Angélica, a evangélica… e outros contos

 



Angélica, a evangélica

Fui convocado para as Forças Armadas, servi por três anos, aproveitei para me formar como piloto de aviação, voltei para casa precisando urgentemente comer alguma coisa, comi, levei cinco tiros e quase morri.
Mas deixa eu contar direito.

(…)

Durante o tempo em que estive “a serviço da pátria”, foram poucas as oportunidades que tive de comer alguém.
Até havia um batalhão feminino e até pintaram alguns lances, mas a sargentona sapatona não dava a menor chance… as soldados não podiam dar e os soldados não podiam comer. A mulher queria as meninas só pra ela.
Por isso é que quando dei baixa o que eu mais queria era um corpinho de mulher para me esfregar e uma carninha molhada para penetrar, afogar o ganso, trocar o óleo… coisas da natureza.
E achei.
Comecei a frequentar a academia perto de casa e logo descobri uma loirinha que também me descobriu, sorriu, se interessou, me interessei.
Vamos!?
Coisa mais difícil. Eu convidava para sair e ela sempre inventava uma desculpa, convidei para trepar e ela topou.
Mas isso foi só depois de algum tempo, pois enquanto eu convidava para passear, tentando dar início a alguma coisa, ela se esquivava.
Mas não desgrudava, até parecia que queria, mas não queria. E ficou mais grudada ainda quando comecei a trocar minhas atenções para uma outra loirinha, muito parecida com ela, mas só fisicamente, pois na ativa era bem diferente e logo partimos para o…
– Vamos!?
E fomos.
Nem sei se foi eu ou se foi ela quem fez o convite, só sei que logo estávamos num motel e, depois de longos e longos sufocos, eu tinha não apenas uma xaninha como também uma boquinha e, de quebra, uma bundinha, para me saciar.
Delícia!
Mas aí, a outra, aquela que embaçava, mas não desgrudava, começou a dar uns sorrisinhos mais diferentes do que os que já dava antes e…
– Vamos!?
– Vamos, mas…
– Mas o quê?
– Nada. Vamos amanhã na parte da manhã.
– De manhã? Não é mais gostoso à tarde?
– Mas é que eu só posso de manhã.
– Mas por que…? Tá bom… não precisa explicar, apenas vamos.
Só me pergunto… e só agora me pergunto, é se teria mudado alguma coisa se ela tivesse explicado?
Eu queria comer a menina e pronto.
Perguntei se ela aceitava ir na garupa de uma moto e ela falou que era até melhor, pois o capacete escondia o rosto.
– Mas precisa esconder o rosto?
– Não… mas… é que tenho meio vergonha desses lugares.
Tá bom!

(…)

angelica evangelicaTinha vergonha, mas tudo o que eu falava que fazia com a outra, com as outras, ela aceitava fazer também.
Sempre dizia que era a primeira vez… primeira vez que dava a bunda, primeira vez que deixava gozar na boca. E acho que até era mesmo coisas de primeira vez, pois que, diferentemente da outra loirinha, ela se mostrava bastante tímida e sempre esperando para fazer o que eu pedia ou queria. Nunca tomava a iniciativa.
Digo nunca tomava porque fomos no motel numa manhã, fomos noutra manhã, numa terceira manhã…
Ah, se eu tivesse parado por aí!
Um dia, depois de algumas horas bem gostosas na cama daquele motel, na hidromassagem, no chuveiro, fazendo tudo o que ela antes dizia que nunca tinha feito, nos vestimos, colocamos nossos capacetes e saímos.
Paguei a moça no guichê, o portão se levantou, engatei a moto, saímos e logo senti ela me apertando a cintura com uma força que não imaginei que tivesse.
O apertão foi tão forte que perdi o equilíbrio da moto e caímos.
– Mas o que foi? – perguntei, tentando tirá-la debaixo da moto.
– Meu marido! Meu marido! – ela gritava, apavorada.
– Mas… você é casada? Espera aí, moço…!
Esperar o caralho!
O homem se aproximava com um revólver na mão, e só pensei em correr.
Larguei a mulher debaixo da moto e corri tudo o que minhas pernas me permitiam correr.
E acho que corri muito mais ainda quando ouvi um tiro.
Pensei em parar, cair de joelhos, pedir clemência, explicar que eu não sabia que ela era casada, mas minhas pernas só sabiam ir para frente, cada vez mais rápido, até que…
Desespero total!
Correndo rente ao muro do motel, de repente me vi num beco sem saída… quer dizer, saída até tinha, só que eu não ia conseguir pular os três metros de altura daquele muro.
– Calma, moço! Calma, pelo amor de Deus.
– Eu tô calmo, safado. Não sou eu que vou morrer.
E foi nessa hora que o meu cagaço se transformou em coragem.
Levei três tiros no ato, mas, mesmo assim, rumei pra cima do cara, empurrando-o com tamanha força que ele caiu e consegui uma folga para correr na direção da rua.
Corri já ferido, mas corri.
Só que as balas são mais rápidas e fui atingido mais uma vez, outra…

(…)

Acordei quatro dias depois, aos poucos, me perguntando quem eu era, onde eu estava, quem tinha comido a minha rapadura…
Não. Eu não tinha perguntado por rapadura alguma, mas minha irmã e meus pais disseram que eu tinha falado tanta bobagem naqueles quatro dias, que uma bobagem a mais não faria diferença.
Minha irmã é que inventou essa coisa da rapadura, depois que soube que o meu quase assassino era paraibano.
– Tá vendo o que é que dá se meter com mulher dos outros! – ficavam falando.
– Mas eu nem sabia que ela era casada. E ela? E a moto?
– A moto levou vários tiros também, mas ela… nenhum.
– Como assim? Ele não fez nada com ela…?
– Pois é! Parece que a raiva dele era só com você e com a sua moto. – falava agora o investigador, que estava cuidando o caso.
– Ainda bem, não é? A moto que se dane, a moça está viva, eu estou vivo, isso é o que importa.
– Pois é! E é bem capaz dele continuar numa boa com ela… depois que sair da cadeia, é claro.
Era claro. Eu não queria mal para o homem. Afinal, eu estava comendo a mulher dele. Ele havia tentado me matar, mas eu estava vivo… vivo… Isso era o que importava.
Mas eu não estava tão vivo assim.
Depois de mais alguns dias no hospital fui levado para casa com sondas por tudo quanto parte do corpo… sonda no pau, dreno no umbigo, sonda no pulmão…
Só não enfiaram sonda no meu rabo… mas isso porque o rabo nem estava funcionando. Tinha de ser por dreno.

(…)

Em casa, minha mãe e minha irmã me davam aquela força… quer dizer, faziam tudo por mim, desde a comida até o banho, tão lastimável era o meu estado.
Era meio chato minha mãe ou, principalmente, a minha irmã me ajudando no banho, mas fazer o quê?
Mas minha mãe precisava trabalhar e minha irmã tinha a faculdade, de sorte que arrumaram duas enfermeiras para se revezarem nos cuidados comigo.
Uma enfermeira era a Dona Claudete, uma senhora de cinquenta e todos anos, medindo no mínimo dois de altura por três de largura, sendo que só os seios deviam pesar uns 26 quilos… cada um.
Era cuidadosa, atenciosa, mas eu morria de medo a cada vez que me via pelado no banheiro, com ela ajudando. A mulher era tão volumosa que qualquer descuido da sua parte seria suficiente para me aniquilar. Fraco como eu estava…
A outra enfermeira era a Vanda, completamente o oposto. Morena, quase negra, corpo mediano, mas tudo firme, tudo durinho, seios na medida, pontiagudos, bundinha arrebitadinha, 29 aninhos, casada, dois filhos, sempre aqueles vestidos abaixo dos joelhos… evangélica.
Eu morria de medo que o meu pau ficasse duro. Nós dois no banheiro, eu peladão.
Mas imagina se o pau ia ficar duro, com aquela sonda enfiada, doendo a bexiga, e sem contar os remédios que me deixavam sempre meio grogue.
Mas teve um dia.
Teve um dia…

(…)

Sempre que uma das quatro mulheres, minha mãe, minha irmã, a Dona Claudete ou a Vanda me ajudavam no banho, tudo acontecia no maior respeito, e nem podia ser diferente.
Minha irmã, inclusive, chegava a tirar a calça e até mesmo enrolar a camiseta até a altura dos seios, para não molhar, sem que houvesse qualquer maldade, mesmo porque estávamos ainda acostumados a andar meio à vontade pela casa, sem qualquer problema. Não me causava estranheza vê-la praticamente só de calcinha.
Mas naquele dia várias coisas aconteceram.
A Dona Claudete faltou e a Vanda fez os dois turnos do dia. Ficou esperando a minha irmã chegar para, só então, ir embora. Minha mãe só chegava bem mais tarde.
Estava um calor desgraçado, a sonda urinária havia vazado urina por fora… eu, mais do que nunca, precisava de um banho.
Minha irmã chegou, mas logo anunciou que estava com um rapaz esperando para levá-la à faculdade.
– Faz tempo que estou de olho nesse menino. – ela falou.
– Tudo bem… eu tomo banho sozinho.
– Sozinho… mas…
– Eu ajudo. – disse a Vanda. – O problema é que estou só com essa roupa, coloquei a outra para lavar… daqui vou direto para a igreja.
– Pois então tire a roupa. – falou a minha irmã, meio brincando, mas meio sério.
E se foi.
– Pode deixar. Eu me viro. – falei para a Vanda, quando ficamos sozinhos.
– Mas… Acho que não tem problema, não é?

