Mulher casada cheira a pólvora, homem casado cheira a encrenca
Um dia me dei conta de que não existe coisa melhor nesse mundo do que transar.
Verdade! De repente descobri um mundo novo.
Foi quando passei a morar sozinha, no meu próprio espaço, livre e independente, sem precisar prestar contas a ninguém.
Bom… foi mais ou menos assim, até que, como diria a minha avó, o caldo entornou.
Acontece que comecei a colecionar contatinhos, ficantes, namoricos, e me sentia a a menina mais feliz do mundo, transando quase todos os dias e a cada dia com alguém diferente.
Gente. Vou falar. É tudo igual, mas é tudo diferente.
Cada menino, cada homem transa de um jeito, uns gostam mais disso, outros gostam mais daquilo.
Tem aquele que chega e já vai trepando, metendo a lepa, e tem aqueles que demoram, demoram, chupam, lambém, beijam.
Tem aqueles com pinto médio, tem os de pinto pequeno, tem os exagerados, mas, sinceramente, não sei dizer qual deles é melhor, pois cada um compensa as coisas à sua maneira… e a menina aqui agradece.
Vai, então, que estava tudo muito bom, tudo muito bem, eu vivendo a minha sexualidade a todo vapor, chegando mesmo a ficar com dois meninos diferentes num único dia, até que pintou a encrenca.
Conheci um rapaz no supermercado, um tanto mais de idade que eu, lindão, charmosão, corpão daqueles.
Me derreti todinha, trouxe-o para casa uma vez e quase morri, pois se não bastassem todos predicados a seu favor, o homem ainda era fera na cama…
Na cama, no sofá, no chão, em pé na cozinha, sobre o assento do vas::o sanitário… bom de língua, fôlego para duas e até três seguidas, e um pinto… pinto não, um cacete do tipo que passa pela entrada do útero e vai tocar lá onde nenhum outro toca.
homem casado.jpg
Quase morri uma vez, quase morri outra vez, comecei a morrer toda semana, duas vezes por semana… já estava até relaxando com os meus outros contatinhos, que viviam reclamando que eu já não gostava mais deles.
Claro! Eu me divertia também com eles, mas a minha gostosura mesmo era com aquele meu último contatinho, que agora já era um contato direto, um ficante fixo, um quase namorado.
E só não éramos namorados porque um dia descobri que ele era casado.
Foi meio que, assim, uma desilusão, mas não uma decepção, pois continuamos a nos curtir com a mesma intensidade, sem dar a mínima para as possíveis consequências, até que as possíveis consequências deixaram de ser apenas possibilidades.
Certo dia ele cismou com a minha bundinha.
– Tá doido, amor! Já viu o tamanho da sua coisa? É muto gostoso pra ela, mas deve fazer um estrago danado lá atrás.
Mas homem quando quer, ele quer… ele consegue.
Combinamos que seria num certo dia, pedi que comprasse gel, e fiz jurar que seria o mais cuidadoso comigo, principalmente na hora de passar a cabecinha, pois bem sei o quanto doi.
Ele prometeu tudo isso e chegou o dia.
Demos aquelas duas primeiras, com aquela fome toda, e ele começou a passar o dedo, enfiar o dedo.
– Espere um pouco que vou no banheiro me preparar.
– Se preparar?
– Claro! Você não quer ele sujinho, quer?
Fui ao banheiro… e quem conhece a coisa sabe a mangueirinha do chuveiro, etecétera, etecétera e etecétera, só não sabe, talvez, é que depois da água morna, quando tudo já estiver higienicamente preparadinho, completo com água fria, friazinha, que é para voltar tudo apertadinho novamente… se não, não tem muita graça pra ele.
Mas naquele dia não teve mesmo graça nenhuma.
Já havia trabalhado com a água morna, já havia aliviado tudo, já estava trabalhando com a água fria, quando, de repente, do nada, ouvi um barulho enorme de alguém chutando a porta da sala, dando uns gritos de raiva, e depois chutando a porta do banheiro.
Só percebi, pela voz, que era uma mulher, e devia ser a mulher dele. E só vi que era a mulher dele quando ela apareceu na minha frente, com o dobro do meu tamanho e os olhos soltando faíscas.
– Mas o quê… como entrou aqui…? Você não pode…
– Não posso? Sua cadelinha!
Foi a última coisa que ouvi, e também nada mais vi, pois a megera foi logo me agarrando pelos caabelos e metendo os dois dedos nos meus olhos… fiquei cega.
Depois vieram os tapões nas orelhas, os chutes na zona crítica, as mordidas nas minhas mãos quando eu tentava me defender… ainda tentava.
Não vi, mas me contaram, que fui arrastada para o meio da rua, peladinha peladinha, que apanhei feito um cachorro de rua, que fui chamada de cachorra de rua, que juntou todo mundo da rua para me ver apanhando…
A vizinha é quem tinha me socorrido e tratava dos meus ferimentos… E quantos ferimentos! Até dente quebrado eu tinha.
– Que surra você levou, hem menina! Também… é um entra e sai de homem na sua casa… E ainda vai se meter com homem casado… dá nisso.
Que vontade de xingar a mulher, falar que ela não tinha nada a ver com a minha vida, mas como ela estava cuidando de mim, como eu precisava dela, e como ainda ia precisar dela pelos próximos quinze dias, só pude mesmo aguentar os seus sermões.
Mas o pior não é isso… o pior foi passar mais de três semanas na maior abstinência, pensando naquela transa interrompida, no rapaz que desapareceu…
Fazer o quê?

