É por isso que não caso… a moça do supermercado
Tenho 32 anos, vida financeira estabilizada, vida sexual mais que satisfatória, moro sozinho… e sou solteiro, sou solteiro, sou solteiro, sou…
E se você ler os três momentos dessa história vai entender que é por isso que não caso, é por isso que não caso, é por isso que…

 

Momento 1 – Recente

 

Moro perto de um grande supermercado e estou sempre por ali, comprando uma coisinha ou outra, vindo daí que conheço quase todo o pessoal que ali trabalha… especialmente “a pessoal”, com quem sempre dedico uma atenção maior, é claro.
E essa dedicação especial tem me trazido bons resultados, não posso me queixar. Amizades, bate-papos, atendimento diferenciado… e até participação nos acontecimentos.
Foi assim que, noutro dia, chegando na sessão da padaria, me aproximei ou, na verdade, fui chamado a me juntar a uma rodinha de funcionárias, que logo me comunicaram a novidade…
– A Elaine está grávida.
– Vai ser mamãe.
– Olha a barriguinha… logo, logo começa a aparecer.

 

Momento 2 – O caso

 

A Elaine, vou chamá-la assim, é uma morena de olhos claros, corpo esbelto, 25 anos, atualmente, super simpática e atenciosa, que conheci faz uns cinco ou seis anos, desde que ela começou a trabalhar ali.
No início foi só um relacionamento amigável. Trocávamos cumprimentos, conversávamos algumas coisas, mas nada que indicasse algum interesse maior de um pelo outro.
Na verdade, à época, eu tinha outros interesses, alguns, inclusive, ali mesmo no supermercado. E como tudo ou quase tudo estava rendendo, eu pouco olhava para a Elaine com quartas intenções… dava umas conferidas na sua bundinha, vez ou outra, mas ficava nisso.
Ela também não parecia ter outros interesses, ou eu é que não percebia algo mais nas suas atenções comigo, até que um dia…
– Bem que alguém podia me dar uma carona, hoje.
Explico.
Era um dia de semana, próximo às duas da tarde, final do seu turno de trabalho, e o teto do supermercado parecia que ia desabar, de tanta chuva que caía… sem contar as trovoadas.
– Mas quem disse que estou de carro?
– E esse carinho cheio de compras… vai levar na mão?
Conclusão: mesmo que meio contra a minha vontade, pois eu tinha “visita” em casa logo mais, acabei esperando dar o seu horário, ela mudar de roupa, e fiquei no estacionamento, até que ela apareceu, olhando para os lados e entrando no carro o mais rápido possível.
– Tá com medo do quê… do marido, namorado…?
– Nem um nem outro, que não tenho, mas já viu como é esse pessoal…gosta de falar. Cada fofoca que rola por aí com certas meninas!
– Imagino. Mas e você, está entre essas certas meninas?
– Não estou nem quero estar.
Em poucos minutos, uns quinze ou vinte, mais ou menos, antes de chegarmos próximo à sua casa, descobri que ela tinha 19 anos, pretendia começar a faculdade, frequentava a igreja e, tal como no estacionamento, não queria ser vista na minha companhia, para evitar fofocas da vizinha. Pediu que eu a deixasse num local próximo a uma padaria, onde ia se abrigar da chuva.
Agradeceu e saiu do carro de cabeça baixa, logo virando a esquina e entrando no estabelecimento.
Essas religiosas! – fiquei pensando, e até rindo do medo dela em ser vista com um homem.
Religiosas?
Não sei encadear exatamente a sequência dos acontecimentos, mas sei que a partir daquele dia, daquela carona, a amizade com a Elaine foi ficando cada vez maior… quer dizer, foi diminuindo, foi deixando de ser amizade para entrar naquele joguinho típico das indiretas, das entrelinhas, dos olhares enviesados… o joguinho da sedução.
– Nunca mais me ofereceu carona.
– Mas eu nunca ofereci, foi você que…
– Ah é? Pois não precisava… nem precisa…
Primeira briguinha.
Mas, já naquela época, eu era expert em tirar proveitos das briguinhas… e nada como algumas conversinhas e um certo dengo para colocá-la no meu carro novamente. E nem chovia.
– Mas vamos logo… não quero que alguém me veja.
– Mas me deixa ali perto da praça… na padaria, não.
– E o meu beijo?
– Que beijo?
– Naquele dia não tive coragem de pedir, mas era o que eu mais queria… hoje eu quero.
– De jeito nenhum. O que você está pensando?
– Não estou pensando nada… só quero um beijo.
– Só um… – ela disse, dando a entender que me beijaria quando eu parasse o carro, mas logo quase deu um grito. – Não! Isso não pode acontecer. Me deixa ali na esquina.
– Mas… eu quero. – falei, depois que parei o carro e fiquei segurando a sua mão, impedindo que ela saísse.
– Não…! Aqui não… noutro dia, noutro lugar…
Deixei que saísse, pois o seu nervosismo era total. Fiquei olhando os seus passos apressados até ela virar a esquina, sua bundinha jogando de um lado para outro.