(…)

Pena que a Vanda sempre usa sutiã! Queria tanto ver seus peitos pontiagudos, firmes.
Mas entrar no banheiro e, segundos depois, ver a Vanda entrando só de calcinha e sutiã já foi um prêmio que valeu por todas as torturas que eu havia passado depois que levei aqueles tiros.
Só então pude ver melhor o seu corpo, suas coxas, sua bunda… o que os vestidões compridos apenas insinuavam, agora eu podia ver por completo, ao vivo e à cores.
Mas ainda não estava contente.
– Vai molhar a calcinha. – falei.
– Vai não. – ela mais murmurou do que falou.
– E o sutiã. – completei.
– Não tem problema. – ela disse.
– Mas você vai para a igreja com a calcinha molhada?
– Você não vai querer que eu tire, não é?
– É que pode molhar e…
– Se molhar… fazer o quê?
Não lembro direito o que falei depois, o que ela falou, enquanto eu me ensaboava e ela segurava a sonda, a bolsa, ou, então, ela mesmo me ensaboava nas partes em que eu não podia alcançar.
Pena que o pau eu alcançava!
Mas também… de que ia adiantar ela ensaboar o meu pau, como minha mãe e até minha irmã faziam, se o bicho não dava nem sinal de vida, com aquele tubo enfiado?
Mas lembro que quando terminei o banho e ela me enxugou, peguei outra toalha e comecei a enxugá-la.
– Menino! Mas que coisa é essa?
– Uma mão lava a outra…. não é assim? Você me enxuga, eu te enxugo.
E, não sei se por não ter percebido, se por não ter coragem de me fazer parar, ou se intencionalmente, ela permitiu que eu a enxugasse por completo… suas costas, sua bunda, suas coxas, seus seios, sua testa…
– Já enxugou! – ela disse, depois, quando viu que eu estava me demorando demais na sua testa.
Ajudou-me até o meu quarto, ajudou-me a me vestir, e foi para o outro quarto se vestir… pude vê-la colocando o vestido, se arrumando, até que saiu.
Quase pedi para que ela ficasse, para que fizesse suas orações ali mesmo, mas logo me lembrei que meu pau estava morto.
De que ia adiantar?
Adiantou, que a ideia de comer a Vanda se acendeu de tal maneira na minha cabeça que já não parava mais de pensar nela.
Parece até que eu não tinha aprendido a lição… mexer com mulher casada.
– Menino… você está é gostando desses banhos, não é? – ela perguntou, na terceira vez.
A terceira vez a que me refiro foi o terceiro banho que ela me ajudou a tomar, só de calcinha e sutiã.
– Mas a Dona Claudete não vem mais tarde, não é ela que te ajuda com o banho…?
– Mas ela não é cuidadosa como você, me machuca.
– Sei… E ela também não tira o vestido, não é? Nem deixa você enxugar ela.
– Não. Não tira e nem deixa… Ela só faz uma coisa que você nunca fez.
– E que coisa é essa?
– Lavar aqui. – falei, pegando a sua mão e colocando sobre o meu pau.
– Mas aí você mesmo pode lavar… e nem tem nada demais. É uma parte do corpo como outra qualquer.
E pela primeira vez a Vanda pegou no meu pau, passou sabonete, depois enxugou.
E o bicho nem se animou.
Mas na hora de enxugar… quer dizer, quando ela me enxugou e eu a enxuguei, mais uma vez demorei um tempão sobre a sua testa.
– Vamos parar com isso, menino! – ela disse, tentando tirar a minha mão.
– Mas estou parado. – falei, com a mão espalmada sobre a sua testa, sua xana.
– Mas é para tirar a mão. Aí não é lugar de ficar mexendo.
– E por que não? É uma parte do corpo como outra qualquer.
E ela conseguiu tirar a minha mão.
Parecia não estar com muita vontade de fazer isso, mas juntou com força e tirou, depois se afastou.
– É melhor que a Dona Claudete lhe ajude com os banhos… não vou mais fazer isso. – ela disse, depois, já colocando o seu vestido.
E aquele foi, realmente, o último banho que ela me ajudou a tomar.

(…)

A Vanda simplesmente anunciou à minha mãe que não ia mais cuidar de mim, e deixou de comparecer.
Só a Dona Claudete, a minha mãe e a minha irmã é quem me ajudavam, desde então, e eu tinha de cuidar para não ter ideias diferentes com a minha própria irmã.
Mesmo assim, vendo-a só de calcinha, me ensaboando, eu ficava lembrando da Vanda, naquele corpinho moreno, delicioso.
Eu já estava melhorando, pois o meu pau já começava a dar sinais de vida… mesmo com aquele tubo, mesmo doendo, já ensaiava uma ereção.
Ele só não ensaiava com a minha mãe e com a Dona Claudete. Pelo contrário, com a mulher ele até encolhia mais ainda.
Mas deixou de encolher quando, dias depois, voltei ao hospital, tiraram a sonda, os drenos, suspenderam algumas medicações.
– Recuperação ótima. Mais alguns dias e você já vai estar em ponto de bala. – disse o médico.
– Já posso procurar a Vanda?
– Procurar quem?
– Brincadeira. Esquece.

(…)

Mas procurar a Vanda foi mesmo uma das primeiras coisas que fiz quando, finalmente, já estava livre e dono do meu corpo, ao mesmo tempo em que sentia o pau começar a pedir por alguma coisa… até punheta ele estava aceitando.
Num certo domingo de manhã me vi na porta da igreja que a Vanda frequentava.
Havia um grupo de homens de paletó e gravata conversando na porta, e eles logo me olharam meio torto, pois que eu estava só de camiseta e bermuda.
– Procurando alguma coisa? – perguntou um deles.
– Estou procurando pela Vanda. – falei.
– Vanda? Sou o marido dela. Qual o problema?
– Problema? Não… Não é nada. É que ela tem o telefone da Angélica… – eu falava, todo enrolado, enquanto pensava no azar de ir ter logo de cara com o marido da mulher.
Azar, mas nem tanto, pois logo a Vanda chegou junto.
– Oi, menino… Já se recuperou? Que bom! Eu não pude mais cuidar de você e…
– Ele estava te procurando. – falou o marido, cortando a fala da mulher que, claramente, estava dando um jeito de amenizar a situação.
– A Angélica. – falei.
– Angélica? – ela perguntou, meio confusa, mas logo percebendo a coisa. – Ah, sim! É que eu a chamava de Claudete. Mas o nome dela é Angélica Claudete, não é?
– É… Então, minha mãe quer falar com ela, pois tem uma pessoa que está precisando de cuidados. Ela pensou em você… quer dizer, na senhora, mas como a senhora havia dito que não podia mais…
– Pois é… Mas eu não tenho o telefone dela, só sei onde ela mora. Posso ir lá, qualquer dia.
– Que bom!
Conversamos mais algumas coisas e saí.
Mas saí sem muitas esperanças, pois percebi, pela sua conversa, que a Vanda não ia me procurar. Ela havia disfarçado, falando da Dona Claudete, mas bem sabia que eu tinha ido na igreja apenas e tão somente por causa dela.
E não tinha se animado muito com isso.

(…)

Por isso, no domingo seguinte, de paletó e gravata, lá estava eu na igreja novamente.
Meus pais e minha irmã estranharam, principalmente porque eu ia numa igreja evangélica e não na católica, que é a nossa religião.
– Deus é um só… e tenho uma vida a agradecer. – falei.
Acho que nem estranharam muito eu ir justo na igreja que a Vanda frequentava, pelo farto de termos convivido por algumas semanas e, com certeza, da parte deles, ela ter feito a minha cabeça.
– Aqui novamente, rapaz? – perguntou, aquele mesmo homem, o marido da Vanda.
– Pois é. Tenho uma vida a agradecer, não é?
– Vem orar, então… Mas e aquela mulher, a…
– Angélica.
– Sim. Encontrou com ela?
– Não. A Van… quer dizer, a sua esposa ficou de falar com ela, mas não sei se falou. E na verdade acho que nem precisa mais falar, pois parece que já arrumaram outra pessoa.
Mais uma vez a Vanda me viu ali, chegou junto, se desculpou, dizendo que não tivera tempo de procurar a Dona Claudete, falei que não precisava mais, que precisava rezar um pouco.
– Orar, você quer dizer. Mas entre e assista o nosso culto. Vai ser bom pra você, depois de tudo o que passou.
Virei evangélico.
Três semanas depois eu já era frequentador da igreja, já havia dado o meu testemunho na frente de todos, já havia falado sobre os tiros que levei, sobre a recuperação milagrosa.
Só não tinha falado o verdadeiro motivo dos tiros. Falei que foi durante um assalto.
Um evangélico de araque.
– Estamos criando um grupo de louvor e você pode participar… – começou a me falar a Vanda, no meu terceiro domingo como novo religioso.
– Você sabe que o único grupo que me interessa é o de nós dois. – falei, depois de criar uma coragem que nem sei de onde tirei.
– Mas… menino! Que coisa! Que falta de respeito! Que…
Ela ainda falou mais um bocado de coisas e eu, sabendo, na verdade, que a minha coragem vinha daquele tempo todo que estava a seco, desde aquele dia no motel com a loirinha casada, desandei a falar que a queria, que a desejava, que isso, que aquilo…
– Mas, menino. Você sabe que sou casada, sou temente a Deus, respeito o meu marido…
– Domingo que vem estou aqui de novo. E pare de me chamar de menino.
Falei isso, porque estava chegando gente, inclusive o seu marido. Então mudei a conversa.
– Eu agradeço irmã. Estou mesmo precisando de oração… preciso de muitas orações, mas uma só já representa muito para mim.
– Vou orar por ti… vamos orar por ti, irmão. – falou a Vanda, em voz alta, na última parte, para que os demais ouvissem.
Mulher esperta.
– Muito obrigado, irmã. Muito obrigado a todos vocês que têm me acolhido. Até domingo que vem!

