Comi a mulher do diabo…
mas ele comeu a minha

Bateram na porta às 3 e 15 da manhã.
Bateram, tocaram a campainha, chamaram pelo meu nome, num desespero tão convincente que não havia como fingir que não ouvi.
– Quem está aí? – perguntei, com voz sonolenta.
– Abra logo! Eu preciso entrar! – ordena uma voz forte e decidida, do lado de fora.
– Então responda quem está aí e como é que você entrou…
– Sou eu, o diabo.
– Quem?
– Droga! Abra logo. É o diabo quem está aqui do lado de fora e se você não abrir eu entro por outros meios. Você sabe que posso fazer isso.
Ainda em dúvida e supondo ser aquilo uma brincadeira de mal gosto, de má hora e de má sei lá o quê, entreabri a porta e dei de cara com um sujeito alto, moreno, bonitão, porém mais assustado que cachorro em meio a um espetáculo de fogos de artifício. Não tive tempo de fazer nada e o tal empurrou a porta, adentrando a casa, na verdade um apartamento.
– Poxa vida! Quanta demora para abrir essa porta. Se me pegam aí fora estou frito.
– Mas quem é você, afinal, e o que quer aqui ou comigo?
– Já não disse que sou o diabo? Por que não acredita?
– E por que eu haveria de acreditar? Agora fale logo o que você quer e vá dando o fora, porque estou com muito sono e preciso levantar logo cedo amanhã para ir trabalhar.
– Está bem.- disse o sujeito, sentando-se no sofá da sala. – Eu preciso que você me faça um favor. Estou numa enrascada e se você não me der uma mãozinha vou acabar ficando lá pelo inferno e não poderei sair nunca mais. Nem ao menos vou poder cumprir o resto do nosso acordo.
– Acordo? Que acordo? Você deve estar piradão da silva, não? Nem te conheço, como é que podemos ter um acordo?
– O acordo, oras! Não vá me dizer que… é sempre assim. Depois que conseguem o que querem, começam a negar tudo. É por isso que estou cada vez mais descreditado.
– Pode parar! Cara, você bate na minha porta ás 3 da manhã. está quase acordando o resto da minha família, me dá um tremendo susto e ainda vem com essas baboseiras que eu não estou entendendo e…
– Quem diz pode parar sou eu! Eu tenho me desdobrado, corrido riscos e até entrado em frias, coisa que detesto, para atender aos seus desejos e aos desejos de tantos outros que me pedem. E agora que é a minha vez de pedir um pequeno favor, que eu nem disse o que é ainda, você me nega ajuda, diz que não me conhece, quer me colocar para fora da sua casa. Das outras vezes você nem pensou em me colocar para fora. Aliás, sempre me recebeu muito bem.
– Mas que outras vezes, cara? Eu nem te conheço, nunca te vi mais gordo e nem mais magro, não sei nem para que time você torce.
– Eu já disse quem sou. E você me conhece muito bem, sim senhor. Meu porte físico sempre foi esse mesmo, se bem que ando criando uma barriguinha ultimamente… e torço para o Labareda Inferno Clube. Basta ou quer que eu fale mais? Documentos eu não posso mostrar porque não uso.
– Espera aí, cara! Vamos resolver isso de outra maneira, com calma, com inteligência, raciocínio.
– Chega de lenga-lenga!
– Isso! Então me diga com calma e com clareza quem é você e o que você quer de mim. e também por que escolheu justo a mim.
– Muito bem! Já disse e posso provar que sou o diabo em pessoa. Estou aqui porque me meti numa confusão lá com a dona da churrascaria e preciso que você me dê um help para eu poder continuar sendo o que sou e poder fazer o que faço para você e por outros por aí. E escolhi você porque foi o primeiro de quem me lembrei. E antes que você diga, eu te falo que não fugi de nenhum hospício, sou o demo, de verdade, com chifre e tudo; só não posso mostrar agora por causa dessa forma humana que assumi.
Mesmo sem acreditar naquela maluquice, pensando num meio de telefonar discretamente para a polícia, resolvi por em cheque a tal figura.
– Pois muito bem, cara! Eu sou igual a São Tomé. Só acredito vendo. Prove que você é quem você diz ser.
– Provo! Sé é preciso, então eu provo. Mas não repita mais esse palavrão que você acabou de dizer aí.
– Que palavrão?
– Você sabe! Mas deixa pra lá. Como vai a Kátia?
– Que Kátia? Está vendo, seu bocó? Minha esposa não se chama Kátia.
– Eu sei que o nome da sua esposa é Juliana, mas aquela loirinha lá da firma se chama Kátia, não é mesmo?
– Como sabe disso? – perguntei, com voz baixa, sentando-me ao lado dele no sofá, enquanto me vinha à mente e ao corpo as lembranças da boquinha quente e úmida da Kátia envolvendo meu pau, me chupando com gosto, no banheiro da firma.