Odeio natal, odeio ano novo, odeio…
(Fragmentos)

Natal
La vai novamente o pessoal todo entrar naquele clima idiota de gastar o que tem e o que não tem, enfrentar fila, se estressar, para presentear a quem gosta e a quem não gosta, por pura obrigação.
E a firma entrou no clima, todo mundo, menos eu, acredito. Ou melhor, menos eu e o menino que havia entrado no lugar do outro, para trabalhar no estúdio de fotografia. Foi com ele que conversei um dia e juntos decidimos que o natal até pode ser legal, mas não com essa babaquice toda que o pessoal vive.
E o natal ia ser na segunda. E a festinha da firma ia ser na sexta, com troca de presentes de amigo secreto e tudo o mais, inclusive com certas pessoas que bebem além da conta e danam a falar e fazer besteira.
De forma natural, acredito, e o menino do estúdio nos isolamos dos demais, ficamos num canto, conversando, falando de outras coisas e do momento de irmos embora, para sair daquela chatice.
– Vamos lá no estúdio. – falei, de repente, quase que automaticamente, como se fosse a coisa mais natural do mundo.
– No estúdio? – ele perguntou.
Mas não dei tempo para que ele completasse, perguntando o que a gente ia fazer lá. Respondi antes.
– A gente pode fazer coisa melhor, lá.
O menino ficou um tanto assustado, estranhando, pois não imaginava que eu fosse desse tipo. E para que não ficasse uma má impressão, tão logo entramos no recinto e trancamos a porta, tratei de começar a explicar que não sou isso e nem aquilo, mas que simplesmente… bem…
E como minhas palavras pareciam não surtir o efeito que eu desejava, tratei de ir falando e fazendo outra coisa junto; fui abaixando sua calça, irando seu membro, pegando, brincando, tirando, chupando. Fiz-lhe um boquete dos mais caprichados, enquanto a gente conversava. O menino se desmanchou em minha boca e só não gozou nela porque não deixei. E também não deixei ele transar comigo. Terminei com a mão mesmo, cobrindo tudo com um pano, para não espirrar sujeira pra todo lado.
– Agora você faz pra mim. – falei, colocando-me sentada na poltrona onde ele estava, e tirando a calcinha.
Minha ideia era que ele me chupasse, mas não fui atendida nesse desejo, pois ele apenas ficou brincando com o dedo até me fazer gozar.
Logo saímos. Não podíamos ficar muito tempo ali sem que os demais desconfiassem. voltamos para a festa, quer dizer, para a chatice, e depois arrumei um jeito de ir embora antes do fim.
Peguei um táxi e vim para casa. Na minha cabeça, na minha mão e na minha boca, permaneceram as imagens, a sensação e a pulsação de do seu pênis, um tanto grande, comparado aos outros dois que eu já conhecia. Bem que a gente podia ter feito mais.
Ano novo
A minha primeira pulada de cerca demorou anos para acontecer. Sempre bem comportadinha, sempre fiel ao namorado. Até que um dia, num jugo de Copa do Mundo, resolvi me soltar, pelo menos uma vez. E então me soltei, ali mesmo no local de trabalho, com um colega de longa data, mas que até então havia sido apenas colega.
A minha segunda puladinha de cerca aconteceu menos de seis meses depois da primeira, na véspera do natal. E foi puladinha mesmo, pois o que aconteceu foi na verdade apenas um pega mais aprofundado entre eu e um novo colega de trabalho. E novamente foi no local de trabalho, no mesmo local. Só mudou o colega.