(…)

Na terça-feira a Vanda me ligou.
– Escuta, menino. Se for para você continuar indo na igreja com essas intenções, é melhor não ir. O seu pecado é muito grande… e não quero fazer parte desse pecado.
– Mas nem fizemos nada ainda.
– E nem vamos fazer… Mas só de saber das suas intenções eu já me considero pecadora. Não quero isso. Por favor, não volte à igreja. Eu te peço.
– Então venha aqui.
– Ir aí… mas fazer o quê?
– Rezar, oras.
– Rezar, mas… De jeito nenhum!
– Nem uma oração, uma oraçãozinha que seja…?
– Tá bom! Vou na sua casa amanhã. Mas olha… é uma vez só, hem! Só uma vez. Só para você parar com…
Sinceridade… pensava até que ia ser mais difícil.
Quer dizer, acho que no fundo, no fundo, ela já até estava querendo, sempre esteve querendo.

(…)

– Não é que eu quero, menino. Mas também não é que eu não quero. Sou uma mulher, sou um ser humano, tenho minhas fraquezas como todo mundo…e você ainda fica me tentando…
Isso tudo a Vanda tratava de explicar depois que, aqui em casa, sentada ao meu lado no sofá, ela dizia que só conhecia o seu marido, que havia se casado virgem, como manda a lei de Deus, e que aquele pecado que estava prestes a cometer iria, com certeza, exigir dela muitas e muitas penitências pelo resto da vida.
– Que exagero! É só um ato sexual, coisa de Deus… não é nada tão pecaminoso como você imagina… na verdade nem é pecaminoso.
– Pode não ser para você, mas para mim é. E por isso, nem espere…
– Nem espere o quê?
– Bom… Eu devia me preparar, me vestir adequadamente, como na minha primeira vez, na lua de mel, mas não é certo eu fazer isso.
– Isso o quê? Você fala de camisola, lingerie…?
– Luz apagada… tudo isso, como deve ser de fato. Só que…
– Só que, o quê?
– Você não é o meu marido, não vamos ter uma noite de amor.
– E o que vamos ter, então?
– O que você quer é sexo. É só isso o que significo para você.
– Nada disso. Eu….
– Fica quieto. Sei que é isso mesmo. Você só quer sexo. Mas não me importo, até acho bom, acho certo… vou te dar sexo, mas só isso… E é só uma vez… não se esqueça disso!
– Certo. Mas então vai ser uma vez bem caprichada.
– Caprichada como… o que você quer dizer… o que vai fazer, o que está fazendo…?

(…)

Claro que eu não ia querer a Vanda ali em casa de Camisola, luz do quarto apagada!
Vai que chega alguém…
Melhor mesmo ela estar com aquele vestidão, tirar só a sua calcinha, deslocar o sutiã, descobrir seus seios…
Eu já estava começando a fazer essas coisas quando ela me pediu que fechasse as cortinas, pelo menos.
Levantei para fechar as cortinas e quando me voltei vi que ela estava em pé, já começando a tirar a calcinha.
– Deixa que eu tiro. – falei, fazendo-a sentar novamente e me ajoelhando entre as suas pernas, suas coxas, me aproximando para um beijo.
– Isso não. – ela falou, virando o rosto.
– Como não? É o que mais eu quero.
– Claro que não é isso o que você mais quer! E nem e certo. Não vamos fazer amor… pode me penetrar, estou pronta.
– Está coisa nenhuma. – falei, forçando um beijo que de início ela tentou evitar, virando o rosto e até mesmo tapando a boca com a mão, mas que depois acabou cedendo.
E ela começou a ceder quando meti a mão por baixo do seu vestido, subi pelas suas coxas e fui parar em seus seios, logo fazendo subir o sutiã e apertando, massageando, premendo seus biquinhos nas pontas dos dedos.
– Menino…! – ela ainda balbuciou, enquanto me entregava a sua boca.
Mas ela evitava abrir a boca, deixar por a língua, trocar saliva. Isso só aconteceu quando uma das minhas mãos desceu e se esparramou sobre a sua calcinha, sua testa, sua xana.
– Hummmm! – ela fez então, começando a se entregar por completo.
Beijos de língua.
Seios chupados, mordidos, mamados.
Mão massageando sua xana, por cima da calcinha, por dentro da calcinha.
Carne molhada.
Meu dedo procurando a sua vagina, penetrando.

(…)

– Isso não! – ela balbuciou, quando me viu com a cabeça entre as suas coxas, minhas mãos arrancando a sua calcinha, forçando suas pernas e se abrirem.
– Aí não! – ela gemeu, quando percebeu minha boca se aproximando da sua xana… eu já sentindo o seu cheiro.
– Não! – ela gritou, na primeira passada de língua.
Logo percebi que a Vanda nunca tinha levado uma chupada gostosa… talvez nunca tivesse sido nem mesmo chupada.
Tinha vergonha de mostrar a xana.
Não queria abrir as pernas.
E cobriu-se com o vestido quando, finalmente, venci sua resistência só com a língua… quer dizer, fui chupando e forçando suas pernas para os lados, ela foi resistindo cada vez menos, cada vez menos.
Chupei tanto, lambi tanto, enfiei a língua, mordisquei seus lábios, mamei o seu grelo… mas chupei e mamei tanto que ela, simplesmente, ficou um bem doida, bem louca, muito diferente daquela Vanda que eu conhecia.
– Menino louco, bonito, gostoso… por que você fez isso?
– O que foi que eu fiz?
– Me perverteu… agora sou uma vaca, uma cadela, uma prostituta…
– Prostituta por quê?
– Não sei… mas sou… Sou uma perdida nos seus braços… Aí não é lugar de colocar a boca… sabia?
– Você não gostou?
– Gostei. Por isso mesmo… gostei muito… eu nunca…
– Nunca te chuparam?
– Não… Mas quero te chupar também. Deixa eu te chupar… – ela foi falando, enquanto procurava fazer inverter as nossas posições, tirar o meu calção, a minha cueca.
– Nossa! – exclamou, quando viu de fora o meu pau, agora durão feito pedra.
– O que foi? –perguntei.
– Que diferença!
– Claro que está diferente! Com a sonda, daquele jeito…
– Mas é de outra diferença que estou falando.
– Que outra diferença?
– É grandão… E cadê a pelinha que encobre aqui? – ela perguntou, colocando o dedo na cabecinha.
– Pelinha? Foi tirada quando operei da fimose.
– Você operou? Foi por isso que ficou grandão assim?
– Não. É o tamanho normal dele. Nem é grande.
– Imagina se não é! O dele é assim. – ela falou, colocando os dedos indicando um pouco mais que a metade do meu pau.
– Cada um é diferente. – falei, achando irônica a situação… a mulher comparando o meu pau com o pau do marido.
E elogiando!
– É bonito! Dá até gosto de pegar… de chupar…
E se pôs a chupar.
Só que nem de perto ela chupou como a gente gosta de ser chupado. Logo vi que apesar de nunca ter sido chupada, ela chupava o marido, mas chupava religiosamente… quer dizer, colocava na boca, e ficava fazendo um vai e vem, como se estivesse transando.
Gostoso é, claro, pois uma boquinha é sempre uma boquinha, mas sem passada de língua, sem beijos, sem mamadas, sem aquela pressão mais forte…
Achei que devia ensiná-la, mas aquele não era o dia ou, pelo menos, o momento.
Naquele momento eu estava mais que precisando dar uma aliviada rápida.
Deixei que chupasse um pouco, do jeito que ela sabia chupar, e a chamei para a briga.
– Vem. Me dá essa xaninha gostosa, me dá.
– Mas… aqui?
– O que tem aqui? Já fechei as cortinas.
– Mas não vamos deitar?
Logo entendi que ela estava acostumada a deitar, na cama, e o marido deitar por cima… o popular papai e mamãe.
– Deitar? Não… não vamos deitar… você vai é sentar. – fui falando, enquanto a puxava para cima do meu colo, até que ficasse de joelhos sobre o sofá, de frente para mim.
– Quer que eu coloque camisinha? – perguntei.
– Ele nunca coloca… diz que não é bom… e também não é certo…
– Não é certo… por quê?
– Porque não é de Deus.
– Mas… e como vocês fazem para evitar filhos, então.
– A gente não evita, não pode.
– É mesmo? Quantos filhos vocês têm?
– Até agora, três.
– Até agora? Mas e se você engravidar comigo?
– Vou ter um filho seu, não é?
– Mas… mas…

(…)

Mas não teve mais nem menos.
Ela foi se ajeitando até colocar nossos sexos em posição, foi pegando o meu pau, foi apontando na gruta, foi baixando o corpo.
– Hum… gostoso.
– Gostoso? Meu pau é gostoso, é?
– Demais! Demais!
E logo entramos em luta corporal… quer dizer, ela começou a se agitar em cima de mim, de uma maneira cada vez mais forte e mais rápida, chegando até mesmo a me surpreender, pois imaginava que fosse do tipo paradona, que apenas deixa comer.
Gostoso engano!
E engano mais gostoso ainda ao imaginar uma vagina já alargada pelos partos, pois era apertada, apertadinha… bastante lubrificada e bem apertadinha.
Ergui seu vestido até acima dos seios e fiquei admirando aqueles biquinhos subindo e descendo, brincando com eles, tentando mordê-los nas suas passagens.
Depois me concentrei nas suas nádegas, sua bunda, seu rego… ela protestou no ato quando meu dedo atingiu o seu traseiro.
Protestou e tirou a minha mão.
Mas teve de tirar várias vezes, pois fui insistente, até o momento em que, já no auge da excitação, ela deixou eu brincar, roçar o dedo, enfiar a pontinha.
Começou a gemer mais forte, dando sinais de que ia gozar, e eu a incentivava.
– Vai! Goza gostoso! Goza!
Atolei o dedo.
E foi com o meu dedo atolado que ela se descontrolou por completo e deixou rolar o mais gostoso orgasmo.
Mas nem deixei que descansasse.
Tirei-a de cima, deitei-a no sofá e deitei em cima, do jeito que ela estava acostumada, e ela, novamente, ajeitou o meu pau para me receber.
Gozei gostoso também, com o corpo livre para bombar sem limites na sua xana.