– Você não pediu provas?
– Mas isto não prova nada. Qualquer um pode…
– E a Noêmia?
– Noêmia? Que Noêmia?
– Da hora ela, não? Eu só te arrumo filé, meu.
– Que história é essa de me arruma? Aquela gata eu batalhei durante seis anos para conseguir e…
– E nunca conseguiu nada, não é mesmo? E de repente a mina chega, recém-casadinha, fresquinha ainda, e se entrega todinha para você, sem pedir nada em troca.
– Pensando bem, você tem razão. Temos tido tardes maravilhosas no motel. Não sei como ela resolveu me topar de repente.
– Mas eu sei. E não foi só ela. Não tem a Luzia, a Cleide, a Paula… mulher do patrão hem cara! Até a mulher do patrão. E por falar em patrão, gostou daquela promoção, do aumento e do carro que o homem resolveu te dar de presente de aniversário?
– Claro que gostei. Minha vida virou outra depois que passei a ganhar mais, ter uma casa melhor, um carro do ano… o mulherio cai matando em cima de mim. Já posso até escolher as que quero e as que não quero.
– Mas não é só por causa disso que elas topam você agora. Na verdade, você pode ter a mulher que quiser, na hora que quiser, sem precisar de nada disso.
– Será? Mas espere aí. Como é que você pode estar sabendo de todas essas coisas?
– Você não pediu provas?
– Do aumento, do carro, da secretária… tudo bem. Mas tem umas gatas aí que nem são da firma e ninguém sabe da existência delas.
– Você não pediu provas?
– Como é que você sabe de tudo isso? Responda! Ou será que tudo não passa de algum golpe que armaram para cima de mim para…
– Ninguém armou golpe algum. Foi você quem pediu para ter tudo isso. Nós fizemos um acordo e agora você está com tudo na mão. Tudo e muito mais ainda, desde que, é claro, você me ajude para que eu possa continuar te ajudando.
– Você está me deixando louco, cara! Eu não fiz acordo com ninguém, nunca te vi na minha vida e se você quer saber, sou religioso até demais para entrar numa jogada dessa. Quando é que fizemos tal acordo?
Perguntei por perguntar. Não estava mesmo acreditando naquela história. Por outro lado, o tal sabia coisas demais da minha vida. Coisas que eu julgava ser o único a saber. E se o outro sabia, logo todos poderiam saber também, inclusive a patroa; aí, eu é quem teria de bater na casa dos outros de madrugada.
– Quando foi? Deixe-me ver. Ah sim! Você se lembra da praia, no final do ano passado?
– Sim. Passei alguns dias lá.
– Você, seus filhos, sua mulher, aquele seu carrinho velho e um monte de gente passeando de carrões, um monte de caras com cada gata que lhe dava água na boca, todas ali, em trajes de banho, do jeito que o diabo… quer dizer, do jeito que eu gosto. E você ao lado da patroa, sem poder fazer nada, sem ter jeito sequer para pensar em possuir um avião daqueles, unzinho que fosse.
– É! Mas pensar eu pensava bastante, Desejar eu desejava e muito. Não posso negar que vivia sonhando em levar uma vida assim. Afinal, sempre achei que também sou filho de Deus e…
– Cale essa boca!
– Não grite cara! Quer acordar a cidade toda?
– Então não repita mais esse nome.
– Tá bom! Tá bom! Mas como eu ia dizendo, sempre achei que também merecia uma vida mais emocionante.
– Mas você tem uma vida emocionante.
– É! Mas só agora, depois de já ter pastado muito nessa vida.
– Mas agora não pasta mais, não é mesmo?
– Tem razão. Graças a D…, quero dizer, agora melhorei? Acho que mudei minha cabeça e as coisas começaram a funcionar de outro jeito.
– Seu safado! Você está querendo ser mais esperto que eu. Por acaso você não se lembra de quando estava deitado na areia, pensando nessas coisas e numa forma de consegui-las?
– Lembro. Lembro sim. Eu tentava imaginar o que eu deveria fazer para conseguir ter uma vida dessas.
– E aí, depois de tanto pensar, você chegou à conclusão que…
– Aí conclui que não havia jeito, modo algum que fizesse minha vida mudar, a menos que eu fizesse um pacto com o diabo e…
Levantei-me de sobressalto.
– Há meu Deus! Não pode ser! Isso é brincadeira! Não vá me dizer que você é o d… Não! Eu não fiz acordo algum. Eu só estava imaginando. Era tudo fantasia. Como é que você soube desses meus pensamentos e… Ah, já sei! Agora entendi – respirei mais aliviado. Você é um anjo, não é? Claro que é! Você é um enviado, um mensageiro. É um aviso de Deus para que eu pare com essa vida, não é verdade?