A terceira puladona de cerca que dei foi exatamente uma semana depois da segunda, às vésperas do ano novo.
Eu havia passado toda uma semana de recordações e imaginações, por causa do que tinha acontecido na véspera do natal, nos pouco minutos que fiquei com o novo colega, isolados no estúdio fotográfico, onde eu o chupei e masturbei e onde ele me masturbou.
E recordava o tamanho do seu pênis, enorme, comparado aos dois que eu já conhecia. Imaginava senti-lo em minha vagina e, quem sabe, até em meu. Traseiro que, em toda a minha existência, eu só tinha dado uma única vez, exatamente na minha primeira pulada de cerca.
Então chegou a sexta-feira, véspera do ano novo e a firma ia fechar ao meio dia, ia ter o almoço num restaurante e depois estávamos todos dispensados, para só voltar no ano seguinte.
Eu pensava naquela chateação toda.
Mas o meu colega não tinha ido trabalhar naquele dia.
Eu já pensava em ir embora, fugir daquilo tudo, quando um menino da outra seção passou me oferecendo um refrigerante. Acho que devo ter olhado para ele com a xana, pois nos quinze minutos seguintes ele já não desgrudava mais de mim.
– Está a fim de ir ao almoço? – perguntei ao meu novíssimo colega.
– Sei lá. – ele falou. – Até me dá vontade de ir. Não é sempre que a gente come bem e de graça mesmo.
– Não quer…?
– Não quer o quê?
– Bom… não sei se é comer bem; mas não quer comer de graça?
– Aonde?
– Pensei que você ia perguntar o quê ou quem.
– Isso eu acho que já sei. Só perguntei aonde a gente vai. Não tenho dinheiro para um motel.
– Gastou tudo comprando presentes, não é? Mas não tem problema. Por acaso você conhece o estúdio fotográfico?
E então, depois que todo mundo saiu, nos isolamos naquele canto, sem almoço, sem nada. Tínhamos coisa melhor para comer. Ou pelo menos ele tinha, porque eu era o prato.
Ou será que não era? quem inventou essa história de que a mulher dá e o homem come?
Se eu era o prato ou não, não sei. Só sei que ele fez um antepasto, antes de me comer. Ficamos brincando, ainda com alugam roupa, quer dizer, eu só de calcinha, a gene se esfregando, e ele gozou fora, na minha barriga.
Mas continuei a pensar, depois. Quem inventou eu não sei, só sei que apesar de tudo, apesar das chupadas que dei nele e das lambidas que fiz ele me dar, apesar das gostosas penetrações em minha vagina, com aquele pênis, grande e grosso, apesar de levar no traseiro pela segunda vez, com aquele cacete grande e grosso, que aguentei numa boa, apesar de tudo, isto é, apesar da minha liberdade de ser menina e sentir que posso transar com quem eu quero e na hora que quero, sem ficar dando muita bola para o meu namorado, apesar disso tudo, até que ainda fui muito feminina naquele estúdio, com o meu colega, principalmente na hora do traseirinho, quando tive que me colocar de quatro e pedir para ele ir devagar, bem devagar.
Só uma coisa me deixou grilada depois da tarde que passamos ali, fazendo mil loucuras. É que quando saímos, ele disse que tinha de ir até a casa do chefe, que era ali perto, para deixar a chave.
– Então ele está sabendo que a gente… – perguntei.
Mas logo esqueci tudo isso. Quando cheguei em casa, louca por um banho e algumas horas de sono, encontrei o meu namorado, me chamando para sair, visitar os amigos… aquela chatice toda.

nunca mais

 


 