(…)

E emendamos um gozo no outro.
Continuamos naquela posição por algum tempo, até que comecei a sentir um novo gozo se aproximando, enquanto que ela permanecia meio paradona, apenas deixando.
Saí de cima, deitei do outro lado do sofá e a puxei para que ficasse por cima de mim novamente, me cavalgando.
Pronto!
Foi o suficiente para ela se acender novamente.
Gozamos.
Paramos um pouco.
Descansamos.
Ela não falava nada, apenas fitava os meus olhos, até que perguntei.
– Por que me olha assim?
– Porque você é um demônio disfarçado de gente.
– Um demônio?
– Um demônio que me tornou uma perdida.
– Você, uma perdida?
– Mais que perdida. Nunca fiz desse jeito.
– Nunca gozou?
– Não é isso… é que nunca, nunca gozei desse jeito.
– Que jeito?
– Toda louca.

(…)

Vanda falava, enquanto procurava por sua calcinha, pensando já em ir embora.
– Ir embora por quê, mulher?
– Imagina! Não vai dizer que ainda quer mais…!?
– Mas mal começamos.
E ela teria mesmo ido embora, não fosse eu puxá-la novamente para cima de mim, meter a mão na sua xana, a boca em seus seios, a outra mão no seu traseiro.
– Tira a mão daí, por favor!
– Não tiro. Vou comer ele.
E então ela ficou brava.
Fez um pequeno discurso dizendo que sodomia era coisa do demônio e que jamais faria uma coisa dessas. E falou também que se era para eu pensar assim dela, era melhor parar naquele momento.
Não paramos.
Pedi desculpas, ataquei novamente a sua xana com a boca, deixei-a excitadíssima, e a comi de quatro, ela ajoelhada no chão e debruçada no sofá.

(…)

Então chegou a hora dela ir embora.
Logo chegaria alguém da família e ela não queria ser vista ali.
– Mas quando você volta?
– Nunca. Não era para ser uma vez só?
– Mas eu nem comi essa bundinha gostosa que…
– Aí é que não volto mesmo.
– Tá bom! Mas se eu prometer que não vou comer, você volta?
– Vou pensar.
– Se a gente fizer só atrás não tem perigo de você engravidar, sabia?
– Já vem de novo com essa conversa. Olha que eu não volto, hem! E quer saber, não tem o menor perigo de eu engravidar de você.
– Não? E por que?
– Porque já estou grávida, entrando no segundo mês…
– Poxa! Então você pode vir todos os dias, a gente pode…
– Calma! Também não é assim… pode até ser que eu venha, mas não todos os dias… só quando eu precisar.
– Quando você precisar?
– É… ele não me procura durante a gestação, entende?
– Entendo. Mas se ele não te procura, pode deixar que eu te procuro. Na próxima vez a gente vai num motel.
– Isso não. Tenho medo desses lugares. Prefiro vir aqui.
– E vai vir?
– Vou.
– Sempre?
– Sempre não… a barriga vai ficar grandona.
– Não tem problema. Pode vir barrigudona mesmo… eu quero.
E ela se foi.
Saiu dizendo que eu era o demônio em pessoa, mas prometeu que ia voltar.
E voltou.
E voltou.
Já estava no sexto mês, quando veio pela última vez, pois aí já não tinha mais condições de transar.
Agora está em casa, cuidando do novo bebê.
Não sei se vai me procurar novamente.

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O pequeno grande corno
o pequeno grande cornoDeitado em minha cama, esperando o meu momento, eu olhava a menina embalando o sono do seu pequeno bebê.
Na verdade eu olhava para duas crianças, pois a menina, já mamãe, era ainda uma criança também.
Vestia uma camiseta regata branca que lhe moldava os pequenos seios, e um shorts jeans, curtinho, agarradinho ao corpo, adornando sua bundinha redondinha, retesadinha, e seu triângulo….
Como havia se recuperado rápido da gravidez!
Em poucas semanas, seu corpinho já voltava à forma normal: um tesãozinho, um verdadeiro tesãozinho.
E u olhava para a menina, gingando o corpo de um lado para o outro, mas não era na sua rápida recuperação que eu pensava; era nas ironias da vida.
A vida escreve histórias irônicas.

(…)
O garoto, filho do dono de uma oficina mecânica no bairro, nem bem completara 16 anos e já tinha ao seu lado a namoradinha grávida.
Foram contar aos pais a felicidade da paixão que os uniam, e coisas impensáveis nos tempos de hoje aconteceram… a menina foi expulsa de casa e os pais queriam processar os pais do menino, o menino não foi expulso, mas logo viu sua vida virar um inferno, tamanha era a pressão do pai para que ele assumisse toda a reponsabilidade sozinho.
– Ninguém mandou comer antes do tempo, fazer mal para a filha dos outros… agora que se vire.
Quanta ignorância! – eu pensava, como testemunha das coisas que estavam acontecendo.
E quanta maldade!
Num dia de chuva forte, tempestade com raios e ventanias, vi-me na obrigação de abrigar o casalzinho em minha casa, pois não tinham sequer para onde ir.
A menina, se não chorava, também não sorria, vendo a sua vida virada de ponta-cabeça… a falta da companhia dos pais e dos irmãos, a dificuldade ou impossibilidade que teria para continuar a frequentar a escola.
O menino esbravejava, gritava que iria sustentar a namorada e o filho sozinho, sem depender do pai ou da mãe, que ia mostrar a eles o quanto eram ignorantes.
Os discutiam o que fazer, como estudar, como trabalhar, onde morar.
Eu dei a solução.
Morando sozinho, trabalhando à noite, e tendo nos fundos do meu quintal alguns quartos e cozinha que eu mantinha alugado, ofereci um espaço a eles, em troca dos seus serviços.
Ao menino ofereci trabalhar em uma das pizzarias, das quais sou sócio.
– Vai trabalhar e aprender a fazer pizzas, cuidar das coisas, compras, preços… e no futuro pode ser o meu gerente. Vai estudar de manhã e trabalhar à tarde e parte da noite.
À menina ofereci coisa mais de acordo com o que ela podia fazer no momento.
– Você pode continuar estudando de manhã, também, enquanto a dona Josefa cuida da criança, depois que nascer, e na parte da tarde você ajuda a dona Josefa.
A menina, de origem bem pobre, e acostumada a cuidar dos irmãos menores, sabia muito bem cuidar de tudo na casa, e se prontificou a fazer todo o serviço, dizendo até que eu podia dispensar a empregada.
Mas não dispensei a dona Josefa, nem teria coragem de fazer isso, pois ela trabalha para mim há anos, e sempre gostei muito dela. Ao invés disso, deixei claro para a menina que ela só ia ajudar, de acordo com o seu estado de gestante e, depois, como uma mãe que precisa cuidar de um bebê.
Talvez tivesse sido melhor eu impor regras mais rígidas a ela… ou será que não?

(…)

Dois meses depois daquele acordo, o casalzinho habitava um dos meus quarto e cozinha, mobiliado, inclusive, com aquisições que fiz a título de pagamentos futuros.
O rapazinho frequentava a escola de manhã e uma das pizzarias à tarde, até parte da noite. Era muito esforçado, procurava aprender tudo, e vivia dizendo o tempo todo que ia mostrar ao pai que ele não era um monte de merda… xingamento que seu pai havia feito.
A menina, já no quarto mês de gravidez, também ia para a escola de manhã, junto com o namorado-marido, para a mesma escola, na verdade, pois foi lá que se conheceram.
Na parte da tarde a, menina ajudava a dona Josefa… e ajudava mesmo, querendo, inclusive, fazer muito mais do que permitíamos. Logos seus dotes se destacaram na cozinha e ela começou a substituir a mulher nessa tarefa, cozinhando e preparando pratos que eu nem conhecia.
– Gosto muito de cozinhar, em casa era eu que preparava tudo, mas gosto fazer coisas diferentes, vejo receitas…
– Quem sabe um dia abro um restaurante e você vai ser a minha chef.
– Já pensou!? Vou amar.
– Vou te dar um computador para que você possa pesquisar receitas na internet.
– Maravilha! Mas nem precisa, o senhor já me deu o celular… chato eu ficar te chamando de senhor… não é?