– Se você repetir essa palavra mais uma vez eu te enfio esse vaso no cu.
– Fala baixo! Fala baixo!
– Falo baixo. Pode ficar sossegado. Mas não sou nenhum anjo, não, meu querido. Quer dizer, até já fui. Só que agora jogo no outro time. Eu sou o capeta em pessoa e vim aqui porque você me deve um favor, aliás, mil favores e, como estou precisando de ajuda…
– Você vai levar minha alma?
– Não! Pelo menos por enquanto não.
– Ah meu D…
– Pare!
– Não grite! Mas escuta uma coisa. Naquele dia eu estava só pensando, só imaginando. Nunca iria ter coragem de fazer um acordo desse tipo. Eu sempre fui muito religioso, muito temente a D…, você sabe! Vou à missa, sempre que posso, rezo bastante…
– E vive pensando em sacanagem o tempo todo.
– Tá certo! Tá certo! Não posso negar isso. Mas daí até fazer um acordo, vender minha alma… eu nunca faria isso.
– Mas fez. E só tem um jeito de desfazermos esse acordo.
– Que jeito? Quer dizer, eu não fiz acordo nenhum, mas mesmo assim, o que é preciso para desfazer?
– Seguinte… Eu estou de caso com uma diabinha que mora aqui nesse prédio, no andar debaixo…
– Uma diabinha… aqui no prédio? Quem é essa mulher?
– Não é mulher, é uma diaba. Está disfarçada de mulher, mas é uma diaba. Um filezinho, 460 aninhos, mal saída das fraldas… e eu tô comendo direto, cara.
Logo saquei que o diabo… quer dizer, aquele sujeito que se dizia o diabo, estava contando suas vantagens como contaria qualquer homem. Estava comendo a menininha e precisava espalhar para todo mundo.
– Mas de madrugada, cara! Você não podia esperar para me contar isso amanhã?
– Não estou contando vantagens, meu caro. Estou a te pedir um favor.
– E que favor? Vamos lá, fale!
Minha vontade era acabar logo com aquilo e voltar para a cama.
– É o seguinte. Minha mulher está com um tridente em brasa atrás de mim, me seguindo por todos os cantos para descobrir quem eu estou comendo. E na hora que descobrir, vai me enfiar aquele tridente no rabo. Gosto muito de fogo, mas no rabo, não.
– E o que você quer que eu faça?
– Quero que você vá lá, comer a diabinha no meu lugar.
– Eu… comer uma diabinha?
– É. Assim, quando a maria das brasas chegar aqui ela vai encontrar você com a diabinha e não eu… Entendeu?
Se entendi ou não, pouco sei, mas o fato é que o diabo me convenceu a sair para o corredor do prédio, descer um andar e tocar no apartamento indicado. E também não entendi, mas de repente, a ideia de comer uma capetinha me deixou extremamente excitado, pois era algo novo e, com certeza, eu imaginava, muito mais quente do que qualquer outra mulher que eu já tinha comido.
Atendeu-me uma menina aparentando não mais que 15 anos.
– Acho que toquei na porta errada. – falei.
– Tocou não. – ela falou e, num relance, seu corpinho antes coberto por uma fina camisola, ficou completamente nu, ao mesmo tempo em que apareciam dois chifres na sua cabeça.
– Que horror…! Quer dizer… perdão, mas nunca tinha visto uma diaba antes e…
– Fique tranquilo. Talvez você prefira a minha forma humana, não é?
– É… acho que sim.
E num relance ela voltou a ser e menininha novamente.
– Você tem 460 anos… é verdade isso?
– Como diaba, sim. Mas como menina, só tenho 14.
A menina, de pouca estatura, tinha cintura fina, pernas grossas e uma bundinha que se destacava como o mais puro tesão. E os peitinhos pontiagudos, além do rostinho lindo…
Quatorze anos de puro fogo, em todos os sentidos. Nada como um corpinho firme, cheio de tesão e uma pele sedosa para fazer um homem sair do sério… e um diabo também, pois era por causa daquela franguinha que o outro se dera mal com a mulher.
Só não entendi se ele gostava da menina como menina ou como diaba. Eu, particularmente, preferia o corpinho de menina… a menina que me chupou, que pediu para ser chupada, que colocou seus peitinhos em minha boca, que esfregou sua bundinha em meu rosto… e que me deu a xana, e que me deu o traseiro, além de me punhetar com uma maestria tão grande que tive a certeza de haver atingido o teto com os meus jatos.
Eu transava sem me cansar, trocando de posições, até que ela ficou por cima de mim, me cavalgando alucinada, expressão de tesão, de gozo, xaninha apertadinha, molhadinha…
Então, de repente, vi que ela se soltou do meu corpo, subiu e foi ficar colada no alto da parede.
