
E ele foi enfiando devagarzinho… devagarzinho, uma tortura única, indescritível.
Entrou tudo, tudinho.
Não resisti, soltei uma mão da bunda e peguei suas bolas, passei os dedos, senti que apenas as bolas estavam de fora.
– Você tem um pau gostoso. – falei; não pude deixar de elogiar.
Então ele começou aquele vai e vem maravilhoso, puxando até a portinha, quase fazendo sair, e depois enterrando tudo, até as bolas novamente.
Voltei a me abrir com as duas mãos.
Ele deslizava para dentro e para fora, lentamente, um pouco mais rápido, mais rápido, mais rápido… fora de ritmo.
Eu delirava.
Gemi. Gritei. Mexi. Chorei, chorei, chorei.
Não sei por que, mas quando a carcada é gostosa, sempre termino chorando. Mas é um choro de prazer, de êxtase. Um êxtase que me deixou desmaiada, com as pernas moles, tremendo, quase sem forças para me mover… derrubada.
Mas ainda tinha mais.
Como bom profissional, ele não gozou. Eu bem adoraria sentir sua vibração em minha bunda e, depois, sua sujeira em meu cuzinho, que, por sinal, já estava mais que divinamente sujo com aquele bastão/vela derretido lá dentro. Mas bem sabia que ele tinha de segurar suas energias para outras meninas que com certeza iriam estar ali, no meu lugar, ainda naquele dia.
O que eu não sabia é que estava por vir a parte mais louca.
Molenga como eu estava, deixei-me cair sobre o seu colo quando ele se sentou no outro banquinho. Ficamos quietos, eu tentando recuperar minhas forças, mas comecei a sentir algo latejando… era o seu pau, ainda enterrado no meu cu, agora mais enterrado do que nunca. Ele mexia o pau, retesando-o ainda mais, e não demorou para que su começasse a mexer o cu, tentando apertar, cortar, carregar pra mim.
Ficamos um tempão naquela comunicação pau-cu, cu-pau… indescritível.
Aquilo foi aumentando, aumentando, deixei que mexesse nos meus peitos, na minha prexeca, gostei que mexesse, fui me acendendo, mexendo a bunda, piscando mais ainda o cu…
Alguns minutos depois já estávamos em pé novamente, só que agora ele estava prensado contra a parede do seu lado. Eu o prensava com a bunda, enquanto me segura na estante e me empurrava para trás. Prensava e mexia, esfregava, fazia alguns vai-e-vem… até desmaiar.
Agora sim eu estava derrubada, muito derrubada.
Acho que adormeci, meio que desmaiei sobre a estante, enquanto ele ainda mantinha aquela coisa dura completamente desaparecida dentro de mim.
Depois, um bom tempo depois, foi tirando devagar, bem lentamente, e quando saiu tudo, senti-me larga, aberta, contraindo-me aos poucos, fechando-me.
Felicidade.
E então ele começou a me limpar com uma toalha úmida, que su nem sabia de onde tinha aparecido, pois não estava ali quando começamos. Descobri logo depois.
Depois que me limpou, ergueu minha calcinha, ajeitou-a no meu corpo, baixou minha saia, ajeitou minha camiseta, e me fez sentar no seu banco, derrubadésima, morta.
E então, enquanto ele limpava a si próprio e eu me espantava com o tamanho do instrumento que o meu cuzinho havia suportado, senti uma presença do outro lado, vi a cortina se abrindo… Era uma menina, um pouco mais nova ou menor que eu, me oferecendo uma bandeja com um copo de leite morno e um pedaço de bolo de chocolate.
Certeza de que ela é quem havia introduzido a toalha molhada ali no momento certo.
– Minha irmã… o bolo e o leite é cortesia da casa, para você recuperar suas energias. – disse o menino, enquanto a menina me sorria.
– Bem que estou precisando. – falei, pegando o leite e o bolo.
– Eu também fico assim caída, quando faço desse jeito. – ela disse.
Sorri, não falei nada. A danada tinha ficado a olhar ou, no mínimo, a ouvir os meus gritos. Mas qual o problema? Tomei o leite, comi o bolo, dei uma ajeitada melhor na roupa, arrumei como pude o cabelo com os dedos, peguei meu material e a bolsa na sala, paguei o menino, dei um pouquinho a mais… ganhei a viela, a rua, com ele me acompanhando, até que chegamos num ponto de ônibus, onde nos despedimos com um simples olhar.
Sentei-me olhando pela janela, vendo as coisas passarem, as pessoas… molenga, vontade de dormir.
Eu estava realmente derrubada.

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