Pai!?
(Fragmento)
Eram dias difíceis lá em casa.
Meu pai com sérios problemas financeiros na sua empresa…
estavam desviando dinheiro. Minha mãe parecendo se diver-
tir com os problemas dele, ao invés de procurar ajudar. E eu
preocupada, sentindo que devia fazer alguma coisa.
Estava uma noite de muito calor, e a minha preocupação era
tanta que estraguei a noite do meu namorado… fria feito uma
pedra na cama do motel. Pedi desculpas, e que me levasse
para casa… melhor, que me deixasse na empresa de papai.
Ele me deixou e se foi. Fui até o banheiro, pensando em de-
pois verificar a contabilidade, descobrir as falcatruas.
Mas não descobri nada… quer dizer, descobri outra coisa,
muito mais séria e totalmente inesperada.
pai
Estava ainda no banheiro, mas já recompondo as minhas
vestes, quando levei um pequeno susto com a presença de
alguém… era o meu pai, andando insône, preocupado.
Trocamos aquele costumeiro abraço fraternal, mas logo,
como se um sopro estranho tivesse nos atingido, começa-
mos a trocar a nossa relação de pai e filha para uma rela-
ção de amantes… amantes apaixonados.
Na verdade, foi uma troca instantânea… em segundos já
estávamos nos abraçando mais forte, ensaiando beijos, pro-
curando as partes um do outro… Meu pai estava carente…
e eu também.
Ergui o vestido e baixei a calcinha, pensando em me virar de
costas pra ele, mas ele me colocou sentada sobre o móvel e
tirou o tecido pelos meus pés. Adentrou por entre as minhas
pernas e nossos sexos se tocaram, se encaixaram, se com-
pletaram…  Que penetração deliciosa, vibrante!
Não pude conter um gemido, um grito… já não havia pudor,
não havia vergonha… apenas dois corpos sedentos.
Abracei-o forte, com os braços, com as pernas, com a boca.
– Filha, eu…
– Não fala nada, pai… não fala. Me come gostoso, come!

O vidro do banheiro quebrado… e a minha primeira vez
(Fragmento)
Eu já estava passando da idade… e como
estava! Já tinha mesmo passado… e muito.
Ouvia todas as minhas amigas contarem das suas
primeiras vezes, ficava curiosa, querendo fazer perguntas, e só não fazia porque tinha vergonha
de falar que ainda era virgem… virgissima.
Até a minha prima mais chegada, muito mais nova que eu, já andava pelo seu terceiro menino…
e eu a seco… quer dizer, e eu sempre molhada, ensopada. Às vezes, até a calcinha, o roçar da calcinha, me deixava ouriçada (palavra de uma tia minha), soltando faíscas (palavras minhas).
E sempre me descarregando na hora de tomar banho… Aquele esguichinho do chuveiro, hum!
Mas por falar em amiguinhas, primas, chuveiro e primo… que tanto que aquele meu primo ficava
lá no banheiro, a toda hora, sem tomar banho nem nada?
O vitrô do banheiro dava (hum!) para o corredor do quintal e logo eu estava trepando (hum!) numa pilha de blocos que havia arranjado para poder espiar o primo. Mas não conseguia ver nada.
Frustração geral, pois eu só conseguia, quando muito, ouvir alguns gemidos do primo, em certos momentos… o que fazia aumentar ainda mais a minha curiosidade
e a minha umidade.
Completamente insatisfeita, e completamente insandecida (peguei no dicionário) com a ideia de
ver o primo batendo punheta, esperei quando não tinha ninguém em casa, peguei um bloco e
meti (hum! no vidro… abriu um buracão.
Meu tio, pai do meu primo, passou dias e dias procurando o moleque que tinha feito aquela arte,
e eu (felicidade!) passei dias e dias olhando o primo alisando o pinto… Que pintão!
Resolvi que ia dar para o primo, que ia perder a virgindade com ele, que ia transar gostoso com
ele, que ia… Roubei um monte de camisinhas daquela minha priminha… Só faltava uma coisa:
falar com o primo.
tio
– Ah… sua pirralha! Então foi você…
Era o tio, já me agarrando por trás,
tapando a minha boca, baixando o
meu shorts, a calcinha…
Uns quinze segundos depois eu já
não tinha mais forças para lutar com
ele… E nem queria lutar, só queria
mesmo era transar…
Mas o tio queria transar e também
me castigar… e a primeira foi ali
mesmo no quintal, nos fundos da
casa, nos meus fundos.

L E I A   M A I S

Quinze Contos Eróticos Especiais 1

Compre pelo Pagseguro – R$ 24,99

Quinze Contos Eróticos Especiais 2

Compre pelo Pagseguro – R$ 24,99

Quinze Contos Eróticos Especiais 3

Compre pelo Pagseguro – 24,99

Quinze_tons_quase_pornográficos

Compre pelo Pagseguro – 24,99


super oferta

Anna Riglane – Contos da Hora

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s