(…)

Nosso primeiro beijo aconteceu bem mais de um mês depois.
Depois de mais de um mês de conversinhas, sorrisos e trocas de olhares pelos corredores do supermercado, mais de um mês percebendo que ela queria, mas estava com medo, decretei que a terceira carona seria diretamente para um motel.
– Tá maluco?
– Estamos.
– Mas aqui não.
– Claro que aqui não! Estou falando num motel.
– Estou falando que aqui não, que não posso sair daqui junto com você.
– Então me espere noutro lugar.
– Espero… mas, num motel? Tenho medo e…
E ela acabou entrando no meu carro ali mesmo, no fundão do estacionamento do supermercado, num dia em que nem fui fazer compras, apenas apanhá-la para trazê-la até o meu apartamento.
– Mais uma? – pude ver o olhar de inveja do porteiro, que mal sabe das minhas coisas, mas fica imaginando. Ainda bem que não é de fofocar.
E mal pegamos o elevador e a Elaine já se deu conta de que teria sido melhor irmos a um motel, pois demos de cara com duas moradoras que a conheciam lá do supermercado.
Sorte que a sua presença de espírito foi imediata e ela fingiu que não me conhecia e fez algum comentário sobre ir visitar uma amiga.
Mas descemos no mesmo andar, o meu andar, e, é claro, as duas marocas devem ter desconfiado…
Problema delas.
Minutos depois eu estava com a Elaine no meu apartamento e ela verificava tudo, enquanto me fazia perguntas para ter a certeza de que eu morava realmente sozinho, que não havia perigo de chegar alguém, que…
Juntei-a no meio da sala, abracei beijei, carreguei-a para o quarto. Carreguei mesmo, no colo. Ia jogá-la na cama, rolar com ela, mas ela lembrou da roupa, que não podia amarrotar.
– Então faça um show para mim.
– Um show?
– É… tire a roupa, peça por peça… vou ficar assistindo.
Ela se levantou, fiquei sentado na cama, e ela começou pela camiseta. Mas foi tão rápida que, quando percebi, já tinha jogado a calça sobre um baú e estava tirando a calcinha… já nos pés.
Xoxotinha ao natural, com pelos, do jeito que eu gosto. Puxei-a para a cama, caí de boca.
– Você é doido, homem? Aí é lugar de por a boca? – ela perguntava, enquanto tentava manter as pernas meio fechadas… abertas o suficiente para eu por a cabeça, a boca.
Mas fui forçando, fui empurrando, fui abrindo, até que ela esqueceu o pudor e se entregou ao prazer… deitada na cama, pernas totalmente abertas, mãos amontoando o lençol, gemidos, gritinhos…
Gosto de chupar minhas gatas, sempre gostei. É a primeira coisa que sempre procuro fazer… o meu cartão de visitas.
Chupar devidamente a xoxota de uma mulher é uma forma de fazer com que ela queira estar sempre na minha cama, querendo mais e mais. É uma conquista para sempre.
E conquistei a Elaine.
Naquele dia, na nossa primeira vez, ficamos no básico, no papai e papai, numa cavalgada meio tímida, praticamente com ela apenas deitada junto ao meu corpo, colada em mim, impedindo que eu olhasse abertamente os seus seios, lindos seios, e menos ainda que eu assistisse a briga dos nossos sexos, o dela engolindo o meu, o meu querendo atravessá-la.
Ela me chupou também, ainda naquele dia, mas a chupada gostosa mesmo, com ela olhando nos meus olhos, me acariciando com a língua, com os lábios, mamando a cabecinha, só ia acontecer na vez seguinte, nas vezes seguintes, quando começaram a acontecer também os 69 e as carícias no seu traseirinho.
Foi difícil fazê-la aceitar meu dedo ou minha língua no seu furinho. Nem no rego ela queria deixar, foram muitas tentativas.
E mais difícil ainda foi convencê-la, induzi-la a me dar aquela bundinha.
– Aí não é lugar.
– Mas você tem de experimentar coisas diferentes.
– Já experimentei coisas diferentes demais com você… e aí não é lugar.
Mas um dia ela experimentou. Não estava muito a fim, mas deixou eu colocar, com muita dificuldade, por causa do seu nervosismo.
Depois disse que não tinha gostado. Mas na visita seguinte, mesmo dizendo que não tinha sentido nenhum gosto, deixaria eu colocar, se eu quisesse.
E por muitas vezes ela me deixou colocar só para me agradar…
Tá bom!
A cada encontro era ela quem oferecia, quem virava a bundinha para mim… e a cada penetração ela mostrava mais fogo, mexia, remexia, queria mais fundo… e até cavalgada, agora já verdadeiras cavalgadas, ela fazia com o pau atolado no cu.
Passou o tempo e a coisa virou meio rotina… praticamente a cada quinze dias, duas, às vezes três, na frente, e a última na bunda.
Eu gostava de transar com ela, gostava de vê-la no supermercado, ficar olhando aquela bundinha, outros clientes também olhando… e ninguém fazendo sequer ideia de que eu comia direto.
E comia mesmo. Foram anos de encontros, de um verdadeiro namoro, e sempre na maior discrição. Nem sempre mantivemos a mesma frequência, pois, às vezes, por um motivo ou outro, passávamos um tempo maior se ver, como numa ocasião em que ela disse que precisava fazer um tratamento e ficar dois meses ou mais sem transar.
– Mas que raio de tratamento é esse?
– Depois eu te explico.
Mas ela nunca explicou. Uns três meses depois, ela me sorriu de forma diferente no balcão de frios, praticamente se convidou para ir à minha casa… e tudo recomeçou. Perguntei, perguntei, sobre o tratamento, mas ela desconversava, me oferecia a bunda, e deixava pra lá.

