Tudo tem sua hora, meu querido irmão

 

A tarde se iniciava com o prenúncio de um temporal, e a tempestade logo se fez forte, a ponto de me assustar e procurar refúgio ao lado do meu irmão, no sofá da sala.
Ele parecia tão amedrontado quanto eu e, de repente, senti que podia fazer alguma coisa para amenizar o nosso nervosismo.
Na verdade, não foi tão de repente assim, pois foram as lembranças surgidas e revividas na minha mente assustada que me levaram a fazer o que fiz.
Minhas lembranças me levavam às primeiras vezes que comecei a notar alguma coisa de diferente no meu irmão, o modo como ele olhava para mim, o jeito como ele se espreitava pela casa à espera de ver alguma coisa a mais em mim. Um dia me viu só de calcinha no quarto, noutro dia entrou no banheiro quando eu estava sentada no vaso…
Comecei a tomar mais cuidado, evitar me expor, mas não conseguia tirar da cabeça a ideia do meu irmão atrás de mim, querendo alguma coisa comigo.
E se ele me agarrasse?
Ficávamos tanto tempo sozinhos em casa… e se um dia ele não conseguisse controlar os seus impulsos?
Seus impulsos e… mesmo não querendo ver, mesmo evitando ver, já não era mais possível ignorar o desejo do meu irmão por mim… seu desejo duro, quase rompendo o calção.
E suas mãos, sempre mexendo, alisando, parecia até que ele nem fazia questão de disfarçar, ou não conseguia mesmo disfarçar.
E já era impossível fingir que eu não percebia tudo.
Um dia, curiosa com o que ele estava fazendo no seu quarto, pela fresta da porta, vi ele deitado na cama, seu pênis de fora, sua mão agarrada… Que horror!
Então, parece que as coisas começaram a mudar. Também eu aprendi a me masturbar, também eu comecei a despertar certos interesses, não pelo meu irmão, mas, por meninos que eu via, conversava, colegas de escola.
E eu, que no início daquilo tudo ficava indignada com as atitudes lascivas do meu irmão, com as suas atividades solitárias na cama, no banheiro, por algum tempo pensei até em falar com ele, chamar a sua atenção, dizer que aquilo tudo estava errado.
Mas falar com ele podia me colocar em risco, podia precipitar a situação… melhor seria falar com os pais.
Mas nunca tive coragem de falar nem com ele e nem com os pais, o que fiz, o que passei a fazer, foi me cuidar, não dar oportunidades…
Até que chegou o dia do temporal.
O mundo desabando lá fora e eu ali, sentada ao lado do meu irmão, colada nele, sentindo a sua respiração, o seu cheiro… e olhando quase que sem querer, mas me modo um tanto instintivo, para o vão entre as suas pernas, para a sua mão, o seu volume duro, sua mão mexendo no seu volume… meu irmão se excitando com a minha presença ao seu lado.
Foi instintivo, não consegui pensar, talvez eu nem quisesse pensar. Levei minha mão até a mão do meu irmão, até o seu volume, e passei a fazer o que antes ele estava fazendo.
Comecei a brincar com o seu pênis, alisar, apertar, primeiro por sobre o calção, depois por dentro do calção, direto, carne com carne.
Senti uma sensação estanha, gostosa, maravilhosa na mão. Apertei mais forte. Ele jogou o quadril mais para frente, abrindo mais as pernas.
Não falamos nada.
E quando vi, quando percebi, ele já havia empurrado o calção até os joelhos, seu pênis estava de fora, ereto, enchendo a minha mão… curvei o corpo.
Eu nunca tinha pagado um pênis, mas estava com um na mão. Eu nunca tinha chupado um pênis, mas já ensaiava alguns beijinhos, passadas de língua… até que coloquei na boca.
Coisa estranha, diferente. Sensação inexplicável, um arrepio pelo corpo todo.
Machuquei. Eu não sabia chupar e acabei cravando os dentes. Ele recuou, deixou escapar um pequeno gemido de dor, mas não falou nada.
Entendi que não era daquele jeito e procurei usar apenas os lábios, a língua.
Era uma delícia sentir aquela cabecinha passando pelos meus lábios, entrando e saindo, entrando e saindo.
E saiu sujeira.
De repente, do nada ou, na verdade, sem que eu tivesse percebido a sua excitação, meu irmão deu um gemido forte, me agarrou pela cabeça, e começou a fazer ele mesmo os movimentos que antes eu fazia… entrar e sair, entrar e sair, rápido, cada vez mais rápido… até que expirou, me encheu a boca, quase me fez tirar, parar.
Mas não parei ou, na verdade, apenas permaneci imóvel, enquanto ele também ia cessando os seus entra e sai, e deixei tudo aquilo escorrer, vazar.
Não aguentei mais, corri para o banheiro.

  • Não era para fazer na minha boca. – falei, já quase limpa, vendo que ele estava atrás de mim.

