especial - furando a novinha...

Furando a novinha… antes do namoradinho
Parte I
2015, jan, primeiros dias

Tenho 21 anos e no pedaço onde moro até que sou bastante popular, muito querido entre todos, jovens, adultos e crianças, e também muito bem sucedido com as meninas. Posso não ter pegado todas, e nem teria condições, mas faturei algumas com 100% de aproveitamento, outras mais com 50% ou 60%, e um bom número delas na casa dos 20%, 30%… por aí.
Durante muito tempo, no entanto, andei lamentando não ter nascido pelo menos uns 15 anos antes, só para ter tido alguma chance com a Débora… quer dizer, a dona Débora, pois ela está na casa dos 30 e poucos anos, é casada com o Márcio, que tem 40 anos e é dono de dois açougues aqui na região. Embora, como eu já disse, me dou bem com todo mundo, pouco me interessa falar do Márcio, mas, sim, da mulher dele: pouca estatura, mas um corpo desenhado com fita métrica, calculadora e outras ferramentas de engenharia. Tudo perfeito: seios, bunda, coxas, rosto lindo…
Quantas e quantas punhetas bati pensando na Débora… dona Débora!
Que o Márcio nunca saiba disso.
E menos ainda que ele sabia do que veio depois, isto é, da minha vontade de ter nascido pelo menos uns 5 anos depois, só para ter alguma chance com a Daniele, que até no nome é parecida com a mãe. Na verdade, é parecidíssima. Menina de pouca estatura, mas um corpinho desenhado com fita métrica, calculadora e outras ferramentas de engenharia. Tudo perfeito: seios, bunda, coxas, rosto lindo… tudo perfeitíssimo, como se depois de pronta tivesse sido retocada umas nove vezes no Photoshop.
Enquanto a mãe sempre esbanjou simpatia, belezura e ereções pelos lugares onde está ou passa, a filha foi crescendo com a mesma inclinação.
Linda, gostosa… Nenhum comentário mais, a não ser que ela foi chegando na idade, foi ganhando ares de mocinha, seu corpinho foi tomando forma, tomando forma…
Como é injusta a vida! Se eu tivesse alguns anos a mais, podia ter comido a mãe, se tivesse alguns anos a menos, podia comer a filha, agora. E isso me desesperava, pois tanto a menina é gostosa e linda que a imagem mais perfeita para mostrar a sua relação com os meninos é a de uma cadela (com todo respeito) no cio com um bando de cachorros atrás; a rua inteira, os meninos da sua classe, a escola toda, eu acho, pois nunca vi um tal de aparecer tanto meninos na porta da casa de alguma menina, como aparecem na porta da Daniele.
Acho que ela nem precisa fazer trabalhos escolares, nada, pois tem sempre, no mínimo, uns oito meninos a fim de fazer por ela. Só que, da mesma forma que acontece com os cães, já que apenas um é escolhido pela cadela (com todo respeito), também a menina Daniele logo elegeu o seu menino: o Joel, um bestinha, idiota, burro, filho da puta, desgraçado, sarnento, meio veado…
Claro que o menino não é nada disso! Pelo contrário, é um bom menino, filho do senhor João, do mercadinho, onde ele ajuda o pai quando não está na escola. Mas para mim e, tenho certeza, todos os outros homens com menos de 96 anos de idade, ele é realmente tudo o que foi dito acima, só pelo fato de ser o escolhido da cadelin… digo, da menina.
Mas o que nenhum outro homem sabe, a não ser eu, é que o menino pode não ser nada disso, mas é um chifrudo, um chifrudinho, um chifrudo precoce, que sequer teve, e não pode ter mais, o gostinho de ser o primeiro a furar sua própria namoradinha… Ela já está mais que furada, 100% furada.

(Continua)

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