(…)

Então, quando fazia quase seis anos daquelas nossas sacanagens… já eram só sacanagem, ela me comunicou que devíamos parar, pois havia um vizinho interessado em namoro.
– Já faz tempo que a gente anda de paquera, desde crianças, ele é da igreja também… por isso é que eu nunca quis ser vista com você e…
– Mas… você me chuta assim… e se eu te quisesse…?
– Tá bom… você me querer? Só se for… Você sabe que nosso namoro nunca foi um namoro…
– Mas a gente pode continuar se vendo.
– De jeito nenhum. Quero ser uma esposa fiel.
– Esposa? Mas vocês ainda vão namorar e…
– Não falei que sou esposa, falei que quero ser uma esposa fiel… e tenho de começar desde o namoro, não é?
Acho que era. Transamos naquele dia com muito mais fogo, sabendo que era a despedida, dei a última no seu cuzinho, e nunca mais nos vimos… quer dizer, nunca mais ela visitou a minha cama, pois continuávamos a nos ver e conversar normalmente pelos corredores do supermercado.
E então chegou aquele dia.

 

Momento 3 – É por isso que não caso

 

Depois que me afastei daquela rodinha onde estava a Elaine, para fazer as minhas compras, estava num corredor quando me vi ao lado de uma das suas colegas.
Curioso, puxei assunto, como quem não quer nada.
– Nem imaginava que a Elaine fosse casada, e ela está grávida.
– Bom… pra engravidar não precisa casar, não é? Mas ela já está casada há uns três anos.
– Três anos? – perguntei, logo me dando conta que a data do seu casamento podia estar coincidindo com aquela época que ela me falou do tratamento.
– Três anos, sim. E quer saber, ele já namoram há mais de dez anos, quase doze, desde que ela tinha treze anos de idade. Sempre foram prometidos e comprometidos um ao outro.
A moça se foi, fiquei parado em frente à prateleira de bebidas, uísque, rum, vodca…
Em casa, tomando uns drinks, vários drinks, fiquei fazendo as contas…
Comecei a comer a Elaine três anos antes dela casar, e ela já namorava o cara, e continuei comendo por mais três anos depois deles casados… só paramos quando resolveram ter um filho e ela queria, só podia, engravidar dele.

É por isso que não caso, não caso, não caso…

 

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