Olhei para a porta e vi a mãe da menina… tão tesãozinho como ela, diferente apenas no pouco mais de idade que tinha. Eu não saberia dizer quais das duas era a mais gostosa.
– Quem come a filha come também a mãe. – disse a mulher, que já foi logo me cavalgando.
Eu olhava para a menina, colada lá na parede, imóvel, sem conseguir ao menos falar, e comparava com a mãe, sobre o meu corpo. Olhava e sentia uma coisa estranha. A xana da mulher era de um calor infernal.
Era fogo mesmo. Eu sentia meu pau arder, queimar, como se estivesse dentro um braseiro. Aquela vagina era um braseiro.
Coisa mais estranha ainda foi quando meu pau começou a crescer e engrossar. Foi ficando cada vez maior, cada vez mais grosso, e cada vez mais quente.
Pobre pau! – eu pensava. – Vou ficar sem.
E parece que a mulher adivinhou o meu pensamento.
– Fique sossegado. – ela disse. – Seu pau logo volta ao normal. Mas primeiro eu quero mostrar para aquele safado o que é um par de chifres.
– Quem é o safado? – perguntei.
– Aquele que está lá na sua casa, comendo a sua mulher.
– Ele está comendo a minha mulher? – gritei, querendo sair dali debaixo e correr para minha casa.
Mas não consegui sair.
– Mas enquanto ele come a sua mulher, você come a mulher dele. Olha só como o seu pau está grandão. E eu quero ele todo.
E estava grandão mesmo. Eu podia jurar que devia chegar no estômago da mulher.
Ela me assustava um pouco, mas eu não podia fazer nada. Não podia sair dali, não podia parar de pensar naquele chifrudo comendo a minha mulher. E só podia ver o corpo da mulher subindo e descendo. Subia, saindo da xana, descia, entrando no rabo… Subia, saindo do rabo, e descia, entrando na xana. E isso se repetiu centenas de vezes, até que a mulher deu sinais de que ia gozar.
Então ela se revelou.
Seu rosto lindo virou um rosto horrível, seus olhos ficaram vermelhos, seus cabelos se espalharam, e um par de chifres apareceu em sua testa.
E que gritos horríveis a mulher soltava. Eram verdadeiros urros, berros, sei lá o que mais, enquanto ela gozava, cravando suas unhas em meus peitos, machucando, tirando sangue.
E quando ela chegou no auge do gozo, começou a soltar um líquido da sua vagina, numa espécie de ejaculação, que foi aumentando, cada vez mais líquido, e foi esfriando o meu pau, diminuindo o meu pau, deixando-o com o tamanho natural… enquanto ela se acalmava.
Ela saiu de cima do meu corpo, fez um gesto com a mão e trouxe a menina que estava grudada na parede até o chão.
– Meta-se com o meu capeta mais uma vez e você vai ver o que te faço… sua diabinha! Desta vez vou deixar passar. Já coloquei nele o chifre que eu queria, mas da próxima vou arrumar um jumento para te arrombar o cu.
Falou e sumiu no ar, virou fumaça.
E a menina, que era tão linda menina, revelou que aquela não era a sua mãe, era a diaba, a mulher do diabo. E depois da revelação, mostrou-se com chifres, garras nos dedos, olhos de fogo…
Saí como estava, pelado, corri para o meu apartamento a tempo de ver o diabo saindo do meu quarto. Estava com quase meio metro de chifres, olhar de fogo, e um cacete enorme pendurado entre as pernas.
– Desgraçado! – gritei, querendo partir para cima dele.
– Eu não ia comer a sua mulher. – ele disse, me contendo com um gesto de mão. – Não era minha intenção comer sua mulher, mas você comeu a minha, então…
– Foi ela que veio para cima de mim.
– Eu sei. Você não teve culpa, mas mesmo assim estamos quites. Você comeu a minha, eu comi a sua, e agora vou ter de enfrentar a megera de qualquer jeito… não consegui escapar.
– Mas… sobre aquele acordo, eu…
– Fica frio. O fato de eu ter comido a sua mulher cancela o nosso trato.
E desapareceu em fumaça.
Corri para o quarto e vi minha mulher sentada na cama, sem roupa alguma, tremendo, suando frio, bastante assustada.
– Tive um pesadelo horrível, amor. Sonhei que estava transando com o diabo. De onde fui tirar esse sonho?
– Está tudo bem. – falei, abraçando-a. – Está tudo bem.
Mas não pude deixar de reparar as marcas de sangue em seus seios, iguais às marcas em meu peito.
Filho da puta de diabo?
Não falei nada para a mulher, preferi deixá-la acreditando que foi apenas um sonho, que ela não me traiu de verdade.



Esses e outros contos coletados por Anna Riglane – Contos da Hora podem ser pesquisados e encontrados na Amazon.

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