(…)

Era um momento, já bem pelo final da tarde, dona Josefa já tinha ido embora, eu estava no sofá, vendo alguns produtos no notebook, pensando em adquirir equipamentos mais modernos para as pizzarias, quando a menina, esperando cozinhar uma carne que tinha colocado na panela de pressão, sentou-se ao meu lado.
– Tanto faz me chamar de senhor, de você, de ocê… não ligo pra isso não.
– É que o se… você é tão legal com a gente. Nem sei onde e como a gente estaria se não fosse a sua ajuda.
– Não é ajuda, é negócio… depois vocês me reembolsam, pode ter certeza.
– Mesmo assim… quer dizer, mesmo que seja negócio… quem iria fazer esse tipo de negócio com a gente?
– Vocês merecem… qualquer um faria.
– Qualquer um, menos os nossos pais…
– É… Mas não vamos lembrar disso agora. Está uma tarde muito gostosa, aquela carne está exalando um cheirinho bom, você está bem, eu estou bem…
E quando vi, sem mais nem menos, ela empurrou o notebook do meu colo e o lugar dele. Não sentou no meu colo, apenas virou-se no sofá, colocando os pés sobre o assento, ficando de costas para mim, para o meu colo, onde recostou-se.
Ficou meio recostada, meio deitada por cima do aparelho… só pude tirar e colocar sobre a mesinha de centro.
– O senhor… você falou uma coisa que é bem verdade.
– Que coisa?
– Que estamos bem, que estou bem, que está uma tarde gostosa, que…
– Que…?
– Nada! Só uma coisa que me passou pela cabeça.
– Pois me fale que coisa foi essa que passou pela sua cabeça.
– Acho melhor não.
– Estou esperando, menina. Fale!
– Você, esperando? Quem está esperando sou eu. Olha a minha barriguinha, já está crescidinha.
Ela falou e, ao mesmo tempo, pegou a minha mão e puxou para cima da sua barriga.
– Tá crescidinha mesmo. – falei. – passando a mão suavemente.
E então, sem falar nada, sem voltar o seu olhar para o meu, começou a pressionar a minha sobre a sua barriguinha… pressionar e movimentar, fazendo giros… giros cada vez mais abertos… giros cada vez mais próximo do seu triangulozinho.
Pensei que tivesse sido acidental, quando ela levou a minha mão até lá pela primeira vez.
Mas logo vi que foi intencional, quando ela levou uma segunda vez e movimentou levemente as coxas, abrindo-se um pouco.
– Menina! – não consegui deixar de exclamar, meio surpreso, meio atônito, meio cheio de expectativas, mil expectativas.
E ela continuou sem falar nada, sem olhar para mim, apenas abriu um tanto mais as coxas e levou minha mão ainda mais para baixo, fazendo pressão, bem em cima da sua xaninha.
Não falei mais nada, não exclamei mais nada, nem esperei que ela falasse alguma coisa.
Continuei com a mão ali, mexendo, fazendo pressão, juntando no fechar dos dedos… e ela, com o olhar fixo em alguma coisa no outro lado da sala, abriu-se ainda mais, mais e mais.
Ficamos um tempão naquele joguinho, naquela brincadeira, naquelas carícias, até que tive o impulso de ir um pouco além.
Arrisquei abrir o botão do zíper do seu shorts.
Era um shorts meio folgado, próprio para gestantes, eu até podia ter enfiado os dedos pela vão das pernas, alcançaria facilmente sua xaninha.
Mas o meu desejo era tirar o seu shorts, deixá-la só de calcinha, brincar sobre aquele tecido, enfiar os dedos pelas bordas.
Mas ela correspondeu muito mais do que eu esperava… ela também desejava.
Ela mesma acabou de soltar o botão, abrir o zíper e, apoiando com as costas na minha coxa e os calcanhares no sofá, levantou o quadril e empurrou tudo para os pés… shorts e calcinha.
Que delícia tocar diretamente aquela xaninha, molhadinha, quente, vibrante, seus quadris dando leves mexidas.
Brinquei, alisei, corri os dedos para cima e para baixo, enfiei o dedo.
– Delícia! – ela exclamou, depois de algum tempo quebrando o silêncio.
– Tá molhadinha. – falei.
– Se eu não estivesse gravida…
– O que tem se você não estivesse gravida?
– Eu dava ela pra você.
– E qual o problema de estar grávida?
– Não pode… pode?
– Claro que pode! Vocês, por acaso, não fazem mais?
– A gente quer fazer, mas não sabe se pode.
– Pode sim… é só tomar certos cuidados.
– Que cuidados… me mostra… eu dou ela pra você, eu quero, eu…
– Clama menina!
Mas ela não estava calma. Seu fogo era tanto que ela já foi terminando de tirar o shorts e a calcinha, foi se ajoelhando no sofá, passando a mão sobre a minha bermuda, abrindo, empurrando para baixo…
– Nossa… que grandão!
Foi falando, pegando, apertando, e logo já estava passando uma perna sobre as minhas, ficando de joelhos, de cavalinho…
– Posso sentar nele… não tem perigo?
– Pode.
– Mas com ele dentro?
Fez a pergunta já esfregando a cabecinha do meu pau na sua xaninha esfomeada, na sua grutinha molhada.
– É grandão! – exclamou mais uma vez, enquanto soltava o corpo, descia, engolia.
E era grandão mesmo… quer dizer, já sou adulto, tenho o pau naturalmente maior que o do menino, e também sou um pouquinho avantajado. E ela, novinha, pequenininha…
Sua xaninha, tão miudinha, abria-se toda para me receber.
Sua barriguinha era um tesão a mais, esfregando-se em mim, enquanto a menina simplesmente enlouquecia cada vez mais, subindo e descendo o corpo, deslizando a vagina no meu pau… da cabecinha até o saco.
Apertando a sua bundinha com as duas mãos, eu só via a hora que ia explodir a menina, injetando nela o meu prazer.
Procurava me conter, lembrando da sua gravidez, e procurava também conter os movimentos dela, que eram cada vez mais alucinantes, mais sem cuidado.
Ela simplesmente subia o corpo até quase sair, e depois sentava com tudo, parecendo mesmo que estava querendo atingir o bebê lá dentro.
Gozou.
No momento do seu gozo, para evitar riscos, segurei forte a sua bundinha, apertando-a contra o meu corpo, enquanto ela me unhava as costas, me mordia o pescoço, gemia e gritava, mexendo o quanto podia o quadril.
Gozou gostoso
E gozei também, não pude me segurar.
Caiu desfalecida, momentaneamente, desfalecida… fiz o mesmo.

(…)

– Esquecemos de duas coisas. – falei, algum tempo depois.
– O quê?
– De fechar a porta.. e da camisinha.
– Agora já foi.
– Foi nada… vai lá fechar a porta, antes que entre alguém.
Ela foi fechar a porta e voltou querendo mais, mais, e mais.

(…)

Ela quis mais naquele dia, no outro dia, todos os dias.
Foram meses de transas mais que maravilhosas, a qualquer hora, de tudo quanto é jeito, sempre que a dona Josefa não estava por ali ou, na verdade, sempre que ela dava uma folga, indo ao mercado, à feira, fingindo não perceber o que andava rolando naquela casa.
Chegou, porém, um momento em que já não dava mais para transar, sua barriga já atrapalhava e também ela já não sentia tanto tesão.
Tivemos de parar, mas isso não impedia as masturbações, as chupadas, as carícias, como se fôssemos um casalo à espera do primeiro filho.
Só que o casal era outro… quer dizer, o marido era outro.
E o marido, orgulhoso por ser pais, por ter um emprego e sustento, vivia dizendo o tempo todo que estava mostrando ao seus pais quem ele era, do que era capaz.
Se os pais soubessem!
Se outras pessoas soubessem!
Só a dona Josefa sabia, mas a mulher, numa injustiça da vida, faleceu de repente, justo quando estava para se aposentar, descansar.
E ela faleceu exatamente nos dias em que a menina estava no hospital dando a luz… o pai orgulhoso.
O tempo foi passando, passando.

(…)

A menina, agora mamãe.
A mamãe, agora já com o seu corpinho de menina novamente.
Mal ela depositou cuidadosamente a criança no berço, brinquei, pedi pela minha mamadeira:
– Unhé, unhé… – eu fiz, imitando o choro de um bebê.
– Mais um bebê para cuidar? – ela disse, subindo sobre a cama, sobre o meu corpo.