  • Desculpa. Mas não consegui me segurar… você chupou tão gostoso. Sua boquinha é tão…

  • Tão o quê?

  • Tão quente, molhadinha, apertadinha… Deixa eu fazer pra você?

    Não sei se eu queria que o meu irmão me chupasse. Num primeiro momento até adorei a ideia, mas logo veio o pudor e senti que não ia ter coragem de me abrir na frente dele, deixar ele me ver na intimidade.

    Mas quando voltamos ao sofá e meu irmão foi enfiando a cabeça por entre as minhas coxas, beijando o meu shorts, passando a língua com força… apenas fechei os olhos e deixei ele tirar, ajudei ele a tirar o meu shorts e a calcinha.

    Não abri as pernas de imediato, mas fui abrindo, mais, cada vez mais, conforme sentia a sua língua, os seus lábios, e até os seus dentes percorrendo toda a minha xaninha, de baixo para cima, de cima para baixo.

    E tocava a minha entradinha, cutucava com a língua fazendo biquinho.

    E tocava o meu grelinho, parava nele, beijava, mordia.

  • P A R A ! – gritei, num certo momento.

  • Goza. – ele falou.

  • Não! – respondi.

    Eu não parecia pronta para gozar com alguém, com o meu irmão, na boca do meu irmão.

  • Goza! Goza! Goza! – ele foi repetindo, já não mais chupando, mas enfiando o dedo, socando o dedo.

    GOZEI.

    Gozei, fiquei caída, toda molenga, um tanto envergonhada, meu irmão ainda com o dedo lá dentro, eu segurando a sua mão para que não mexesse mais, sua voz me pedindo…

  • Me dá ela?

  • Não posso>

  • Por que não?

  • Somos irmãos.

  • E qual o problema?

  • Somos irmão, ora. Não podemos. E também… sou virgem ainda.

  • Eu também… vai ser a nossa primeira vez.

  • Mas não podemos. E se eu engravidar? Já imaginou?

  • Mas nem aqui? Aqui não engravida…

    Meu irmão havia tirado o dedo da minha xaninha estava mexendo na minha bundinha… no meu cuzinho.

  • Se tá louco, menino? Aí é que não, mesmo.

    Eu não me entendia.

    Falava que não, que não podia, que nem atrás podia, mas era o que eu estava querendo. Naquele momento, era o que eu estava querendo, o que eu mais estava querendo.

    Só que eu não entendia nada de sexo anal, e nem o meu irmão. Ele até sabia um pouco mais, porque havia lido a respeito. Confessou que sonhava me comer, a xaninha ou a bundinha, e que por isso tinha lido muita coisa sobre o assunto.

    Mas acho que não leu o suficiente.

    Ele correu até o seu quarto para buscar um tubo de gel que já estava pela metade. Explicou que havia gastado sozinho, passado no pinto para se masturbar, só para ver como era.

    Me colocou debruçada sobre o assento do sofá, joelhos no chão.

    Pediu que eu abrisse a bundinha com as duas mãos.

    Que vergonha!

    Encostou a cabecinha e enfiou com tudo.

    Dei um grito, quis correr, parar tudo, falei que estava machucando, mas não teve jeito.

    Meu irmão estava tão doido atrás de mim que foi enfiando tudo de uma vez, ante encostar sua barriga na minha bunda.

  • Tira! Tá doendo! – eu falava.

    Mas ele não tirava e eu nem mesmo sabia se ainda estava doendo. Houve, sim, uma dor inicial, quando passou a cabecinha, talvez por ter ido rápido demais, mas logo eu já não sabia se aquilo que eu estava sentindo era dor ou se era… tesão.

    Tesão no cu?

    Acho que sim.

    Estava gostoso para o meu irmão, fazendo entra e sai no meu cuzinho, e estava gostoso para mim, cada vez mais gostoso, com o meu cuzinho sentindo aquele pênis, aquele pinto, pau, deslizando, indo e vindo, entrando e saindo…

    Nem acredito que num certo momento juntei minha xana com a mão e gozei. Gozei mesmo, de ficar caída, desmaiada.

    E o meu irmão desmaiado em cima de mim, pois também havia gozado.

  • A gente não tinha de ter usado camisinha? – perguntei, um bom tempo depois, já respirando normal, e pedindo para ele tirar.

  • É a nossa primeira vez… não tem perigo. – ele disse, tirando o pinto já meio mole de dentro do meu cu.

    E foi aí que descobri que ele não havia lido tudo o que precisava ler… Chato falar, mas saiu sujo, cheirando.

    Só muito tempo depois é que descobrimos, que é melhor eu ir no banheiro antes, sentar no vaso ou, melhor ainda, limpar com a água do chuveirinho.

    Mesmo assim, aquele dia, por ser a primeira vez, a minha e a dele, foi muito bom, muito gostoso, e nunca mais esqueci.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s