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Histórias da Vaninha nº 71 – A curra e a vingança da noiva

Essa foi uma das histórias mais folclóricas que já vivi… e digo folclórica, porque expõe certas verdades que ninguém quer acreditar… principalmente os homens, pobres inocentes.
Tudo começou quando fui chamada para uma programa e não teve programa. Foi numa casa transformada em escritório, bem ali pros lados da estação Paraíso do metrô.
Era um rapaz ainda moço, por volta dos 25 anos, e estranhei que ele precisasse dos meus serviços, pois era muito bonito, sexy, e tinha uma boa conversa, além de dinheiro e um carrão no estacionamento da casa… quer dizer, devia chover pererecas na horta dele.
Mas ele não precisava mesmo. Fiquei pouco mais de meia hora e só conversamos, combinamos preços, e também os detalhes, muitos detalhes. Em poucas palavras ele me explicou o queria.
– Vou casar e quero dar uma despedida de solteiro, só rapazes, numa festa aqui mesmo, na minha empresa.
– Sei. E onde eu entro nessa festa?
– Você não entra… você sai.
– Anh!?
– Sabe aquela brincadeira do bolo gigante, de onde sai alguém, tipo um papai noel…?
– Entendi. Mas vou sair de papai noel numa festa de despedida de solteiro?
– Claro que não… sua burrinha! É para sair com uma roupa de streaper e…
– Tô sabendo, não é? Só brinquei. E burrinha é a digníssima senhora… quero tanto.
– Ainda bem que não completou. Se colocasse a minha mãe no meio…
– Mas colocar a mãe no meio não é problema… o problema é colocar no meio da mãe.
– Boa essa! Mas vamos falar sério, tratar dos negócios. Eu pago a quantia que você pediu, você vem no bolo e…
– Parou! Eu faço programas, posso até fazer streap, posso dançar, mas bolo eu não sei fazer nem de fubá… e também não sou marceneira, não tenho como…
– Tá certo! Tá certo!
Ele se encarregou, então, de arranjar a caixa do bolo e o bolo, meu trabalho era só chegar por ali antes dos convidados e aguardar, escondida, numa das salas, até chegar a hora de entrar no bolo e me arrastarem para o ambiente da festa.
Aproveitei o adiantamento (e que adiantamento!) para comprar um conjunto de lingerie bem sexy e apropriada, e no dia da festa, um sábado à tarde, eu estava pronta para fazer a surpresa para a rapaziada.
Só não imaginava que a surpreendida seria eu.
Escondida na sala, eu via a festa começar e a coisa animar, conforme a rapaziada bebia e se soltava. Eram uns quinze rapazes, pelo que contei, alguns bem novinhos e outros já bem passados.
Eles não tinham ideia do que estava para acontecer, até que o noivo anunciou o bolo. Escondi-me dentro e logo fui levada para a sala, até que, conforme o combinado, apareci de dentro do bolo, para alegria geral.
Foi uma algazarra só. Me tiraram do bolo, me puxaram pela sala, me passaram a mão, me agarraram por trás, como se estivessem me comendo… e quando vi, já estavam mesmo me comendo ou, pelo menos, tentando.
Parei tudo e protestei com o noivo, quando vi que a maioria deles já estava com seus paus de fora, e alguns já tinham até me encoxado.
– O combinado foi eu aparecer e fazer um streap tease. – falei para o rapaz.
– Mas você não fez o streap ainda.
– Pois é! Já está todo mundo querendo me comer… e não combinamos isso, não vim para transar.
Eu não tinha mesmo pensado em transar, nem fazer outras coisas… não estava no trato que fiz com o noivo… mas como sair daquela situação, com todos eles me agarrando, me tirando a roupa, me fazendo pegar seus paus, e gritando:
– Transa, transa, transa…!
– Eu transo… mas quero o dobro do valor combinado. – falei para o noivo.
– Eu é que não vou pagar mais. Cobra deles aí! – ele falou.
– Eu pago, eu pago… quanto é? – falou e perguntou um deles, no que foi logo seguido por outro mais, por todos eles.
– Eu quero uma transa!
– Eu quero só um boquete!
– Eu quero a bunda!
Sem escapatória, logo comecei a colocar preço:
– Transa é tanto, boquete é tanto, atrás é duas vezes tanto… e eu não tenho camisinha pra todo mundo, vão ter de arranjar.
Não sei de onde, mas apareceram com uma caixa de camisinhas, e nunca transei tanto como naquele dia, nunca peguei tanto pau, nunca chupei… nunca levei atrás…
Era em pé, de frente, por trás, sobre a mesa, sofá, cadeira, na copa, banheiro, dando pra um e chupando outro, segurando o pau do outro, dos outros.
Foi uma verdadeira curra.
Terminei o dia em pandarecos. Com a bolsa cheia de dinheiro, mas em pandarecos.
E sequer comi um pedacinho daquele bolo.

(…)

Mas a história não terminou aí.
Já na semana seguinte fui procurada por uma moça que queria saber de todos os detalhes daquela festa. Não sei como ela descobriu sobre o bolo e menos ainda como me descobriu, mas ela queria saber se o noivo também tinha participado do prato principal.
– Nem sei, moça. Acho que todo mundo ali me comeu e…
– E ele também, não é?vaninha
Não tive como negar.
E também não tive como me negar ao seu pedido, diante da oferta em dinheiro que ela me fez.
– Você me arruma uns quatro ou cinco garotos de programas, marca com todos eles num motel… Se arranjar mais, tudo bem, eu pago. Vou fazer uma despedida de solteira com você e eles, o que achas?
O que achei foi que tive de alugar uma van para levar todo mundo… eu e mais seis. ela foi com o próprio carro, transou com todos eles, fez tudo o que tinha direito e também o que não tinha… até me chupou. E no final me agradeceu, dizendo que agora podia se casar… vingada.

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É por isso que não caso… a moça do supermercado

Tenho 32 anos, vida financeira estabilizada, vida sexual mais que satisfatória, moro sozinho… e sou solteiro, sou solteiro, sou solteiro, sou…
E se você ler os três momentos dessa história vai entender que é por isso que não caso, é por isso que não caso, é por isso que…

Momento 1 – Recente

Moro perto de um grande supermercado e estou sempre por ali, comprando uma coisinha ou outra, vindo daí que conheço quase todo o pessoal que ali trabalha… especialmente “a pessoal”, com quem sempre dedico uma atenção maior, é claro.
E essa dedicação especial tem me trazido bons resultados, não posso me queixar. Amizades, bate-papos, atendimento diferenciado… e até participação nos acontecimentos.
Foi assim que, noutro dia, chegando na sessão da padaria, me aproximei ou, na verdade, fui chamado a me juntar a uma rodinha de funcionárias, que logo me comunicaram a novidade…
– A Elaine está grávida.
– Vai ser mamãe.
– Olha a barriguinha… logo, logo começa a aparecer.

Momento 2 – O caso

A Elaine, vou chamá-la assim, é uma morena de olhos claros, corpo esbelto, 25 anos, atualmente, super simpática e atenciosa, que conheci faz uns cinco ou seis anos, desde que ela começou a trabalhar ali.
No início foi só um relacionamento amigável. Trocávamos cumprimentos, conversávamos algumas coisas, mas nada que indicasse algum interesse maior de um pelo outro.
Na verdade, à época, eu tinha outros interesses, alguns, inclusive, ali mesmo no supermercado. E como tudo ou quase tudo estava rendendo, eu pouco olhava para a Elaine com quartas intenções… dava umas conferidas na sua bundinha, vez ou outra, mas ficava nisso.
Ela também não parecia ter outros interesses, ou eu é que não percebia algo mais nas suas atenções comigo, até que um dia…
– Bem que alguém podia me dar uma carona, hoje.
Explico.
Era um dia de semana, próximo às duas da tarde, final do seu turno de trabalho, e o teto do supermercado parecia que ia desabar, de tanta chuva que caía… sem contar as trovoadas.
– Mas quem disse que estou de carro?
– E esse carinho cheio de compras… vai levar na mão?
Conclusão: mesmo que meio contra a minha vontade, pois eu tinha “visita” em casa logo mais, acabei esperando dar o seu horário, ela mudar de roupa, e fiquei no estacionamento, até que ela apareceu, olhando para os lados e entrando no carro o mais rápido possível.
– Tá com medo do quê… do marido, namorado…?
– Nem um nem outro, que não tenho, mas já viu como é esse pessoal…gosta de falar. Cada fofoca que rola por aí com certas meninas!
– Imagino. Mas e você, está entre essas certas meninas?
– Não estou nem quero estar.
Em poucos minutos, uns quinze ou vinte, mais ou menos, antes de chegarmos próximo à sua casa, descobri que ela tinha 19 anos, pretendia começar a faculdade, frequentava a igreja e, tal como no estacionamento, não queria ser vista na minha companhia, para evitar fofocas da vizinha. Pediu que eu a deixasse num local próximo a uma padaria, onde ia se abrigar da chuva.
Agradeceu e saiu do carro de cabeça baixa, logo virando a esquina e entrando no estabelecimento.
Essas religiosas! – fiquei pensando, e até rindo do medo dela em ser vista com um homem.
Religiosas?
Não sei encadear exatamente a sequência dos acontecimentos, mas sei que a partir daquele dia, daquela carona, a amizade com a Elaine foi ficando cada vez maior… quer dizer, foi diminuindo, foi deixando de ser amizade para entrar naquele joguinho típico das indiretas, das entrelinhas, dos olhares enviesados… o joguinho da sedução.
– Nunca mais me ofereceu carona.
– Mas eu nunca ofereci, foi você que…
– Ah é? Pois não precisava… nem precisa…
Primeira briguinha.
Mas, já naquela época, eu era expert em tirar proveitos das briguinhas… e nada como algumas conversinhas e um certo dengo para colocá-la no meu carro novamente. E nem chovia.
– Mas vamos logo… não quero que alguém me veja.
– Mas me deixa ali perto da praça… na padaria, não.
– E o meu beijo?
– Que beijo?
– Naquele dia não tive coragem de pedir, mas era o que eu mais queria… hoje eu quero.
– De jeito nenhum. O que você está pensando?
– Não estou pensando nada… só quero um beijo.
– Só um… – ela disse, dando a entender que me beijaria quando eu parasse o carro, mas logo quase deu um grito. – Não! Isso não pode acontecer. Me deixa ali na esquina.
– Mas… eu quero. – falei, depois que parei o carro e fiquei segurando a sua mão, impedindo que ela saísse.
– Não…! Aqui não… noutro dia, noutro lugar…
Deixei que saísse, pois o seu nervosismo era total. Fiquei olhando os seus passos apressados até ela virar a esquina, sua bundinha jogando de um lado para outro.

(…)

Nosso primeiro beijo aconteceu bem mais de um mês depois.
Depois de mais de um mês de conversinhas, sorrisos e trocas de olhares pelos corredores do supermercado, mais de um mês percebendo que ela queria, mas estava com medo, decretei que a terceira carona seria diretamente para um motel.
– Tá maluco?
– Estamos.
– Mas aqui não.
– Claro que aqui não! Estou falando num motel.
– Estou falando que aqui não, que não posso sair daqui junto com você.
– Então me espere noutro lugar.
– Espero… mas, num motel? Tenho medo e…
E ela acabou entrando no meu carro ali mesmo, no fundão do estacionamento do supermercado, num dia em que nem fui fazer compras, apenas apanhá-la para trazê-la até o meu apartamento.
– Mais uma? – pude ver o olhar de inveja do porteiro, que mal sabe das minhas coisas, mas fica imaginando. Ainda bem que não é de fofocar.
E mal pegamos o elevador e a Elaine já se deu conta de que teria sido melhor irmos a um motel, pois demos de cara com duas moradoras que a conheciam lá do supermercado.
Sorte que a sua presença de espírito foi imediata e ela fingiu que não me conhecia e fez algum comentário sobre ir visitar uma amiga.
Mas descemos no mesmo andar, o meu andar, e, é claro, as duas marocas devem ter desconfiado…
Problema delas.
Minutos depois eu estava com a Elaine no meu apartamento e ela verificava tudo, enquanto me fazia perguntas para ter a certeza de que eu morava realmente sozinho, que não havia perigo de chegar alguém, que…
Juntei-a no meio da sala, abracei beijei, carreguei-a para o quarto. Carreguei mesmo, no colo. Ia jogá-la na cama, rolar com ela, mas ela lembrou da roupa, que não podia amarrotar.
– Então faça um show para mim.
– Um show?
– É… tire a roupa, peça por peça… vou ficar assistindo.
Ela se levantou, fiquei sentado na cama, e ela começou pela camiseta. Mas foi tão rápida que, quando percebi, já tinha jogado a calça sobre um baú e estava tirando a calcinha… já nos pés.
Xoxotinha ao natural, com pelos, do jeito que eu gosto. Puxei-a para a cama, caí de boca.
– Você é doido, homem? Aí é lugar de por a boca? – ela perguntava, enquanto tentava manter as pernas meio fechadas… abertas o suficiente para eu por a cabeça, a boca.
Mas fui forçando, fui empurrando, fui abrindo, até que ela esqueceu o pudor e se entregou ao prazer… deitada na cama, pernas totalmente abertas, mãos amontoando o lençol, gemidos, gritinhos…
Gosto de chupar minhas gatas, sempre gostei. É a primeira coisa que sempre procuro fazer… o meu cartão de visitas.
Chupar devidamente a xoxota de uma mulher é uma forma de fazer com que ela queira estar sempre na minha cama, querendo mais e mais. É uma conquista para sempre.
E conquistei a Elaine.
Naquele dia, na nossa primeira vez, ficamos no básico, no papai e papai, numa cavalgada meio tímida, praticamente com ela apenas deitada junto ao meu corpo, colada em mim, impedindo que eu olhasse abertamente os seus seios, lindos seios, e menos ainda que eu assistisse a briga dos nossos sexos, o dela engolindo o meu, o meu querendo atravessá-la.
Ela me chupou também, ainda naquele dia, mas a chupada gostosa mesmo, com ela olhando nos meus olhos, me acariciando com a língua, com os lábios, mamando a cabecinha, só ia acontecer na vez seguinte, nas vezes seguintes, quando começaram a acontecer também os 69 e as carícias no seu traseirinho.
Foi difícil fazê-la aceitar meu dedo ou minha língua no seu furinho. Nem no rego ela queria deixar, foram muitas tentativas.
E mais difícil ainda foi convencê-la, induzi-la a me dar aquela bundinha.
– Aí não é lugar.
– Mas você tem de experimentar coisas diferentes.
– Já experimentei coisas diferentes demais com você… e aí não é lugar.
Mas um dia ela experimentou. Não estava muito a fim, mas deixou eu colocar, com muita dificuldade, por causa do seu nervosismo.
Depois disse que não tinha gostado. Mas na visita seguinte, mesmo dizendo que não tinha sentido nenhum gosto, deixaria eu colocar, se eu quisesse.
E por muitas vezes ela me deixou colocar só para me agradar…
Tá bom!comer bundinha
A cada encontro era ela quem oferecia, quem virava a bundinha para mim… e a cada penetração ela mostrava mais fogo, mexia, remexia, queria mais fundo… e até cavalgada, agora já verdadeiras cavalgadas, ela fazia com o pau atolado no cu.
Passou o tempo e a coisa virou meio rotina… praticamente a cada quinze dias, duas, às vezes três, na frente, e a última na bunda.
Eu gostava de transar com ela, gostava de vê-la no supermercado, ficar olhando aquela bundinha, outros clientes também olhando… e ninguém fazendo sequer ideia de que eu comia direto.
E comia mesmo. Foram anos de encontros, de um verdadeiro namoro, e sempre na maior discrição. Nem sempre mantivemos a mesma frequência, pois, às vezes, por um motivo ou outro, passávamos um tempo maior se ver, como numa ocasião em que ela disse que precisava fazer um tratamento e ficar dois meses ou mais sem transar.
– Mas que raio de tratamento é esse?
– Depois eu te explico.
Mas ela nunca explicou. Uns três meses depois, ela me sorriu de forma diferente no balcão de frios, praticamente se convidou para ir à minha casa… e tudo recomeçou. Perguntei, perguntei, sobre o tratamento, mas ela desconversava, me oferecia a bunda, e deixava pra lá.

(…)

Então, quando fazia quase seis anos daquelas nossas sacanagens… já eram só sacanagem, ela me comunicou que devíamos parar, pois havia um vizinho interessado em namoro.
– Já faz tempo que a gente anda de paquera, desde crianças, ele é da igreja também… por isso é que eu nunca quis ser vista com você e…
– Mas… você me chuta assim… e se eu te quisesse…?
– Tá bom… você me querer? Só se for… Você sabe que nosso namoro nunca foi um namoro…
– Mas a gente pode continuar se vendo.
– De jeito nenhum. Quero ser uma esposa fiel.
– Esposa? Mas vocês ainda vão namorar e…
– Não falei que sou esposa, falei que quero ser uma esposa fiel… e tenho de começar desde o namoro, não é?
Acho que era. Transamos naquele dia com muito mais fogo, sabendo que era a despedida, dei a última no seu cuzinho, e nunca mais nos vimos… quer dizer, nunca mais ela visitou a minha cama, pois continuávamos a nos ver e conversar normalmente pelos corredores do supermercado.
E então chegou aquele dia.

Momento 3 – É por isso que não caso

Depois que me afastei daquela rodinha onde estava a Elaine, para fazer as minhas compras, estava num corredor quando me vi ao lado de uma das suas colegas.
Curioso, puxei assunto, como quem não quer nada.
– Nem imaginava que a Elaine fosse casada, e ela está grávida.
– Bom… pra engravidar não precisa casar, não é? Mas ela já está casada há uns três anos.
– Três anos? – perguntei, logo me dando conta que a data do seu casamento podia estar coincidindo com aquela época que ela me falou do tratamento.
– Três anos, sim. E quer saber, ele já namoram há mais de dez anos, quase doze, desde que ela tinha treze anos de idade. Sempre foram prometidos e comprometidos um ao outro.
A moça se foi, fiquei parado em frente à prateleira de bebidas, uísque, rum, vodca…
Em casa, tomando uns drinks, vários drinks, fiquei fazendo as contas…
Comecei a comer a Elaine três anos antes dela casar, e ela já namorava o cara, e continuei comendo por mais três anos depois deles casados… só paramos quando resolveram ter um filho e ela queria, só podia, engravidar dele.

É por isso que não caso, não caso, não caso…

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No portão de casa…
o dia que fui puta por engano

Não sei se fica bem uma mocinha de família, como eu falar essas coisas, mas a verdade é que naquele dia eu estava em ponto de bala. Coçava mais que mordida de borrachudo e eu tinha passado a semana inteira sem me masturbar, me guardando para o grande sábado, junto de Dorival, na cama com ele, com aquele mastro deveras avantajado que me estuprava a cada vez que me penetrava.
Fazia já mais de mês que não nos víamos “adequadamente”, por uma série de motivos até que as coisas se acalmaram e marcamos um sábado só para nós.
– Quero uma grande noitada – Eu dizia para ele – Vamos fazer 3 anos de namoro e isso merece uma boa comemoração.
Só que esqueci de explicar a ele o tipo de comemoração que eu queria. Quando vi, chegou em minha casa com uma turma de amigos e lá fomos nós para a pizzaria e depois para um barzinho noturno, dançar, festejar e dar voltas pelos altos da cidade.
Até que parar sob uma árvore, admirar a cidade lá embaixo e dar uns pegas legal seria uma alternativa… Mas como, se estávamos em seis no se carro?
A toda hora eu pensava que ele iria então dispensar a turma e me levar para o cantinho que eu tanto queria. Mas tudo o que fazia era inventar outros lugares para ir. Acabei tendo realmente uma noitada daquelas. Nunca visitei tantos lugares como naquela noite… e eu queria ir a um lugar só.
O jeito é chegar em casa e me aliviar sozinha, pensava eu, já pelas seis da manhã, quando o batalhão resolveu se recolher.
Meu querido namorado foi deixando um a um em suas respectivas casas e ainda assim eu delirava com a ideia de que eu seria a última e ele não me levaria para casa.
Doce ilusão. Deixou-me no portão, depois de me dar um grande e caloroso beijo, e foi levar para casa seu amigo do peito, que dormia no banco de trás do carro, bêbado feito gambá.
Ainda excitada e esperançosa de que um milagre acontecesse, fiquei no portão vendo o carro dele se afastar na longa avenida. Foi então que ouvi uma buzina e olhei displicentemente, pensando ser algum amigo ou conhecido que estava passando. O dia estava já clareando.
Um sorridente sujeito dentro do carrinho, já um tanto velho, desacelerando, encostando e me chamando para dentro do veículo. Fui até ele ainda pensando ser algum conhecido. Enfiei a cara no vidro da porta igual fazem as prostitutas de rua, mas ele a abriu e eu entrei ainda sem saber quem era.
– Dá pra fazer um programinha ou já encerrou? – perguntou ele.
– Encerrou o que? – perguntei, sem realmente estar entendendo a dele, ou pensando ser brincadeira de algum amigo engraçado.
– Fecha aí. Vamos conversar.
O carro começou a rodar e a porta fechou praticamente sozinha. Ainda perguntei timidamente para onde estava me levando e ele respondeu que não iríamos muito longe. Que havia um lugar ali perto. ..
– Não me importo o quanto você cobra…
– O quanto eu cobro? – cortei sua fala. – Vamos parar com essa brincadeira! Eu… Meu Deus!
Quando vi, estávamos entrando num hotelzinho de sei lá qual categoria. Desconfiei então que aquilo devia ser alguma armação do Dorival, alguma surpresa boa que ele havia me aprontado. Topei entrar para ver no que dava. Tive que mostrar e deixar minha identidade na portaria, atravessamos um corredor e entramos num quartinho que mais parecia a lavanderia lá de casa. Fiquei olhando atônita aquele ambiente enquanto ele foi se despindo sem a menor cerimônia…
– Não me importo com o quanto você cobra. Eu pago. Mas eu quero fazer como se fosse de verdade…
– De verdade…?
Deu-me um estalo. Não era surpresa do Dorival coisíssima nenhuma. O tal estava me tomando por uma prostituta. Será que foi pelo modo como eu encostei no carro? Mas ainda restava a dúvida.
– Sim, de verdade. – continuou ele – Não tem graça nenhuma trazer uma mulher para cá e ela só levantar a saia pra gente botar dentro e gozar. Eu quero te ver pelada, peladinha. Quero que a gente faça tudo direitinho como se fôssemos marido e mulher. Quero que você faça como se realmente estivesse querendo fazer. Como se estivesse gostando e gozando também. Estou disposto a pagar até dez vezes mais do que você costuma cobrar, mas eu quero uma noite, ou melhor um dia inesquecível. Quero ficar contigo aqui até não aguentarmos mais, quero…
Eu não podia acreditar. De repente eu era uma prostituta num quartinho de hotel barato, com um cara que eu nem conhecia e que pedia para que eu o fizesse feliz. Ele já ia chegando junto a mim e ensaiando tirar minha roupa. Dei dois passos para trás, Ainda sem saber o que fazer.
– Por favor. Esqueça sua profissão. Eu hoje quero que você seja mulher apenas. Uma mulher com desejos, com vontade… minha mulher.
Começou a desabotoar minha blusa.
– Se não der, pelo menos finja… por favor… finja que me quer.
Minha blusa caiu no chão, depois meu sutiã, minha calça…
– Eu não sou o que você pensa, eu …
– Eu sei. Eu sei. Mas não custa nada fingir. Eu te pago. Eu te pago muito bem, mas finja por favor, finja. Eu nunca tive uma mulher de verdade. Estávamos já na cama barulhenta, de colchão duro e (achei) sujo. Minha calcinha era a única barreira a ser rompida pelo carente homem. Beijou-me. Beijou minha boca e eu senti certa aversão pelo desconhecido. Depois beijou-me o pescoço, os ombros, os seios. Mordiscou-os deliciosamente. Meus mamilos entre seus dentes… Parecia que a qualquer momento ele iria decepá-los com uma mordida mais forte.
Mas ele sabia morder. Nunca sentira tanta tesão nos seios. Mas não foi só. Em poucos instantes ele estava retirando minha calcinha para fazer em meu sexo o mesmo que fizera em meus peitos. Que língua! Que boca! A cama rangia e eu sentia que a cidade inteira poderia nos ouvir. Ouvir os rangidos somados aos meus gritos e gemidos. A língua calorosa do homem lambia-me com uma volúpia que eu nunca sentira.

no portão de casa

Como podia ele fazer isso? Como podia ele chupar uma xoxota que passara a noite toda fazendo programas com desconhecidos? Como tinha coragem de por a boca num buraco que estava cheio de esperma de tudo quanto foi homem que pagou para se aliviar ali?

Eu me sentia a mais feliz das prostitutas, a mais mulher das mulheres.
Então ele quis penetrar-me mas não deixei. Não era justo que o pagante homem não tivesse o merecido serviço. Fi-lo ficar de pé na cama e eu, sentada, tomei em minhas mãos seu membro para fazer nele o mesmo que fizera comigo. Coloquei-o na boca e senti que o homem delirava como se nunca tivera sentido algo assim. Chupei com vontade, com tesão. Não me importava mais de quem era a vara que estava em minha boca. O que eu queria era extravasar meu tesão acumulado de muito tempo. E parece que essa era também a vontade dele, pois premia minha cabeça como uma mãe premendo a cabeça de um bebê contra seu seio. Seu membro não ficava a dever nada em tamanho para a rola do meu desavisado namorado.
– Faz gostoso, faz, moça. Finja que você é minha namorada. Finja.
Eu não precisava fingir. Meu fogo não havia se apagado, a despeito de todas as decepções da noite. Pelo contrário estava mais aceso ainda. Deitei-me na cama e deixei que ele me varasse com toda sua fúria apaixonada.
– Finja que você é minha mulher, finja.
– Eu não posso fingir. Eu te quero de verdade. Estou com vontade. Você é meu macho gostoso. Trepa comigo. Come minha xoxota, come. Ela ta muito a fim de você, do seu pinto gostoso. Me faz mulher. Me faz feliz. – Eu gritava.
Gritos e ranger da cama. Sabia que o hotel todo, da recepção ao mais escondidos dos quartos estava me ouvindo. Se outros casais ali houvessem na certa estariam parados, ouvindo e rindo da mulher que gritava feito louca num momento de prazer. O homem não gritou. Parece que meus gritos já eram o suficiente para ele. Apenas se desfez dentro de mim como um menino em sua primeira transa… nem conseguiu segurar por muito tempo. Eu gozei quase junto com ele, alguns segundos depois. Mas nem era preciso tanta pressa porque sua vara não amoleceu. Permaneceu rígida como um concreto indo e vindo dentro de mim, rasgando meu sexo, tocando meu útero, enchendo-me de prazer. Trocamos de posição.
Ele queria que eu ficasse de quatro, depois por cima dele; deitada de bruços; em pé… era insaciável. E eu também.
O sol quente da manhã inundou o quarto e nem nos preocupamos em fechar a janela. O calor invadiu o ambiente e o quarto barato tornou-se uma sauna. Tentamos tomar um banho mas não havia água e sequer um telefone para reclamarmos na portaria. Ainda assim achamos tesão suficiente para voltarmos para a cama e repetir tudo de novo. Meus gritos engasgavam as pessoas que já almoçavam naquela hora. O silêncio do homem só era quebrado pelo seu jorrar dentro do meu ventre. Perdi a conta de quantas vezes ele se desfez em minha vagina. Nem me preocupei em saber quantas vezes me desmanchei em sua rola.
– Melhor ir embora – disse eu – Aqui está insuportável.
– Também acho. – disse o homem – Se ao menos pudéssemos tomar um banho… desculpe mas da próxima vez vamos a um lugar melhor.
– Próxima vez?
– Claro! Eu nunca achei uma… uma…
– Prostituta.
– Tá bom. Eu nunca achei uma prostituta como você. E agora que achei não quero perder. Me diga quanto é o seu trabalho de hoje e das outras vezes vou te pagar mais ainda.
– Hoje eu não quero receber nada.
– Como assim? Você precisa…
– Preciso sim… preciso de prazer, de vida… você me deu tudo isso hoje. Não tenho que receber mais nada. Estou mais do que paga.
Mesmo assim não pude impedir que ele colocasse um maço de dinheiro no meu sutiã, enquanto me vestia. A roupa grudava no corpo, parecia um inferno, de tão calor que estava.
– Como posso te encontrar de novo? – perguntou ele, já na saída daquele muquifo.
Não achei um jeito de dizer que não haveria uma próxima vez. Minha mente foi invadida pela presença acusadora do meu namorado. Era a primeira vez que eu o traía e não queria trair de novo. Mas o homem ao meu lado…
– Tente passar no meu portão num domingo de manhã – disse eu – entrando no seu carrinho.
Ao chegar em minha casa ele falou com ar de menino apaixonado.
– Eu nunca tive uma noite, quero dizer um dia, igual a esse.
– Nem eu – respondi – Nem eu.
Fiquei parada no portão, até que seu carrinho sumisse numa esquina e então corri para o chuveiro, nem tanto mais para me livrar do incômodo que o calor provocava em meu corpo, mas para ficar debaixo d´água, recordando momentos tão deliciosos, principalmente, não sei porque, quando eu estava de quatro, como sua prostituta, sua cadela. Acho que nunca me senti tão mulher como naqueles momentos.

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